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quinta-feira, maio 28, 2026

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Milei barra entrada de jornalistas na Casa Rosada, na Argentina, por suspeita de espionagem

O presidente da Argentina, Javier Milei, barrou em 23/4 a entrada de todos os jornalistas credenciados na Casa Rosada, sede do governo, por suspeita de “espionagem ilegal” supostamente realizada pelos jornalistas Luciana Geuna e Ignacio Salerno, do canal de televisão Todo Notícias.

O sistema de identificação por meio de digitais foi suspenso para todos os profissionais de imprensa credenciados. Javier Lanari, secretário de Comunicação e Imprensa da Argentina, explicou que o objetivo da medida foi “garantir a segurança nacional”.

A acusação de espionagem ilegal ocorreu após a veiculação de imagens de diferentes setores da Casa Rosada durante o programa “Y mañana qué”. Milei acusou Geuna e Salerno de “abusarem do sistema legal”. O presidente argentino também afirmou que os jornalistas são corruptos, aceitam subornos e violam leis de segurança. Nas redes sociais, Milei publicou a sigla NOL$ALP (no odiamos lo suficiente a los periodistas), que significa “não odiamos jornalistas o suficiente”.

Vale lembrar que o governo argentino está investigando a atuação de uma rede de espionagem russa que teria financiado a publicação de conteúdos contrários a Milei em plataformas digitais argentinas de junho a outubro de 2024.

(Com informações do Poder360).

Entidades jornalísticas apoiam decisão do Cade para investigar Google

O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou por unanimidade, em 23/4, a instauração de um Processo Administrativo Sancionador para aprofundar as investigações em relação a um possível ‘abuso exploratório de posição dominante’ por parte do Google.

A decisão leva em consideração a evolução tecnológica da atuação da empresa digital estadunidense desde a instauração do Inquérito Administrativo, em setembro de 2018, sobretudo no que se refere às ferramentas e plataformas de Inteligência Artificial (IA).

“A decisão do Cade é um marco histórico para os produtores de conteúdo jornalístico, porque, pela primeira vez, se investigará a fundo no Brasil o abuso de poder ou dependência econômica digital’, afirmou Marcelo Rech, presidente-executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ). “Com o resultado do julgamento, o Cade demonstra que está na linha de frente de uma preocupação que não se limita a uma mera questão econômica. O tema de fundo é a sustentabilidade da informação de qualidade, do jornalismo que atende, sem substitutos, as comunidades locais e a pluralidade de visões, o que é fundamental em sociedades democráticas”.

A tese aprovada pelos cinco conselheiros do Cade foi a apresentada pelo presidente interino do órgão, Diogo Thomson de Andrade, recomendando o retorno dos autos à Superintendência-Geral. O conselheiro destacou que a conduta investigada não está mais limitada à situação do meio digital em 2018. Na época da instauração do inquérito, o que estava em debate era um provável abuso de poder econômico do Google a partir da coleta automatizada de conteúdos jornalísticos disponíveis na internet, exibição na página de resultados do seu buscador de títulos, trechos e imagens. No entendimento dos editores, essas práticas impactam de forma negativa no direcionamento de tráfego e na monetização de conteúdos jornalísticos, que exigem pesados investimentos.

“Ao revisar a decisão anterior que sugeria o arquivamento do caso, o Cade reafirma o papel das instituições democráticas, para a redução de desigualdades e dependências econômicas entre diferentes modelos de negócios”, destacou a Associação de Jornalismo Digital (Ajor). “No caso em questão, a atuação do Conselho contribui para a viabilidade e sustentabilidade do jornalismo, ofício essencial para a circulação de informações confiáveis e, consequentemente, essencial para a democracia no país”.

O caso foi aberto pelo próprio Cade em 2018, arquivado em 2024 e reaberto em 2025, em especial pela atuação e esclarecimentos constantes de entidades de apoio ao jornalismo, entre elas a ANJ, Ajor, Repórteres Sem Fronteiras (RSF), Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner), Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

A decisão do Cade sustenta que os procedimentos do Google incorporaram funcionalidades de inteligência artificial generativa, que sintetizam informações no momento em que o usuário faz suas buscas. Dessa forma, afasta ainda mais as pessoas das plataformas de conteúdo jornalístico, agravando os desafios na busca por audiência, engajamento e monetização.

 

Dependência estrutural

Segundo o Cade, nesse cenário, ‘a relação entre o Google e os publishers poderia assumir contornos de dependência estrutural, uma vez que parcela relevante do tráfego dos veículos de comunicação depende dos mecanismos de busca do investigado para alcançar o público. Tal dependência, associada ao papel da plataforma como intermediária essencial, pode viabilizar a imposição unilateral de condições de uso do conteúdo’.

