A TV TEM estreou um novo cenário nos estúdios onde são apresentados o TEM Notícias 1ª edição, o Bom dia Cidade e o TEM Notícias 2ª edição.
O novo visual é assinado pelo cenógrafo Zé Carratu, em parceria com Dhiego Bueno
A TV TEM estreou em 7/7 um novo cenário nos estúdios onde são apresentados o TEM Notícias 1ª edição, o Bom dia Cidade e o TEM Notícias 2ª edição. Filiada à Globocom presença em 318 municípios do interior do Estado de São Paulo, a mudança foi feita em Sorocaba, Bauru, São José do Rio Preto e Itapetininga.
Uma das novidades é o pacote gráfico que, atrelado ao cenário maior, oferece ao espectador uma experiência visual bem próxima da proporcionada pelos vídeos nos smartphones, com telas mais horizontais, dando mais lateralidade à TV.
Para deixar os telejornais mais dinâmicos, foram adicionados também monitores e um telão que exibem diferentes imagens simultaneamente, além de uma nova bancada que possibilita que os apresentadores tenham maior liberdade nos movimentos, permitindo circular pelo ambiente.
Osmar Chor, diretor da TV TEM, disse que o principal compromisso é com as notícias e “com a forma como elas são transmitidas ao nosso público. E a nova identidade visual dos novos cenários dos telejornais tornou essa nossa prática mais funcional e atrativa”.
Para promover maior interação entre o modo como as notícias são produzidas e apresentadas, a redação foi mantida no novo formato, sendo possível ver os jornalistas da equipe trabalhando ao fundo do cenário.
Outra novidade é que os telejornais ganharam uma nova trilha sonora e iluminação temática. Três tonalidades − azul, cinza e amarela − irão diferenciar cada um dos três programas, que também ganharão paletas de cores exclusivas para datas comemorativas, como Outubro Rosa e Novembro Azul, por exemplo.
A jornalista Juliana Dal Piva, colunista do UOL, foi atacada e ameaçada na última sexta-feira (9/7) por Frederick Wassef, advogado do presidente Jair Bolsonaro. O caso é mais um dos muitos episódios de ataque à imprensa por parte de Bolsonaro, seus filhos, aliados ou pessoas próximas de sua gestão.
Juliana, que tem se destacado na cobertura do esquema das rachadinhas envolvendo os filhos de Jair Bolsonaro, revelou na última semana, por meio de áudios e de uma apuração minuciosa, conexões diretas do presidente com a apropriação de salário de servidores na Câmara dos Deputados.
Como retaliação às informações publicadas, Wassef enviou uma mensagem via WhatsApp para a jornalista recomendando que ela mudasse para a China onde, nas palavras dele, “você desapareceria e não iriam nem encontrar o seu corpo”. A ameaça foi divulgada nas redes sociais pela própria jornalista, que publicou o print com o conteúdo da mensagem recebida.
Advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef enviou mensagem via whatsapp atacando a jornalista Juliana Dal Piva
Vale lembrar que Wassef defendeu o senador Flavio Bolsonaro no processo da rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. No ano passado, porém, teve de abandonar o caso após a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador e pivô do esquema, em uma casa de Wassef, em Atibaia, no interior de São Paulo.
Em poucos minutos o caso ganhou grande repercussão e reação de entidades de direito e que defendem o jornalismo. O primeiro movimento veio do presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Felipe Santa Cruz, que solicitou à corregedoria da entidade para apurar o episódio e tomar as medidas cabíveis.
Minha solidariedade à jornalista @julianadalpiva. Vou determinar que a corregedoria da OAB apure o fato ocorrido e tome as medidas necessárias.
Abraji, ABI, Fenaj e Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro também se manifestaram sobre o caso:
“Defendemos a liberdade de imprensa como direito garantido pela Constituição e pilar do Estado Democrático de Direito”, destacou o comunicado da Abraji. “Todo o apoio a Dal Piva, ao UOL e a todos os veículos e profissionais de imprensa que vêm sendo atacados sistematicamente desde que o governo Bolsonaro assumiu o poder, em janeiro de 2019. Exigimos que sejam tomadas as medidas legais cabíveis contra Wassef e todos os que vilipendiam o trabalho essencial da imprensa de levar à sociedade assuntos de interesse público. Esperamos que as instituições que defendem a democracia façam seu papel e resistam à destruição do espaço cívico promovida pelos autoritários de plantão e seus militantes”.
