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sexta-feira, agosto 29, 2025

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Terminam esta semana as inscrições para o Fundo Vozes Negras do YouTube

Terminam esta semana as inscrições para o Fundo Vozes Negras do YouTube

Vão até esta sexta-feira (9/7) as inscrições para a turma de 2022 do Fundo Vozes Negras, iniciativa do YouTube que visa a ampliar vozes, perspectivas e histórias de pessoas negras na plataforma. As inscrições podem ser feitas por residentes em Brasil, Canadá, Estados Unidos, Reino Unido e África Subsaariana.

Alguns recursos cedidos pelo programa são: suporte dedicado de um gerente de Parceiros do YouTube, fundo para desenvolver seu conteúdo, workshops e aulas com especialistas para desenvolver seu conteúdo, habilidades de produção, acesso a programas exclusivos da comunidade, entre outros.

Segundo texto do YouTube sobre o programa, o fundo já ajudou diversos dos participantes. O brasileiro Tassio, por exemplo, dono do canal Herdeira da Beleza, conseguiu contratar uma equipe e dedicar-se ao lançamento de um podcast chamado Sentidos da Beleza, sobre maquiagem para pessoas com deficiência visual.

Graças ao fundo, o canal Zeelicious Foods, da Nigéria, iniciou duas novas séries de conteúdo: Dining Etiquette e Bachelor Recipes Series, que foram um sucesso de audiência. O americano Terrell usou a bolsa para lançar um novo programa de culinária e comética chamado T and Coco. E o canal Jabrils (EUA) lançou seu projeto dos sonhos graças ao fundo: uma série animada que é inspirada em sua experiência de vida como pessoa negra.

Vácuo na comunicação provoca nova divisão na sociedade britânica

Por Luciana Gurgel 

Na terra de Shakespeare, a nova questão que divide a sociedade tem sido tratada pela mídia com um bordão inspirado em uma frase de Hamlet: To mask or not to mask?

A polêmica começou no domingo, quando o governo britânico anunciou a intenção de suspender todas as medidas de isolamento social a partir de 19 de julho, inclusive o uso de máscaras em qualquer lugar. E adotou um discurso ambíguo, que desencadeou o debate que se seguiu: sai o controle estatal, entra o bom senso de cada um.

Ou seja: quem quiser usar máscara ou continuar praticando o distanciamento pode fazê-lo. Mas não vai ser por obrigação.

A notícia sobre a morte das máscaras foi dada por um secretário nacional do gabinete de Boris Johnson em um programa na Sky News. Robert Jenrick, responsável pela pasta de Habitação, falava em nome do governo, mas deu sua posição pessoal sobre as máscaras: “Ninguém gosta de usá-las”.

A queda da obrigatoriedade foi confirmada pelo primeiro-ministro em uma entrevista coletiva no dia seguinte. Médicos e entidades reprovaram a decisão. Políticos se dividiram.

Mais do que uma questão médica, a situação é ium problema de comunicação. O governo não afirmou categoricamente que as máscaras são inúteis. Mas também não obriga seu uso, nem recomenda oficialmente, deixando um vácuo no que muitos esperam ser o papel do Estado: criar regras para o funcionamento da sociedade.

Isso deixou muita gente no limbo, como empresas sem saberem se obrigarão o uso em suas dependências e como fazer para que o público respeite, já que vai deixar de ser lei.

A pergunta recorrente em entrevistas passou a ser: “Você vai usar máscara mesmo quando não precisar?”.

Virou um teste de personalidade e de ideologia, com a resposta indicando se a pessoa é conservadora, progressista, a favor da liberdade individual ou adepta do controle do estado sobre os cidadãos.

O temor é que a partir de agora quem usar máscara seja ridicularizado ou receba olhares de reprovação. Para piorar, nessa quarta-feira (7/7) foi anunciada outra mudança: o adiamento da abertura total por mais seis semanas, aumentando a incerteza que emerge quando o discurso público é marcado por idas e vindas.

