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domingo, abril 12, 2026

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Twitter suspende robô checador de fake news do Aos Fatos

Sem nenhuma justificativa, o Twitter suspendeu nessa segunda-feira (2/8), por ao menos oito horas, o perfil Fátima (@fatimabot). A ferramenta, criada pelo Aos Fatos, é um robô checador de notícias falsas publicadas na plataforma. A partir de inteligência artificial, ela detecta a divulgação de links com conteúdo desinformativo e envia aos usuários que os compartilharam as checagens feitas pela equipe do Aos Fatos.

“A suspensão ocorreu sem qualquer comunicado prévio ou justificativa clara”, informou a publicação. Ao acessar o perfil, os administradores da conta receberam a seguinte mensagem: “Erro. Sua conta (@fatimabot) está suspensa no momento. Para obter mais informações, entre em Twitter.com”.

Seguindo as orientações, a equipe do Aos Fatos preencheu um formulário para pedir que o perfil fosse colocado no ar novamente. Após ser questionada durante todo o dia, a empresa reativou a conta, ainda sem todos os dados, por volta das 20h10.

Até a manhã desta terça-feira (3/8), o Twitter ainda não havia justificado formalmente o motivo da suspensão da conta. Por meio de assessoria de imprensa, a plataforma afirmou estar investigando o que ocorreu.

Sobre a Fátima – Lançado em julho de 2018 sob a premissa de que todas as pessoas expostas a desinformação também merecem ter acesso à informação verificada, o aplicativo Fátima foi idealizado pelo jornalista e professor do Insper Pedro Burgos e pela diretora executiva do Aos Fatos Tai Nalon.

No Twitter, o perfil sincroniza um banco de alegações falsas ou distorcidas já checadas pelo Aos Fatos e mapeia automaticamente a rede social a cada 15 minutos em busca de posts com links desinformativos. Ao encontrá-los, dispara uma resposta para o perfil que compartilhou o conteúdo enganoso com um link para a informação verificada.

Fátima, que em 2019 faturou o Prêmio Cláudio Weber Abramo de Jornalismo de Dados. também atua no WhatsApp e no Messenger do Facebook. Nessas plataformas, ela é um chatbot que conversa com os usuários, envia checagens e recebe sugestões de conteúdo para verificação.

Nova ferramenta reúne documentos oficiais de capitais brasileiras

A Open Knowledge Brasil lançou a ferramenta de código aberto Querido Diário. O serviço centraliza informações de nível local, reunindo a princípio os diários oficiais de 12 capitais brasileiras: Boa Vista, Manaus, Palmas, João Pessoa, Teresina, Maceió, Salvador, Natal, Goiânia, Campo Grande, Rio de Janeiro e Florianópolis.

A ferramenta é a junção de duas iniciativas que já existiam: o Projeto QueriDO, que monitorava os diários oficiais com o olhar direcionado para licitações, e a Operação Serenata de Amor, voltada para a esfera pública federal e que criou o robô Rosie para monitorar suspeitas de desvio da Cota para Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP).

Após unir os dois projetos e liderar o desenvolvimento do novo produto, em um trabalho prévio que durou cerca de três anos, Open Knowledge criou as ferramentas para acessar diariamente os sites das prefeituras, baixar os diários oficiais, organizar os arquivos, limpar os dados e disponibilizar essas informações em uma estrutura de busca.

Não é preciso entender de programação para usar o serviço, que reúne todas as características dos buscadores comuns, como o algoritmo de busca semântica, que retorna informações semelhantes aos termos buscados, a possibilidade de usar aspas para encontrar frases exatas etc.

A plataforma concentra ainda os textos na íntegra dos diários oficiais, possibilitando a pesquisa de qualquer palavra que tenha sido publicada nesses documentos e a ferramenta mostra exatamente onde está o termo buscado. Após a pesquisa, é possível baixar o diário oficial de interesse em formato PDF ou TXT.

