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sexta-feira, abril 10, 2026

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TSO Brasil é a nova sócia do Acelerados

Gerson Campos e Rubens Barrichello comandam o Acelerados
Gerson Campos e Rubens Barrichello comandam o Acelerados

Empresa de Cacá Clauset adquiriu a participação do ex-apresentador e fundador Cassio Cortes

A TSO Brasil, empresa especializada em eventos automotivos fundada há 20 anos pelo jornalista e piloto Cacá Clauset, é a nova sócia do Acelerados. A entrada se deu após a compra da participação de Cassio Cortes, que havia fundado a marca em 2014 ao lado de Gerson Campos e Rubens Barrichello. Desde julho passado, quando o programa Acelerados trocou o SBT pela Bandeirantes, Cassio não vinha mais dividindo a apresentação da atração.

“A nossa ideia é explorar novas possibilidades na área de eventos, incorporando a força da marca Acelerados”, destaca Cacá. “Somos um grupo apaixonado por carros, motos e qualquer veículo que ande. O Acelerados compartilha dessa mesma paixão. Juntos, poderemos fazer muitas coisas bacanas!”.

Cacá Clauset
Cacá Clauset

Vale lembrar que a TSO Brasil já mantinha há alguns anos parceria com o Acelerados. A empresa foi parceira da marca em projetos como o festival de velocidade FAST, em 2019, e o reality show FAST Driver Brasil, no ano passado.

Originalmente criada para realizar ralis, a TSO logo mudou de rota ao ser convidada para organizar o lançamento de um veículo 4×4. Hoje, com mais de 1.000 eventos realizados, tem entre seus clientes a maioria das montadoras, importadoras e fornecedoras do setor automotivo no País. Oferece ainda serviços de administração de frotas, cursos de direção segura e treinamento para rede de concessionárias. Além de Cacá, são sócios da empresa Daniela Stellmann, Felipe Clauset e Detlef Altwig.

Labaredas em alto-mar

Labaredas em alto-mar

Por Silvio Ribas

Aquela cena me encheu os olhos e jamais abandonou a minha mente. Após 50 minutos cruzando os ares do Atlântico Sul a bordo de um helicóptero ao estilo militar, avistei da janelinha, pipocando lá no horizonte, uma dúzia de labaredas esbeltas e bem afastadas umas das outras, brotando das ondas.

As tochas envoltas por neblina e avistadas após o desparecimento da costa eram a primeira parte visível das plataformas na Bacia de Campos, no norte fluminense, jogando luz sobre o futuro do Brasil. Meu destino ali era a mais nova delas, a P-18, até então maior estrutura semissubmersível do mundo.

À medida que ficava mais perto, a imagem da unidade ancorada no Campo de Marlim mudava, não só para desmentir terraplanistas mas também para descortinar o ousado salto tecnológico realizado por engenheiros brasileiros na exploração eficaz de petróleo e gás em águas ultraprofundas.

Era 22 de abril de 1994. Pelo Diário do Comércio, eu integrava a trupe de 22 repórteres da imprensa mineira convidados pela Petrobras a conhecer o trunfo na conquista das jazidas de hidrocarbonetos. Comigo estavam Jorge Fernando dos Santos (Estado de Minas) e Marili Ribeiro (Guarani FM).

Nosso tour de dia inteiro pelo complexo flutuante começou por Macaé (RJ), onde pernoitamos de véspera. Presenciamos logo o impacto dos negócios da petroleira na cidade que crescia loucamente, como base do transporte aéreo para as suas plataformas e ponto de apoio para as suas equipes.

Em 2010, o aeroporto de Macaé chegou a ser o 15º do País em movimento de aeronaves, superando os de Vitória, Florianópolis e Manaus, e o número um de helicópteros da América Latina, com 150 pousos e decolagens diários, puxados pelas atividades da Petrobras e seus fornecedores no mar.