A partir dessa perspectiva, ainda de acordo com o Cade, o voto de Diogo Thomson desenvolveu a hipótese de que ‘a conduta pode configurar eventual abuso exploratório de posição dominante, caracterizada pela extração e internalização de valor econômico a partir de conteúdo produzido por terceiros, sem contrapartida proporcional, em um contexto de assimetria e ausência de alternativas negociais efetivas’.

O voto também propôs uma estrutura analítica específica para a avaliação de condutas dessa natureza em mercados digitais, com ênfase em elementos como dependência estrutural, imposição de condições comerciais, extração de valor e existência de dano concorrencial apreciável.

O conselheiro ressaltou também que o direito concorrencial brasileiro, especialmente a partir da cláusula geral prevista no art. 36 da Lei nº 12.529/2011, comporta o enquadramento de práticas de natureza exploratória, ainda que não se ajustem perfeitamente às categorias tradicionais de abuso de posição dominante, informou o Cade.

Observatório da Imprensa fará webinário sobre violência contra jornalistas

Caco Barcelos, da Globo, é agredido em manifestação no RJ. Foto: Reprodução

A violência contra os jornalistas tem assumido proporções alarmantes. Mesmo que os incidentes tenham diminuído nos últimos anos, episódios de desinformação e exposição de profissionais que estão fazendo seu trabalho, divulgadas em redes sociais constituem situações de perigo para jornalistas, especialmente os que estão em coberturas externas.

Além disso, profissionais mulheres são alvo também de violência misógina, comentários agressivos e ameaças contra sua integridade física.

Esses são alguns dos temas que serão tratados no webinário Violência contra Jornalistas, que será realizado no dia 29 de abril, quarta-feira, às 19h, ao vivo no YouTube do Projor.

Participam do debate Samira de Castro, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Nina Santos, secretária-adjunta de Políticas Digitais na Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República e integrante do Observatório de Violência contra Jornalistas e Comunicadores e Leticia Kleim, advogada e geógrafa e coordenadora jurídica da Abraji, responsável por projetos como o Programa de Proteção Legal para Jornalistas e Monitor de Assédio Judicial.

A medição é da jornalista Denize Bacoccina, editora do Observatório da Imprensa.

Workshop sobre Comunicação em situações de emergência abre 2º Seminário Mineiro de Comunicação Pública

O workshop “Comunicar em meio ao caos: estratégias de comunicação pública em situações de emergência” reuniu uma discussão sobre como órgãos públicos, empresas e equipes de resposta devem comunicar desastres e crises sem ampliar o sofrimento das vítimas. A iniciativa abriu o 2º Seminário Mineiro de Comunicação Pública na quarta-feira (22/04), das 19h30 às 21h30, e foi mediada pelo diretor regional da ABCPública em Minas Gerais, Agnaldo Montesso.

O encontro foi conduzido por Armando Medeiros de Faria, vice-presidente de Coordenação Regional da ABCPública, diretor da Conexão Pública e coordenador técnico do Projeto Legado de Brumadinho, da Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG).

A partir da experiência, o encontro defendeu protocolos centrados nas vítimas, integração entre áreas e linguagem humana, com forte ênfase em prevenção, mapeamento de risco e cuidado no pós-desastre.

Dentre os principais temas debatidos foi a centralidade das vítimas na comunicação de crise. Armando sustentou que a comunicação pública em emergências não deve priorizar reputação institucional, mas sim a dignidade de pessoas atingidas, familiares e desabrigados. Ele argumentou que, em tragédias como Brumadinho, Mariana, Santa Maria e enchentes recentes, a comunicação pode acolher, ignorar, silenciar ou até revitimizar — e que o dever principal é evitar qualquer forma de dano adicional.

A fala foi baseada na vivência com familiares e vítimas do rompimento da barragem da Vale em 25 de janeiro de 2019. Armando explicou que o trabalho com o “Legado de Brumadinho” gerou aprendizados que embasaram o guia de comunicação pública apresentado no evento, construído com escuta de familiares e atingidos, e não apenas com visão institucional.

Foi reforçado que a comunicação de emergência não acaba nos primeiros dias após o desastre. Segundo Armando, os efeitos se prolongam por anos, inclusive em luto, memória coletiva, judicialização, acolhimento e reconstrução da vida das famílias, por isso a comunicação precisa continuar após a cobertura inicial e não se limitar ao momento do evento.