(Com informações da Rede de Jornalistas Internacionais – IJNet)


E mais:

Record proíbe comentários de âncoras após “caso bizarro”

Em matéria publicada nessa segunda-feira (2/8), em sua coluna no Splash/UOL, Ricardo Feltrin informou ter repercutido negativamente nos bastidores da Record TV o ataque de Max Guilherme Machado, assessor especial do presidente Jair Bolsonaro, à âncora Mariana Godoy.

Na última sexta-feira (30/7), durante o programa Fala Brasil, a jornalista chamou de “bizarra” uma live do presidente Jair Bolsonaro realizada no dia anterior, em que ele mais uma vez defendeu o voto impresso.

O comentário teria passado praticamente despercebido, não fosse uma resposta dada nas redes sociais pelo assessor especial do presidente. No Instagram ele retrucou, chamando a âncora de bizarra e a acusando de propagar um “jornalismo totalmente comunista”.

“Bizarra é você”, retrucou o assessor da presidência, Max Guilherme Machado, à âncora Mariana Godoy

Como resposta ao comentário do assessor, a emissora teria reforçado um aviso a todos os seus jornalistas e âncoras, ordenando que ninguém deveria comentar notícias, exceto comentaristas pagos para esse fim.

Segundo Feltrin, “o alerta da direção de Jornalismo é para que não só palavras, mas nem sequer expressões faciais deixem transparecer aos telespectadores o que os âncoras pensam da notícia. A ordem é de total ‘isenção’”.

Procurada pelo colunista, a emissora não comentou o assunto.

Repórter do RJ1 dá salto mortal em reportagem sobre ginástica artística

Repórter do RJ1 dá salto mortal em reportagem sobre ginástica artística

O repórter da TV Globo Diego Haidar (RJ1) deu um salto mortal ao vivo no fim de uma reportagem sobre ginástica artística nesta segunda-feira (2/8). Ele foi ao Centro de Treinamento do Flamengo, conversou com ginastas colegas de Rebeca Andrade e finalizou com um exercício no solo.

Diego contou que treinou ginástica artística por um breve período em sua adolescência: “Eu achava que não sabia mais de nada. Mas o professor Ângelo Sabino (um dos entrevistados na reportagem) me ajudou a descobrir que eu sei alguma coisinha ainda”.

Ele então posicionou-se no tablado e fez um salto mortal com três piruetas. Ele dedicou o movimento a Rebeca: “Foi um mortal para trás grupado. Que fique como um incentivo ao esporte. E eu dedico a Rebeca! (…) É tipo andar de bicicleta fazer mortal, quase igual! Só que precisa estar com o corpo em dia!”

Disse ainda que o esporte o ajudou em questões de concentração e disciplina. No estúdio, a âncora Mariana Gross e a repórter Priscila Chagas ficaram surpresas. A apresentadora improvisou um cartaz com a nota 10 para Diego.

Confira o momento:

Confira a reportagem na íntegra aqui.

Pesquisa da Jeduca mostra o perfil do jornalista de educação

Pesquisa da Jeduca mostra o perfil do jornalista de educação

A Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca) divulgou os resultados de uma pesquisa sobre o perfil do jornalista de educação no Brasil. O estudo foi realizado por meio de formulário online respondido por 286 associados da entidade em maio.

Os dados indicam que que as mulheres são maioria entre os profissionais que atuam no jornalismo de educação, representando 66,3% do total. Elas são em sua maioria brancas (quase 80%), da região Sudeste (70,5% − com destaque para São Paulo, 56,1%), na faixa etária entre 31 e 40 anos (quase 40%), recebem entre R$ 4.401,00 a R$ 6.600,00 por mês (26,3%) e têm pós-graduação completa ou incompleta (76,4%).

Os pardos correspondem a 12,6% do total, os pretos são 5,6% e os amarelos, 1,8%. Em relação aos dados sobre gênero, 32,6% do total são do gênero masculino e 1,1% declararam-se não-binários.

No que se refere à atuação dos profissionais, a pesquisa mostra que a maioria trabalha com produção de conteúdo (aproximadamente 60%). Porém, nem todos estão ligados a um veículo de comunicação: 62,4% não atuam em veículos. Dos que trabalham em veículos, 12,20% atuam em editorias de Educação e 9,12%, em Cidades/Cotidiano.

