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sexta-feira, agosto 29, 2025

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Príncipe Harry e Meghan Markle atacam a imprensa em entrevista que repete padrão histórico

Ataques aos mal-afamados tabloides britânicos fizeram parte da conversa de duas horas do príncipe Harry e de sua mulher Meghan Markle à apresentadora americana Oprah Winfrey, que foi ao ar na noite de domingo (7/3) pela rede CBS. O casal reclamou da perseguição e do tratamento que considera desigual em relação a outros membros da realeza, como Kate Middleton, mulher do príncipe William.

Mesmo antes de ir ao ar no Reino Unido (a ITV, que comprou os direitos, marcou a exibição para a noite de 8/3), a entrevista tomou conta do noticiário dos dois lados do Atlântico. Acusações de racismo contra membros do Palácio de Buckinghan acabaram respingando também na imprensa.

E embora Harry tenha dito que não queria ver a história de sua mãe Diana repetida com sua mulher − ela foi perseguida implacavelmente pelos tabloides até morrer em um acidente de carro, em 1995 −, alguns padrões históricos foram repetidos. A cada 25 anos há uma entrevista que abala a Coroa Britânica.

Em 1970 foi a de Wallis Simpson, por quem Edward VIII, tio-bisavô de Harry, abdicou do trono. Vinte e cinco anos mais tarde, em 1995, veio a de Diana, na qual revelou que seu casamento com o pai de Harry tinha mais de duas pessoas. E agora a entrevista de Meghan Markle, que denunciou preocupações de membros da família real sobre o quão escura seria a pele de seu filho com Harry.

Em MediaTalks, leia mais sobre o que Harry e Meghan falaram sobre a imprensa, as reações às declarações do casal, o histórico de ações judiciais movidas por eles, com sucesso, contra jornais, e mais coincidências entre a entrevista deste domingo e a que Diana deu à BBC há 25 anos.

Prêmio de Comunicação Fundação José Luiz Egydio Setúbal abre inscrições

Fundação José Luiz Egydio Setúbal lança prêmio de comunicação sobre saúde na infância e adolescência
Fundação José Luiz Egydio Setúbal lança prêmio de comunicação sobre saúde na infância e adolescência

A Fundação José Luiz Egydio Setúbal lançou nesta segunda-feira (8/3) o Prêmio de Comunicação Fundação José Luiz Egydio Setúbal, que busca valorizar trabalhos que abordem a saúde de crianças e adolescentes. Podem ser inscritos materiais publicados de junho do ano passado até junho de 2021.

O prêmio tem cinco categorias: Texto, Áudio, Vídeo, Iniciativas digitais e Campanhas de comunicação. Podem fazer a inscrição jornalistas, comunicadores em geral, produtores de conteúdo, profissionais da área de saúde, sociedades médicas, organizações da sociedade civil, e estudantes universitários (que concorrerão separadamente dos profissionais já formados).

Serão dois vencedores por categoria, um “grande vencedor”, que receberá R$ 8 mil, e um estudante, que será premiado com R$ 2 mil, totalizando dez vencedores e um total de R$ 50 mil em prêmios divididos entre as categorias. As inscrições vão até 11 de junho, e em setembro serão divulgados os vencedores.

Sobre a Fundação

Com dez anos de trajetória, a entidade atua por meio da assistência direta às crianças no Hospital Sabará, em São Paulo, e promovendo pesquisa e ensino no Instituto Pensi. É também responsável pela gerência do projeto Autismo e Realidade fornece informações sobre saúde da criança no canal Saúde da Infância no YouTube

Leia também

Dono de afiliadas da Globo morre em decorrência da Covid-19

José Carlos da Silva Junior
José Carlos da Silva Junior

Faleceu na última sexta-feira (5/3), em decorrência da Covid-19, o empresário paraibano José Carlos da Silva Júnior. Dono da Rede Paraíba de Comunicação, afiliada da Rede Globo que detém as operações das tevês Cabo Branco (João Pessoa) e Paraíba (Campina Grande), o empresário estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde 18 de fevereiro após testar positivo para a Covid-19.

De acordo com o site ClickPB, inicialmente José Carlos não manifestou sintomas do novo coronavírus, mas foi internado mesmo assim como forma de prevenção, já que possuía comorbidades e em razão da idade avançada. Com a piora de seu estado de saúde, ele acabou não resistindo a uma parada cardiorrespiratória.

