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segunda-feira, março 1, 2021

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Instituto Reuters reúne recomendações sobre como noticiar a Covid-19

A vacinação da enfermeira Mônica Calazans foi um marco histórico e sinaliza para dias melhores. Mesmo assim, o pensamento negacionista contra a vacina segue sendo difundindo, principalmente nas redes sociais. Não só aqui no Brasil, mas no mundo inteiro.

Com isso em mente, o Instituto Reuters para Estudos do Jornalismo divulgou um relatório consolidando o que se aprendeu em 2020 a partir das pesquisas sobre a relação do público com o noticiário sobre a Covid-19. Há boas reflexões para jornalistas e comunicadores empenhados em conscientizar a sociedade sobre medidas de controle e vacinas, como a necessidade de usar múltiplas plataformas, o risco da fadiga de notícias e as desigualdades no consumo de informações.

O estudo sugere evitar políticos como fontes e valorizar os grupos que emergem como altamente confiáveis e percebidos como capazes de ajudar a entender a crise, como autoridades de saúde, cientistas e médicos.

Nós acrescentamos mais um grupo à lista: os idosos. Itália, Reino Unido e França estão lançando mão deles para endossar a segurança da vacina. A Itália foi bem longe na ideia: escalou a Dona Fiorina Fiorelli, que com nome de flor completou em 12 de janeiro 108 anos e foi uma das primeiras a tomar a vacina para mostrar que não há o que temer.

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