Ascânio Seleme

Ascânio Seleme nasceu no ano de 1959 em Canoinha (SC). Na mesma cidade se formou em Jornalismo, em 1981.
 
Escreveu seu primeiro artigo publicado aos 16 anos, para o Correio do Norte, de Canoinhas (SC). Mas o primeiro emprego como repórter foi na sucursal de Florianópolis (SC) do blumenauense Jornal de Santa Catarina, em 1982, onde ficou por seis meses. Também como repórter, foi para a TV Cultura na capital do Estado.
 
Mudou-se para o Rio de Janeiro (RJ), onde trabalhou na TV Globo. Foi, depois, para a extinta TV Manchete, atuando em Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF). Passou, ainda, pelas redações da revista IstoÉ e do jornal Gazeta Mercantil. Em 1987, foi trabalhar como secretário extraordinário estadual de Comunicação no governo Jerônimo Santana, em Rondônia (RO).
 
Em 1988, ingressou como repórter de Economia na sucursal brasiliense do jornal O Globo. Passou pelas editorias Nacional e Política e foi coordenador de Assuntos Nacionais da sucursal até assumir o posto de correspondente internacional em Paris. Ficou quatro anos na capital francesa. No período em que viveu na França, viu nascer uma filha, Clara Seleme, que, pela nova Constituição Brasileira, era considerada apátrida. Publicou muitos artigos sobre o equívoco em O Globo que ajudaram na mobilização parlamentar e consequente alteração da lei.
 
Pouco depois de regressar a Brasília, em 2001, foi convidado por Rodolfo Fernandes (1962-2011) para ser um dos editores executivos do jornal no Rio de Janeiro (RJ), inicialmente, como responsável pela produção de notícias e, depois, pelas edições de fim de semana. Em janeiro de 2011, foi promovido a diretor de Redação adjunto, responsável pela coordenação editorial e questões administrativas do jornal, acumulando ainda o fechamento da edição dominical. Em agosto, após o falecimento do titular, assumiu o cargo de diretor de Redação e editor responsável de O Globo, indicado pelo próprio Fernandes para sucedê-lo. Como responsável pelas edições impressa e digital, lançou, em novembro, o novo leiaute do site do jornal.
 
Em janeiro de 2012, anunciou a criação do primeiro vespertino para tablet do País: O Globo A Mais, publicado de segunda a sexta-feira, às 18 horas, com reportagens especiais, ensaios fotográficos, colunas multimídia e outros conteúdos produzidos direta e exclusivamente para a plataforma, trazendo ainda um resumo das principais notícias do dia e análises dos fatos mais importantes. Em julho, comandou a nova reforma gráfica do jornal, a terceira de sua história.
 
Venceu a primeira edição do Prêmio CNT de Jornalismo, promovido pela Confederação Nacional do Transporte, em 1994, por matéria sobre corrupção no Ministério dos Transportes, publicada em O Globo. Compondo equipes do jornal, venceu também três Prêmios Esso de Jornalismo: em 1995, na categoria Reportagem, com Graça Magalhães, José Luiz Longo, Bernardino Furtado, Mônica Gugliano, Maria Lima, Helena Chagas, Rodrigo França Taves e Angélica Wiederhecker, pela série sobre Consultoria no Sebrae; em 1996, na categoria Informação Científica, Tecnológica e Ecológica, com Pedro Martinelli, pela reportagem A saga dos Índios Gigantes; e em 1999, novamente na categoria Reportagem, com Chico Otávio e Amaury Ribeiro Júnior, pela série elucidativa sobre o Atentado do Rio Centro, ocorrido em 30 de abril de 1981.
 
 
Atualizado em Julho/2012 – Portal dos Jornalistas
Fontes:
Arquivo Jornalistas&Cia

 

 

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