A CNN Brasil anunciou nesta terça-feira (14/12) a contratação de Boris Casoy, que a partir de 10 de janeiro será comentarista do quadro Liberdade de Opinião, dentro do programa CNNNovo Dia, que vai ao ar de segunda a sexta, das 6h às 11 horas.
Ele assume o lugar de Alexandre Garcia, demitido em setembro pela emissora após defender remédios ineficazes contra a Covid-19. No quadro, dois comentaristas apresentam opiniões divergentes sobre um mesmo tema. O outro debatedor é Sidney Rezende.
Casoy iniciou a carreira com 15 anos de idade, como narrador e locutor esportivo na Rádio Eldorado. No jornalismo impresso, foi editor de política, editor-chefe da Folha de S.Paulo e colunista da seção Painel. Aos 36 anos, assumiu o cargo de diretor de Redação do jornal, onde permaneceu até o final dos anos 1980.
Na televisão, foi âncora de Rede Record (1997 a 2005), TV Band (2008 a 2016) e RedeTV, onde ficou até o ano passado. É autor de famosos bordões como “isso é uma vergonha” e “é preciso passar o país a limpo”, este último criado na época do impeachment do ex-presidente Fernando Collor.
Após analisar questões de financiamento e sustentabilidade que atingem o jornalismo nos dias atuais, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) listou dez iniciativas de mídia independentes que mostram como e o que fazem para se sustentar.
Os veículos, das cinco regiões do País, citam financiamento coletivo, parcerias público-privadas, editais, publicidade, assinatura fixa, branded content, entre outras estratégias utilizadas para viabilizar seus negócios.
A entidade destaca uma pesquisa realizada pela SembraMedia em América Latina, Sudeste Asiático e África, que mostra que a maioria das 200 mídias digitais analisadas não sofreu enormes perdas financeiras em decorrência da pandemia, como ocorreu com a mídia tradicional.
Segundo a pesquisa, isso ocorreu pois essas mídias não são exclusivamente dependentes de publicidade, e porque os financiamentos via subvenções aumentaram em 2020 (recursos de fundações privadas, investidores filantrópicos, subsídio de ONGs, entre outros).
Na Região Norte, a Abraji destaca o site investigativo Amazônia Real, cuja sustentabilidade financeira é baseada em doações de leitores, parcerias com instituições filantrópicas e parcerias com empresas privadas; e o podcast As Amazonas, produzido de forma gratuita nos estúdios da Jovem Pan, que busca financiamento para a segunda temporada.
No Nordeste, a entidade destaca a Agência Tatu de Jornalismo de Dados, formada por estudantes de jornalismo e sustentada por parcerias com empresas privadas, instituições públicas e ONGs; e a Mídia Caeté, cuja sustentabilidade vem de editais, campanhas de financiamento coletivo e trabalhos de comunicação para organizações focadas em direitos humanos.
No Sudeste, a Alma Preta, especializada na temática racial do Brasil, tem seis formas de captação de receitas: subvenção de entidades do Terceiro Setor, publicidade, editais para empresas jornalísticas, consultorias, doação de apoiadores e produção de conteúdo para terceiros; e a Ponte Jornalismo, que se sustenta com o programa de membros Tamo Junto, além de aporte de fundações, venda de conteúdo e serviços, entre outros.
No Sul, o Jornal Plural arrecada cerca de 80% de suas receitas através de publicidade e apoio de assinantes; e o Grupo 100fronteiras utiliza publicidade paga e busca novas fontes de receita, como assinaturas e venda de produtos digitais.
No Centro-Oeste, a Abraji destaca a Rádio Noroeste, com doações de entidades, e planos para a implementação de novos projetos, como um rodízio de doações e editais para promoção de eventos culturais; e a Revista Badaró, que se sustenta a partir de parcerias com empresas e um inovador plano de assinatura via PicPay.
