Aluízio Maranhão

Aluízio Maranhão é formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ.

Começou no Jornal do Brasil em 1970, depois passou pelo Jornal do Commércio, Opinião, revistas técnicas da Abril, Diário Comércio e Indústria (Rio), IstoÉ (Rio e SP), trabalhou no Estadão em dois momentos da trajetória de 88 a 91 (Rio) e de 92 a dezembro de 98 (SP). Na revista Época atuou como repórter especial de 99 a setembro de 2001 e de outubro do mesmo ano, em diante, assumiu como editor de Opinião do Globo.

No período em que trabalhou no jornal O Estado de S.Paulo recebeu o prêmio ESSO de Reportagem em 1989, com a matéria O caso BR, que reuniu os jornalistas Ricardo Boechat, Suely Caldas e Luiz Guilhermino, da Agência Estado.

Foi nesse período também que dividiu a direção da redação do Estadão com o Antônio Marcos Pimenta Neves – jornalista de 63 anos, acusado de assassinar a namorada jornalista Sandra Gomide, de 32, no haras Setti, em Ibiúna, nos arredores de São Paulo. A parceria não funcionou e acabou fazendo com que Aluízio deixasse o jornal.

Sobre essa fase o jornalista Sérgio Pugliese – apaixonado por futebol e que durante 15 anos chefiou as redações de JB, O Dia e O Globo – publicou uma crônica humorada, em março de 2011, sobre o time Vai com jeito vai na qual lembra-se de Aluízio Maranhão escrevendo que ele “foi promovido e passou a “morar” na redação”.  Aluízio era do time, e, talvez, por isso, mais atarefado no jornal, não tinha mais tempo para jogar.

Maranhão tem pelo menos três livros que trazem sua assinatura: 100 vezes Ique no Estadão, editora Estado de São Paulo Ano, de 1977; Ciee – Educação Brasileira no Limiar do Novo Século do Aluízio e outros autores, lançado pela editora Ciee, em 1998; e 80 Anos de Histórias Nas Manchetes do Globo lançado pela editora Infoglobo em 2005.

Em maio de 2014 Aluízio segue como Editor de Opinião do O Globo, no Rio de Janeiro, completando mais de 13 anos no jornal. Convidou neste maio o jornalista José Paulo Kupfer, com quem trabalhou durante alguns anos no próprio Estadão nos anos 1990, para assinar artigo semanal em O Globo.

Aluízio Maranhão em entrevista ao jornalista Luiz Santoro, falou da trajetória no jornalismo em meio ao conturbado período político brasileiro, no programa VTN Entrevista, com o título: Aluízio Maranhão é parte da história do jornalismo no Brasil. Copiamos na ‘Galeria’ desse perfil, assista. 

Incluímos ainda na 'Galeria' o download da participação de Aluízio Maranhão – como convidado do Observatório da Imprensa para debater no programa transmitido pela TV Brasil sobre a Revisão Golpe 64 – O Globo, em 21 de março de 2011.

 

 

Atualizado em maio/2014 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://oglobo.globo.com/blogs/pelada/posts/2011/03/05/com-jeito-vai-367289.asp

http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-12/cronicas-da-imprensa/detras-das-dunas-do-estadao

https://www.facebook.com/aluizio.maranhao/about

http://br.linkedin.com/pub/aluizio-maranh%C3%A3o/32/32a/222

 

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