Os locais de trabalho são muito diversificados. Os principais são organizações do terceiro setor (22%), seguidas por instituições educacionais (quase 19%), jornais (aproximadamente 12%) e portais noticiosos da internet (cerca de 11%).

As funções desempenhadas também variam, desde assessores de imprensa (16,1%), até editores (8,8%), repórteres (13,3%), gestores de comunicação e mídias sociais (7,4%), entre outros cargos.

O relatório apresenta ainda dados sobre o tempo médio de atuação na área e impactos da pandemia de Covid-19 na profissão. Leia a pesquisa na íntegra aqui.

O adeus a Neldo Cantanti

Faleceu na madrugada de 30/7 o repórter fotográfico Neldo Cantanti, que durante quatro décadas foi uma referência da profissão em Campinas.

Natural de Itápolis, mudou-se para Campinas na primeira infância. Ainda menino, juntou algumas quinquilharias em casa e as vendeu para comprar sua primeira máquina fotográfica, descobrindo uma paixão que duraria a vida inteira.

Durante décadas trabalhou no Diário do Povo, que deixou de circular em 2012, ano de seu centenário. Foi onde Neldo aposentou se como chefe da editoria, após formar três gerações de fotojornalistas. Depois, trabalhou de 2000 a 2007 na Assessoria de Comunicação da Unicamp.

No enorme portifólio dele estão a cobertura do trágico acidente com o avião da Aerolineas Argentinas, em 1961, que deixou 61 pessoas mortas logo após a decolagem do Aeroporto de Viracopos.

Ele fotografou a rainha da Inglaterra na visita a Campinas, em 1968, a vitória do austríaco Niki Lauda no Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, em Interlagos, em 1976; o medalhista olímpico João do Pulo, depois do acidente que lhe causou a amputação da perna; Madre Teresa de Calcutá, e uma infinidade de jogadores de futebol e de artistas.

“Neldo Cantanti era considerado um ícone do jornalismo fotográfico na cidade, não apenas pelas fotos, mas por toda a história oral que carregava e que sempre surpreendia os ouvintes pela riqueza de detalhes e datas. Era a memória viva de Campinas”, publicou o site da Unicamp, em uma matéria em sua homenagem.

Seus colegas de pauta lembram do jeito rabugento e, ao mesmo tempo, doce do repórter fotográfico bigodudo, que sempre reclamava e nunca voltou para a redação sem uma boa foto.

Neldo venceu um câncer, mas morreu dormindo, vítima de infarto, aos 85 anos. Seu corpo foi cremado em Rio Claro. Separado, deixou filhos, netos e uma legião de admiradores do seu trabalho no registro fotográfico de Campinas.

Comunicando o futuro: O carro elétrico e a piteira

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O carro elétrico e a piteira: o risco de perseverar num erro claro

Por Leão Serva (*)

O debate sobre os carros elétricos hoje traz duas perspectivas diferentes, que desenham dois cenários. O pior deles é aquele em que a nova tecnologia para a tração dos veículos – a substituição dos motores a combustível fóssil por motores elétricos – se resuma tão somente a isso: a troca de um tipo de motor poluente por outro que não emite os gases que o motor a combustão joga no ar.

Isso me parece algo semelhante ao que se tentou com o uso de piteiras para os fumantes ou, mais tarde a invenção do cigarro elétrico. O que se obtém não é a solução de um problema, mas apenas uma mudança na forma de cometer o mesmo erro, talvez com menos gás tóxico.

O conceito embutido na ideia de um transporte individual, baseado na propriedade de uma máquina de cerca de uma tonelada, que, estacionada, ocupa uma área de pouco mais de 12 metros quadrados, seja de garagem, seja de via pública (maior do que muitos quartos em residências brasileiras), e que, em movimento, anda cada vez mais devagar, por conta dos congestionamentos que causa, já se mostra cada vez mais inadequado para uma vida urbana razoável. Trocar o motor não o fará melhor nesse aspecto.