Sociedade dividida

O dilema shakesperiano é mais uma divisão em uma sociedade já dividida, sobretudo desde o Brexit.

Para quem acha que exagero, uma pesquisa divulgada esta semana por Frank Luntz, um dos maiores especialistas globais em linguagem política e comunicação, revelou que o Reino Unido não é tão polarizado quanto os Estados Unidos. Mas deixou de ser a nação unida pelos mesmos valores que era no passado.

O estudo mostrou que 29% dos britânicos deixaram de falar com alguém por discordância política. E que a preocupação com o comportamento woke (politicamente correto) é a terceira mais importante dentre 18 questões ideológicas apresentadas aos entrevistados, perdendo apenas para racismo e fundamentalismo religioso.

A cultura do cancelamento também é vista com preocupação. Para 39%, ela é negativa porque impede a liberdade de expressão e discussão honesta sobre questões sociais. E 64% acham que ela foi longe demais, impedindo as pessoas de manifestarem opiniões sem temer consequências.

Nesse ambiente, não é fora da realidade o “climão” entre os que abandonarão a máscara e os que terão coragem de usá-la mesmo com olhares enviesados.

Essa divisão não é apenas sobre uso de um pedaço de tecido cobrindo o nariz e a boca. Ela expõe a visão da sociedade sobre o governo e os políticos.

O excesso de controle e de influência estatal apareceu como preocupação principal para os britânicos dentre sete opções, à frente do medo de o país perder relevância global; da influência da tecnologia sobre a vida; e da dificuldade de economizar para o futuro.

Desde a invenção do biquíni, um pedacinho de pano não causava tanta polêmica.

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Bolsonaro bloqueou 69 jornalistas e seis veículos no Twitter, diz Abraji

Relatório diz que bloqueios de Bolsonaro nas redes impedem o debate público
Abraji registra 100 jornalistas bloqueados por autoridades públicas no Twitter

O presidente Jair Bolsonaro bloqueou 69 jornalistas e seis veículos de notícias no Twitter, segundo levantamento da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) feito até segunda-feira (5/7). Segundo especialistas ouvidos pela entidade, essa estratégia do presidente sinaliza impedimento ao trabalho da imprensa e ato discriminatório.

Bolsonaro bloqueou os perfis dos sites The Intercept Brasil, DCM, Aos Fatos, Congresso em Foco, Repórter Brasil e O Antagonista. Além do presidente, outras três autoridades em cargos públicos bloquearam quatro veículos, totalizando dez empresas jornalísticas bloqueadas desde setembro de 2020.

O vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, bloqueou os perfis de Congresso em Foco e UOL Confere; o deputado estadual Gil Diniz bloqueou o UOL Confere; e o secretário especial da Cultura Mário Frias impediu o acesso da Editoria Ilustrada da Folha de S.Paulo.

Marcel Gomes, diretor-executivo da Repórter Brasil, um dos veículos barrados, disse que o bloqueio “dificulta nosso trabalho por não permitir um contato direto com a conta do presidente. Impossibilita uma cobertura ativa do que Bolsonaro publicou ou de como ele interage com seus seguidores”.

Para Mario Sabino, diretor de redação de O Antagonista, a atitude do presidente é incompatível com o cargo que ocupa: “Ao nos bloquear, assim como a outros veículos de comunicação, Bolsonaro demonstra, mais uma vez, o seu inconformismo com o papel fiscalizador da imprensa independente, que se recusa a receber patrocínios estatais. Felizmente, graças à vigorosa democracia brasileira, personalidades autoritárias como a do presidente já não têm mais o poder de empastelar redações e fechar jornais”.

O escritor Bernardo Kucinski, professor aposentado da ECA-USP, explicou que “uma autoridade ou órgão público, que se vale de forma sistemática de um sistema digital como o Twitter para se comunicar com o público, negar acesso à sua conta a um jornalista, além de dificultar o trabalho de apuração, configura gesto autoritário, punitivo e de discriminação”.

