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Prêmio MP-RO de Jornalismo divulga vencedores

Foram conhecidos em 20/11, na sede do Ministério Público de Rondônia, os vencedores da sétima edição do Prêmio MP-RO de Jornalismo. Este ano com o tema Ministério Público de Rondônia a Serviço da Sociedade, os jornalistas do estado puderam concorrer em três categorias: Telejornalismo, webjornalismo e jornalismo impresso, além do Grande Prêmio, que foi para Yalle Dantas. Os vencedores nas demais categorias foram: Emerson Barbosa – Telejornalismo (RedeTV), Paulo Andreolli – Webjornalismo (Rondoniaovivo) e Jaylson Vasconcelos – Jornalismo impresso (Diário da Amazônia).

A cerimônia também homenageou Euro Tourinho, 95, o mais experiente jornalista ainda em atuação no estado. Euro, ex-diretor do jornal Alto Madeira, que circulou por mais de 100 anos em Porto Velho, recebeu uma placa entregue pelo procurador-geral Pedro Filho.

A noite de premiação ainda teve palestra de Cristina Serra (Rede Globo), que falou sobre Os desafios do jornalismo no Brasil em tempo de crise política e novas tecnologias. “Apesar de todas as dificuldades, percebo que o jornalismo está vivo e isso me deixa muito feliz”, disse.

As preciosidades do IMB

Capa Zequinha de Abreu

 

Capa Zequinha de Abreu

Uma das músicas mais conhecidas de Zequinha de Abreu é Tico-Tico no Fubá, cujo título original era Tico-Tico no Farelo, e foi apresentada pela primeira vez em público num baile na sua cidade natal, Passa Quatro, no interior de São Paulo, em 1917. Tico-tico, porém, só seria gravada em disco em 1929. Em 1952 essa música, um chorinho, virou título de um filme que teve como principal ator o também paulista, de Salto, Anselmo Duarte (1920-2009). O álbum que mostro na foto é raríssimo e faz parte do acervo do Instituto Memória Brasil. Nele também estão dezenas de discos estrangeiros com essa música.

Zequinha de Abreu, um dos nomes mais importantes da música brasileira, nasceu em 1880 e morreu em 1935. Sua carreira foi de glória e tristeza. Glória porque boa parte do mundo sabe de quem se trata e triste porque, nós, brasileiros, dele e da sua música pouco sabemos. Interessou-se por música muito cedo, embora passasse por sua cabeça ser médico. Tocou vários instrumentos antes de adotar o piano como extensão da sua alma.

JCia está divulgando as preciosidades do acervo do Instituto Memória Brasil, o maior no gênero da cultura popular em mãos de particular no País, porque Assis Ângelo, um dos maiores estudiosos do tema, com vários livros publicados sobre o tema, decidiu pô-lo à venda. Cego desde 2013 por causa de descolamento das retinas, não tem mais condições físicas e financeiras de manter o material, que começou a reunir há mais de 40 anos. São cerca de 150 mil itens, entre discos de todos os formatos, fotos, partituras, folhetos de cordel, livros, fitas cassete e MDs.

Contatos pelos [email protected], www.institutomemoriabrasil.org.br, http://assisangelo.blogspot.com, 11-3661-4561 e 11-985-490-333.

Demissão em massa na TV Amazonas

Chegam a 45 os profissionais que foram desligados da TV Amazonas, da Rede Amazônica, nos últimos dias. O mais recente foi Eduardo Monteiro de Paula, com mais de 40 anos na emissora. Na semana passada. Laura Lys, outra conhecida dos telespectadores, com 15 anos de casa, também foi demitida.

 

Prêmio Fiepa divulga finalistas e homenageados em live pela internet

Pela primeira vez em cinco anos, o Prêmio Sistema Fiepa de Jornalismo usou as redes sociais para divulgar os nomes dos finalistas do Profissionais do Ano. A iniciativa, com direito a transmissão ao vivo no Facebook da federação, em 17/11, validou os três finalistas de cada uma das 15 categorias, que seguem para a etapa final, de avaliação pelo júri técnico. Os vencedores serão conhecidos no dia da festa, 14 de dezembro.