Assis Ângelo ficou cego há oito anos. Teve descolamento na retina nos dois olhos e nada houve na medicina capaz de salvar-lhe a visão. Desde então, vive o desafio de seguir, como cego, a vida que por 61 anos enxergara na plenitude.
Ao longo da carreira, passou pelos mais importantes veículos e cargos do jornalismo. Teve programa de rádio sobre cultura popular, líder de audiência nas noites de sábado. Frequentou e foi frequentado por dezenas de artistas do Brasil. E sua paixão pelo tema levou-o a formar aquele que talvez seja o maior arquivo de cultura popular do País nas mãos de um particular. São mais de 200 mil itens, entre discos (bolachões, LPs, compactos, CDs), partituras, quadros, cordéis, livros, jornais, revistas, esculturas, artesanatos, tudo armazenado no apartamento de pouco mais de 100 m2 em que mora, no bairro dos Campos Elíseos, em São Paulo.
Com mente privilegiada e memória inacreditável, Assis tem produzido textos diários para seu blog e conteúdos semanais para a coluna que produz para este Jornalistas&Cia, mostrando preciosidades de seu acervo (e já há uns seis, sete anos, sem nunca falhar). Isso quando não lhe damos algum desafio extra, muitas vezes provocado por ele mesmo, como foi a magistral entrevista fictícia que fez com João do Rio, cujo centenário de morte foi celebrado em junho passado, e que, graças à insistência dele, foi o tema do especial de J&Cia sobre o Dia da Imprensa. É também dele o brilhante texto sobre a história dos negros e da Imprensa Negra no Brasil para outro especial que produzimos, com o Perfil Racial da Imprensa Brasileira, publicado na Semana da Consciência Negra, em novembro passado.
Forte pela capacidade e pela intensidade de produção, de conhecimento e experiência, e frágil pela crueldade da cegueira, ele de trabalho não reclama, não foge, não tergiversa. Tudo o que a ele é proposto e que esteja ao seu alcance, não refuga. Faz.
Só que Assis ficou invisível para o mercado, após a cegueira. Poucos dele se lembram. Poucos o procuram para dar trabalho. Quase ninguém, das centenas de amigos que frequentaram regularmente sua casa e seus projetos, hoje o visitam. E é dessa invisibilidade que ele reclama, pois tem cabedal, saúde e energia para conduzir programas de rádio sobre cultura popular, programas de televisão sobre deficiência física, colunas em jornais, revistas ou sites sobre atualidades ou cultura. Mas, qual o quê, quem dele se lembra? Pois J&Cia avisa: Assis está aí, no pedaço, pronto para o que der e vier, louco para trabalhar, com a experiência de quem já foi repórter de polícia, chefe de reportagem, assessor de imprensa, curador de dezenas de projetos culturais e com a capacidade de quem continua a ser poeta, escritor, contador de causos, palestrante, autor de cordéis, entrevistador (e dos bons), entre outras façanhas.
Uma delas − anotem aí, pois ele busca quem o apoie − foi adaptar para cordel e teatro Os Lusíadas, de Camões, que em 2022 completará 450 anos de lançamento. Está prontinho. É só enfornar.
Pois bem, a mais recente loucura que propusemos a ele foi conceber um encontro e uma conversa surrealista entre Deus e Marx, para ver até onde poderia chegar sua imaginação, com base em todo o conhecimento que tem da Bíblia, da Antiguidade, do Cristianismo e de Marx. Seria um desdobramento da inusitada entrevista com João do Rio.
Pois foi esse o desafio que ele topou enfrentar, criando este Inacreditável Encontro de Deus com Marx, que teve ainda a participação de Jesus Cristo, combinando filosofia, ficção, humor e informação histórica (as ilustrações são do cartunista Fausto Bergocce). Um desafio que tem tudo, agora, para virar peça de teatro, quem sabe história em quadrinhos e outros filhotes que o talento de Assis poderá ajudar a concretizar.