Como navio de dois cascos de 43,9 metros de altura submergidos, as 12 mil toneladas de aço da P-18 usavam 15 mil toneladas de água como lastro. Suas tubulações pareciam refinaria e seus alojamentos, transatlântico. Ficamos tontos com oscilações no piso, só perceptíveis no líquido do copo.

Montada em Cingapura ao custo de US$ 272 milhões e com um convés de 5,1 mil metros quadrados, a P-18 atingiu em 1997 a capacidade máxima de 100 mil barris diários. Ela recebe óleo com água e gás extraído de 16 poços de até 1.030 metros de profundidade, separa-o e bombeia-o para a terra.

A visita ciceroneada por gente de macacão laranja encerrou com palestra numa cabine sobre a façanha brasileira na indústria petrolífera e a “cobiça das potências internacionais”, uma defesa do status quo estatal. Ganhamos de suvenir uma ampola de óleo bruto – surpreendentemente marrom.

Sequer sonhávamos que, 14 anos depois, Lula bradaria a descoberta das dezenas de bilhões de barris do pré-sal emergidas nas concessões privadas. Muito menos que o “bilhete premiado” levaria à mudança do marco regulatório e ao Petrolão, o escândalo bilionário que vitimou a Petrobras.


Labaredas em alto-mar
Silvio Ribas

A história desta semana é novamente uma colaboração de Silvio Ribas, assessor parlamentar do gabinete do senador Lasier Martins (Podemos-RS).

Nosso estoque do Memórias da Redação acabou. Se você tem alguma história de redação interessante para contar mande para [email protected].

Nova agência de conteúdo automotivo aposta na força feminina

Karina Simões, Bruna Frazão, Milene Rios e Bia Figueiredo juntaram-se para lançar a agência de conteúdo Forte
Karina Simões, Bruna Frazão, Milene Rios e Bia Figueiredo juntaram-se para lançar a agência de conteúdo Forte

Com o objetivo de explorar e oferecer novos serviços para o mercado de produção de conteúdo, foi lançada no final de agosto a Forte. A nova agência, que terá como foco inicial empresas do setor automotivo, é comandada pelas jornalistas Karina Simões (@ks1951) e Milene Rios (programa Auto Esporte), pela publicitária Bruna Frazão (Ladies Drive Brasil) e pela piloto profissional Bia Figueiredo.

“Nosso objetivo é oferecer conteúdo para as redes e canais oficiais das empresas”, explica Milene. “A ideia é melhorar o que vem sendo feito nos canais das próprias marcas, além de dar a nossa cara a esses projetos. Queremos com isso atingir não apenas os amantes de automóveis, mas também o público em geral, que compra carro por necessidade e que muitas vezes não sabe nem por onde começar”.

Karina Simões, Bruna Frazão, Milene Rios e Bia Figueiredo juntaram-se para lançar a agência de conteúdo Forte
Karina Simões, Bruna Frazão, Milene Rios e Bia Figueiredo juntaram-se para lançar a agência de conteúdo Forte

Dentre os serviços oferecidos estão a criação e produção de conteúdo, roteiros de vídeos, pesquisa e indicações de influencers para campanhas. Uma das principais apostas do projeto é a pluralidade das experiências e carreiras das sócias.

“Serei responsável por gerar conteúdo sob o ponto de vista da funcionalidade do automóvel, realizando leituras práticas do que a máquina é capaz de fornecer ao consumidor”, explica Milene Rios.

“Meu compromisso será dissecar o desempenho dos carros, só que utilizando dados e linguagem que sejam úteis aos consumidores leigos no assunto”, destaca Bia Figueiredo.

“Sou apaixonada por mobilidade e tenho especial interesse em temas como modelos híbridos e elétricos, carros autônomos, conectividade e toda essa parafernália que se renova a cada lançamento”, complementa Bruna Frazão, que será encarregada de destrinchar as novas tecnologias do mundo automotivo.