Entidades repudiam agressões de seguranças do metrô de SP a repórteres

Entidades repudiam agressões de seguranças do metrô de SP a repórteres

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo (SJSP) e a Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo (Arfoc-SP) repudiaram as agressões de seguranças da linha amarela do metrô de São Paulo a repórteres fotográficos que cobriam a manifestação no centro da cidade no último sábado (3/7).

Manifestantes atiraram objetos contra os seguranças, que revidaram com golpes de cassetete. Os repórteres estavam agrupados na lateral, mas mesmo assim foram agredidos pelos agentes. Um guarda atirou uma pedra na direção do rosto do repórter fotográfico Jardiel Carvalho. A pedra desviou na máscara facial total que ele usava e acabou ferindo seus dedos.

Um dos guardas deu um golpe de cassetete na cabeça de Karina Iliescu, que felizmente estava de capacete, mas o impacto destruiu totalmente sua câmera fotográfica. E o repórter Amauri Nehn teve seu equipamento danificado por outro segurança.

O fotojornalista Adriano Tomé foi agredido por um policial militar. Ele estava junto com outros profissionais registrando a prisão de um manifestante pela polícia, quando tomou golpes de cassetete e foi ameaçado por PMs.

O repórter fotográfico Rogério de Santis também foi ferido. Ele foi atingido por uma pedra lançada por manifestantes e teve um corte de 1,5 cm na parte de trás da cabeça. Levou três pontos, mas passa bem.

Em nota conjunta, as entidades se solidarizaram com os jornalistas e exigiram “do governo paulista que a PM assegure o trabalho dos fotojornalistas, sem qualquer tipo de ameaça ou agressão” e “da direção da ViaQuatro, responsável pela administração da linha amarela do metrô, a devida responsabilização pelas agressões, e reparação pelos danos materiais, para que casos como esse não se repitam”.

Ricardo Feltrin: Governo lançará novo canal de TV

Reportagem publicada nesta terça-feira (6/7) por Ricardo Feltrin, no canal Splash (UOL), afirmou que o governo federal pretende lançar nas próximas semanas um novo canal de TV.

A plataforma seria dedicada à educação e principalmente às teleaulas e, apesar de ainda não ter um nome definido, vem sendo chamada nos bastidores jocosamente de TV Olavo. Isso porque boa parte de sua programação será dedicada a conteúdo 100% pró-governo, conservador e cristão, fornecido, em boa parte, por seguidores do guru bolsonarista Olavo de Carvalho.

Segundo Feltrin, o projeto estaria sendo feito a toque de caixa pela EBC. A estimativa inicial é que ele possa custar entre R$ 50 milhões e R$ 100 milhões anuais, verba que sairá do Ministério da Educação (MEC). Por meio de sua assessoria, o MEC confirmou à coluna o plano de lançamento do novo canal, mas negou que será gasto o montante mecionado, sem no entanto informar os valores.

O novo canal funcionará como uma subdivisão do sinal da TV Brasil, uma vez que a implantação do sistema digital e do HD permitiu os canais de tevê abertos serem subdivididos em até quatro diferentes canais. Esse tipo de estratégia já tem sido adotado por algumas emissoras, e, embora ainda não esteja devidamente regulamentada em lei, a prática não é considerada ilegal.

A reportagem destacou ainda que, enquanto investe pesado no novo canal, o governo federal ainda mantém um calote milionário na TV Escola, cujo contrato foi rescindido unilateralmente pelo ex-ministro Abraham Weintraub, em 2019.

“É mais uma quebra de palavra e descumprimento de promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro”, lembrou o colunista. “Em 2018 ele prometeu acabar com a ‘mamata’ e com a TV Brasil – apontada como um cabide empregos petista. Hoje virou um ‘cabide’ de militares, filhos de militares e outros apaniguados bolsonaristas”.