“Ao tomar conhecimento das ameaças feitas pelo advogado Frederick Wassef, hospedeiro do famigerado Fabrício Queiroz, entre outras proezas, expresso a solidariedade da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), colocando-nos à disposição para a adoção de medidas que se fizerem necessárias à sua proteção”, garantiu o presidente da entidade Paulo Jeronimo.
Em nota conjunta, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro e a Comissão Nacional de Mulheres da Fenaj repudiaram veementemente a ameaça e declararam apoio irrestrito e solidariedade a Juliana. “Não aceitaremos que o presidente e seus apoiadores sigam ameaçando jornalistas e colocando suas vidas em risco”, destacou a nota. “Exigimos dos órgãos responsáveis imediata apuração da ameaça e proteção à jornalista. Basta de ameaças às jornalistas, à imprensa, ao livre exercício do jornalismo e à liberdade de expressão, pilares de qualquer Estado Democrático”.
Estão abertas as inscrições para o Prêmio Jovem Jornalista, que tem como tema Pautas para tratar questões do nosso tempo.
Estão abertas as inscrições para o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão 2021, que tem como tema Pautas para tratar questões do nosso tempo, abrangendo ataques a valores democráticos, reordenação econômica mundial, tecnologização, dataficação da experiência humana, questões de sustentabilidade do planeta, entre outros.
Criado em 2009, o prêmio é uma realização Instituto Vladimir Herzog e nesta 13ª edição conta com a parceria de Google, Abraji, Oboré, Intercom e Periferia em Movimento. As inscrições vão até 4/8 exclusivamente no site. A premiação para os estudantes selecionados é de microbolsas e de mentoria por jornalistas renomados, indicados pela organização do evento, para produzirem suas reportagens.
Haverá também um ciclo de videoconferências, aberto a todos os inscritos, com jornalistas, pensadores e outros nomes de referência nas reflexões sobre as complexidades dos tempos atuais.
Ed Wilson vem sofrendo ataques após a série de reportagens A nova pirataria francesa em terras quilombolas no Maranhão.
O jornalista e professor Ed Wilson vem sofrendo ataques após a série de reportagens A nova pirataria francesa em terras quilombolas no Maranhão, que denunciam a retirada ilegal de objetos arqueológicos de comunidades quilombolas no litoral do estado.
Em 30/6, o Sindicato dos Jornalistas de São Luís emitiu nota repudiando os ataques. “Ratificamos o nosso repúdio a tais atitudes, que atentam contra a liberdade de imprensa e ameaçam a democracia, e desagravamos o jornalista e professor Ed Wilson Ferreira de Araújo, exemplo de pessoa, jornalista e docente da nossa instituição de ensino mais importante”, afirmou Douglas Cunha, presidente do Sindjor-SLZ.
Publicadas em 2019 no seu blog pessoal, uma das reportagens foi vencedora do Prêmio de Jornalismo do Ministério Público (MP) do Maranhão. A investigação jornalística revelou a perfuração ilegal de sítios arqueológicos e a retirada de objetos de valor histórico e cultural das comunidades quilombolas de São Félix e Mutaca, no município de Bacuri.
Os autores dos crimes não têm formação em Arqueologia nem autorização de órgãos responsáveis. Um relatório apresentado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) mostrou que houve várias irregularidades durante as escavações e o transporte ilegal dos objetos. O caso está sendo investigado pela Polícia Federal.
O Motor1 anunciou uma série de novidades, entre elas uma intensa reformulação em sua equipe editorial, com reforços de peso e promoções.
O Motor1.com Brasil anunciou nos últimos dias uma série de novidades, entre elas uma intensa reformulação em sua equipe editorial, com reforços de peso e promoções. Nicolas Tavares e Leonardo Fortunatti, até agora repórteres, assumem como editores, respectivamente, de Home e de Testes.
Reforçam a equipe Jason Vogel (ex-O Globo), que chega para contribuir com reportagens especiais e avaliações; Diego Dias (ex-Auto+, Quatro Rodas e Momento Vox), como repórter; Helena Arida, recém-formada em Jornalismo, para administrar as redes sociais do Motor1.com e o canal da Motorsport.TV no YouTube; e Thiago Moreno (ex-iCarros, Jato Dynamics, Autoo e CNN Brasil), como novo colaborador para a área de motos. Mario Villaescusa, um dos mais experientes repórteres fotográficos de automobilismo no Brasil, é o novo colaborador de fotos e vídeo.
