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sábado, maio 2, 2026

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Correspondente paraguaio afirma que o PCC pode estar planejando ataques a outros jornalistas

Em entrevista ao Knight Center for Journalism in the Americas, o correspondente paraguaio Cándido Figueiredo, que trabalha na cidade de Pedro Juan Caballero, onde Léo Veras foi executado em 12/2, disse que a situação na região está muito tensa após o ocorrido. Segundo ele, “há rumores de que o Primeiro Comando Capital (PCC) estaria planejando ataques contra outros jornalistas”.

Figueiredo, que trabalha no maior jornal do Paraguai, o ABC Color, se disse muito abalado com a morte de Véras, com quem tinha uma grande amizade e conversava diariamente. Ele está cobrindo o assassinato, e contou que é “muito difícil escrever quando a vítima é um amigo”, denunciando a demora no avanço da investigação.

Afirmou que vive com escolta policial há 25 anos, devido a diversas ameaças que recebeu ao longo da carreira. Com o avanço do PCC, a região fica “mais perigosa”, relata: “Eles implementam o seu poder na base do medo. (…) Acho que agora estão pressionando para que a gente não publique muitas coisas sobre eles”.

Confira a entrevista completa de Cándido Figueiredo ao Knight Center.

China expulsa três jornalistas do Wall Street Journal por calúnia e racismo

Ministério das Relações Exteriores da China

O governo chinês revogou na quarta-feira (19/2) as credencias de dois repórteres e um chefe da sucursal do jornal americano Wall Street Journal no país. O motivo foi a publicação de uma coluna de opinião sobre o surto de coronavírus, considerada pelos chineses como racista e caluniosa.

O texto, publicado em 3/2, utiliza a frase “o real homem doente da Ásia”, referindo-se à China. A coluna foi assinada por Walter Russel Mead, professor da Universidade Bard (EUA), não pelos três jornalistas que foram expulsos.

O ministro das relações exteriores da China Geng Shuang afirmou que a coluna “mancha os esforços do governo chinês e das pessoas que lutam contra a epidemia”. Ele também disse que os editores “usaram um título que discrimina com base na raça, disparando indignação e condenação entre os chineses e na comunidade internacional”. Ainda segundo o comunicado, a expulsão dos jornalistas ocorreu depois que eles se recusaram a fazer um pedido de desculpas oficial e apontar os responsáveis.

Em nota, o clube de correspondentes da China declarou que a medida foi “extrema e uma tentativa óbvia das autoridades chinesas de intimidar organizações de mídia estrangeiras ao exercer vingança nos correspondentes que ficam no país”. Em outras ocasiões, a China já havia se recusado a providenciar novas credencias para jornalistas estrangeiros, mas essa foi a primeira vez que o país as revogou.

Com informações do G1.

O suicídio de Caroline Flask e a culpa da imprensa

A petição pela criação de uma lei criminalizando o assédio da imprensa

Por Luciana Gurgel, especial para o J&Cia

Luciana Gurgel

Não é de hoje que a imprensa é demonizada no embalo da comoção provocada por desgraças envolvendo celebridades. Mas o suicídio da apresentadora Caroline Flack, anunciado sábado (15/2), provocou uma avalanche sem precedentes sobre os tabloides britânicos.

Aos 40 anos, ela tinha uma existência invejável. Linda, rica, vencedora do Strikly Come Dancing em 2014 e apresentadora do popular Love Island. O castelo ruiu em dezembro, Acusada de agredir o namorado em seu apartamento, foi afastada do posto e seria julgada em março, com risco real de ser presa. Não aguentou até lá.

Desde as primeiras horas de sábado as redes sociais foram tomadas por protestos contra os tabloides, em particular o The Sun. Foram inevitáveis comparações com a decisão do casal real Harry e Meghan de se refugiar no Canadá para fugir deles.

A segunda onda foi o boicote. Muita gente compartilhou campanhas propondo não comprar jornais sensacionalistas, deixar de segui-los nas redes sociais e desinstalar os aplicativos. Uma petição requerendo a passagem de uma lei apelidada de “Caroline’s Law”, tornando crime o assédio de uma pessoa pela imprensa, recebeu mais de 700 mil assinaturas em três dias.

Na mira dos protestos não estão somente os títulos, mas também seus jornalistas, muitos atacados pelas redes sociais. Uma situação que está virando rotina, a ponto de o International Press Institute ter criado um protocolo para as redações lidarem com assédio contra seus profissionais. São quatro etapas a serem seguidas pelos gestores de organizações de mídia que tenham sua gente sob ameaça online.

A culpa é só da Imprensa? – Depois que os ânimos serenarem, será hora de discutir em profundidade as responsabilidades. A imprensa é a única culpada pelo ato da apresentadora?