Mais de 30 empresas aderem a boicote contra Sikêra Jr.

O Sleeping Giants Brasil, plataforma digital que cobra nas redes sociais marcas que anunciam em publicações e programas que disseminam discurso de ódio e fake news, informou nesta semana que pelo menos 34 empresas comprometeram-se a interromper anúncios em programas comandados por Sikêra Jr.

A campanha é uma resposta ao ataque feito em 25/6 pelo apresentador da RedeTV ao público LGBTQIA+. Na ocasião, ao comentar uma campanha com a temática da diversidade exibida pelo Burger King, Sikêra chamou o público LGBTQIA+ de “raça desgraçada”. Essa foi a segunda vez nos últimos meses que o apresentador usou esse termo para se referir a homossexuais e congêneres.

Ainda segundo o Sleeping Giants Brasil, outras 19 empresas ainda não responderam aos contatos da plataforma.

Na última semana, a RedeTV disse em nota repudiar a homofobia e o preconceito após o Ministério Público Federal (MPF) pedir a condenação da emissora e do apresentador Sikêra Jr. em R$ 10 milhões de indenização por danos morais coletivos, e de perder patrocinadores em decorrência do episódio: “O compromisso com a população LGBTQIA+ faz parte de seus valores editoriais e empresariais”, afirmou.

Edição 2021 do Jatobá PR dá a largada com 94 cases

Encerram-se nesta sexta-feira (17/9) as inscrições para a edição 2021 do Prêmio Jatobá PR, que este ano contempla 21 categorias.
Encerram-se nesta sexta-feira (17/9) as inscrições para a edição 2021 do Prêmio Jatobá PR, que este ano contempla 21 categorias.

Agências-butique lideram com 56 cases, seguidas pelas grandes agências, com 30, e empresas, com oito

O Prêmio Jatobá PR, que chega à quinta edição, teve seu melhor início de temporada. Deu a largada com 94 cases, que vão se credenciar até setembro para disputar as 21 categorias programadas para a edição 2021 do certame. Desse total, 56 são de agências-butique, 30, das grandes agências e oito, das empresas.

Essa quantidade, praticamente o dobro de 2020, quando na fase inicial a premiação recebeu perto de 50 cases, foi motivado pelo desconto de 20% nas inscrições, que vigorou até 31 de maio – mesmo desconto, aliás, concedido em 2020. O Grupo de Comunicação Empresarial (Gecom), mantenedor do Jatobá PR, fará uma nova ação promocional garantindo desconto de 15% para as inscrições feitas até 31 de julho.

Conforme lembra Hélio Garcia, diretor do Gecom, as organizações não precisam ter os cases prontos agora, podendo inscrevê-los depois: “Se a agência, a empresa ou a instituição pública tem cases de qualidade para concorrer pode valer-se agora desse benefício e fazer a inscrição depois, até 17 de setembro, prazo final determinado pelo Regulamento.

Desligamentos por morte no setor de Informação e Comunicação aumentaram 129%

Número de contratos encerrados por morte no setor de Informação e Comunicação aumentou 129%

Segundo o Boletim Emprego em Pauta do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o número de contratos de trabalho extintos por morte do trabalhador no setor de Informação e Comunicação, no qual os profissionais de imprensa estão inseridos, cresceu 129% nos primeiros quatro meses de 2021, em comparação ao mesmo período de 2020.

Com 672 contratos encerrados por morte, os trabalhadores de comunicação e informação foram o terceiro setor com maior número de desligamentos por óbitos no primeiro quadrimestre do ano, atrás apenas de profissionais da Educação (1.479) e da Administração Pública, Defesa e Seguridade Social (794).

Para a a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), esses números estão diretamente relacionados com o cenário de pandemia agravado no Brasil em 2021. A entidade destaca que, desde o início da crise sanitária, o trabalho da imprensa foi considerado como essencial, ou seja, os profissionais estão sujeitos a contaminação, e consequentemente, a morte.

