Vital Bataglia

Vital Bataglia nasceu em São Paulo, capital, e é formado em Direto.

Começou a carreira em 1962 no extinto jornal Última Hora, de Samuel Weiner. Na época, o diário sofria uma reformulação geral em sua editoria de esportes e Vital ingressava no jornalismo esportivo, no exato momento em que Celso Eduardo Brandão deixava O Estado de S.Paulo para assumir a editoria de Esportes do jornal.
 
Foi um dos fundadores do Notícias Populares, jornal que marcou algumas décadas em São Paulo, e, em 1965, participou da fundação do Jornal da Tarde, pelo qual atuou como repórter especial, editor de esportes e de projetos especiais. 
 
Na tevê, passou pela Record, onde trabalhou como diretor de esportes. Passou ainda na Rádio Jovem Pan como comentarista esportivo.
 
Dirigiu as redações dos jornais A Gazeta e A Gazeta Esportiva e foi assessor de imprensa da comissão técnica da Seleção Brasileira de futebol entre 1990 e 1991.
 
Foi repórter especial em O Estado de S.Paulo por mais de quatro décadas e, em 1998, criou o site Olé, já extinto, onde escrevia sobre esportes.
 
Acumulou ao longo de sua carreira, diversos Prêmios Esso: O Casamento de Pelé (1966); Informação Científica: O primeiro transplante de coração na América do Sul e em Reportagem Geral: As tragédias de Caraguatatuba (1967); Juiz ladrão e herói (1968); As aventuras de um rei do futebol (1973); Incêndio no Joelma (1974); Cobertura da Copa do Mundo (1978); Informação Econômica: Os 20 anos do BNH (1984) e Cobertura da Copa do Mundo (1986). 
 
Foi comentarista do Desafio ao Galo, na década de 1970, competição de futebol amador transmitida ao vivo pela Record, que contou também com Joseval Peixoto, Raul Tabajara, Samuel Ferro e Sérgio Cunha, entre outros.
 
Em 2013 lançou o livro Ah – Atestado de óbito do Jornal da Tarde e outras histórias do jornalismo, publicado pela Editora Detalhe.
 
 
 
Atualizado em junho/2013 – Portal dos Jornalistas
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