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sábado, maio 23, 2026

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Imprensa Oficial do Pará cria Espaço de Leitura em Santarém

* Colaboração do J&Cia Norte

A Imprensa Oficial do Estado do Pará, em parceria com a Fundação Pro Paz e o Corpo de Bombeiros Militar inauguraram em 24/5, em Santarém, mais um Espaço de Leitura do projeto de incentivo à leitura Livro Solidário, coordenado pela IOE e Núcleo Articulação e Cidadania.

O Espaço, que vai funcionar no 4º Grupamento do CBM, recebeu a identidade visual do Livro Solidário, estantes, além de um acervo de 450 livros doados pela população de Belém.

Para a coordenação do Pro Paz, a implantação do Espaço de Leitura em Santarém representa uma somatória de esforços conjuntos entre os três órgãos que promoveram a revitalização do espaço para a consequente utilização como biblioteca.

As doações de livros para o projeto podem ser feitas diretamente na sede Imprensa Oficial do Estado (travessa do Chaco, 2.271, no Bairro do Marco, em Belém). Mais informações pelo 91-4009-7847.

Luiz André Alzer lança o Jogo da Lava Jato

Luiz André Alzer - Crédito: Leo Martins
Luiz André Alzer – Crédito: Leo Martins

Em tempos conturbados de delações premiadas e conduções coercitivas – sobre as quais o cidadão comum não tem qualquer ingerência, mas percebe as implicações na sua vida diária –, talvez uma válvula de escape, para descontrair, seja brincar de que pode influir.

Foi assim que Luiz André Alzer criou o Jogo da Lava Jato, com ilustrações do cartunista Renato Machado. Não é um game, mas um jogo físico de cartas. Apesar de não citar nome algum, foi todo inspirado em personagens reais envolvidos na Operação Lava-Jato.

Certamente, tem uma dose de humor e uma pitada de ficção, mas a ideia é traçar um painel da situação atual. São 72 cartas: metade de réus e investigados, e outra metade de decisões da Justiça, com os termos usados na operação. E, principalmente, utilizando, em tempo real, informações que constam das investigações. Ganha o jogo quem conseguir prender mais acusados influentes.

O lançamento foi neste domingo (28/5), quando as cartas e instruções do jogo virão encartadas no jornal Extra. Mas cada nova notícia real pode aumentar a brincadeira. “Conforme forem aparecendo novos investigados”, diz Alzer, “podemos criar novas cartas. Esse jogo é inesgotável”.

* Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro

 

 

ARI define calendário eleitoral para o triênio 2017/2020

O calendário eleitoral para o triênio 2017/2020 da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) foi anunciado pela Comissão Eleitoral, formada pelos jornalistas Walter Galvani (coordenador), Armando Burd e Elvio Vargas. A eleição da nova diretoria executiva e a posse dos Conselhos Deliberativo e Fiscal serão em 5 de junho.

Os interessados em concorrer à Presidência dos Conselhos Deliberativo e Fiscal devem registrar chapas homogêneas até as 17h de 1º/6, podendo escolher 60 sócios de Porto Alegre e 30 do interior e das delegacias existentes em outros estados. Para o Fiscal, deverão ser escolhidos três titulares e três suplentes.

* Com colaboração do Coletiva.net

Apenas 2% do noticiário americano sobre o Brasil foi positivo em 2016

Em evento realizado em 18/5, em São Paulo, a Imagem Corporativa apresentou a funcionários e colaboradores o See Suit. O levantamento inédito, resultado da parceria entre a agência e o Grady College of Journalism and Mass Communication da University of Georgia, traz uma análise da cobertura da imprensa americana sobre o Brasil em 2016 a partir de 143 mil reportagens publicadas.

Ele aponta que 2% do noticiário americano sobre o Brasil tiveram tom positivo, 61% das matérias foram neutras e 37% tiveram viés negativo. Os temas mais abordados no ano sobre o País foram Olimpíadas (29% das menções) e assuntos de política (70% das reportagens).