Novo estúdio – A Motorsport Network Brasil, empresa responsável pelas plataformas Motor1, Motorsports e InsideEVs, também ganhou um novo estúdio. A estrutura, que servirá como centro de gravações audiovisuais dos programas Semana Motor1.com, FastNews e dos podcasts, foi montada no mesmo prédio que abriga a redação, em São Paulo. O espaço receberá convidados para entrevistas e produção de conteúdos especiais para as plataformas do grupo.
Novo podcast – Depois dos podcastsMotor1.com, eleito em 2020 o +Admirado Podcast da Imprensa Automotiva, e Motorsport.com Brasil, a Motorsport Network deverá lançar nas próximas semanas seu terceiro programa nessa plataforma no Brasil. Desta vez será um programa dedicado ao conteúdo da plataforma InsideEVs Brasil, especializada em mobilidade elétrica.
Estão abertas as inscrições para o Prêmio 99 de Jornalismo, que nesta edição terá como foco a produção de podcasts, reconhecendo os melhores episódios de jovens e/ou já veteranos jornalistas. O tema é Tecnologia para todos. As inscrições vão até 19 de setembro.
Na categoria Profissionais do Jornalismo, podem concorrer podcasts publicados na imprensa ou em plataformas de streaming entre de 21 de setembro de 2020 e 19 de setembro de 2021, que abordem o tema Tecnologia para todos.
Os tópicos propostos pela organização são: nova economia, tecnologia e serviços, ciência de dados, crise e inovação, finanças digitais e soluções disruptivas para o setor público e a sociedade civil.
A categoria Jovens Jornalistas é exclusiva para os participantes do treinamento gratuito Lab 99+Folha, feito em parceria com o jornal Folha de S.Paulo. São 30 vagas para estudantes do último ano da graduação ou recém-formados (até dois anos da formação) em cursos de Comunicação Social.
Os jovens selecionados terão aulas com especialistas sobre temas da nova economia, técnicas jornalísticas, e produção de podcasts com editores, repórteres e colunistas da Folha. Os participantes também terão acesso à edição inédita do Manual de Jornalismo de Mobilidade Urbana Folha de S.Paulo/99.
Era o último dia dos Jogos de Atenas, 29 de agosto de 2004, e a pauta da Folha de S.Paulo me colocava no taekwondo. Não que eu fosse um especialista na matéria, mas Olimpíada é assim mesmo e este é o grande barato de uma cobertura assim: fazer um pouco de tudo.
Campeã mundial júnior quatro anos antes, Natalia Falavigna era uma das duas grandes esperanças de ouro brasileiro naquele domingo. A outra era o vôlei masculino, o que acabaria se concretizando com 3 a 1 sobre a Itália.
Então, lá estávamos eu, meu bloquinho e meu gravador, na tribuna do pavilhão esportivo de Faliro, área litorânea de Atenas. Natália estreou contra uma australiana e venceu. Passou por uma belga. Caiu para uma chinesa na semifinal, o que acabou com as chances de ouro, mas foi para a repescagem da disputa do bronze. Ganhou de uma italiana e credenciou-se à disputa da medalha. Foi derrotada, porém, para uma venezuelana.
Ficamos de mãos vazias, ela e eu. Peguei o ônibus da imprensa e voltei para o MPC (Main Press Centre) já batucando no laptop as poucas linhas que me seriam reservadas na edição do dia seguinte.
Quando cheguei ao imponente prédio que abrigava a imprensa − ao lado de um Carrefour que um dia descobrimos que vendia cachaça brasileira, mas essa é outra história −, todas as TVs estavam sintonizadas na maratona. A prova mais nobre do atletismo. A apoteose do espírito olímpico, não por coincidência marcada para o último dia dos Jogos. E, nas telas, a imagem era de um brasileiro.
Vanderlei Cordeiro de Lima liderava a prova. Parecia inacreditável. “Devem ser os primeiros metros da corrida”, lembro de ouvir um colega comentando. Não eram. Ele seguia firme e forte em suas passadas, segurando a liderança e dando sinais de que poderia escrever a grande história brasileira daqueles Jogos.
Assim que cheguei ao mesão da Folha no MPC, Roberto Dias, chefe da cobertura, mal teve como demonstrar alívio por ver um repórter na sua frente. “Vai pro Panathinaiko”, ordenou.