Para começar, os jornais não inventaram nada. Nem usaram meios escusos para ter acesso a informações particulares. O namorado agredido chamou a polícia, que ao chegar encontrou-o sangrando. O processo foi aberto pelo CPS (Crown Prosecution Service) porque o fato era público, mas ele também está sendo criticado por supostamente estar planejando um julgamento-espetáculo.

A notícia não ficou restrita aos tabloides. Toda a imprensa vem cobrindo o caso. Mesmo quem não compra esses jornais viu Caroline Flack deixando a corte depois de indiciada.

E não se pode esquecer das mídias sociais. O massacre que ela sofreu não foi apenas pelos tabloides, mas sobretudo pelas redes, esse território desregulado em que todos (inclusive anônimos) podem expressar opiniões, disseminar memes ferozes e agredir diretamente, dispensando jornais como intermediários.

Por coincidência, saiu na semana passada uma proposta preliminar sobre a regulação das plataformas digitais no Reino Unido, muito aguardada como resultado do Relatório Cairncross, sobre o qual falamos aqui há exatamente um ano (J&Cia 1.192, pág. 21). A impressão foi de que a montanha pariu um rato. Não foi confirmada a ideia inicial de se criar um organismo dedicado a fiscalizar conteúdo ofensivo, nem punições efetivas para as empresas que permitem sua propagação.

ITV na berlinda – Os holofotes estão se voltando também para os programas que expõem pessoas em situação de estresse ou humilhação. Trata-se do terceiro suicídio relacionado ao Love Island, da ITV, em 20 meses. E em 2019 ano o apresentador Jeremy Kyle, da mesma emissora, foi afastado porque um participante de seu show tirou a própria vida depois de submetido a um detector de mentiras para responder sobre traição conjugal.

Programas assim sempre existiram. Mas a combinação com as mídias sociais, em que pessoas podem se unir para atacar um indivíduo ali exposto, amplifica o impacto e está se revelando capaz de criar condições para atos extremos.

Dymond, o personagem do programa de Kyle, era um anônimo sem recursos. Flack era uma famosa com assessores e advogados. Mas ambos sucumbiram a esse coquetel fatal. No caso dela, com o agravante do pavor de ser mandada para trás das grades.

Parece haver mais culpas nessas histórias do que apenas a da imprensa, ainda que os tabloides mereçam uma uma revisão em suas práticas.

Claudia Daré e Roger Darashah fundam a Latin Intersect PR

Claudia Daré e Roger Darashah

Claudia Daré e Roger Darashah associaram-se para lançar, no Brasil, com abrangência para toda a América Latina, a Latin Intersect PR, que vai atuar prioritariamente com consultoria de imagem, desenvolvimento de estratégias e planos de comunicação e relações públicas para organizações de todo o continente.

Cláudia e Roger conheceram-se em 2015, na Edelman, oportunidade em que desenvolveram projetos para América Latina. Ela havia acabado de voltar de México e Estados Unidos, tendo ali atuado como colaboradora de Época e Valor Econômico, e ele, inglês, recém-chegara de Londres, onde era vice-diretor administrativo da Europa, para ocupar a posição de diretor global de Tecnologia e Negócios Internacionais no Brasil.

Roger teve passagens por Paris, onde liderou o escritório da Hotwire, e Londres, gerenciando programas europeus pela Weber Shandwick. E Claudia deixou a Edelman a caminho da Sherlock Communications, ali estruturando o networking e o lançamento da agência no mercado latino-americano. Os dois decidiram juntar o conhecimento da região e a experiência para atuar no continente com metodologia e crenças próprias.  “Conhecemos bem a região e nos alicerçamos com profissionais seniores para atuar na América Latina, desde o Caribe e América Central até a Argentina, passando pelas principais economias, incluindo o Brasil”, conta Claudia. “E queremos oferecer nossa parceria para agências que não tem esse networking em outros países e assim atuarmos como ponte para a região”.

“Acreditamos em um programa de relações públicas baseado em audiência, no engajamento que une as pessoas por meio de histórias, não mais com marcas e produtos”, explica Roger, que tem um livro publicado sobre o assunto – Unleashing the power of adjacency – e que pode ser acessado como e-book no site da agência.

Com sede em São Paulo, Claudia atua como diretora de toda a operação, enquanto Roger, ainda com outras atuações na Índia, onde vive atualmente, é, por enquanto, fundador não executivo da agência.

Intervozes entra com representação no MPF contra a Record TV

Momento em que Andreia, mãe da jovem Marcela, descobre que a filha foi assassinada

Decisão ocorreu após o Cidade Alerta, apresentado por Luiz Bacci, informar ao vivo a uma mãe o assassinato de sua filha

O Coletivo Intervozes, organização que trabalha pela efetivação do direito humano à comunicação no Brasil, apresentou nessa terça-feira (18/2) à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal, um requerimento de providências legais para a responsabilização da Record TV por desrespeito e inadequação da emissora às normas vigentes para a radiodifusão brasileira e aos direitos humanos, em âmbito nacional e internacional, durante transmissão do programa Cidade Alerta na segunda-feira (17/2).