Esse é o melhor presente de Natal que o Jornalistas&Cia e o Portal dos Jornalistas podem dar a essa espetacular audiência que há 26 anos nos acompanha. Leiam, compartilhem, comentem, pensem em como usar ainda melhor o talento de Assis Ângelo.
Jornalistas da TV Bahia, afiliada da Globo na Bahia, e da TV Aratu, afiliada do SBT, foram agredidos por seguranças do presidente Jair Bolsonaro nesse domingo (12/12), em Itamaraju. Ele visitava o local após as fortes chuvas que atingiram a região. Entidades defensoras da liberdade de imprensa repudiaram o ocorrido.
Os profissionais agredidos foram Camila Marinho e Cleriston Santana, da TV Bahia, e Dário Cerqueira e Xico Lopes, da TV Aratu. Eles aguardavam no estádio municipal Juarez Barbosa o pouso do helicóptero que transportava o presidente. Após o pouso, seguranças impediram a aproximação dos jornalistas e um deles agarrou Camila pelo pescoço, em espécie de “mata-leão”.
Em seguida, Bolsonaro subiu na caçamba de uma caminhonete, e os jornalistas tentaram novamente uma entrevista com o presidente, mas um segurança impediu que eles erguessem os microfones e os acusou de agressão após um dos microfones esbarrar em suas costas: “Se bater de novo, vou enfiar a mão na tua cara. Não bata em mim. Não batam em mim”, ameaçou.
Um militante bolsonarista puxou os microfones dos profissionais e outro arrancou a pochete de Camila Marinho, que foi recuperada posteriormente.
Em nota, a Globo repudiou as agressões: “As cenas bárbaras deste domingo e aquelas ocorridas na Itália, no dia 31 de outubro, ensejam duas constatações. Se os seguranças agem por contra própria, a Presidência deve ser responsabilizada por omissão. Se agem seguindo ordens superiores, a Presidência deve ser responsabilizada por atentar contra a liberdade de imprensa e fomentar a violência contra jornalistas”.
“Além disso, é escandalosa a atitude da Presidência de deixar jornalistas à própria sorte, em meio a apoiadores fanáticos, que são insuflados quase diariamente pelo próprio presidente em sua retórica contra o trabalho da imprensa”, disse a emissora. “Frente aos evidentes e graves riscos enfrentados por repórteres de todos os veículos, é urgente que o Judiciário se pronuncie”.
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) escreveu em nota que “demanda que as autoridades competentes orientem a equipe de segurança do presidente para que respeite o trabalho dos jornalistas, pois lamentavelmente esse tipo de agressão vem se repetindo. Além disso, exige que Jair Bolsonaro cesse os ataques verbais contra a imprensa, os quais incentivam sua militância a agredir repórteres e impedir seu trabalho, o qual é garantido pela Constituição Federal”.
Paulo Jeronimo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) escreveu que “cabe aos democratas repudiarem mais esta agressão, que tem o objetivo de cercear e intimidar o livre exercício do jornalismo, na tentativa de impedir a plena circulação das informações”.
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) escreveu que, “na raiz da violência do presidente, seguranças e seguidores, está a postura antidemocrática e autoritária que caracteriza esta corrente política e é sua forma de imposição e reconhecimento. Este governo elegeu a imprensa como inimiga porque quer se esconder da sociedade e omitir da população a tragédia que são os três anos da pior gestão presidencial da história democrática do País”.
Mauricio de Sousa e Januária Cristina Alves lançam o livro #XôFakeNews (Nova Fronteira/Mauricio de Sousa Editora), com personagens da Turma da Mônica Jovem, que debate sobre perigos da desinformação, liberdade de expressão e outros temas urgentes. Na história, a personagem Tina, agora formada em Jornalismo, faz uma palestra sobre as diferenças entre informação, notícia e opinião, e as fake news.