Armando destacou um conjunto de premissas práticas para protocolos de crise: centralidade das vítimas e atingidos; escuta qualificada, sem julgamento; transparência ativa; rapidez com prudência; integração entre comunicação, saúde, assistência social, resgate, Defesa Civil e IML; linguagem simples e humanizada; apoio psicossocial também para equipes de linha de frente; e previsibilidade operacional com centros unificados de informação para famílias.

Armando insistiu que a gestão de crise começa muito antes da crise: com mapeamento de risco, revisão periódica de protocolos e simulações. Ele recomendou pensar os riscos por impacto e probabilidade, antecipando cenários graves e incorporando sempre o pior caso como referência de planejamento.

Outro ponto importante foi a disputa de linguagem: Armando disse que o modo como um evento é nomeado importa, porque há diferença entre fatalidade, acidente, tragédia e crime. Ele também destacou que a comunicação deve assumir responsabilidade pública, com estados, empresas e instituições reconhecendo falhas quando necessário, em vez de apenas proteger imagem.

A discussão foi enriquecida por perguntas e comentários de participantes de diferentes órgãos. Gisele Couto, da Defesa Civil estadual, trouxe a reflexão sobre como a população reage de forma diferente a conteúdos de preparação e prevenção antes da emergência, apontando a necessidade de mudança cultural e educação para risco.

O workshop concluiu que comunicar em meio ao caos exige mais do que técnica: exige responsabilidade pública, empatia, preparo institucional e compromisso com a vida humana. A principal mensagem foi que protocolos de emergência precisam nascer do risco real, ser testados antes da tragédia e sempre preservar a dignidade de quem já está em situação de vulnerabilidade.

Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde abre inscrições

Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde abre inscrições

Estão abertas até 11 de maio as inscrições para a 14ª edição do Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde, iniciativa de Roche América Latina e secretaria técnica da Fundação Gabo, que valoriza e reconhece trabalhos jornalísticos sobre saúde na América Latina, Espanha e Portugal.

Nesta edição, o prêmio terá algumas mudanças. A primeira delas é a realização simultânea das quatro categorias: Jornalismo Escrito, Audiovisual, Digital e Sonoro. Outra novidade é que, a partir deste ano, a premiação passa a exigir que os trabalhos inscritos abordem ou estejam relacionados a temas prioritários previamente estabelecidos. No caso da edição de 2026, os temas são: doenças crônicas não transmissíveis, acesso efetivo à saúde, inovação científica e saúde da mulher. E por fim, o prêmio terá um especialista em economia da saúde e sistemas sanitários no júri avaliador.

Podem ser inscritos trabalhos veiculados entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025. Cada participante poderá inscrever até dois trabalhos, sendo um individual e outro coletivo. A cerimônia de premiação será em outubro. Os vencedores de cada categoria receberão troféu, diploma e terão todas as despesas pagas para participar do Festival Gabo 2027, em Bogotá, na Colômbia.

Confira o regulamento e inscreva-se aqui.

Violência atinge mais de 1 bilhão de mulheres no mundo, mas ocupa apenas 1,3% do noticiário global, mostra estudo

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

O silêncio do noticiário contrasta com a escala da violência. Um novo relatório global mostra que, embora uma em cada três mulheres já tenha sofrido violência sexual ao longo da vida, temas como assédio, feminicídio, violência doméstica, abuso sexual, estupro, sexismo e misoginia seguem ocupando uma fatia mínima da cobertura jornalística.

O levantamento aparece no The Global Misogyny News Coverage Tracker, assinado pela pesquisadora Luba Kassova, uma das principais vozes no debate sobre mídia e gênero no mundo. O trabalho analisou 1,14 bilhão de notícias online, em 65 idiomas, publicadas entre 2017 e 2025.

Segundo o relatório, esses temas representaram apenas 1,3% do noticiário online global em 2025, o menor nível desde 2017. No pico do movimento #MeToo, em 2018, essa proporção havia chegado a 2,2%.

O estudo também aponta que a cobertura tende a tratar crimes como episódios isolados, sem conectá-los a desigualdades estruturais. Mesmo em reportagens sobre violência contra mulheres, homens continuam predominando entre as vozes citadas: entre 2017 e 2025, houve 1,5 homem citado para cada mulher. Em 2025, a proporção subiu para 1,6.

Outro dado chama atenção: enquanto a cobertura sobre misoginia e violência contra mulheres recua, as menções ao termo “ideologia de gênero”, expressão utilizada em narrativas contra a igualdade, cresceram 42 vezes no noticiário global entre 2020 e 2025. Na América do Sul, o aumento foi de seis vezes.