“Nada me fascina mais do que fazer uma trilha de jipe ou pegar estrada numa moto. Minha missão é ressignificar o prazer da pilotagem”, finaliza Karina, que dará o toque lifestyle ao projeto.

As quatro profissionais seguirão atuando paralelamente em seus trabalhos. Vale destacar que elas somam mais de 200 mil seguidores e cerca de 2,4 milhões de impressões no Instagram. “Imagine juntas”, a propósito, é o lema da nova empresa, explicam elas. Confira o vídeo de lançamento da agência.

Morre o jornalista e cientista político Dermi Azevedo

Dermi Azevedo morreu na manhã dessa quinta-feira (1/9), aos 72 anos, no hospital do Ipiranga, em São Paulo, vítima de um infarto fulminante.
Dermi Azevedo morreu na manhã dessa quinta-feira (1/9), aos 72 anos, no hospital do Ipiranga, em São Paulo, vítima de um infarto fulminante.

Dermi Azevedo morreu na manhã dessa quinta-feira (1/9), aos 72 anos, no hospital do Ipiranga, em São Paulo, vítima de um infarto fulminante. Ele convivia há anos com a Doença de Parkinson.

Com grande atuação na defesa dos Direitos Humanos, jornalista e cientista político, Dermi nasceu em 1949 em Jardim do Seridó, no Rio Grande do Norte, e foi criado em Currais Novos, cidade que adotou como sua.

Autor de reportagens em América Latina, África e Europa, tendo sido por duas vezes diretor do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, ao longo de sua trajetória foi presidente do Diretório Acadêmico D. Hélder Câmara, da então Escola de Serviço Social de Natal. Em 1968, com outros líderes estudantis potiguares, participou do XXX Congresso da UNE, onde viveu sua primeira prisão política. Retornou a Natal e, diante da impossibilidade de permanecer em seu Estado, regressou ao Sudeste do País, exilando-se depois no Chile, entre 1970 e 1971. Voltou ao Brasil e foi novamente preso em 1974, por duas vezes.

Profissionalmente, cobriu o Sínodo Mundial dos Bispos, no Vaticano, por ocasião dos 25 anos do Concílio Vaticano II. Foi um dos fundadores, em 1982, do Movimento Nacional dos Direitos Humanos, do qual foi secretário nacional de Comunicação e Políticas Públicas. Foi fundador e primeiro presidente da Cooperativa dos Jornalistas de Natal, ex-presidente da Comissão Justiça e Paz, da Arquidiocese de Natal, e ex-professor e coordenador do Curso de Comunicação Social da Universidade Metodista de Piracicaba.

Sua vivência de tortura na ditadura está contada no documentário Atordoado, eu permaneço atento, filme vencedor da Mostra Provocações, uma das categorias competitivas do 8º Curta Brasília – Festival Internacional de Curta-Metragem. (Veja+)

Opinião: Cidades podem ser problema ou solução

Por Ciro Dias Reis (*)

A crise hídrica que já estamos vivendo no Brasil traz à tona a questão do impacto da escassez de recursos naturais na vida das cidades, onde moram 80% dos habitantes do país.

Em todo o mundo as cidades ocupam apenas 2% do espaço, mas geram mais de 80% do PIB global; consomem mais de dois terços da energia mundial; respondem por 70% das emissões de gases de efeito estufa; abrigam metade dos 8 bilhões de habitantes. Os atuais 4 bilhões de pessoas nos centros urbanos serão 6,5 bilhões em 2050. Em boa medida o crescimento virá de fluxos migratórios derivados tanto do abandono de áreas rurais pouco promissoras quanto da fuga de conflitos e desastres climáticos.  

Quando bem planejada e administrada, a urbanização contribui para o crescimento econômico, inovações tecnológicas e soluções inteligentes em infraestrutura e baixo carbono, dessa forma mitigando parte das mudanças climáticas. O crescimento não planejado resulta em grandes congestionamentos, poluição, proliferação de moradias improvisadas, saneamento precário e multiplicação do lixo, tornando as cidades mais vulneráveis a efeitos climáticos.

Entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU, o de número 12 propõe “Consumo e Produção Responsáveis”. Ele aponta na direção da chamada economia circular (“reduce, reuse, recycle”), conceito que está no topo da agenda política da União Europeia. Em 2018 cinco cidades europeias uniram-se em projeto pioneiro de economia circular: Malmö, na Suécia; Copenhague, na Dinamarca; Helsinque, Finlândia; Sofia, na Bulgária, e Ultrecht, na Holanda. Além de fortalecer a conexão entre essas cidades, o objetivo do projeto é contribuir com suas respectivas estratégias de longo prazo, com foco em processos de gestão mais integrados e inteligentes.


(*) Ciro Dias Reis é fundador e presidente da Imagem Corporativa, Global Chair da PROI Worldwide, board member da International Communications Consultancy Organisation (ICCO) e ex-presidente da Abracom

 


Mais artigos de Ciro Dias Reis:

EY lança agência de notícias com foco na cobertura de mais de dez setores da economia

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Projeto, desenvolvido pela agência InPress Porter Novelli, oferece conteúdo gratuito aos veículos jornalísticos, baseado em estudos da consultoria

 

São Paulo, 30 de agosto de 2021 – A EY, líder em serviços de Auditoria, Consultoria, Impostos, Estratégia e Transações, lançou em 30/8 a Agência EY. O projeto, desenvolvido pela InPress Porter Novelli, é pioneiro entre as grandes consultorias no Brasil e oferece, gratuitamente, conteúdo para todos os veículos de imprensa e jornalistas independentes. A Agência EY está focada nos setores mais relevantes da economia − de telecom, passando por agronegócios, consumo e finanças − e conta com infográficos, link para estudos e artigos assinados pelos sócios da consultoria.

Helena Prado
Helena Prado

“Como consultoria especializada em diversos segmentos de mercado e serviços, desenvolvemos dezenas de estudos e pesquisas anualmente”, explica Helena Prado, head de Comunicação Externa da EY Brasil. “A Agência EY transforma esse conteúdo em notícias adaptadas à linguagem jornalística e prontas para serem utilizadas gratuitamente, com a credibilidade e a expertise da EY”.

Um dos diferenciais da Agência EY reside na curadoria de conteúdo, com a seleção dos temas sendo feita pela equipe editorial do projeto, que tem o conhecimento sobre o que é relevante ou não, sob o ponto de vista jornalístico.

Lucia Calasso
Lucia Calasso

“A ideia é facilitar o dia a dia das redações − dos veículos nacionais aos regionais e segmentados −, com uma cobertura com forte prestação de serviços e focada em assuntos que são importantes para a sociedade”, explica Lúcia Calasso, diretora de atendimento da InPress Porter Novelli, agência de comunicação que criou o projeto para o cliente EY.

A Agência EY será atualizada periodicamente por um time de profissionais especializados na produção de notícias, distribuídas em editorias como Finanças e Tecnologia, Sustentabilidade, Economia e Negócios, Energia, Gestão e Carreira, Infraestrutura, Varejo e Bens de Consumo, Agronegócio e Educação e Saúde, além de um espaço dedicado a artigos de opinião e podcasts da consultoria.

 

Sobre a EY

Escritório da EY, em São Paulo
Escritório da EY, em São Paulo

A EY existe para construir um mundo de negócios melhor, ajudando a criar valor no longo prazo para seus clientes, pessoas e sociedade e gerando confiança nos mercados de capitais. Tendo dados e tecnologia como viabilizadores, equipes diversas da EY em mais de 150 países oferecem confiança por meio da garantia da qualidade e contribuem para o crescimento, transformação e operação de seus clientes. Com atuação em assurance, consulting, strategy, tax e transactions, as equipes da EY fazem perguntas melhores a fim de encontrarem novas respostas para as questões complexas do mundo atual.