O objetivo da obra é falar de forma leve e descontraída para o público jovem sobre a difusão massiva de desinformação, tratada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “infodemia”. O roteiro da história faz os personagens refletirem sobre temas relacionados às fake news, e convida também o leitor a pensar sobre as consequências de suas atividades nos ambientes digitais. O livro tem ainda a participação da influencer Camila Coutinho, que dá dicas a Tina sobre como trabalhar com as redes sociais.
“Junte-se a nós nessa luta constante contra as fake news”, escreve Mauricio de Sousa na apresentação do livro. “Porque informação boa é aquela apurada, checada, baseada em pesquisas sérias. Prefira sempre os fatos; e não os boatos”. O prefácio da obra é de Michael Klaus, coordenador de Comunicação do Unicef no Brasil, e o texto de orelha é de Laura Mattos, da Folha de S.Paulo.
A TV Globo demitiu nos últimos seis meses 12 jornalistas veteranos, que tinham de 15 a 46 anos de empresa, segundo levantamento do Poder 360, que contabilizou os profissionais demitidos de julho até 8 de dezembro. Em média, foram duas demissões por mês.
Em julho, deixou a emissora o comentarista esportivo Carlos Cereto, após 20 anos de casa. Um mês antes, ele criticou as opiniões políticas de colegas, dizendo que havia “muita lacração” por parte dos companheiros de imprensa.
Só em outubro, seis jornalistas foram demitidos: Alberto Gaspar (39 anos de casa), Ari Peixoto (34 anos), Robinson Cerântula (28 anos), Fernando Saraiva (22 anos), Roberto Paiva (21 anos) e Alexandre de Oliveira (15 anos).
E em novembro, outros cinco profissionais deixaram a emissora, incluindo Francisco José, ex-Globo Repórter, o mais experiente da lista, que estava há 46 anos na emissora. Também foram demitidos José Hamilton Ribeiro e Isabela Assumpção, ambos com 41 anos de casa; Renato Machado, com 39; e Eduardo Faustini, o repórter secreto do Fantástico, com 26 anos.
Segundo o Poder 360, as demissões são resultado de um processo de corte de gastos da empresa, que afetou os jornalistas mais experientes do grupo. Além das demissões, a emissora cortou salários de funcionários. Procurada pela reportagem do Poder 360, a Globo não se pronunciou até a publicação deste texto.
O Brasil 247 e a TV 247 terão a partir de janeiro mudanças no comando executivo e editorial. A partir de 2 de janeiro, Gisele Federicce, que até então comandava a redação do Brasil 247 e da TV 247, será promovida a diretora executiva, enquanto Luís Costa Pinto assume como diretor editorial do grupo.
Gisele será responsável, além da redação, pelo relacionamento com parceiros, diálogo com plataformas de tecnologia, acompanhamento da saúde financeira da empresa e planejamento de longo prazo do grupo. E Luís, que passa a integrar o Conselho Editorial, vai coordenar coberturas, estruturar publicações, e abrir novas frentes de apuração, atuando em conjunto com os editores executivos Aquiles Lins e Mauro Lopes.
Gisele Federicce (esq.) e Luís Costa Pinto
Leonardo Attuch, fundador do Brasil 247 e da TV 247, segue como diretor presidente e terá mais liberdade para atuar como repórter, entrevistador e apresentador da TV 247.
Além das novidades na equipe, o veículo divulgou um editorial em que anuncia apoio à candidatura do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.
“Não é tradição, entre nós, ver veículos de comunicação e canais de mídia declararem voto. Consideramos que fazê-lo, como ousam o Brasil 247 e a TV 247, é decorrência natural do processo de amadurecimento democrático”, diz o texto. “A declaração de apoio do Brasil 247 e da TV 247 à candidatura de Lula não nos afasta do Jornalismo nem de seus princípios. Ao contrário, foi sopesada e, enfim, assumida para realçar a transparência da nossa conduta profissional. Temos certeza de que agir assim torna o ambiente político mais saudável, faz os debates avançarem numa paisagem na qual todos os protagonistas têm seus contornos definidos”.