O relatório recomenda que redações adotem uma abordagem mais centrada nas sobreviventes, ampliem a presença de mulheres como fontes, evitem linguagem passiva e contextualizem crimes individuais dentro de sistemas mais amplos de desigualdade.

Leia mais sobre o relatório e acesse o documento em MediaTalks.


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Grupo Estado encerrará Rádio Eldorado em maio

O Grupo Estado vai encerrar em 15 de maio a Rádio Eldorado, após quase 70 anos no ar. Em comunicado publicado nesta quinta-feira (23/4), a empresa explicou que a decisão ocorre após percepções de “mudanças profundas nos hábitos de consumo de rádio” nos últimos anos. O Estadão encerrou a parceria com a Fundação Brasil 2000, detentora da frequência 107,3 FM, que era alugada pela Eldorado.

“Nos últimos anos, sobretudo após a pandemia, entretanto, observamos mudanças profundas nos hábitos de consumo de áudio. O crescimento acelerado das plataformas de streaming musical e a transformação no uso dos meios lineares têm impactado de forma estrutural o papel das rádios FM tradicionais”, escreveu o Grupo Estado, que destacou ainda que o encerramento da Eldorado faz parte de um reposicionamento estratégico da empresa com foco no aumento da presença no digital e em produções audiovisuais.

Ainda no texto, o Grupo explicou que, apesar do encerramento da operação de radiodifusão, a marca Eldorado seguirá existindo em projetos especiais e eventos. Alguns programas, como Som a Pino e Clube do Livro, serão redesenhados e adaptados para novos formatos, com foco em vídeo e digital. A empresa agradeceu aos profissionais que fizeram parte da rádio e destacou a importância da Eldorado na vida cultural de São Paulo.

Segundo apuração da Ilustrada (Folha de S.Paulo), com o fim da Eldorado, os funcionários da rádio devem ser demitidos e a frequência 107,3 FM deve ser ocupada pelo Grupo Bandeirantes, que negociou diretamente com a Fundação Brasil 2000. A reportagem da Folha ouviu de profissionais que diretores do Grupo Estado estavam acompanhando há meses as tratativas envolvendo a empresa. Ainda segundo a Folha, apesar de propostas de migração para outras frequências, o grupo optou por encerrar a rádio, sob a justificativa de que manter a emissora em outro dial elevaria os custos e não teria retorno compatível.

A Rádio Eldorado está no ar há 68 anos. Foi ao ar pela primeira vez em 4 de janeiro de 1958, com o Jornal da Eldorado. Ao longo de sua trajetória, teve outros programas marcantes em sua programação, como Um piano ao cair da tarde, Jornal de 30 Minutos, entre outros e participação de personalidades como Jô Soares, Rita Lobo e Fernanda Young

Prêmio Jatobá PR celebra 10 anos com apresentação especial no dia 27 de abril

Prêmio Jatobá PR 2024 bate recorde de inscrições e de participação

Está marcado para a próxima segunda-feira (27/4), no YouTube (canais da Mega Brasil e do Gecom), o evento de lançamento da edição 2026 do Prêmio Latino-americano de Excelência e Inovação em PR – Troféu Jatobá PR, que celebra uma década de história este ano.

Nele serão apresentadas as novidades da edição, o calendário da premiação e um histórico desses dez anos de interação direta com o mercado de PR no Brasil e na América Latina.

Iniciativa do Grupo Empresarial de Comunicação (Gecom), o Prêmio Jatobá PR foi criado em 2017 com o objetivo de valorizar a atividade de PR no Brasil e na América Latina, destacando de forma inédita tanto o mercado cliente quanto as agências de comunicação.

No caso destas, uma característica do Prêmio Jatobá PR revela o seu pioneirismo: é o único na América Latina que premia com o mesmo destaque, os mesmos certificados e os mesmos troféus as grandes agências e as agências-butique, isso porque, segundo destaca um de seus idealizadores, Eduardo Ribeiro, diretor do Gecom e deste J&Cia, “o objetivo é permitir que o enorme contingente de agências-butique existente em nosso continente tenha também a chance de ser valorizado com um prêmio de abrangência internacional. Por isso, no Jatobá, grande concorre com grande e butique com butique, e todas são premiadas em igualdade de condições”.

Quatro organizações ­– Business News, Boxnet, Jornalistas Editora e Mega Brasil Comunicação – uniram-se em 2017 para lançar e organizar o Prêmio Latino-americano de Excelência e Inovação em PR – Troféu Jatobá PR, todas elas com atuação marcante no segmento de relações públicas e comunicação corporativa.