Dei meia volta, já pensando em como chegaria ao icônico estádio grego, uma construção de 330 A.C. e que receberia a chegada da maratona.
Ainda atordoado, descendo as escadas rolantes do MPC, encontrei o colega Alex Müller, então no Grupo Bandeirantes, com uma equipe de TV e a mesma missão. “Vamos no nosso carro!”, ele disse. Respirei aliviado.
Mas o problema estava longe de ser resolvido. Porque se tratava de uma maratona, o que significa ruas bloqueadas, trânsito caótico, mapas inutilizados.
Tentamos. Entramos todos, incluindo mochilas, tripés, luzes e câmeras, num carrinho minúsculo e partimos com destino ao Panathinaiko. Ou quase. Sabíamos que dificilmente chegaríamos ao estádio, mas concordamos que tentaríamos nos aproximar o máximo possível e que o resto do caminho teria de ser… sabe-se lá como.
No começo, avançamos bem com o carrinho. Mas então o percurso tornou-se um labirinto. Pegávamos uma rua, terminávamos num bloqueio da polícia. Tentávamos outro caminho, a mesma coisa. Não havia mais o que fazer. Era hora de deixar nossa improvisada viatura num canto qualquer e tentar cumprir nossa missão a qualquer custo.
E assim foi. Colhemos mochilas, tripés, luzes e câmeras e saímos andando. “Parakaló! Parakaló!”. Pedíamos licença para os torcedores amontoados nas ruas e íamos passando, abrindo caminho, tentando chegar ao Panathinaiko em tempo de acompanhar os instantes finais da prova e a consagração de Vanderlei.
Foi quando nos vimos no percurso da maratona. Sim. Em algum momento furamos algum bloqueio − imagino que as credenciais nos nossos peitos ajudaram − e descobrimos que estávamos exatamente na avenida que dava acesso ao mítico estádio de mármore.
O que fazer? Correr, ora! E rápido. Afinal, tínhamos que atingir a linha de chegada antes dos atletas que, claro, estavam muito lá atrás, ainda em outra parte da cidade.
E foi assim que, naquele 29 de agosto de 2004, me vi com uma mochila nas costas, revezando-me com os colegas no transporte de câmeras e tripés, correndo os quilômetros finais da maratona olímpica. E sob gritos de incentivo e aplausos entusiasmados do público que estava nas calçadas. Taí a foto tirada pelo Alex que não me deixa mentir.
Fábio Seixas “correndo” a maratona em Atenas (Crédito: Alex Müller)
Berço de atletas ancestrais, ícone da perfeição grega, tempo sagrado do esporte, o Panathianaiko foi profanado naquele domingo por um grupo de brasileiros ofegantes, trôpegos e mal ajambrados que ali entraram correndo, literalmente à frente dos fatos.
“E aí? Em que quilômetro eles estão? Vanderlei ainda está lidando?”, perguntei ao Dias, pelo celular, assim que recobrei o fôlego. “Cara, você não vai acreditar”, ele respondeu. Só então soubemos da intervenção do infame irlandês Cornelius Horan, que invadiu a prova, agarrou Vanderlei a 6 quilômetros da linha de chegada e arrasou com suas chances de vitória.
Minutos depois, finalmente os atletas de verdade chegaram ao estádio, com Stefano Baldini liderando pelotão. O italiano levou o ouro.
Vanderlei ficou com o bronze, mas entrou para a história. Naquela noite, foi o atleta mais aplaudido na cerimônia de premiação no Estádio Olímpico. Meses depois, recebeu a medalha Pierre de Coubertin, maior honraria conferida pelo Comitê Olímpico Internacional. Jamais será esquecido.
Já este repórter ganhou algumas páginas de jornal para escrever naquele domingo. E um causo para contar pela vida toda.
Fábio Seixas
O Portal dos Jornalistas traz neste espaço histórias de colegas da imprensa esportiva em preparação ao Prêmio Os +Admirados da Imprensa Esportiva, que será realizado em parceria com 2 Toques e Live Sports, no segundo semestre.
A história desta semana é de Fábio Seixas, diretor de Conteúdo na LiveSports, colunista do UOL e comentarista da TV Cultura. Antes passou por Rádio Trianon, Folha de S.Paulo, Grupo Globo e DAZN
Amanda Klein demitiu-se do 3 em 1, programa da Jovem Pan em que fazia parte do time de comentaristas, por ataques pessoais.