O caso que levou à representação diz respeito ao assassinato da jovem Marcela, que estava desaparecida desde o dia 8/2, e que foi comunicado ao vivo à mãe da jovem pelo programa da Record, comandado por Luiz Bacci. Em uma conversa que envolveu o apresentador, a mãe de Marcela e o advogado do namorado da jovem assassinada, até então suspeito do crime, o profissional responsável pela defesa do rapaz informou que ele havia confessado o crime.

A reação de Andreia (que chegou a desmaiar ao saber, em cadeia nacional, do ocorrido), foi transmitida pela emissora por cerca de 20 segundos. A transmissão só foi interrompida quando a mãe da vítima acordou do desmaio e começou a gritar.

Momento em que Andreia, mãe da jovem Marcela, descobre que a filha foi assassinada

O chamado “Caso Marcela”, sobre o desaparecimento da jovem, grávida, vinha sendo explorado pelo programa desde 11 de fevereiro. O episódio ocorrido na segunda-feira foi a quarta abordagem do caso no Cidade Alerta.

A representação ao MPF ressalta que a Record TV, concessionária de um serviço público, fere a Constituição Federal em relação ao direito à privacidade, à imagem e à intimidade dos indivíduos, bem como os valores éticos e sociais da pessoa e da família. Lembra, também, que a Carta Magna veda a veiculação de conteúdos que violem os direitos humanos e façam apologia à violência.

Em 2015, o Intervozes lançou a campanha Mídia sem Violações com o objetivo de receber denúncias de casos de violação de direitos na rádio e televisão brasileiras. À época, o programa Cidade Alerta já era campeão em violações e ocupava o primeiro lugar no Ranking de Violações de Direitos Humanos na tevê aberta.

MPF lança ferramenta para facilitar contatos da imprensa

O Ministério Público Federal (MPF) lançou há uma semana o Sistema de Atendimento a Jornalistas (SAJ), ferramenta que busca facilitar o contato da imprensa com a instituição. A partir de agora, repórteres que queiram solicitar informações ao MPF precisam apenas acessar http://saj.mpf.mp.br de qualquer dispositivo conectado à internet, inclusive celulares.

Não é mais necessário saber de antemão o telefone ou o e-mail da Secretaria de Comunicação Social ou de uma das 32 Assessorias de Comunicação do MPF espalhadas pelo País. Todas essas informações estão no sistema, além de breves explicações sobre as atribuições de cada unidade do MPF, o que auxilia o jornalista a saber a quem procurar.

Outra vantagem, segundo a entidade, é que o próprio jornalista cadastrará suas informações de contato na base de dados que gera o mailing, utilizado nas divulgações feitas pelo Ministério Público Federal. Com isso, caso o repórter mude de e-mail, de número de telefone ou até mesmo passe a trabalhar em outro veículo, basta fazer a atualização no SAJ para continuar recebendo as publicações.

“No painel de estatísticas, será possível, por exemplo, com poucos cliques, descobrir qual a temática mais procurada pelos repórteres, um tipo de informação gerencial valiosa para gestores públicos”, explica Gabriela Brunelli, gerente substituta do projeto de desenvolvimento do SAJ. “Se grande parte da procura é voltada para crimes eleitorais, podemos oferecer uma capacitação específica aos assessores de comunicação”.

Jornalistas que tenham alguma dúvida sobre o sistema podem procurar qualquer uma das assessorias de comunicação do MPF.

Morre em SP Luis Alberto Volpe

Luis Alberto Volpe

Luis Alberto Volpe, ex-apresentador da ESPN Brasil, morreu na noite dessa terça-feira (18/2), aos 67 anos, em São Paulo. A causa da morte não foi divulgada. O velório ocorreu durante a manhã desta quarta-feira (19/2), no cemitério do Araçá. O enterro será em Sertãozinho, no interior de São Paulo, terra natal de Volpe.

O ex-apresentador recebeu homenagens de colegas e das emissoras por onde passou. O programa Sportscenter, da ESPN Brasil, exibiu um vídeo em homenagem a ele, figura extremamente importante na história da emissora, onde trabalhou por 20 anos. Ele também teve passagens por Rede Globo, SBT, TV Cultura e Rádio Globo.

José Trajano, grande amigo de Volpe, disse que ele era “o maior locutor de off de matérias especiais e documentários de todos os tempos”.

Record TV é tricampeã do Prêmio Rei da Espanha

Da esquerda para a direita: Rafael Ramos, Renata Garofano, Romeu Piccoli, Gustavo Costa Pablo Toledo, Natália Florentino e Mateus Munin. Foto: Antonio Chahestian/Divulgação Record TV

A Record TV ganhou na semana passada o Prêmio Internacional de Jornalismo Rei da Espanha na categoria Televisão pela série especial A Besta – Episódio 1 e Episódio Final. Esta é a terceira vez que a emissora leva o prêmio nessa categoria.

A reportagem, exibida orginalmente no Câmera Record, aborda o tema da imigração irregular nos Estados Unidos, mostrando o drama de famílias que tentam atravessar a América Central e chegar ao país norte-americano por meio do trem la bestia, conhecido como “trem da morte”, cujo trajeto é extremamente perigoso: segundo a reportagem, por ano, mais de mil pessoas são mortas ou mutiladas.

A equipe da série especial foi composta por Fabiana Vilella, Gustavo Costa, Henrique Beirangê, Mateus Munin, Michel Mendes, Natália Florentino, Pablo Toledo, Rafael Gomide, Rafael Ramos, Renata Garofano e Romeu Piccoli.

Com insinuação sexual, Bolsonaro insulta Patrícia Campos Mello

O presidente Jair Bolsonaro insultou nesta terça-feira, em frente ao Palácio da Alvorada, a jornalista da Folha de S.Paulo Patrícia Campos Mello, enquanto comentava a polêmica do falso testemunho de Hans River na CPMI das Fake News. Com insinuações de cunho sexual, Bolsonaro disse que a repórter “queria um furo, queria dar o furo a qualquer preço contra mim”. Ele também comentou que em outro depoimento de Hans, ocorrido em 2018, é possível ver “o assédio da jornalista em cima dele”.

O ex-funcionário da empresa Yacows, Hans River, foi uma das fontes ouvidas por Patrícia em sua reportagem que denunciava um investimento milionário por parte de empresas apoiadoras do então candidato Jair Bolsonaro em mensagens contra o PT via WhatsApp, ação proibida pela Justiça Eleitoral. Intimado a depor à CPMI das Fake News, Hans afirmou que a repórter especial da Folha “deu em cima” dele para obter informações.

Em reportagem publicada posteriormente, a Folha de S.Paulo revelou as conversas entre Patrícia e Hans, que desmentiram o depoimento dele. Em uma das mensagens, é possível ver que foi o ex-funcionário que convidou a repórter para um show.

A Associação Nacional de Editores e Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiaram as falas de Bolsonaro. Em nota, as entidades afirmaram que “as insinuações do presidente buscam desqualificar o livre exercício do jornalismo e confundir a opinião pública”, e que ele “se aproveita da presença de uma claque para atacar jornalistas, cujo trabalho é essencial para a sociedade e a preservação da democracia”.

Abril faz cortes pontuais, mas nega rumores de fechamento da gráfica

Sede da Editora Abril
Abril na Marginal Tietê – Crédito Onildo Lima

Última atualização: 18/2, às 20h52

A Editora Abril promoveu alguns cortes na última sexta-feira (14/2). Segundo apurou este Portal dos Jornalistas, as demissões foram concentradas, principalmente, em alguns cargos de liderança. Segundo a assessoria de imprensa do Grupo, as mudanças foram pontuais e “fazem parte de um processo natural de promoção de novos talentos”.

Do Jornalismo, deixaram a casa a diretora de Redação do Núcleo Digital de Viagem e Turismo e Guia do Estudante Angélica Santa Cruz, o redator-chefe da Quatro Rodas Zeca Chaves e o diretor da Capricho Thiago Theodoro.

Para o comando da Quatro Rodas foi promovido Paulo Campo Grande, editor de testes que integra a equipe desde 2000. Para a Capricho, foi promovida a editora de beleza Juliana Costa, há sete anos na casa. Ambos assumirão os mesmos cargos ocupados pelos seus antecessores.

Ainda não está definido o nome do profissional – ou dos profissionais – que assumirá o Guia do Estudante e a Viagem e Turismo.

Também houve demissões, porém não em cargos de liderança, nas redações de Veja e Claudia, além de cortes nas áreas de Publicidade e Administrativa.

Fim da gráfica?

Outro impacto das recentes mudanças na Abril, que desde agosto de 2018 está em processo de recuperação judicial, poderia ser o fechamento da gráfica. Segundo uma fonte ouvida por este Portal dos Jornalistas, o setor seria desativado até abril, quando as revistas passariam a ser impressas em uma gráfica terceirizada.

Em um primeiro contato com a assessoria de imprensa da Editora Abril, nesta segunda-feira (17/2), a reportagem foi informada que ainda não havia uma definição sobre essa decisão. Já nesta terça-feira (18/2) a agência que atende a editora informou que não há planos para o fechamento da gráfica. A conferir!

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