José Carlos tinha 94 anos de idade e já ocupou os cargos de senador e vice-governador da Paraíba, este último, durante a gestão de Wilson Braga, de 1983 a 1986. Braga, coincidentemente, também faleceu vítima de Covid-19 em maio do ano passado.

Natural de Campina Grande, José Carlos era casado com Virgília Henriques de Oliveira Carlos, que faleceu em 2015 aos 89 anos de idade. Ele deixa três filhos: Ricardo Carlos, Eduardo Carlos e Eliane Freire.

Ainda no início da pandemia, o empresário já havia perdido um neto vítima da doença. Mateus Carlos tinha 34 anos de idade e faleceu em 30 de março de 2020, sendo na época um dos primeiros paraibanos a falecer em decorrência do novo coronavírus.

Ink assume o controle da Market21

Raul Fagundes Neto e Marco Barcellos
Raul Fagundes Neto e Marco Barcellos

A Ink acaba de adquirir o controle da Market21, agência criada em 2014 por Marco Barcellos, anteriormente executivo de marketing no mercado de tecnologia da informação. Com foco no segmento de TI, a Market21 manterá operação independente. Barcellos continuará como sócio e executivo da agência, agora respondendo pela Diretoria Comercial.

De acordo com Raul Fagundes Neto, fundador e diretor geral da Ink, a aquisição reforça a estratégia de crescimento da agência no mercado tech. “Já temos uma posição forte nesse mercado e a partir de agora teremos uma presença ainda maior”, diz, acrescentando que a intenção é adquirir outras agências de comunicação. Com 17 anos de mercado, a Ink (antes chamada Medialink) conta com mais de 45 clientes nos segmentos de serviços, tecnologia, consumo, finanças, logística e setor público.

Jornalismo sem Facebook e Instagram? Experimento na Nova Zelândia mostra que é possível

Experimento na Nova Zelândia mostra que jornalismo poderia sobreviver sem redes sociais
Experimento na Nova Zelândia mostra que jornalismo poderia sobreviver sem redes sociais

Atualmente, é impossível falar sobre o jornalismo sem mencionar as redes sociais, um dos principais meios de propagação de informações. Mas será que a imprensa conseguiria sobreviver sem as gigantes de tecnologia? Um experimento na Nova Zelândia mostra que, provavelmente, sim.

Sinead Boucher, CEO do grupo de mídia Stuff, o maior do país, decidiu no ano passado tirar todos os jornais da empresa do Facebook e do Instagram. Sete meses depois, foi possível perceber que os números de receita e tráfego não mudaram quase nada. Essa não foi a única ousadia da vida de Boucher, que comprou o Stuff por apenas um dólar, em um momento em que a empresa estava prestes a falir.

Leia em MediaTalks by J&Cia mais detalhes do experimento na Nova Zelândia e assista a uma entrevista de Boucher ao Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo.

Veja também: Google anuncia fim de cookies de terceiros

Agência Pública anuncia vencedores das Microbolsas Acesso à Internet

Pública anuncia vencedores das Microbolsas sobre Acesso à Internet

A Agência Pública anunciou os repórteres selecionados para as Microbolsas Acesso à Internet, que incentivam a produção de matérias sobre o acesso à internet no Brasil. Cada vencedor receberá R$ 7 mil e mentoria da Pública para produzir a reportagem. Ao todo, foram 103 inscrições de repórteres de 20 estados diferentes do País.

Confira os selecionados:

Alice Cristiny Ferreira de Souza e Fernanda Santan: Alice é colaboradora da Agência Retruco, Portal Lunetas e UOL. Foi repórter do Diario de Pernambuco e coordenadora editorial no Jornal do Commercio. E Fernanda é repórter de edições especiais do Jornal Correio e colaboradora do Estadão, com matérias da Bahia. Tem reportagens publicadas na Revista piauí e Courrier International, do grupo francês Le Monde.

Anderson Santana: formado em Jornalismo pela UFPB, foi repórter freelance do UOL e do Para Onde Vamos, e trainee da Folha de S.Paulo no Lab 99. É um dos fundadores do Youth Observatory, iniciativa de jovens da América Latina para fomentar a participação na governança da internet.

Camila da Silva: estudante prounista de Jornalismo no Mackenzie, atual estagiária e social media da CartaCapital. Trabalhou como repórter e subeditora na Agência Énois, com produções audiovisuais e textos para BBC, The Intercept, UOL, Azmina, Universa e Ponte Jornalismo.