Como estragar uma viagem a Paris

* Por Eduardo Brito

 

Amigo do colunista Carlos Castello Branco desde que trabalharam juntos nos governos Jânio Quadros e de José Sarney, a partir dos tempos da Bossa Nova da UDN, o mineiro José Aparecido foi nomeado governador do Distrito Federal ainda na época da hospitalização do presidente eleito Tancredo Neves. Não gostava de administração, mas adorava uma festa.

À falta de algo para inaugurar, inventava qualquer coisa. O frondoso buriti que dá nome à praça fronteira ao palácio do governo brasiliense e ao próprio palácio foi pretexto para diversas festas do gênero. Buritis não têm vida assim tão longa e precisam ser substituídos. Como o que valia mesmo era o evento, Aparecido inaugurou bem uns três buritis. O fato de ser o mesmo não estragava a intenção.

José Aparecido também gostava de viajar. Governador nomeado, não tinha vice. Em ausências, era substituído pelo chefe da Casa Civil, o sério e competente jornalista Guy de Almeida.

Eis então que Aparecido embarca para Paris. Tratava-se de algum financiamento externo – o pretexto, claro, era irrelevante – e o governador estava acompanhado de assessores, entre eles o articulado José Carlos Mello, secretário dos Transportes. Após um lauto almoço, com papo cabeça e excelentes vinhos, pois era um bom copo, o feliz Aparecido retornou ao hotel caminhando sob os marroniers. Temperatura amena, sol brilhando, tudo maravilhoso.

Foi aí que veio a trovoada em céu azul. Dizem os intrigantes que, deixado para trabalhar em Brasília, o fiel Guy de Almeida sentia um prazerzinho perverso em dar más notícias ao governador que se esbaldava. Não deu outra.

Aparecido mal entrara no hotel e fora avisado de que havia um telefonema para ele. Atendeu ali mesmo, na recepção. Sim, era ele, Guy de Almeida. Para variar, má notícia. Aliás, péssima. Saíra na revista Veja uma nota informando que o governador do Distrito Federal, José Aparecido, estava em Paris para uma nova visita. Era a quinta desde que assumira o cargo. Em compensação, só duas vezes estivera em Ceilândia, a mais populosa e então a mais pobre das cidades do Distrito Federal.

Pior. Era verdade.

Previsivelmente, José Aparecido entrou em fúria. Começou a gritar com Guy ao telefone. “Essa nota é coisa do Elio Gaspari, claro. Mas quem está por trás são os chefes dele. Esses judeus. Querem é dinheiro. Sem isso, ficam aporrinhando, cometendo injustiças”… e por aí foi.

Ou melhor, iria, pois nesse momento foi interrompido por um senhor educado, de olhos claros, que estava também na recepção. Identificou-se como Edgard de Sílvio Faria, diretor-responsável de Veja, e começou a explicar-lhe que a revista, como aliás toda a Abril, não operava dessa forma. 

Cada vez mais irritado, José Aparecido retirou um maço de notas – aparentemente dólares – e começou a sacudi-las diante do interlocutor. “Está aqui, pegue o dinheiro, é isso que a empresa quer” e por aí foi. O secretário Mello e outros brasileiros que estavam por ali interferiram, separaram os dois, procuraram colocar panos quentes. Quando Aparecido estava mais calmo seguiram a fórmula infalível. Levaram-no ao bar do hotel, assim como o diretor-responsável de Veja. Argumentaram que pessoas do nível deles não poderiam ficar desse jeito, quase chegando às vias de fato, trocando insultos. Depois de servirem um uisquinho e puxarem a conversa para outros assuntos, conseguiram amenizar o quadro.

De natureza, o estourado Aparecido era extremamente afável e gostava de um bom papo. Culto e educado, Edgard de Sílvio Faria não insistiu no tema perigoso e, em pouco tempo, a conversa rolou. A turma do deixa-disso identificou alguns amigos comuns a ambos, assim como temas de interesse. Logo estavam em um diálogo aparentemente camarada, até um pouco caloroso.

