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quarta-feira, maio 6, 2026

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LLYC promove mudanças em sua direção

A LLYC levou o atual diretor-geral Cleber Martins à Presidência do Conselho Consultivo, e repatriou para o lugar dele Thyago Mathias.
A LLYC levou o atual diretor-geral Cleber Martins à Presidência do Conselho Consultivo, e repatriou para o lugar dele Thyago Mathias.

Thyago Mathias assume a direção-geral e Cleber Martins, a Presidência do Conselho Consultivo

A LLYC (LLorente & Cuenca) fez um movimento estratégico em seu corpo diretivo no Brasil. Levou o atual diretor-geral Cleber Martins, que liderou o crescimento da operação nos últimos três anos, à Presidência do Conselho Consultivo, e repatriou para o lugar dele Thyago Mathias, que ali atuou como diretor sênior entre 2013 e 2020. 

A ida de Cleber para o Conselho, segundo comunicado assinado por Juan Carlos Gozzer, diretor-geral para a América do Sul, tem o objetivo de “fortalecer a estratégia e a proposta de valor de mercado”. 

Formado em Jornalismo e em Direito, Thyago, em seus 18 anos de jornada profissional, passou por órgãos públicos e grupos de mídia que incluem TV Globo, UOL, Fundação Getulio Vargas, Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e empresas do setor privado.

E mais:

Projeto de lei proíbe cobrança por acesso a matérias de “caráter público”

Está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei (PL) que proibirá a cobrança pelo acesso a matérias consideradas de “caráter público”. O texto é de autoria do deputado federal Bosco Costa (PL-SE).

O PL visa a garantir os princípios de acessibilidade, universalidade, igualdade e justiça social atribuídos à internet. O texto deverá ser um acréscimo ao Marco Civil da Internet. Caso seja aprovada, a nova lei será aplicada especificamente a notícias com informações provenientes de sites governamentais ou de serviços, e em veículos de comunicação nos quais há algum tipo de cobrança de assinatura.

Como exemplo, o deputado cita a matéria Meu INSS já informa o 13º de 2021; veja calendário e valores, da Folha de S.Paulo: “A cobrança de valores associados a uma notícia pode ser viável, desde que o conteúdo não integre informações de natureza pública, como campanhas de vacinação, políticas de recadastramento de idosos e programas para regularização de documentos”.

Leia também:

 

Perfil falso do G1 no Twitter incita ataques a Daniela Lima (CNN)

Perfil falso do G1 no Twitter incita ataques a Daniela Lima (CNN)

Um perfil falso do portal G1 no Twitter fez uma postagem também falsa, que incitou ataques à apresentadora da CNN Brasil Daniela Lima. O post dizia que ela havia classificado o incêndio na estátua de Borba Gato, em São Paulo, como “pacífico” e que os responsáveis estavam de máscara, o que não aconteceu.

Daniela nem sequer estava entre as apresentadoras que noticiaram o ocorrido. Mas a postagem falsa acabou viralizando, o que gerou uma onda de ataques e ameaças à jornalista.

Sobre o ocorrido, Daniela escreveu no Twitter que “falsear, dar a pior interpretação possível, editar coisas que eu disse, já tinha visto. Inventar algo que nunca foi dito por mim, quando eu estava em casa, com minha família… Inédito. Disfarçada de piada, a extrema direita avança sobre limites nunca vistos. Não ficará impune”. Ela também divulgou algumas das ameaças que recebeu.

Segundo checagem do Estadão Verifica, a conta falsa foi criada em março de 2021 e muitas de suas postagens envolvem ataques a jornalistas mulheres. Casos anteriores envolvem por exemplo a narradora Natália Lara, do SporTV, e Barbara Gancia. O perfil também fez posts contra opositores de Jair Bolsonaro, como o governador de São Paulo João Dória, a deputada federal Joice Hasselmann e a ex-presidente Dilma Rousseff.

Andrea Assef acerta com a Publicis

SP: 02/07/2021 Foto de Andrea Assef Credito: Ana Paula Paiva

Andrea Assef está de saída da Wunderman Thompson, às vésperas de completar dois anos de casa, e a caminho do Publicis Group, onde começa em 2 de agosto. Será head de Comunicação do grupo, que reúne, entre outras, Publicis Brasil, DPZ&T, Talent Marcel, Leo Burnett Tailor Made e Sapient AG2. 

Chega para cuidar tanto dos assuntos institucionais, relações públicas, comunicação interna e redes sociais, quanto para ajudar a organização a avançar nas ações de diversidade e equidade racial no Brasil, valendo-se da experiência de ter sido uma das criadoras, em 2017, do 20/20, do programa de equidade racial do mercado publicitário.

Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji abre inscrições

O Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji está com inscrições abertas para a sua 16º edição.
O Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji está com inscrições abertas para a sua 16º edição.

O Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji está com inscrições abertas para a sua 16º edição. Este ano, assim como em 2020, o evento será realizado de 23 a 29 de agosto, de forma totalmente online e gratuita em razão das crises sanitária e econômica.