Luiz Cláudio Ferreira: Jornalista há mais de 20 anos, com passagens por TV, rádio, assessoria de comunicação, jornais e revistas. Passou nove anos como jornalista da Aeronáutica, onde criou a Agência de Notícias Força Aérea.

Repórteres sofrem ameaças ao vivo de homens armados no Espírito Santo

Diony Silva foi um dos repórteres ameaçados por homens armados no Espírito Santo
Diony Silva foi um dos repórteres ameaçados por homens armados no Espírito Santo

Equipes de reportagem da TV Gazeta, afiliada da Globo, e da TV Tribuna, afiliada do SBT, no Espírito Santo foram ameaçadas por homens armados em 2/3 durante entradas ao vivo. O caso ocorreu na cidade de Serra, região metropolitana de Vitória.

Os repórteres Diony Silva, Fernando Estevão, Suzy Faria e Sérgio Porto estavam noticiando a falta de ônibus em um bairro onde tinha acontecido um tiroteio. Ao vivo, dois homens armados em uma moto se aproximaram, mandaram que eles se retirassem do local e deram tiros para o alto. Ninguém ficou ferido.

Em nota, o Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo e a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) lamentaram o ocorrido, declarando que “é urgente que o Estado, por meio da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) dê a devida segurança para o exercício profissional, pois todo ataque à imprensa é um ataque à democracia e, portanto, inaceitável. Faz-se necessário que as empresas de Comunicação mantenham protocolos de segurança, tais como: somente enviar equipes de reportagens a locais de conflito com a presença da polícia, fornecer coletes a seus funcionários, e acionar o Ciodes-190 assim que for percebida qualquer situação de risco para as esquipes que atuam na rua”.

Bandeirantes e Você S/A vencem 2ª edição do C6 de Jornalismo

Prêmio C6 de Jornalismo
Prêmio C6 de Jornalismo

Foram conhecidos nesta sexta-feira (5/3) os vencedores do 2º Prêmio C6 de Jornalismo. A iniciativa, que reconhece reportagens sobre inclusão e educação financeira, e proteção ao consumidor de serviços financeiros, teve neste ano entre seus vencedores trabalhos da Bandeirantes e da revista Você S/A.

Na categoria TV, Rádio e Podcast, a Band levou o troféu com o episódio Por onde começar a gestão do seu dinheiro? No comportamento!, veiculado no podcast Meu Dinheiro, Minhas Regras“. O conteúdo, produzido por Carolina Sandler e Danilo Gobatto, foi veiculado em outubro de 2020.

Nesta mesma categoria, foram finalistas as reportagens A Bolsa de Valores atraiu este ano mais de um milhão de novos investidores, do Jornal Hoje (TV Globo), e Saúde Emocional X Saúde Financeira, da TV Brasil.

Já na categoria Impresso e Online, a vencedora foi a reportagem Parece cocaína, mas é day trade, da Você S/A, também publicada em outubro de 2020. A matéria é assinada por Tássia Kastner, Luciana Lima, Alexandre Versignassi e Juliana Krauss.

Além da matéria da Você S/A, foram finalistas as publicações Cursos de gurus do mercado criam legião de principiantes na Bolsa, da Folha de S.Paulo, e Vara, Conga, Tchau: ações com torcidas organizadas prejudicam o mercado?, da CNN Brasil Business.

A segunda edição do Prêmio C6 de Jornalismo entregou aos vencedores de cada categoria o prêmio em dinheiro de R$ 15 mil.

Andréia Sadi estreia como colunista da Crescer

Andréia Sadi, grávida dos gêmeos João e Pedro, estreia como colunista da Crescer
Andréia Sadi, grávida dos gêmeos João e Pedro, estreia como colunista da Crescer

Comentarista política da GloboNews, TV Globo e CBN, Andréia Sadi muda o tom e o tema e estreia como colunista da Crescer. Grávida de gêmeos, do também jornalista André Rizek, ela vai tratar quinzenalmente sobre as mudanças, inseguranças, medos, alegrias, dúvidas e reflexões durante a gestação e a vida com filhos no espaço batizado de A mãe tá on!. Em seu primeiro texto, falou sobre as incertezas de como conciliar a carreira e os filhos.