Para o Departamento de Saúde e Segurança da Fenaj, que divulga trimestralmente novos dados sobre jornalistas vitimados pela Covid-19, houve um aumento de 277% na média mensal de mortes de profissionais de imprensa em decorrência do coronavírus em pouco mais de cinco meses, em comparação ao mesmo período no ano passado. O mês com o maior número de casos foi março deste ano, com 51 mortes.

Livro de Eliane Brum é finalista de prêmio literário internacional

Livro de Eliane Brum é finalista de prêmio literário internacional

Com o livro O colecionador das almas sobradas, Eliane Brum é uma das cinco finalistas do Prêmio Ryszard Kapuscinski de Reportagem Literária, uma das premiações mais importantes da Europa na categoria. Ela concorre com Jessica Brudar, Jelena Kostiuczenko, Karolina Sulej e Matilda Vos Gustavsson. É a primeira vez que apenas mulheres disputarão o grande prêmio.

A obra aborda questões atuais, como o custo humano da exploração de recursos naturais, a erradicação de um modo de vida pela Barragem de Belo Monte para aqueles que estão às margens do rio Xingu, e o contraste entre centros urbanos e vilas remotas. O livro traz também a linguagem das pessoas sobre as quais Eliane escreve.

O vencedor do prêmio levará 100 mil zlotys (moeda polonesa), cerca de R$ 133 mil. Os tradutores das obras também receberão uma quantia em dinheiro. No caso do livro de Brum, Gabriel Borowski, que traduziu a obra para o polonês. O vencedor será conhecido em setembro.

O livro dela foi escolhido entre 128 obras de 41 editoras. A grande maioria dos inscritos era de autores poloneses. Ele foi também publicado em inglês e em italiano. Em breve, segundo Brum, uma edição será lançada em Taiwan.

Amazônia

Segundo Guilherme Amado (Metrópoles), Eliane Brum lançará em outubro um livro sobre a Amazônia, pela Companhia das Letras. Na obra, ela fará um “balanço pessimista e dramático da destruição da Amazônia, em especial nos últimos anos”. O título ainda não foi definido.

Nova série discute o impacto de temas do futuro na Comunicação

Megatrends in the automotive industry are facing new challenges for the materials used, yet at the same time opening up new opportunities. Electromobility and autonomous driving are set to revolutionize cars and put established vehicle concepts to the test. Modern vehicles already rely heavily on material solutions from the chemicals industry; however, in future, chemistry will play an even greater role, making a significant contribution to solving tomorrow’s mobility challenges. With high-performance plastics BASF is already supporting these trends and is offering innovative solutions.

Oferecimento:

Primeira temporada, que conta com o oferecimento da General Motors, estreia com artigo de Lana Pinheiro sobre energias alternativas para o futuro do agronegócio

As newsletters Jornalistas&Cia e Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva e o Portal dos Jornalistas estreiam nesta semana o espaço Comunicando o Futuro. Criada para discutir temas que estarão cada vez mais presentes no dia a dia das empresas e do mercado jornalístico, a plataforma contará com jornalistas especializados em diversos segmentos abordando um mesmo tema central, e seu impacto em diferentes editorias.

A primeira fase do projeto, que tem oferecimento da General Motors do Brasil, trará para o debate o impacto dos carros elétricos em diversos setores e como os jornalistas dessas áreas deverão preparar-se para uma nova realidade. Serão seis artigos, um por mês, até o final do ano. 

Na estreia, Lana Pinheiro, editora da Dinheiro Rural e editora de ESG da IstoÉ, destaca como o aumento da tendência sustentável no campo e o uso de energias alternativas, principalmente em veículos elétricos, podem contribuir para o agronegócio brasileiro.

Confira o artigo Veículos elétricos, campos mais verdes?

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