Foram mais de 11 mil votos do público no site do Prêmio, três mil a mais que no ano passado. Com apresentação da repórter Alinne Passos e da coordenadora da premiação Cleide Pinheiro, o live, produzido em um miniestúdio montado na Fiepa, mostrou o novo momento da premiação.

Foram também anunciados os quatro jornalistas que serão homenageados pelo conjunto da obra: Euclides Farias, do jornal Diário do Pará; Franssinete Florenzano, do blog homônimo; Adenirson Lage, colunista de O Liberal; e Celia Pinho, da TV Record Pará, escolhidos por uma comissão formada pela diretoria da Fiepa, que busca reconhecer a contribuição que os profissionais vêm prestando à sociedade no sentido de esclarecer o papel da indústria no Pará.

Conheça os finalistas.

Pré-Histórias, décimo livro do cartunista Fausto Bergocce

Saiu pelo selo Strip Books da editora Criativo Pré-Histórias, décimo livro do cartunista Fausto Bergocce, em que ele retrata, rabisca e enriquece nas suas tiras estórias da pré-história de animais e do homo erectus/sapiens. Com passagens, entre outros, pelos jornais Guaru-News, O Estado de S. Paulo, Última Hora, Folha de S.Paulo, O São Paulo, Diário Popular, Diário do Grande ABC, Diário de São Paulo, Imprensa Sindical e TV Cultura, ele hoje atua como freelance e na produção de pinturas.

Saem os vencedores do Prêmio de Jornalismo em Turismo 2017

No último dia de Publicom Belém 2017, 15/11, o público conheceu o resultado da quarta edição do Prêmio de Jornalismo em Turismo Comendador Marques dos Reis, iniciativa da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo do Pará (Abrajet Pará), com o apoio das Secretarias de Turismo (Setur) e Comunicação (Secom), da Abrajet Nacional e do Sindicato dos Jornalistas do Pará.

Foram mais de 400 inscrições em apenas dois meses,  “…em alto nível”, como comentou Isa Arnour, presidente da Abrajet.

Para Adenauer Góes, secretário de Estado de Turismo, o segmento não pode prescindir do marketing: “As pessoas circulam de um lado para outro com base nas informações que recebem da comunicação no sentido de atraí-los para um determinado local”.

Os vencedores foram:

Jornalismo Impresso: Airton Gontow, com Jesus não nasceu lá, mas a cidade é divina (Qual Viagem)

Radiojornalismo: Luis Fernando Machado, com a série Festival das Tribos de Juruti (Rádio Cultura do Pará)

Telejornalismo: João Jadson, com Círio, um fim de semana em que a fé flui pelas ruas de Belém (TV Liberal)

Jornalismo Online: Gerson Nogueira, com Aromas, temperos e sabores a serviço do turismo do Pará (portal Diário Online)

Fotojornalismo: Celso Lobo, com Fotógrafo leva imagens da Amazônia para a Europa

Jornalistas integram recém-criado observatório sobre meio ambiente

Resultado de uma parceria entre o Ministério Público de Minas Gerais e a Associação dos Observadores do Meio Ambiente e do Patrimônio Cultural de Minas Gerais, foi criado agora em novembro o Lei.A: Conhecimento e Ação pelo Meio Ambiente, observatório de leis, projetos, temas e discussões ambientais. Frederico Jota, coordenador de Comunicação do observatório, explica que ele tem ferramentas para qualquer cidadão se informar sobre a legislação ambiental, emitir opinião consistente sobre o tema e evitar o retrocesso das leis.

Os jornalistas fazem a ponte entre as informações legais e a apresentação de dados mais claros para o entendimento do público. Eles acompanham o andamento dos projetos de lei e repassam as informações de forma mais didática.