Hoje, é preciso encarar a necessidade da mudança desse paradigma centenário, de que é preciso ter a posse permanente de uma máquina cara e pesada, que fica parada e sem uso em mais de 20 das 24 horas do dia. A questão que se coloca, portanto, não é a de qual motor é mais adequado para essa máquina de andar, mas sim que solução é mais inteligente para transportar pessoas individualmente (isso continuará a ser a preferência de grande parte da população), sem que se atulhem as cidades de máquinas cada vez mais paradas.

A resposta pode estar em ver o automóvel não mais como produto, mas como serviço. O carro compartilhado parece ser cada vez mais um caminho para a diminuição das enormes frotas que temos nas grandes cidades hoje. Soluções como o Uber também se mostram como alternativa eficiente.

Há uma mudança cultural em curso. Sustentabilidade e vida saudável não vêm somente da diminuição da emissão de poluentes. Um dos maiores causadores de infartos do miocárdio nas metrópoles do planeta é o estresse provocado pelo trânsito. Em São Paulo, apenas uma fração da frota transita pelas ruas, e já vemos os quilômetros de congestionamento a que assistimos todo dia. Quando esse índice aumenta, incentivado por combustível barato ou em dias de chuva ou quando o transporte público para, a cidade para.

É hora de rever esse conceito do carro individual, da mesma forma que estamos sendo capazes de superar o tabagismo. No caso do carro, não precisamos passar por uma etapa de cigarro elétrico para só então entender que o caminho é a mudança de hábito, e não de técnica.

(*) Leão Serva é diretor de Jornalismo da TV Cultura e coautor do livro Como viver em São Paulo sem carro

E mais:


RBS anuncia mudanças institucionais

O Grupo RBS anunciou a criação de três novas frentes: Estratégia e Transformação; Jornalismo e Esportes e Entretenimento e Canais.
O Grupo RBS anunciou a criação de três novas frentes: Estratégia e Transformação; Jornalismo e Esportes e Entretenimento e Canais.

O Grupo RBS anunciou em 29/7 a renovação do Comitê Executivo da empresa e a criação de três novas frentes: Estratégia e Transformação; Jornalismo e Esportes e Entretenimento e Canais. Até 2024, investirá R$ 70 milhões na modernização dos parques tecnológicos de rádio e televisão, no desenvolvimento de produtos e no digital.

À frente de Estratégia e Transformação está Marcelo Leite, atual diretor executivo de Marketing. A área irá aglutinar disciplinas críticas para o desenvolvimento do negócio, como digital, tecnologia, dados, consumer insights, comunicação e gestão de pessoas.

Marta Gleich, diretoria de Jornalismo da RBS, assume a liderança da frente de Jornalismo e Esporte. Na área, o grupo vai explorar ainda mais a estratégia de produção e distribuição de conteúdo esportivo com foco em transformação de negócio e geração de receitas.

Entretenimento e Canais está sob a liderança de Marco Gomes, atual gerente executivo de Programação, Entretenimento e Projetos. Com ela, espera-se acelerar oportunidades de negócio a partir da sinergia das áreas, além de avançar no desenvolvimento estratégico das plataformas de TV e rádio. Carlos Fini, atual diretor de Tecnologia da empresa, será consultor dessa frente.

Complementam o Comitê Executivo Patrícia Fraga, em Mercado; Mariana Silveira, Finanças e Jurídico; e Caroline Torma, Comunicação.

Claudio Toigo Filho, presidente da RBS, disse estar concluindo um ciclo bem-sucedido em uma indústria que tem enfrentado muitos desafios, que se agravaram durante a pandemia: “Superamos metas e compartilhamos os resultados disso com nossos colaboradores. Enviamos nossas equipes para cobrir localmente os Jogos Olímpicos de Tóquio. E, agora, estamos saindo na frente para realizar com agilidade algumas das principais tendências do setor para os próximos anos: digitalização, diálogo e valorização do jornalismo profissional e independente”.

Com as mudanças, Andiara Petterle, atual vice-presidente de Produto e Operações, deixará a RBS ao final de agosto para ser conselheira. Ao longo dos últimos sete anos, Andiara foi liderança-chave do processo de transformação, especialmente na evolução digital, liderando toda a operação de produto da empresa e as redações.

