Ana Paula Pedrosa

Ana Paula Pedrosa Barbosa nasceu em Belo Horizonte (MG), em 12 de maio de 1977. Estudou Comunicação Social/Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PucMG), de Belo Horizonte.
 
Iniciou a carreira profissional como repórter na Lead Comunicação, empresa de consultoria em Comunicação Empresarial, responsável pela produção e gestão de conteúdo para publicações internas de diversas instituições. Posteriormente, trabalhou durante seis meses como repórter de Economia do jornal Diário do Comércio (MG).
 
Em novembro de 2003, passou a fazer parte da equipe de reportagem da editoria de Economia do jornal O Tempo (MG). Desde então é responsável pela produção de matérias e análises sobre Macroeconomia, atividades empresariais no País (especialmente no setor de Telecomunicações), a movimentação do mercado financeiro local, nacional e internacional, dentre outros assuntos. Posteriormente, assumiu a função de subeditora de Economia no jornal.
 
Acumulou, no período, algumas premiações de destaque, tais como: o Prêmio CNH de Excelência em Jornalismo Econômico 2005, com a matéria Emancipação dez anos depois, um panorama sobre a situação de antigos distritos, uma década depois de sua transformação em municípios; o Prêmio Confea 2006, promovido pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, com a matéria sobre Arquitetura Popular; o Prêmio Délio Rocha de Jornalismo de Interesse Público 2008, pela reportagem Serviço Básico: Cada cidade uma cobrança, e o Prêmio MIS de Jornalismo 2011, na categoria Internet, com a matéria A pressa é inimiga da segurança, que mostra como o internauta deve se proteger no ambiente de compras online. Além disso, ficou em terceiro lugar no Prêmio Ministério do Turismo/FGV 2010, com a reportagem Onze anos depois, Estrada Real só atrai turismo local, e foi finalista do Prêmio Embratel de Imprensa de 2007, com a matéria Desplugados.
 
Além das metérias premiadas, destacou-se pela série de reportagens produzidas sobre as cidades mineiras que ainda não tinham o serviço de telefonia celular, onde teve a oportunidade de visitar mais de 400 cidades e ouvir várias histórias interessantes. Outra cobertura importante foi a de todo o processo de transferência dos voos do Aeroporto da Pampulha para o Aeroporto de Confins, que acompanhou desde o início. Nessa época, chegou a ser homenageada pela Câmara dos Vereadores de Confins pela atenção dada ao assunto, considerado de extrema importância para a população mineira.
 
Desde abril de 2007, mantém o blog Escritos ao Vento, espaço onde escreve sobre assuntos diversos e debate temas cotidianos. Foi finalista, do Prêmio J&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade 2011, pelo trabalho Ações de sustentabilidade conquistam espaço em sala de aula. Venceu o Prêmio ETCO de Jornalismo 2013, na categoria Jornalismo Online, com Queila Ariadne, com a matéria Dez anos sem camelô.
 
Conquistou, com as jornalistas Queila Ariadne e a fotógrafa Mariela Guimarães, o Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo 2014, na categoria Sustentabilidade e Mudanças Climáticas/Online, com a série Um mineroduto que passou em minha vida. Durante três meses, o trio percorreu 3.200 quilômetros para mostrar o impacto do maior mineroduto do mundo na vida das comunidades locais. A série apresentou o retrato de destruição social e ambiental deixado pela construção do maior mineroduto do mundo, entre Minas Gerais e Rio de Janeiro, e as iniciativas dos ministérios públicos federal e estadual para minimizar os impactos. Em janeiro de 2015 a mesma série, veiculada pelo jornal O Tempo de 23 a 29 de março de 2014, venceu o Prêmio de Jornalismo Promotor de Justiça Chico Lins, da Associação Mineira do Ministério Público, recebeu Menção Honrosa no Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico 2014 e foi finalista do Premio de Periodismo Económico Iberoamericano 2014, promovido pela IE Business School.
 
 
Atualizado em novembro de 2016
 
Fonte:
Informações conferidas pela jornalista

 

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