EY refere-se à organização global e pode se referir a uma ou mais afiliadas da Ernst & Young Global Limited, cada uma delas uma pessoa jurídica independente. A Ernst & Young Global Limited, companhia britânica limitada por garantia, não presta serviços a clientes. Informações sobre como a EY coleta e utiliza dados pessoais, bem como uma descrição dos direitos individuais de acordo com a legislação de proteção de dados, estão disponíveis em ey.com/privacy. As afiliadas da EY não exercem o direito se essa prática for proibida pelas leis locais. Para mais informações sobre a nossa organização, visite ey.com.


Informações para a imprensa – EY
In Press Porter Novelli
[email protected]

Inscrições ao Prêmio Jatobá PR encerram-se em 17 de setembro

Encerram-se nesta sexta-feira (17/9) as inscrições para a edição 2021 do Prêmio Jatobá PR, que este ano contempla 21 categorias.
Encerram-se nesta sexta-feira (17/9) as inscrições para a edição 2021 do Prêmio Jatobá PR, que este ano contempla 21 categorias.

Vão até 17 de setembro as inscrições à quinta edição do Prêmio Jatobá PR, que conta com 21 categorias, dez delas exclusivas para as agências de comunicação (grandes e butiques), cinco para a comunicação das organizações empresariais, cinco para a comunicação pública e uma internacional, de livre participação de qualquer organização que tenha algum case de comunicação realizado em mais de um País.

Podem ser inscritos trabalhos produzidos no período de 1º de janeiro de 2020 até 17 de setembro. Os cases poderão ser inscritos em até três categorias e não há limites para o total de cases por agência, empresa ou instituição pública.

Todos os cases inscritos, independentemente de serem ou não vencedores, passarão (se autorizados) a integrar o Banco de Cases do Jatobá PR, o único de PR com essas características e abrangência.

E mais:

Jota lança podcast sobre como o STF abriu-se para a opinião pública

Jota lança podcast sobre como o STF abriu-se para a opinião pública

O site Jota.info, especializado na cobertura do Judiciário, lançou no final de agosto o podcast Paredes São de Vidro, que conta como o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu-se para a opinião pública e consolidou-se como protagonista na tomada de decisões essenciais na história recente do Brasil.

Dividido em quatro capítulos, um por semana, o projeto conta uma história que envolve ministros, ex-ministros, assessores de comunicação, jornalistas e disputas que se entenderam pelas décadas de 1970, 1980 e 1990.

O podcast mostra “como o tribunal deixou aquele cantinho da Praça dos Três Poderes, deixou a discrição. Era um tribunal que ninguém conhecia e se tornou quase um assunto popular, assunto de bar.  A metáfora de que hoje todo mundo sabe a composição do Supremo é verdadeira”, contou Felipe Recondo, cofundador do Jota e apresentador do programa, ao jornal My News. A edição e roteiro são responsabilidade de Eduardo Gomes.

O primeiro episódio, Mal escritos e mal editados, aborda como os debates do STF passaram a ser transmitidos em tempo real. Moreira Alves, uma espécie de “síndico” do Supremo, não permitia entrevistas ou holofotes sobre o tribunal. O programa conta como a TV Justiça foi estabelecida e destaca a discussão entre Moreira Alves e Maurício Corrêa, então presidente do STF, e como ela fez com a Corte passasse a transmitir as sessões ao vivo. Ouça na íntegra aqui.

Conteúdo do Congresso da Abraji estará disponível até 29/9

Conteúdo do Congresso da Abraji estará disponível até 29/9

O 16º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji já terminou, mas ainda é possível acessar o conteúdo do evento, além dos materiais do VIII Seminário de Pesquisa e do Domingo de Dados. As inscrições estarão abertas até 29 de setembro.

