Vladimir Leitão Netto

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    Vladimir de Almeida Leitão Netto ou simplesmente Vladimir Netto, como assina, nasceu em Caratinga, Minas Gerais, e mora em Brasília, Distrito Federal. Formou-se em jornalismo pela UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1995. Antes de concluir o curso, em 1994, passou na prova para estagiário do jornal O Dia.

    Durante a trajetória na imprensa trabalhou no Rio e em Brasília. Depois do O Dia, onde deu início à carreira, passou pelas redações do Jornal do Brasil, Revista Veja, iG e O Globo.

    Está na TV Globo desde 2001, atuando no Bom Dia Brasil, Jornal da Globo e Jornal Nacional. Ao longo da carreira, participou de coberturas importantes durante o governo FHC e o governo Lula. Cobriu as eleições de 1998, 2002, 2006 e 2010.

    Já foi premiado por participações em coberturas como a do caso Arruda, que levou para a prisão pela primeira vez um governador. A atuação lhe rendeu o Prêmio Rede Globo de Jornalismo 2009, na categoria Grande Cobertura.

    A reportagem sobre o escândalo gerado pela prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira na operação Monte Carlo, em 2012, que teve como ápice a cassação do mandato do ex-senador Demóstenes Torres e abertura de uma CPI sobre o caso, conquistou o Prêmio Rede Globo de Jornalismo e Esporte 2012, na Categoria Grande Furo de Reportagem. Também recebeu o Prêmio Embrapa de Reportagem 2008 com uma reportagem que mostrava os caminhos para mitigar o problema da crise de alimentos no mundo.

    Em 2013 foi vitorioso do Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade. Vladimir Netto conquistou o prêmio na categoria Mídia Nacional em Televisão com a equipe formada por Helio Gonçalves, Edvaldo Simão, Rafael Benaque, Ava Nóbrega, Edson Barreto e Fábio Ibiapina, com a série Manguezais Brasileiros, veiculada pelo Jornal Nacional/TV Globo/Brasília        

    Vladimir Netto é filho da jornalista Miriam Leitão e do jornalista Marcelo Netto e irmão do Matheus Leitão Netto da Folha de S.Paulo. Miriam estava grávida de Vladimir quando ficou presa por três meses durante a ditadura militar brasileira.

     

     

    Atualizado em novembro/2013 – Portal dos Jornalistas

    Fontes:

    Informações gentilmente cedidas pelo jornalista por acasião da

    entrega do Prêmio J&Cia/HSBC