Os temas centrais serão ataques à imprensa, modelos de negócios e sustentabilidade, assédio judicial, segurança digital, meio ambiente, riscos à democracia, racismo, pandemia e desinformação. A edição mantém os cinco eixos tradicionais do Congresso: trabalhos e jeitos de fazer; cenários e tendências; jornalismo sob ataque; aprendizado e teoria; e aprendizado e prática.

Marcelo Träsel, presidente de Abraji, diz que em 2020 imaginava que o congresso de 2021 seria híbrido: “Acreditava ainda poder tomar um café e discutir sobre jornalismo investigativo, mas, infelizmente, a pandemia não permitiu o retorno ao modelo normal. Por outro lado, aprendemos muito com a experiência, ouvimos os participantes e planejamos um congresso virtual mais amigável em termos de horários e duração“.

A diretoria atual também buscou maior diversidade nas oficinas, palestras e painéis, trazendo mais jornalistas de América Latina, África e Ásia para compartilhar experiências de reportagem investigativa e de defesa da liberdade de imprensa.

“Sem nos esquecermos dos desafios da saúde pública e da política, tentamos voltar os olhares para a questão de longo prazo da emergência climática, que exige ações imediatas para garantir o futuro da humanidade”, afirma Träsel. “Além disso, como sempre, vamos aprender com repórteres que publicaram os principais furos em grandes e pequenas redações brasileiras no último ano”.

 

FSB anuncia a compra da Giusti

O Grupo FSB anunciou a compra da Giusti Comunicação. Pelo acordo, o jornalista Edson Giusti, que fundou a empresa há 18 anos, manterá uma participação minoritária, mas a transação prevê opções de compra do restante do capital no futuro.

A movimentação agrega uma nova marca ao portfólio do grupo, que conta ainda com a Loures Consultoria, fundada por Alexandre Loures e adquirirda em 2018, a recém-lançada F5 Business Growth, o Instituto FSB Pesquisa e a Bússola, uma plataforma de conteúdo em parceria com a Exame.

Com a aquisição, o grupo assumirá ainda um portfólio de clientes que inclui Aegea, Ame Digital, Alpargatas, EDP, Grupo SBF, Centro Paula Souza, Centauro, SBT e Estadão.

Segundo Marcos Trindade, sócio e CEO do Grupo FSB, a transação acelera o crescimento da empresa no setor privado, que começou com a compra da Loures e já representa 65% do faturamento. “Depois de crescer 30% ano passado, o faturamento da nossa carteira de clientes privados está em alta de 50% este ano”, explica o executivo.

Kaio Cezar vence ação contra a Globo por danos morais

Kaio Cezar vence ação contra afiliada da Globo no Ceará por danos morais

O Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região de Fortaleza deu ganho de causa ao apresentador Kaio Cezar em processo contra a Globo e outras três empresas: TV Verdes Mares (afiliada Globo no Ceará), TV Diário (do Sistema Verdes Mares) e Rádio Verdes Mares. Ele deve receber em torno de R$ 2 milhões em indenizações, mas o valor total ainda está sendo calculado pelo tribunal que julgou o caso.

Em fevereiro de 2019, Kaio pediu demissão ao vivo, dizendo que “não abre mão do respeito e da dignidade para estar em lugar nenhum”. No processo, ele acusa Paulo César Norões, ex-diretor de relações institucionais do Sistema Verdes Mares, de assédio e danos morais. O apresentador apresentou provas dos constrangimentos feitos contra ele e a esposa.

O âncora alegou também no processo que a Globo se aproveitou da força de trabalho e pouco fiscalizou a situação à qual ele e seus colegas foram submetidos na TV Verdes Mares em transmissões do SporTV e do Premiere. Relatou que não recebeu remuneração por trabalhos que fez, como na Copa do Mundo de 2014. No torneio, Kaio foi responsável pela coordenação de entradas ao vivo. Segundo o processo, a Globosat repassava o dinheiro para a TV Verdes Mares, que não pagava o apresentador.

O jornalista provou que Paulo César o mandou “tomar no c…” durante uma reunião no Sistema Verdes Mares, além de fazer piadas machistas contra sua mulher pelo fato de ela ter um filho de uma união anterior.

O juiz do trabalho Adalberto Ellery Barreira Neto, que julgou o caso, declarou que “os fatos em questão ofenderam a honra e a dignidade do reclamante, sendo que xingamento do nível ‘vai tomar no c…’, proferido em reunião, e brincadeira machista e de extremo mau gosto envolvendo o fato de a esposa do reclamante ter um filho de união anterior, na presença de colegas de trabalho, não são fatos corriqueiros e muito menos são compatíveis com o respeito recíproco que deve permear a relação de emprego”.

Durante o processo, o Sistema Verdes Mares também entrou na Justiça contra Kaio Cezar pelo fato dele ter se demitido ao vivo. A emissora declarou que o ocorrido teria causado danos morais à empresa. A Justiça não concordou e deu ganho de causa ao âncora em duas instâncias.

A Globo declarou que não comenta casos sub judice.