Foi então que uma elegante senhora deixou o elevador, procurou alguém com os olhos e, então, foi para o bar. Edgard de Sílvio Faria apresentou sua mulher. Aqui, disse ele, está o governador do Distrito Federal, José Aparecido. Refinadíssima, ela disse que era um grande prazer, já que admirava muito o governador.

Era demais.

O diretor-responsável cortou. “Espera aí, vá lá que estamos conversando numa boa, mas admirar esse imbecil é demais!”

Não prestou. Aparecido retirou de novo o maço de dinheiro do bolso, começou a agitá-lo na direção do outro, os impropérios recomeçaram e precisaram, enfim, ser conduzidos cada um para seu lado. 

 

* Eduardo Brito ([email protected]) é editor executivo do Jornal de Brasília.

Reinaldo Azevedo acerta com o Grupo Bandeirantes

O Grupo Bandeirantes assinou nessa quarta-feira (25/5) contrato com Reinaldo Azevedo. Após sua polêmica saída da revista Veja, e mais tarde o anúncio do desligamento também da Jovem Pan, o colunista agora terá um programa diário na BandNews FM.

O nome ainda não foi definido, mas a atração, que irá ao ar das 18h às 19h, seguirá os moldes de Os pingos nos is, que ele comandava na Jovem Pan. A estreia está marcada já para esta segunda-feira (29/5).

Além do contrato com o grupo dirigido por Johnny Saad, Reinaldo confirmou que seu blog, antes hospedado na plataforma da Veja, passa a ser publicado no site da Rede TV, onde ele também é comentarista e ganhou um programa nos canais online da emissora – portal de notícias, YouTube e Facebook –, ao vivo, às 18h, de segunda a sexta-feira.

Maratona Piauí reúne no Rio o melhor do jornalismo independente

* Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro

 

A revista Piauí realiza neste sábado (27/5), das 10h30 às 19h30, a Maratona Piauí. O encontro discutirá as grandes iniciativas do jornalismo independente no Brasil. Num único dia, serão nove horas de troca de informações, com seis palestrantes escolhidos a dedo.

Das 10h30 às 11h30, Cristina Tardáguila, diretora da agência Lupa, explica como checa, de forma sistemática e contínua, o grau de veracidade das informações que circulam pelo País. São mediadoras dessa discussão Luiza Miguez e Paula Scarpin.

Às 12h começa a apresentação de Fausto Salvadori, da PonteJornalismo, site de notícias que cobre segurança pública e direitos humanos. Sob mediação de Leandro Demori e Rafael Cariello, o repórter conta como produz e divulga documentários, relatórios e pesquisas sobre temas relacionados a justiça, racismo, questões de gênero e violência do Estado.

Depois da pausa para almoço, às 14h, é a vez de Paula Miragaia, do jornal digital Nexo. A editora relata como são pautadas as colunas, os vídeos, os gráficos e as animações interativas que dão suporte às matérias do jornal, com mediação de Fernando de Barros e Silva e Júlia Dualibi.

Paulo Werneck apresenta, às 15h30, a revista Quatro Cinco Um, de crítica literária e que acaba de chegar às livrarias. Um de seus criadores, fala sobre o projeto, cujo nome faz referência a Fahrenheit 451, o romance de Ray Bradbury. Quem media a discussão é Alejandro Chacoff com Armando Antenore.

Das 17h às 18h, Consuelo Dieguez e Roberto Kaz mediam o que Laura Diniz tem a dizer sobre o Jota, um portal de notícias jurídicas. Ela conta como surgiu e como tem sido o trabalho neste momento especial, em que ocorre a maior investigação de corrupção da história do País.

A Maratona Piauí fecha sua programação, das 18h30 às 19h30, com um sucesso internacional que escolheu o caminho fly to Rio para prosseguir com sua trajetória: Andrew FishmanAmericano naturalizado brasileiro, ele comenta como foi a implementação no País do site The Intercept Brasil. A versão brasileira do site criado pelos americanos Glenn Greenwald, Laura Poitras e Jeremy Scahill é discutida com mediação de Bernardo Esteves e Daniela Pinheiro.

