Rolf Kuntz

Rolf Nelson Kuntz tem graduação, mestrado e doutorado em Filosofia – obtidos, respectivamente, em 1966, 1970 e 1982 – sempre pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (Fflch-USP), onde passou a atuar como professor doutor por livre docência na área a partir de 2009. Além disso, concluiu especialização em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV/SP), em 1971.
 
Iniciou a carreira no Jornalismo em 1964, quando foi admitido como repórter na sucursal paulistana do Jornal do Brasil (RJ). Assumiu o posto de secretário da sucursal meses depois, quando o diretor de Redação do jornal, Alberto Dines, decidiu criar o posto. No período, Carlos Lemos era o secretário de Redação e Oldemário Touguinhó (1934-2003), repórter de Esportes e Hermano Alves, repórter e analista de Política.
 
Em 1966, fez parte da equipe que lançou o Jornal da Tarde, onde foi editor de Pesquisa. Em 1974, foi para a redação da revista Visão. Trabalhou também na Folha de S.Paulo (SP), já como articulista de Economia. Durante a carreira, escreveu também diversos artigos para as revistas Política Externa – da USP –, Interesse Nacional e Revista de Economia Política.
 
Desde o início do milênio é colunista e escreve artigos sobre Economia para o jornal O Estado de S.Paulo (impresso e online). No portal Estadão, comandou o blog Economia e Políticas Públicas, de junho de 2010 a janeiro de 2014. Escreve mensalmente para o site do Instituto Millenium desde outubro de 2009.
 
Publicou os livros Capitalismo e Natureza: Ensaio sobre os Fundadores da Economia Política (Editora Brasiliense, 1982), Qual o Futuro dos Direitos? (Max Limonad, 2002), em coautoria com José Eduardo Faria, e Fundamentos da Teoria Política de Rousseau (Barcarolla, 2012). Organizou a publicação de François Quesnay: Economia (Ática, 1984), para a coleção Grandes Cientistas Sociais.
 
Participou, ainda, de diversas outras obras, entre as quais: O Cinquentenário da Declaração Universal dos Direitos do Homem (Edusp, 1999), organizado por Alberto do Amaral Júnior (com o texto Estado, Mercado e Direitos); Introdução ao Brasil: Um banquete no Trópico (Senac, 2001), organizado por Lourenço Dantas da Mota (com o capítulo A Organização Nacional), e Investimentos em Educação, Ciência e Tecnologia: O que pensam os jornalistas (Unesco/Instituto Sangari, 2009), organizada por Jorge Werthein e Célio da Cunha (com o ensaio Da Revolução à Globalização).
 
Participou como convidado de diversos programas de televisão, como o Observatório da Imprensa, na TV Brasil, e o Roda Viva, na TV Cultura. Neste último, fez parte da bancada que entrevistou vários ministros do Governo Collor (1990–1993).
 
Foi Top 100 no ranking dos +Mais Admirados Jornalistas Brasileiros 2014 e Top 50 entre Os +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil 2016.
 
Tem interesse especial pela obra de David Hume (1711–1776), Jean-Jacques Rousseau (1712–1778), John Locke (1632–1704) e Adam Smith (1723–1790).
 
 
Atualizado em novembro de 2016
 
Fontes:

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *