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A quiet shift: estudo da USC Annenberg mostra recuo no apoio público de empresas a causas sociais

(Crédito: Pollackgroup)

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

A volta de Donald Trump à Casa Branca e seu golpe mortal nas políticas DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), guerras que têm deixado marcas expostas por sua origem ou por negócios em países vivendo conflitos e a polarização que segue se alastrando pelo mundo começam a se refletir com mais intensidade nas estratégias de  comunicação corporativa. Empresas estão pausando a defesa pública de causas não relacionadas ao seu negócio.

É o que mostra a nova edição da pesquisa anual de tendências em comunicação corporativa do centro de relações públicas da USC Annenberg, escola de comunicação e jornalismo da Universidade do Sul da Califórnia. O titulo do trabalho é coerente com o momento: A quiet shift, uma mudança discreta e sem muito alarde para evitar problemas que podem custar caro – de cabeças em postos de comando a muito dinheiro de empresários e acionistas.

O estudo consolida opiniões de profissionais de RP, 82% dos EUA – parte deles com poder de decisão sobre o que as filiais em outros países comunicam –, e em algumas análises, opiniões do público geral.

Entre as conclusões principais destaca-se uma diferença de opiniões entre os que trabalham em agências e dentro de corporações. Os dois grupos estão cautelosos, mas os que atuam em empresas revelaram-se ainda mais cuidadosos com os riscos em tempos tão movediços.

Um exemplo: 41% dos profissionais de relações públicas dizem que o silêncio pode ser a estratégia de comunicação mais eficaz em um ambiente polarizado. Entre os comunicadores internos, esse número sobe para 52%.

Em um ambiente tão incerto, a percepção sobre o futuro não é otimista. Mais de dois terços dos que trabalham dentro de organizações acreditam que a função de relações públicas será reestruturada em breve.

Leia mais sobre a pesquisa e veja a íntegra do relatório em MediaTalks.


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ABCPública recebe a associada Verônica Silva

A ABCPública segue ampliando seu quadro de associados e acaba de receber a jornalista Verônica Lima Nogueira Silva, comunicadora pública na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Graduada em Jornalismo, Verônica possui mestrado em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (2008-2009) e mestrado profissional em Poder Legislativo pelo Cefor (2021-2022).

Atualmente, atua como repórter e coordenadora de programas e de relacionamento com a rede de parceiras da Rádio Câmara. Também integra o grupo de pesquisa Comunicação na Câmara dos Deputados: perspectivas após 20 anos de mídias. Em março de 2025, assumiu a direção da Rádio Câmara.

Hoje, a ABCPública reúne mais de 400 comunicadores públicos de todo o País, além de instituições e órgãos das diferentes esferas de poder — Executivo, Legislativo e Judiciário — e entidades como fundações, consolidando-se como uma das principais redes de fortalecimento da comunicação pública no Brasil.

ABCPública capacita 50 comunicadores públicos para elaborar política de comunicação

Uma oportunidade para aprender conceitos, técnicas e renovar princípios. Assim os participantes avaliaram o curso on-line “Política de Comunicação: por que e como elaborar, implementar e atualizar”, promovido pela Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) nos dias 21 e 28 de março.

Para Victor França, associado do Rio de Janeiro e autor do livro Políticas de Comunicação: Conceitos e Realidades em Universidades Federais, uma adaptação da sua tese de doutorado sobre políticas de comunicação das universidades federais, o curso foi histórico.Ministrado pelo professor Wilson da Costa Bueno, referência nacional nas áreas de comunicação pública e científica, o curso contou ainda com a discussão dos casos de formulação das políticas de comunicação. Entre eles, o da Embrapa, que criou a primeira versão da política de comunicação na década de 1990, com apoio do professor Wilson Bueno. Quem apresentou o caso foi o presidente da ABCPública, Jorge Duarte, empregado da Embrapa, que participou do processo.

“Estou fazendo mestrado em comunicação organizacional e novas tecnologias e os livros do professor Wilson e do Jorge fazem parte da minha bibliografia”, contou Cristiane Finotti, do Incra de Goiás. “Isso, eu fico muito grato de fazer parte da ABCPública, podendo interagir com  toda minha bibliografia”, concordou Paulo Fernandes.

A formação teve carga horária total de 8 horas e proporcionou uma imersão nos principais aspectos relacionados à construção e gestão de políticas de comunicação. Além do caso da Embrapa, foram apresentados os casos do Instituto Federal de Santa Catarina, por Nadia Garlet e Marcela Lin; e da Câmara dos Deputados, por Ana Marusia Lima e Cláudia Lemos.

As duas aulas impactaram os cerca de 50 participantes. “O que aprendia aqui fará a diferença na revisão da nossa Política”, destacou Ana Clara Santos Costa, de Minas Gerais. “Ficou claro que sem uma política estruturada, a comunicação tende a ser dispersa, o que compromete a clareza das informações e a relação com a sociedade”, enfatizou Janine Gonzalez de Paula Monteiro, associada à ABCPública em 2023, no estado do Mato Grosso do Sul.

Além da base conceitual, os participantes tiveram contato com métodos e etapas do processo de elaboração de políticas de comunicação, desde o diagnóstico inicial até a implementação e monitoramento.

Milena Silva, associada de Campinas (SP), resumiu no seu sentimento ao final do curso o ambiente que a Escola busca criar: “Coração reaquecido, bagagem atualizada, princípios resgatados e fortalecidos”, disse.

O curso foi o primeiro organizado pela Escola ABCPública. Para saber as próximas oportunidades de capacitação, fique de olho nas nossas redes.

Edelman Trust Barometer 2026 revela que 7 em cada 10 brasileiros hesitam em confiar em quem é diferente

A Edelman apresentou na última semana os resultados da 26ª edição da pesquisa anual de confiança, o Trust Barometer, tendo como maior revelação o substancial crescimento da insularidade, sentimento caracterizado por desinteresse e desconfiança de pessoas com ideias e princípios alheios aos seus.

No Brasil, em média, segundo o estudo, 7 em cada 10 entrevistados hesitam ou estão pouco dispostos a confiar em alguém com valores, fontes de informação, abordagens para problemas sociais ou origens diferentes dos seus. “À medida que a ansiedade econômica, as tensões geopolíticas e as transformações tecnológicas se intensificam, os indivíduos tendem a se fechar em círculos mais próximos, desconfiando de grandes instituições e buscando segurança em ambientes familiares”, assinala o documento.

Ainda por aqui, despontam como instituições mais confiáveis o meu empregador (80% entre os empregados) e as empresas (67% entre a população geral). Outra revelação importante para o ambiente do jornalismo é que, em 2026, a mídia não é mais alvo de desconfiança, tendo passado para o patamar da neutralidade (52%), ao lado das ONGs (58%), enquanto o governo segue como a única instituição não confiável (45%). No índice geral (média da porcentagem da confiança em empresas, governo, mídia e ONGs), o País permanece na faixa da neutralidade (56).

Segundo análise dos organizadores, o avanço da insularidade fortalece o nacionalismo, tornando mais difícil para multinacionais competirem com empresas locais, o que pode ser inferido dos índices obtidos: “No Brasil, empresas nacionais são 7 pontos mais confiáveis do que as estrangeiras, e 25% dos brasileiros apoiariam a redução do número de empresas estrangeiras atuando no País, mesmo que isso significasse preços mais altos”.

Ana Julião

“Esse movimento do ‘nós’ para o ‘eu’ não é novo”, afirma Ana Julião, gerente-geral da Edelman Brasil. “Para se proteger do medo, as pessoas estão se retraindo, encolhendo-se, e evitam o diálogo, deixando de ouvir perspectivas divergentes e de aprender com o diferente”.

Outra conclusão do estudo aponta que as tensões geopolíticas também impactam diretamente o ambiente de trabalho. “No Brasil”, assinala o documento, “71% dos empregados dizem estar preocupados com os efeitos de conflitos comerciais e tarifas sobre suas empresas, enquanto 74% temem perder o emprego diante de uma possível recessão, ambos atingindo níveis recordes. Esse cenário também afeta as relações dentro das empresas. Quarenta e um por cento dos empregados brasileiros afirmam que prefeririam mudar de departamento a reportar para um gestor com valores diferentes dos seus, enquanto 28% dizem que se esforçariam menos em um projeto liderado por alguém com crenças políticas distintas”.

Para combater a insularidade, o Edelman Trust Barometer 2026 apresenta o conceito de brokering de confiança – um conjunto de práticas e comportamentos que buscam facilitar a construção de confiança entre pessoas e grupos com visões diferentes. Esse papel pode ser exercido por indivíduos, empresas ou organizações confiáveis por grupos distintos envolvidos em um mesmo problema.

“No Brasil”, assinala o documento, “79% dos entrevistados acreditam que o governo tem grande responsabilidade em promover essa mediação, mas apenas 30% consideram que ele desempenha bem esse papel. Já a figura do meu empregador surge como a instituição mais bem posicionada para promover a construção de confiança: 70% dos empregados no País acreditam que eles têm obrigação de reduzir as divisões e facilitar a construção da confiança entre grupos distintos, e 47% acreditam que eles estejam cumprindo esse papel de forma eficaz”.

Outros achados do Edelman Trust Barometer 2026:

  • Divisão de classe afeta a confiança: no Brasil, a diferença de confiança institucional entre grupos de alta e baixa renda é de 9 pontos – com índice de confiança de 62 entre os de renda alta e 53 entre os de renda baixa. Pela primeira vez desde 2012, nenhum dos grupos demonstra desconfiança generalizada nas instituições.
  • Países em desenvolvimento lideram em confiança: enquanto a confiança permanece estável em países desenvolvidos, ela cresce nas economias emergentes. Em 2026, o Índice de Confiança é de 66 nos países em desenvolvimento, contra 49 nos desenvolvidos.
  • Otimismo sobre o futuro permanece baixo: apenas 30% dos brasileiros acreditam que a próxima geração estará em uma situação melhor no futuro.
  • A preocupação com desinformação cresce: 69% dos brasileiros temem que outros países estejam espalhando propositalmente informações falsas na mídia nacional para intensificar divisões internas.
  • A exposição a diferentes visões políticas está diminuindo: apenas 44% dos brasileiros respondentes dizem interagir pelo menos uma vez na semana com fontes que têm inclinação política diferente da sua, com uma queda significativa de 8 pontos em comparação com o ano passado.
  • Entre aqueles com mentalidade insular, a confiança se concentra em relações próximas: entre pessoas com mentalidade insular, apenas “meu CEO” é visto como confiável (65% entre os empregados). CEOs em geral (52% entre a população em geral) e vizinhos (50%) aparecem no patamar da neutralidade, enquanto jornalistas (49%) e autoridades governamentais (37%) não são confiáveis.

O Trust Barometer foi produzido pelo Edelman Trust Institute e consistiu em entrevistas online de 30 minutos, conduzidas entre 23 de outubro e 18 de novembro de 2025. A pesquisa contou com mais de 33.000 respondentes, em 28 países. Para mais informações, clique aqui.

Heraldo Pereira deixará o Bom Dia Brasil para assumir telejornal em Brasília

Heraldo Pereira deixará o Bom Dia Brasil para assumir telejornal em Brasília

Heraldo Pereira está deixando a equipe do Bom Dia Brasil, da TV Globo, para assumir como âncora do DF1, no Distrito Federal. Ele substituirá a Fabiano Andrade, que apresenta o noticiário local desde 2023. Este passará a trabalhar como repórter especial do Jornal Nacional. A mudança, que será efetivada a partir de 23/4, foi antecipada em primeira mão pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Heraldo vinha participando do BDB com entradas ao vivo de Brasília desde 2021, comentando os bastidores da política nacional. Ele continuará a fazer parte do rodízio de apresentadores do JN, como um dos substitutos de César Tralli aos sábados e feriados.

“O DF é a minha casa”, afirmou Heraldo. “Vivo aqui há 38 anos, minhas filhas nasceram aqui e tenho um amor profundo por esse quadrado e por sua gente guerreira. Será uma enorme alegria poder falar do cotidiano dessa terra que me adotou com tanto carinho”. A Globo ainda não definiu que o substituirá no Bom Dia Brasil.

Começa o 1º turno da eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio

+Admirados da Imprensa do Agro 2025 anunciará vencedores em edição especial

Está aberta a votação para o prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026. Em sua sexta edição, a iniciativa reconhecerá os jornalistas e veículos preferidos na cobertura do setor pela avaliação dos demais colegas de profissão.

Assim como nas edições anteriores, serão dois turnos de votação. Neste primeiro, de livre indicação, os eleitores podem escolher até cinco candidatos por categoria. Os nomes mais indicados classificam-se para o segundo turno, de votação dirigida, em que os eleitores selecionarão seus favoritos ranqueando-os do 1º ao 5º colocado. Confira o regulamento geral.

Depois do sucesso da última edição do prêmio, quando o número de +Admirados Jornalistas do Ano saltou de 30 para 50, a Comissão Organizadora decidiu manter o número de homenageados, garantindo ainda mais relevância para a premiação. Além da categoria profissional, também serão reconhecidos os TOP 3 +Admirados Veículos nas categorias Agência de NotíciasÁudioCanal de VídeoPeriódico EspecializadoPrograma de TV EspecializadaPrograma de TV GeralSite/Portal e Veículo Geral.

Para participar, basta acessar o link de votação até 16 de abril, preencher um rápido cadastro e informar até cinco profissionais ou veículos por categoria.

A eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026 conta até o momento com os patrocínios de BHP, Copersucar e Syngenta, apoios de Bosch, Cargill, Elanco e Yara, e apoio institucional da Rede Agrojor.

Livro resgata história do fundador do jornal Opinião

Fernando Gasparian

Está chegando ao mercado Um homem chamado Opinião (L&PM Editores), novo livro de Márcio Pinheiro, que narra a trajetória de Fernando Gasparian (1930-2006), empresário da indústria têxtil que depois do golpe militar de 1964 foi perseguido e asfixiado economicamente pelo governo devido a suas posições liberais e acabou se exilando na Inglaterra. De volta ao Brasil no início da década de 1970, criou o semanário Opinião, que entre 1972 e 1977 seria um dos principais e mais ousados veículos da imprensa a enfrentar a ditadura e sua censura.

Marcio Pinheiro

No prefácio do livro, Marcelo Rubens Paiva destaca: “A comparação com o Pasquim – mais representativo e bem-sucedido editorialmente entre os símbolos da imprensa alternativa – é tão óbvia quanto natural. Porém, ao contrário do irmão mais velho e mais escrachado, o jornal Opinião, desde o seu lançamento, veio para ocupar uma faixa própria, deixando bem claro o que o aproximava e o que o distanciava dos demais jornais”.

O autor, Márcio Pinheiro, vale lembrar, também escreveu Rato de redação: Sig e a história do Pasquim (Matrix).

BM&C News anuncia Paula Moraes como nova CEO e publisher

A BM&C News, veículo especializado em mercado financeiro, política e negócios, anunciou Paula Moraes como sua nova CEO e publisher. Com a mudança, Luiz Messici passa a atuar como chairman da empresa. As novidades fazem parte de uma nova etapa da BM&C News, visando a expansão do negocio.

Na prática, Paula passa a atuar com foco na operação do canal, trabalhando também o relacionamento da emissora com o mercado e o desenvolvimento de novas frentes de negócio. E Luiz será responsável direto pela visão estratégica e posicionamento da companhia. A ideia é, nos próximos meses, consolidar a audiência qualificada, aprofundar a monetização do ecossistema BM&C e expandir institucionalmente a marca por meio de novos produtos, formatos e projetos estratégicos.

Paula é uma das fundadoras da BM&C News, tendo atuado como âncora do canal, entrevistando personalidades do mundo da economia e dos negócios. Antes, trabalhou por mais de 11 anos no jornalismo da RecordTV, atuando como apresentadora, repórter e correspondente internacional em Nova York, nos Estados Unidos. E Luiz, também fundador da BM&C News, ao lado de Paula, atuou como CEO e presidente do conselho da empresa. Foi também diretor do InfoMoney, de 2014 a 2017.

Com vocês, os +Admirados da Imprensa Automotiva 2026!

Último dia para escolher os +Admirados da Imprensa Automotiva 2025

Em uma de suas edições mais disputadas dos últimos anos, o prêmio +Admirados da Imprensa Automotiva anuncia em primeira mão nesta edição especial, os 39 jornalistas e 12 veículos vencedores de 2026. A disputa foi tão intensa que a Comissão Organizadora do prêmio decidiu ampliar de 25 para 30 o número de profissionais homenageados entre os +Admirados Jornalistas do Ano.