Em 2013, no jornal britânico The Guardian, Greenwald foi um dos porta-vozes de Edward Snowden para revelar a existência dos programas secretos dos Estados Unidos efetuados pela NSA (Agência de Segurança Nacional). Sua reportagem original mereceu o Prêmio Pulitzer  em 2014 e, no Brasil, ganhou o Esso de Reportagem, por artigos publicados em O Globo sobre o sistema de vigilância virtual dos Estados Unidos em território nacional.

A Maratona Piauí acontece no Instituto Moreira Salles (rua Marquês de São Vicente, 476). A participação custa R$ 250, com almoço incluído. Assinantes da revista e estudantes pagam R$ 150. Os ingressos estão à venda até a véspera do evento (26/5) somente pela internet. Vale conferir.

Márion Strecker assume comunicação da Escola de Artes do Parque Lage

Márion Strecker ([email protected]), mais conhecida dos paulistanos, mora agora no Rio e está de volta ao jornalismo cultural. Assumiu o conteúdo e a comunicação da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, a convite de Lisette Lagnado, curadora de ensino e programas públicos da EAV. Márion começou a carreira justamente dedicada às artes plásticas, em parceria com a também jornalista Lisette, editando a revista Arte em São Paulo.

Depois disso, foram algumas décadas na grande imprensa, como Folha de S.Paulo e UOL. Nos últimos anos, passou a produzir conteúdo para o canal Curta de televisão, que tem sede no Rio, e a colaborar com Paula Alzugaray na revista seLecT, sediada em São Paulo, os dois veículos especializados em arte e cultura. Agora no Parque Lage, além da comunicação, deve também fazer parcerias culturais, entre outras atividades.

* Por Cristina Vaz de Carvalho, editora regional de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro

Carlos Marchi lança biografia de Teotônio Vilela, o Menestrel das Alagoas

Carlos Marchi autografa em São Paulo nesta quinta-feira (25/5), na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, a partir das 19h, o livro Senhor República, que conta a vida do ex-senador Teotônio Vilela, conhecido como o Menestrel das Alagoas.

No domingo (28), data em que Teotônio faria cem anos, o autor vai lançar a obra na Fundação Teotônio Vilela, em Maceió, a partir das 16 horas. Em Brasília, Marchi fará dois lançamentos: um no restaurante Carpe Diem, no dia 30, às 19h, e outro no dia seguinte, às 10h, no Congresso Nacional. A obra, que sai pela Record, conta com prefácio de Eliane Catanhêde e orelha de Jorge Bastos Moreno.

Marchi conviveu com Teotônio Vilela durante os anos em que cobriu o Congresso Nacional. Ele teve passagens por Correio da Manhã, Última Hora, O Globo, Jornal do Brasil e O Estado de S. Paulo, e pela TV Globo. Em 1984-85, foi assessor da campanha civilista de Tancredo Neves.

É autor dos livros Fera de Macabu (1988) e Todo aquele imenso mar de liberdade (2015), biografia do colunista Carlos Castello Branco, ambos com edição da Record.

BBC Brasil abre duas vagas de editor multimídia

A BBC Brasil tem com duas vagas abertas para editor multimídia em sua redação de São Paulo. “Precisamos de pessoas supercriativas e, de preferência, com experiência em comandar equipes multimídia”, destacou o editor executivo Caio Quero em sua página no Facebook. “O candidato deve ser uma pessoa versátil, com bom conhecimento sobre as mais diversas áreas, mas, principalmente, alguém que saiba se botar no lugar do leitor e entender o que realmente atrai a atenção para um tema”.

Os contratados exercerão funções equivalentes às de chefe de Reportagem e de editor de texto, sempre de olho em novos formatos. “Procuramos pessoas com faro para grandes histórias e que tenham um senso editorial superaguçado. É fundamental que a pessoa lide bem com os mais diversos formatos – texto, vídeo, áudio –, tenha intimidade com jornalismo na web e saiba encontrar oportunidades nas constantes transformações e inovações do mercado”.

Além de texto impecável, o candidato deve ter experiência em edição de reportagens e conhecimento sobre vídeos para web e celular. Inscrições até 7 de junho.

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