Vivo lança bot no Twitter para promover o esporte feminino

A Vivo lançou no Twitter o bot 4%, para promover o esporte feminino. O nome do projeto faz referência a um estudo da Unesco que mostrou que, de toda cobertura esportiva mundial, apenas 4% do espaço é dedicado às modalidades praticadas por mulheres. A iniciativa faz parte do movimento #JogueComElas.

O objetivo é aumentar em até cinco vezes o número de menções aos esportes femininos na plataforma. Para isso, basta marcar @4porcento_bot em um tuíte e o bot postará uma notícia sobre o esporte feminino. Se quiser um texto sobre um esporte específico, é só escrever junto a hashtag do esporte.

Isabela Marangoni, creative data líder da Soko, agência responsável por desenvolver a ação, declarou que a disparidade dos números de cobertura de esportes praticados por mulheres e homens é assustadora: “Essa disparidade não só nos chocou como serviu de inspiração para pensarmos em uma campanha que pudesse mobilizar a imprensa e todos os canais de mídia, como influenciadores, a doarem espaços para falar mais sobre as mulheres no esporte e diminuir esse hiato presente entre o universo feminino e masculino nos veículos de comunicação”.

Marina Daineze, diretora de marca e comunicação da Vivo, explicou que campanha foi criada “para impactar as pessoas sobre a desigualdade entre gêneros no esporte, mas também incentivar mulheres a buscarem seu espaço. No cenário esportivo, sabemos que é preciso mudar a realidade que temos hoje, garantindo a representatividade feminina e inspirando as jovens atletas”.

Durante os Jogos Olímpicos, o 4% bot vai estimular que as pessoas consumam mais conteúdos ligados ao esporte feminino. O projeto conta com a parceria de mais de dez perfis de criadores de conteúdos voltados às mulheres no esporte.

Fenaj e Conajira realizam webinário sobre comunicação e racismo

A Conajira e a Fenaj realizarão de 30 a 31/7 a segunda edição do Encontro Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial (Enjira).
A Conajira e a Fenaj realizarão de 30 a 31/7 a segunda edição do Encontro Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial (Enjira).

A Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial (Conajira) e a Fenaj realizarão de 30 a 31/7 a segunda edição do Encontro Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial (Enjira). Com o tema Comunicação e igualdade racial na pandemia das ideias, o encontro será transmitido no canal da entidade no YouTube e no Facebook da Fenaj.

Há 21 anos o movimento começava a ganhar forma. Através dos primeiros diálogos dos associados negros e negras do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, dava-se início à criação da primeira Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial, a Cojira. O crescimento do movimento fez surgir os colegiados de combate ao racismo nos sindicatos de Rio Grande do Sul, Município do Rio de Janeiro, Distrito Federal, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Norte do Paraná e Ceará. Foi a ação desses jornalistas que culminou com a criação da Conajira, em 2010.

Realizado na semana do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha (25/7), a segunda edição do projeto tem como objetivo propor reflexões sobre esses 21 anos de ativismo e os desafios para o enfrentamento do racismo no cenário de aprofundamento da necropolítica associada à circulação de desinformação e fake news.

O encontro contará com a participação de Maria José Braga, presidenta da Fenaj; e Cleidiana Ramos, jornalista e doutora em antropologia. A abertura será com Guilherme Soares Dias, da Cojira-SP, e prevê duas homenagens: uma póstuma, a Januário Garcia e demais jornalistas vítimas da Covid-19; e outra dedicada ao escritor, pesquisador e compositor, Nei Lopes.

E mais:

Morre Liana John, jornalista ambiental, vítima de câncer

Liana John morreu na noite da última sexta-feira (23/7), em São Paulo. Ela lutava contra um câncer no pâncreas há seis anos.
Liana John morreu na noite da última sexta-feira (23/7), em São Paulo. Ela lutava contra um câncer no pâncreas há seis anos.

Liana John morreu na noite da última sexta-feira (23/7) no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ela lutava contra um câncer no pâncreas há seis anos.

Autora de mais de dez livros, recebeu cinco vezes o Prêmio de Reportagem sobre Biodiversidade da Mata Atlântica; foi vencedora do Biodiversity Reporting Award, Latin American Category (2009), da Conservation International; do Prêmio Embrapa de Reportagem e do Prêmio J&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade.

Jornalista ambiental, foi colaboradora em veículos como National Geographic Brasil, Horizonte Geográfico, Veja, Planeta Sustentável, Rádio Eldorado e Revista Pantanal. Durante seis anos foi editora executiva da revista Terra da Gente e por 15 respondeu pela editoria de Ciência e Meio Ambiente da Agência Estado.

Liana John preparou uma carta de despedida diante do agravamento do seu quadro de saúde. No texto, ela diz não levar ressentimentos nem arrependimentos, pois “estava previsto, pude usar os eventuais prorrogamentos para me preparar. Sigo leve meu destino. Vivi intensamente”.

Casada com o pesquisador Evaristo de Miranda, chefe da Embrapa Territorial, Liana deixa quatro filhos: Tiago, Íris, Melissa e Daniel, e o neto Nico.

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