O MediaTalks by J&Cia, braço internacional da newsletter Jornalistas&Cia, publicou em 8/12 uma edição especial sobre a COP26, que traz entrevistas, análises, pesquisas e participação de jornalistas, que escrevem sobre as mudanças climáticas em seis países, além do Reino Unido: Márcia Carmo, na Argentina; Liz Lacerda, na Austrália; Silvana Mautone, nos Estados Unidos; Fernanda Massarotto, na Itália; Claudia Wallin, na Suécia; e Florência Costa e Shobhan Saxena, em São Paulo, mas que tratam da Índia.
“A preocupação com o planeta vai cada vez mais determinar hábitos, estilo de vida e preferência por marcas. E, a exemplo de outros desafios, como o da Covid, informação de qualidade será o oxigênio desse processo”, diz a introdução do especial, assinada por Luciana Gurgel, editora de MediaTalks, e Eduardo Ribeiro, diretor da Jornalistas Editora. “Jornalistas, comunicadores, executivos, governos e instituições são, cada um a seu modo, parte da solução – seja com ações diretas ou influência sobre quem decide. Esta é a nossa conversa aqui hoje.
O especial destaca temas como ecoansiedade, comportamento e consumo, ativismo ambiental, teorias da conspiração x clima, o papel das plataformas digitais, entre outros. A produção inclui entrevistas com Claudio Angelo (Observatório do Clima), Washington Olivetto, Emmanuel Colombié (Repórteres Sem Fronteiras), Marx Hertsgaard (Covering Climate Now), entre outros.
A Comissão de Liberdade de Imprensa da OAB São Paulo lançou o livro Liberdade de Imprensa Contemporânea, que debate e propõe soluções para os desafios e problemas que a imprensa brasileira têm enfrentado nos últimos anos. O lançamento ocorreu em São Paulo, durante um debate que contou com a participação de Leonardo Sakamoto (UOL) e Sonia Blota (Band).
A obra, editada pelo Instituto Palavra Aberta, foi organizada por Marina Draib, Daniela Pegoraro e Patricia Blanco. Ela reúne artigos de membros da Comissão de Liberdade de Imprensa da OAB, como Lourival J. Santos, André Marsiglia, Evandro Andaku e Maurício Joseph Abadi.
Carlos Augusto Silva dos Santos, presidente da comissão, escreve no prefácio que, em 2021, quase metade da população mundial − cerca de 3,9 bilhões de pessoas − está privada do acesso à informação e ao jornalismo, segundo pesquisa da Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Ele destaca também a posição do Brasil no Ranking Mundial de Liberdade de Imprensa, elaborado pela entidade: “Atualmente, o Brasil ocupa a 111ª posição, entre 180 países, na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa, passando de país aberto para a categoria liberdade de imprensa restrita. Este cenário consolida a tese de que o acesso à informação não é tolhido pela falta de recursos tecnológicos ou financeiros, mas sim pela falta da liberdade de imprensa, causada pela agudização do autoritarismo frente à censura em todas as suas formas. Por isso, é fundamental que toda a sociedade civil, principalmente aqueles que atuam no Sistema Judiciário, zele pela garantia dos direitos fundamentais, pelo direito de podermos apresentar ao mundo as nossas visões sobre as coisas sem sermos diminuídos ou menosprezados por quem quer que seja”.
A produtora de conteúdo KondZilla está buscando um “jornalista de quebrada” para a sua equipe. É necessário que a pessoa entenda bastante sobre o mercado e as novidades do mundo do funk, esteja cursando Jornalismo ou Letras, e tenha interessa por jornalismo cultural. O regime de contratação é como Pessoa Judírica (PJ).
No dia a dia, a pessoa selecionada será responsável pela elaboração de pautas em texto sobre música e cultura de quebrada; criação roteiros e pautas para conteúdos multiplataforma; acompanhamento de gravações de conteúdo em vídeo; e eventuais coberturas de eventos, como shows e festivais.