Amanda Klein demitiu-se do 3 em 1, programa da Jovem Pan em que fazia parte do time de comentaristas. No anúncio, feito em 7/7 em seu perfil no Twitter, a apresentadora referiu-se ao motivo como sendo “ataques pessoais”.
Na publicação, Amanda relatou tratar-se de um “ambiente tóxico” e ressaltou que segue como contratada da JP, em que participa com análises para o Jornal da Manhã.
Um dia antes da decisão, a comentarista teve uma discussão ao vivo com o economista e colega de trabalho Rodrigo Constantino, no momento em que comentavam a provável indicação de André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal.
Após o ocorrido, Rodrigo continuou a atacar Amanda em sua conta do Twitter, chegando a indagar a seus seguidores: “Amanda é muito burra ou muito canalha?”.
Constantino comemorou o pedido de demissão na rede: “Grande dia! Já posso pedir música no Fantástico? É sempre a mesma coisa: desmascaro o ESQUERDISTA disfarçado de jornalista, que vem sem argumentos e só com narrativas fajutas e uma AGENDA, eles me atacam, depois bancam a vítima e pedem para sair. Virou rotina”.
Os dois seguem como integrantes do Opinião no Ar, da RedeTV.
O Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde e Bem-Estar entrou na última semana de votação. Só será aceito um voto por pessoa.
Iniciativa busca valorizar o excelente e gigantesco trabalho da imprensa e dos jornalistas brasileiros ao longo da maior crise sanitária mundial dos últimos cem anos. Votação começa nesta quinta-feira, 8 de julho
Em parceria com o Einstein, referência em saúde no País e no mundo, Jornalistas&Cia e Portal dos Jornalistas entram em campo para homenagear Os +Admirados da Imprensa de Saúde e Bem-Estar, abrindo caminho para que o Brasil e os próprios jornalistas conheçam mais a fundo quais foram os veículos e os profissionais, tanto da linha de frente quanto da retaguarda, que mais se dedicaram e se destacaram na cobertura da Crise da Covid-19, seja informando, prestando serviços, combatendo as fake news ou mostrando o drama das milhares de vidas ceifadas ao longo da pandemia e as histórias dos heróis que têm ajudado a salvar outras milhares.
O Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde e Bem-Estar elegerá os TOP 25 Brasil, os TOP 3 das cinco regiões do País e os veículos TOP 3 em dez categorias: Agência de notícias; Canal Digital; Coluna; Podcast; Programa de Rádio; Programa de TV Aberta; Programa de TV por Assinatura; Site/Blog; Veículo Impresso Especializado; Veículo Impresso Geral.
A escolha será por votação direta junto aos jornalistas e profissionais de comunicação e áreas afins, em dois turnos. O primeiro, de livre indicação, começa nesta quinta-feira (8 de julho) e vai até o próximo dia 22, período em que jornalistas e profissionais de comunicação poderão indicar até cinco nomes de profissionais e veículos, nas diversas categorias e regiões. A segunda etapa irá de 28/7 a 12/8 e reunirá os finalistas para definir os TOP 25 nacionais, os TOP 3 regionais, entre os profissionais, e os veículos TOP 3 nas dez categorias do certame.
No primeiro turno, cada indicação vale um voto para o veículo ou profissional indicado. No segundo, quando as pessoas deverão indicar a posição de classificação dos escolhidos, a pontuação será a seguinte: 1º lugar, 100 pontos; 2º lugar, 80 pontos; 3º lugar, 65 pontos; 4º lugar, 55 pontos; e 5º lugar, 50 pontos. Os vencedores sairão da composição das pontuações do primeiro e do segundo turnos.
Só será aceito um voto por pessoa, tanto no primeiro quanto no segundo turno, sendo que votação em duplicidade será excluída. A curadoria da premiação também zelará pelo desempenho ético do pleito, evitando qualquer distorção, sistema que já vem sendo adotado com sucesso pela equipe de Jornalistas&Cia nas premiações dos +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças; Imprensa Automotiva; e do recente Imprensa do Agronegócio.
O evento de premiação está marcado para 2 de setembro, quando serão conhecidos os veículos e os jornalistas campeões das cinco regiões; e os TOP 5 Brasil, entre os jornalistas.