“Ao longo dos últimos dez anos”, lembra Helio Garcia, diretor do Gecom e da Business News, “o Prêmio Jatobá PR consolidou-se como referência ao valorizar estratégias inovadoras, cases de impacto e profissionais que contribuem para a evolução da comunicação corporativa no País. A premiação tornou-se um importante termômetro das transformações do setor, acompanhando e disseminando tendências, tecnologias e novas formas de relacionamento entre marcas e públicos”.

A edição comemorativa de dez anos, conforme salienta Marco Rossi, diretor da Mega Brasil e do Gecom, “pretende reforçar esse legado, trazendo atualizações e iniciativas que ampliam ainda mais o alcance e a relevância do prêmio. Durante a transmissão, serão apresentados os detalhes da edição 2026, incluindo cronograma, critérios de participação e expectativas para o ciclo deste ano”.

“Ao completar dez anos, o Prêmio Jatobá PR reafirma seu compromisso com a valorização da comunicação estratégica e com o reconhecimento de profissionais e organizações que fazem a diferença no mercado”, destaca Thales Toffoli, que integra o board do Gecom e da Boxnet.

A cerimônia de premiação será novamente no Renaissance Hotel e está marcada para a noite de 7 de dezembro, lembra Célia Radzvilaviez, diretora da Mega Brasil e consultora do Gecom, responsável pela coordenação do evento. Ela adianta: “Será novamente uma noite com casa cheia, em especial por ser essa a 10ª edição. Quem esperar demais para reservar lugar corre o risco de ficar sem”.

Serviço

O prêmio reúne o apoio logístico de Boxnet, Business News, Jornalistas Editora e Mega Brasil Comunicação, com apoio institucional de Abracom e ABC Pública.

📅 Data: 27 de abril de 2026 (segunda-feira)
⏰ Horário: 11h
📍 Acompanhe em www.jatobapr.com.br e www.youtube.com/@MegaBrasilComunica

Diário do Comércio absorve parte da equipe da agência DC News

Associação Comercial de São Paulo lança agência de notícias DC News

A Associação Comercial de São Paulo está reaproveitando em outro veículo da casa, o site Diário do Comércio, parte da equipe da agência DC News, descontinuada no final de março.

Até o momento, dos dez profissionais que compunham o time fixo da publicação, ao menos três já foram mantidos: o editor de fotografia Andre Lessa, o videomaker Kaíque Guimarães Martins e a gerente de Comunidade Natália Dotti Forcellini, os dois últimos como freelancers. Também seguirão colaborando os colunistas Adalberto Leister FilhoAndré NavesMarcelo Candido de MeloRicardo Meirelles de FariaSandra Marchini Comodaro e Vitoria Saddi.

Dos demais membros da equipe, a repórter Anna Luiza Scudeller foi absorvida pela Tamer, agência de comunicação que era parceira do projeto, e passa a atuar como assessora de imprensa.

United Minds debate adoção de IA nas agências e lança ferramenta para gestão de mudanças

Rodolfo Araújo e Cristiane Fiorezzi

A United Minds, consultoria de transformação organizacional da Weber Shandwick, realizou em 15/4 um evento para apresentar um paper sobre os desafios, tensões e obstáculos da implementação da inteligência artificial nas agências. No encontro, que reuniu profissionais de comunicação, RH e outras áreas, a empresa discutiu temas como posicionamento, visão, horizonte, confiança e governança, que devem ser levados em consideração durante a adoção de tecnologias como a IA.

Durante o evento, Rodolfo Araújo, VP da United Minds e líder de Estratégia e Dados na Weber Shandwick, falou sobre os principais tópicos do paper, destacando a importância de se levar em conta a cultura e especificidades de cada organização na implementação desta tecnologia. O paper abordou cinco grandes tensões sobre a IA nas agências: pensar se é revolução ou evolução; se traz ganho rápido ou se será a longo prazo; substituição de profissionais por IA; governança top down ou bottom up; e o sentimento de medo x confiança em relação à tecnologia. Rodolfo conversou também com Cristiane Fiorezzi, diretora de RH para a América Latina da Otis.

Rodolfo Araújo e Cristiane Fiorezzi

Durante o evento, United Minds e Weber Shandwick apresentaram, em primeira mão, a ferramenta NAV, uma plataforma aberta que funciona como consultor de gestão de mudanças, para auxiliar na resolução de problemas dentro das organizações. Na prática, a ferramenta gera perguntas, provocações e recomendações para os usuários, com o objetivo de ajudar as empresas a resolverem questões. Ao final da interação, o NAV gera um relatório personalizado com dicas de soluções. Acesse a ferramenta aqui.

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