Segundo Frederico, a motivação para a criação do Lei.A surgiu após o rompimento da barragem de Fundão, na cidade de Mariana, em novembro de 2015. Diante da grande quantidade de notícias produzidas naquele momento, percebeu-se um desencontro entre os dados oficiais, os estudos científicos e as informações repassadas à população. O observatório tem a função de decodificar e ampliar o entendimento sobre as questões ambientais, democratizando as informações sobre o tema: “O observatório deixa transparentes e disponíveis as leis e temas ambientais que, normalmente, não são acessados pela maioria da população, sendo um canal direto para o contato com o poder legislativo”.

Alternativas para o jornalismo local

Com base no Atlas da Notícia do Observatório da Imprensa, Adriana Garcia, diretora de Operações do Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo, publicou na edição 965 do OI o artigo Cinco possíveis saídas para o jornalismo local no Brasil.

Nele, a partir do pressuposto de que a transformação digital vai nos levar cada vez mais para o ambiente virtual, Adriana propõe cinco alternativas sobre o que poderia ser feito para garantir que o jornalismo cívico local, feito para o cidadão em sua própria região, possa resistir e se fortalecer.

“As possibilidades são muitas, os desafios também”, enfatiza. “O importante é estar ciente de que por si só o jornalismo digital não vai dar conta dos vazios informacionais do País. É preciso que haja uma política – no sentido mais amplo do termo – de conectar o olhar do grande centro com a verdade que emana das comunidades mais longínquas”.

ICFJ oferece bolsas para jornalistas da América Latina

O International Center for Journalists (ICFJ) prorrogou até 30/11 as inscrições para o programa A Digital Path for Entrepreneurship and Innovation for Latin America, que selecionará profissionais latino-americanos para uma imersão sobre conteúdo digital nos Estados Unidos. O programa vai de 23 de abril a 2 de junho.

Candidatos devem ter entre 25 e 40 anos, além de fluência no idioma inglês.

Rosenildo Ferreira vai inaugurar na Bahia aceleradora de moda, gastronomia e artes

Rosenildo Ferreira
Rosenildo Ferreira

Rosenildo Ferreira ([email protected]) está prestes a inaugurar em Salvador a Aceleradora Vale do Dendê, da qual é sócio e diretor de marketing e inovação. Mas continuará em São Paulo, cuidando do fomento às parcerias e da captação de recursos, além de seguir com o portal 1 Papo Reto e a coluna Empreendedorismo Sustentável no site da IstoÉ Dinheiro.

Ele informa que a aceleradora vai fomentar projetos inovadores nas áreas de design de moda, gastronomia e artes (literatura, música e audiovisual): “São as áreas nas quais a competitividade de Salvador é maior. Contudo, teremos contrapartidas sociais para a comunidade, com cursos/concursos (hackathons) para estudantes do ciclo médio para o desenvolvimento de aplicativos para solucionar problemas locais, ampliar a interlocução com o poder público e melhorar a qualidade da disseminação da informação e do conhecimento. Outra atividade serão as Oficinas de Jornalismo Social e Comunitário, destinadas a despertar o potencial dos jovens nessas áreas. O resultado dessas oficinas será um Guia de Atrações de cada bairro beneficiado com a dinâmica. Já contamos com patrocínio da Fundação Itaú Social e da Fundação Alphaville, além de apoio da Endless Computers e do Fundo Bemtevi de Investimentos Sociais”.

Rosenildo informa ainda estar concluindo MBA em Gestão da Comunicação e Marketing em Mídias Digitais na Faap e ter iniciado outro, na Faculdade Tecnológica de Monterrey (no sistema EaD), a convite da FEMSA, que banca um programa mundial de mestrado para jornalistas, cujo tema este ano é O jornalista da era digital como agente e líder de transformação social. “Não deixei de ser jornalista”, garante. “Ao contrário, as atividades de consultor e palestrante sobre empreendedorismo e programas de diversidade racial corporativa, além da aceleradora, são extras. Afinal, ganhar a vida só como jornalista tá difícil”.

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