Outra recente novidade na publicação da Editora Globo foi a estreia em fevereiro da coluna Criando crianças pretas. Nela, a comunicadora Deh Bastos, autora do perfil do Instagram @criandocriancaspretas, mãe de José, joga luz na criação antirracista de crianças, em textos mensais.

Já a coluna Entre Laços, da psicanalista, educadora parental e escritora Elisama Santos, ganhou as páginas do impresso. A mãe de Miguel e Helena, que já escrevia no site sobre educação das crianças e outras vivências, passou a ser publicada também na revista em fevereiro.

Em seu texto, na edição de março da publicação, Elisama questiona como os pais apresentam as pessoas negras aos filhos, repercutindo a multiplicidade da negritude e de nossa sociedade, observada no Big Brother Brasil 21, da TV Globo.

“Temos orgulho de ter um time de colunistas cada vez mais diverso, plural”, destaca a editora-chefe Ana Paula Pontes. “São profissionais incríveis que jogam luz em tantos temas que permeiam o universo de quem tem filhos − e eles chegam para somar a credibilidade e o jornalismo sério da Crescer. Me sinto honrada com essas três feras recém-chegadas na publicação”.

O Povo aproveita fim do DN para fazer campanha e alterações na gestão

Com o fim da edição impressa do Diário do Nordeste, em 28/2, depois de mais de 39 anos em circulação, O Povo lançou em 1°/3 várias peças publicitárias e um editorial para afirmar que é o único grande jornal impresso no Ceará. 

Em nova campanha, O Povo afirma ser "o único grande jornal impresso do Ceará"
Em nova campanha, O Povo afirma ser “o único grande jornal impresso do Ceará”

Com isso vieram mudanças na gestão do Grupo de Comunicação O Povo. Com foco nas demandas da pluralidade de leitores, a empresa reforçou a produção das plataformas digitais e reafirmou seu compromisso com os leitores do jornal impresso.

A nova Redação de O Povo fica assim composta:

  • Editores-chefes: Guálter George – Opinião; João Marcelo Sena – Política; Adailma Mendes – Economia; Érico Firmo e Tânia Alves – Cotidiano; Renato Abê e Clóvis Holanda – Cultura e Entretenimento (Vida&Arte); Fernando Graziani – Esportes; Chico Marinho – Imagem (Fotografia, Audiovisual e Design); Thays Lavor – Jornalismo de Dados; e Fátima Sudário e Regina Ribeiro – Plataforma Multistreaming O Povo Mais (OP+).
  • Editores digitais: Ítalo Coriolano – Política; Beatriz Cavalcante – Economia; Sara Oliveira, Rubens Rodrigues e Amanda Araújo – Cotidiano; Marcos Sampaio – Cultura e Entretenimento; André Bloc – Esportes.
  • Mídias sociais – Glenna Cherice – coordenadora.
  • Editoria de imagem: Cinthia Medeiros (Audiovisual), JL Rosa (Fotografia); Cristiane Frota e Amaurício Cortez (Design).
  • Capa: Domitila Andrade – editora de Capa e Farol.
  • Repórteres especiais e investigativos: Henrique Araújo e Carlos Mazza – Política; Irna Cavalcante e Armando de Oliveira Lima – Economia; Demitri Túlio – Cotidiano; Francisco Fontenele – Imagem; e Cláudio Ribeiro – Jornalismo de Dados.
  • Diversidade e inclusão: Plínio Bortolotti − articulista, colunista, debatedor, editorialista-chefe e editor.
  • Rádios: Jocélio Leal − colunista e diretor.

Mudança também na gestão

Outra mudança ocorre no comando da Redação, com a saída, a pedido, de Arlen Medina Néri da Direção Geral de Jornalismo. A liderança do Jornalismo do Grupo, nas suas plataformas impressa e digital, será compartilhada por Erick Guimarães e Ana Naddaf. Os dois, que já eram diretores-executivos da área, agora incorporam as funções de Arlen.

A reestruturação da área de Jornalismo de Dados é outra novidade. O repórter investigativo Cláudio Ribeiro junta-se à recém-contratada Thays Lavor, pesquisadora no assunto, e ao historiador Sérgio Falcão. É um trabalho conjunto com o time de big data da Diretoria de Estratégia Digital do Grupo de Comunicação O Povo.

* Por Lauriberto Braga, correspondente de Jornalistas&Cia no Ceará

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