Cezar Freitas, atual diretor de Jornalismo da RBS TV, também encerrará seu ciclo na empresa. Cezar dirigiu o jornalismo de outros veículos da empresa, como Rádio Gaúcha e Canal Rural e, recentemente, liderou o planejamento e a execução de um novo modelo de operação no interior do Rio Grande do Sul, mais ágil, interativo e flexível. Construiu uma história de prestígio interno e externo, sendo referência no jornalismo do Estado.

A RBS quer acompanhar o processo de pós-TV digital HD, que prevê tecnologias para personalização de conteúdo, alta qualidade e expansão de funcionalidades − as TVs 2.5 e 3.0, e a evolução dos aparelhos de televisão smart, incluindo ampla conectividade com internet, capacidade de resolução 4k e outras vantagens. Diante disso, prepara sua infraestrutura e operação para esse novo ciclo de evolução.

A nova estratégia de posicionamento institucional está focada em promover um diálogo cada vez mais próximo e frequente com os diversos setores da sociedade e da economia do Rio Grande do Sul, tendo como prioridade atender à pluralidade do público gaúcho, impulsionando e valorizando cada vez mais temas que contribuam para o desenvolvimento do Estado.

Abraji entra com ação no STF para impedir que Bolsonaro bloqueie jornalistas

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal pedindo que o presidente Jair Bolsonaro seja proibido de bloquear jornalistas no Twitter. A ação vem após divulgação de levantamento elaborado pela própria entidade, que revelou que 133 de 265 bloqueios feitos por autoridades públicas foram contra jornalistas. Bolsonaro foi responsável por 71 deles.

O mandado de segurança coletivo pede também o cancelamento dos bloqueios já realizados por Bolsonaro a jornalistas, comunicadores e colunistas no Twitter.

A Abraji destaca que “o presidente utiliza as redes sociais como canal de diálogo com a sociedade civil, divulgando ações do poder público como construção de obras, processos de desburocratização, monitoramento da pandemia de Covid-19 e até mesmo a nomeação de ministros. O interesse público na conta do presidente reforça que bloqueios a jornalistas configuram restrição de acesso a informações públicas, direito garantido pela Constituição Federal”.

As advogadas Tais Borja Gasparian e Mônica Filgueiras da Silva Galvão representam a Abraji nesse processo, que tem o apoio da organização internacional de direitos humanos Media Defence.

Leia também:

Grupo Disney contrata a narradora Elaine Trevisan

Elaine Trevisan
Elaine Trevisan

O Grupo Disney anunciou a contratação da narradora esportiva Elaine Trevisan, que chega para integrar a equipe de transmissões dos canais ESPN e Fox Sports. Atualmente, o time já conta com a narradora Luciana Mariano.

Trevisan estreou nesta sexta-feira (30/7), na narração do amistoso entre Borussia Dortmund (Alemanha) e Bologna (Itália), no Fox Sports. A ideia é que ela participe da transmissão dos principais eventos da Disney, como os torneios de futebol de Inglaterra, Itália, França, Espanha, entre outros.

Elaine Trevisan iniciou a carreira na Rede Vida. Passou por FPF TV (Federação Paulista de Futebol), CBF TV (Confederação Brasileira de Futebol), CBB TV (Confederação Brasileira de Basquete), TV Nsports, Web Rádio Poliesportiva, entre outros canais oficiais de confederações. Além do futebol, já narrou MMA, basquete e atletismo.

Sobre a oportunidade, destacou a importância de ampliar o espaço para mulheres no jornalismo esportivo. Disse que os canais da Disney são “referência em abrir espaço às mulheres, isso me deixa segura e me dá ainda mais respaldo para trabalhar e me unir também a elas nas jornadas esportivas”.

Luciana Mariano, agora colega de trabalho de Trevisan, foi a primeira mulher a narrar um jogo de futebol na televisão brasileira. Anteriormente, também passaram pelo Grupo Disney as narradoras Renata Silveira e Natália Lara. Ambas estão hoje no Grupo Globo.

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