“É um prêmio que vem crescendo ano após ano e atraindo cada vez mais a atenção dos profissionais e das marcas que fazem deste um setor tão competitivo”, destaca Vinicius Ribeiro, diretor de Projetos da Jornalistas Editora e responsável pela Comissão Organizadora do prêmio. “Foi um movimento natural de crescimento, que já adotamos em outras premiações da série +Admirados e que, graças ao apoio de nossos patrocinadores, também chegou para destacar ainda mais o trabalho dos jornalistas da área”.

Dentre os profissionais, destaque para o excelente desempenho das mulheres, especialmente em um setor que ainda registra predominância masculina. Dos 39 profissionais homenageados, 14 são mulheres. Elas também dominaram as categorias especiais, estando presentes em todas, sendo maioria entre os Jornalistas Especializados em Duas Rodas e Jornalistas Especializados em Veículos Comerciais, e ocupando as primeiras posições na recém-criada categoria Jornalistas Especializados em Negócios Automotivos.

Igualmente foram três entre quatro dos profissionais homenageados em outra categoria que não os TOP 30: Andrea Ramos (Vozes do Transporte), em Jornalistas Especializados em Veículos Comerciais, e Alzira Rodrigues (AutoIndústria) e Giovanna Riato (Jornal do Carro), em Jornalistas Especializados na Cobertura Automotiva. Entre os homens, aparece o campeão geral de 2025 Boris Feldman (AutoPapo), que também está concorrendo em Colunista.

Nas categorias dedicadas às publicações, o destaque ficou para a marca Autoesporte, que terá produtos seus homenageados em três categorias: Áudio, com CBN Autoesporte, e em Periódico e Site/Portal, com as versões digital e impressa da Autoesporte. Curiosamente, seu “coirmão”, o programa Auto Esporte, da TV Globo, também está novamente entre os três vencedores da categoria Vídeo.

Na cerimônia de premiação, marcada para 11 de maio, em São Paulo, além das homenagens a todos os vencedores, serão conhecidos os TOP 5 +Admirados Jornalistas do Ano e o primeiro colocado de cada uma das oito categorias temáticas.

Koichiro Matsuo receberá Troféu Luiz Carlos Secco – Pelo terceiro ano consecutivo a Comissão Organizadora da eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva homenageará um profissional do setor com o Troféu de Contribuição à Imprensa. Desta vez o prêmio especial será concedido a Koichiro Matsuo, que fundou e dirige há mais de 40 anos a Textofinal de Comunicação.

Criada em 2024, a primeira edição do Troféu foi entregue a Luiz Carlos Secco. Após a morte dele, em janeiro de 2025, o prêmio foi rebatizado e ganhou seu nome. A primeira homenageada no ano passado, já com a nova denominação, foi Alzira Rodrigues, cofundadora e diretora do portal AutoIndústria.

A eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva 2026 conta com os patrocínios de Bosch, Ford, Honda, Renault e Volkswagen Caminhões e Ônibus, os apoios de Pirelli, Volkswagen, Portal dos Jornalistas e PressID, a colaboração da Scania e o apoio institucional da Abraciclo.

Confira a lista completa dos vencedores.

Carro Esporte Clube celebra dez anos de estrada

O Carro Esporte Clube, projeto criado por Thiago Ventura, completou 10 anos de atividade no último sábado (21/3). O canal nasceu com a proposta de produzir conteúdo independente, com foco no consumidor e linguagem simples, aproximando o público das informações sobre carros, mobilidade e trânsito.

Atualmente, a plataforma conta com conteúdo veiculado em site, YouTube, redes sociais, que, somadas, ultrapassam 500 mil seguidores; e em rádio, na América FM 107,1, de Belo Horizonte, com uma coluna semanal.

Thiago Ventura, criador do Carro Esporte Clube

“Desde o início, a ideia foi construir um canal de jornalismo automotivo independente, com linguagem direta e foco no consumidor. Chegar aos 10 anos mostra que existe espaço para um conteúdo especializado, mas que conversa de forma simples com quem gosta de carro”, afirma Thiago Ventura, que ao longo de sua carreira também acumula passagens por Estado de Minas, portal Vrum, TV Alterosa e DomTotal, e atualmente colabora com noticiário automotivo para a CNN Brasil e TV Bandeirantes.

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