Gustavo Werneck

Gustavo de Jesus Werneck nasceu em Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG), em 09 de abril de 1955. Estudou Comunicação Social com ênfase em Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica (PUC/ MG).

O primeiro emprego no jornalismo foi como estagiário em uma Agência de Publicidade. Posteriormente, atuou na Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Santa Luzia.

Após a formatura, em 1977, foi efetivado na Prefeitura, onde permaneceu por dois anos como Assessor de Imprensa e Relações Públicas. Nessa época, também atuou como repórter do caderno de Política e Cidades do jornal Diário de Minas.

Em 1979, trabalhou como assessor de imprensa da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), onde ficou por quase dez anos, quando, então, voltou a assumir o cargo de Assessor de Imprensa da Prefeitura de Santa Luzia.

No início de 1993, foi contratado como repórter do caderno de Agropecuária e Meio Ambiente do Jornal Estado de Minas. Um ano depois, foi transferido para a editoria de Economia do jornal.

Atualmente, é repórter do caderno de Gerais, cargo que ocupa há mais de 15 anos.

Durante toda a carreira, acumulou grandes prêmios e homenagens. Em 2002, foi agraciado com o Prêmio Crea Nacional, com a série de matérias que desmascarou várias obras ilegais nos desvios do Rio São Francisco. 

Possui dois Prêmios Embratel de Imprensa, o primeiro, em 2004, com a matéria sobre obras sacras desaparecidas e, o segundo, em 2005, com a série de reportagens sobre os 300 anos das cidades históricas Ouro Preto, Mariana e Sabará, intitulada “Ouro de Minas: 300 anos de história”, série que rendeu o Prêmio Esso no mesmo ano.

Recebeu, ainda, diversas medalhas e homenagens, tais como: Medalha Augusto Dolabela (2008), Comenda do Ministério Público do Meio Ambiente, Comenda Padre Simões, Medalha da Maçonaria e Comenda da Ordem dos Cavaleiros da Inconfidência (todos em 2011).

Dentre as coberturas que marcaram a carreira destacam-se: a série de matérias sobre as peças sacras roubadas, que vêm fazendo desde 2003; a cobertura do grande incêndio em Roraima, que destruiu grande parte das florestas e cerrados da região, em 1998; a matéria “Noivas do Cordeiro”, sobre uma comunidade rural de mulheres que sofreram preconceito durante um século na região do Belo Vale e que, posteriormente, virou um documentário no canal pago GNT; e a série de reportagens publicadas, ao todo 38 matérias, sobre a Antártida, continente onde permaneceu durante um ano.

Em janeiro de 2015 Gustavo Werneck conquistou o segundo lugar do prêmio da Associação Mineira do Ministério Público, com a série Aleijadinho – 200 anos sem o gênio, que circulou de 16 de novembro a 22 de dezembro de 2014, mostrando a variedade e riqueza da obra deixada pelo mestre do barroco mineiro. As matérias enfocaram ainda o estado do acervo, das casas onde o artista morou e a devolução das peças subtraídas de sua origem e recuperadas pelo Ministério Público. A série vitoriosa foi publicada pelo jornal Estado de Minas.

 

 

Atualizado em Janeiro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fonte: Informações conferidas pelo jornalista.

 

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