Neste ano, os temas debatidos foram meio ambiente, declínio da democracia, assédio judicial contra jornalistas, ataques contra mulheres, perseguição à imprensa, racismo, desinformação, eleições 2022, ética, investigações de abuso sexual, saúde dos jornalistas, efeitos da pandemia na cobertura de educação, além de bastidores de reportagem, oficinas do tipo “mão na massa” e cursos de jornalismo de dados.

O conteúdo disponível na plataforma pode ser acessado e assistido em qualquer horário. Os cinco dias do Congresso somaram um total de 43,3 horas de atividades; O Domingo de Dados ofereceu 15,5 horas de treinamento e o VIII Seminário de Pesquisa, oito horas.

Em 2021, as homenageadas foram Elaíze Farias e Kátia Brasil, fundadoras da Amazônia Real, a primeira agência de jornalismo independente e investigativo do Norte do Brasil. Neste ano, o Congresso teve 30 convidados estrangeiros, de Canadá, China, Cuba, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, Nicarágua, Nigéria, México, Índia, Quênia, Paquistão, Peru, Reino Unido e Taiwan, em comparação aos 18 participantes do exterior em 2020.

Acesse o conteúdo dos eventos aqui.

Participe do censo “Perfil Racial da Imprensa Brasileira”

O estudo Perfil Racial da Imprensa Brasileira é um projeto da newsletter Jornalistas&Cia e do Portal dos Jornalistas.
O estudo Perfil Racial da Imprensa Brasileira é um projeto da newsletter Jornalistas&Cia e do Portal dos Jornalistas.

Começou em 16/8 o Censo que buscará dimensionar o Perfil Racial da Imprensa Brasileira. Um e-mail foi enviado para os 61 mil jornalistas em atividade no País, convidando-os a responderem à pesquisa, que tem 13 questões e leva apenas 5 minutos para ser preenchida.

A iniciativa é da newsletter Jornalistas&Cia e do Portal dos Jornalistas, em parceria com o Instituto Corda – Rede de Pesquisas e Projetos e o I’Max, e conta com o apoio institucional de ABI – Associação Brasileira de Imprensa, AJOR – Associação de Jornalismo Digital, ANER – Associação Nacional dos Editores de Revista, ANJ – Associação Nacional de Jornais, PROJOR – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo, Rede de Jornalistas Pretos e Universidade Zumbi dos Palmares. Conta ainda com o patrocínio da ADM.

O objetivo do estudo é medir a presença de todas as raças no Jornalismo brasileiro com vistas a permitir, a partir desse conhecimento, o planejamento e a implementação de políticas afirmativas de diversidade e inclusão nas redações jornalísticas. Maior diversidade tornará o jornalismo mais inclusivo e menos preconceituoso, e distorções que ainda são muito comuns − sobretudo em relação aos negros, muito pouco representados tanto quantitativa quanto qualitativamente nas redações − poderão de fato começar a ser combatidas.

Para estimular uma participação expressiva dos 61 mil jornalistas brasileiros em atividade nas redações, o Censo está realizando uma campanha de estímulo, com depoimentos de jornalistas e outras personalidades da sociedade brasileira, como os jornalistas Pedro Bial, Juca Kfouri, Roberto D’Ávila, Flávia Oliveira, Flávia Lima e Wanderley Nogueira, os escritores Laurentino Gomes e Antônio Torres, o maestro João Carlos Martins, a empresária Luiza Trajano, o economista e ex-ministro Maílson da Nóbrega, o ator Paulo Betti, o jornalista e também ex-ministro Miguel Jorge, entre outros.

Todos eles apoiam a campanha e recomendam que os jornalistas brasileiros participem do Censo, pela relevância de se conhecer o Perfil Racial da Imprensa Brasileira e, com isso, contribuir para a diversidade nas redações, para um jornalismo mais plural e equânime, e para o fortalecimento da Democracia e da Liberdade.

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