“Se sempre contou com um significativo e talentoso grupo de profissionais e veículos dedicados à cobertura jornalística, ao longo desses últimos 15 meses a área de saúde e bem-estar consumiu os melhores e mais intensos movimentos de toda a imprensa brasileira, fazendo aflorar uma nova legião de jornalistas especializados. O prêmio é um reconhecimento a todos e também ao jornalismo de excelência”, afirma Eduardo Ribeiro, diretor da Jornalistas Editora, responsável por J&Cia e Portal dos Jornalistas.
“A cobertura de saúde sempre teve um papel fundamental na conscientização da população e no debate sobre os caminhos para promover o acesso e a melhor saúde no País”, afirma Débora Pratali, diretora de Comunicação do Einstein. “Em tempos de pandemia, essa missão tornou-se ainda mais evidente e necessária. Com muita coragem e sacrifício pessoal, os jornalistas atuaram em um ambiente polarizado e agressivo, apurando a verdade e disseminando informações que, certamente, ajudaram a salvar vidas. O Einstein é testemunha desse esforço e dedicação, e o prêmio é um reconhecimento a esse trabalho, que ficará marcado na história do jornalismo”.
Samanta do Carmo, coordenadora de Redação do The Intercept Brasil, divulgou nesta semana uma carta para conscientizar os leitores sobre a necessidade de contribuições para manter o “jornalismo ousado, corajoso e de impacto” realizado pela publicação.
A campanha, que marca os cinco anos de operação do serviço no Brasil, tem como objetivo alcançar a meta de cinco mil novos apoiadores. A contribuição pode ser única ou mensal.
Confira a carta na íntegra:
“Esta é uma conversa difícil, mas, como coordenadora de redação do Intercept, não tenho como escapar dela. Preciso te apresentar uma atualização rigorosa sobre nossa situação financeira.
O jornalismo ousado, corajoso e de impacto do Intercept é algo muito raro no Brasil. O tipo de investigação que costumamos fazer custa muito caro e por isso foi se tornando mais escasso a cada ano na mídia em geral. Seja pelas demissões de repórteres experientes, queda na renda de publicidade, desejo dos acionistas ou por conta da pressão para maximizar os cliques, estamos vivendo o declínio do jornalismo que uma sociedade democrática exige. Mais do que isso: do jornalismo que é urgente no Brasil, pois essencial para resistir aos avanços autoritários.
O Intercept conseguiu fazer diferente nos últimos 5 anos porque foi fundado com um forte aporte financeiro inicial e depois cresceu com as próprias pernas a partir do apoio de seus leitores. Desde 2018 pedimos ajuda a quem nos lê e julga nosso trabalho importante e a resposta da nossa comunidade foi expressiva. Obrigada a todos vocês!
Ocorre que desde o ano passado sentimos pesadamente a crise econômica. Muitos dos nossos apoiadores não conseguem mais manter uma ajuda mensal e como consequência disso nossa arrecadação vem flutuando demais. Por exemplo, começamos 2021 com a expectativa de contratar novos profissionais e mergulhar em algumas investigações importantes. Esse planejamento contava com um patamar de doações e ele não se concretizou.
Você sabe que a relevância do trabalho do Intercept cresceu ainda mais nos últimos meses. Nosso especial “Alô, milícia”, nossa cobertura sobre a pandemia e os esquemas da negociação de vacinas, a intensidade com que fomos pra cima do Conselho Federal de Medicina, enfim nossas reportagens ajudaram a sacudir o cenário político neste primeiro semestre. E agora, com CPI, atos democráticos em todo o país e a pressão sobre o governo de extrema direita aumentando, é que não podemos parar.
O Intercept chegou em julho sem saber como vai sustentar os planos do segundo semestre e esta mensagem é para fazer um apelo direto para todos que gostam do nosso trabalho: precisamos de ajuda hoje!
Temos a meta de chegarmos a 5 mil novos apoiadores mensais por conta do nosso aniversário de 5 anos. É muita gente, mas em agosto o Intercept quer celebrar sua trajetória publicando ainda mais reportagens decisivas para a sociedade brasileira. E, sem meias palavras, precisamos de dinheiro para viabilizar isso.
Vivemos um período difícil, cheio de riscos e dúvidas. Hoje você pode nos ajudar em uma frente de batalha: manter o jornalismo independente firme e em condições de ir pra cima dos poderosos. Topa se juntar à nossa equipe e a milhares de brasileiros nessa luta?