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Angela Klinke reforçará a equipe do NeoFeed

Angela Klinke
Angela Klinke

O NeoFeed, plataforma especializada em economia, empreendedorismo e transformação digital, reforçará a sua equipe com a chegada de Angela Klinke. Ela estreia em janeiro, quando passará a cuidar de uma nova área da publicação dedicada à temas sobre cultura, arte, comportamento, bem-estar e opinião.

“A Angela é uma referência no mercado e trará uma grande experiência ao nosso time”, destaca Carlos Sambrana, co-fundador da plataforma ao lado de Ralphe Manzoni Jr.. “Estamos cada vez mais nos consolidando como um veículo de negócios de primeira linha, com ótima aceitação pelo público, e que agora irá criar algo novo, trazendo novas opções de conteúdo para nossos leitores”.

Profissional com mais de 30 anos de carreira, Angela passou pelas redações de O Globo, IstoÉ, Caras, Veja, Playboy e Valor Econômico, atuando como editora, colunista e articulista. É autora do romance Luxo e Crime (2012) e organizadora de À mesa com o Valor, livro lançado em 2015 para celebrar os 15 anos do Valor Econômico. Nos últimos três anos vinha atuando em agências de Comunicação.

Angela Klinke
Angela Klinke

“Estou adorando essa oportunidade”, comemora Angela Klinke. “Será a primeira vez que vou trabalhar em um veículo nativo digital. Passei por várias redações tradicionais, inclusive com suas áreas digitais, mas essa será a primeira em uma startup independente. E o NeoFeed tem ainda outro ponto que eu considero muito empolgante, que é o fato de ter se tornado um sucesso a partir do esforço de dois jornalistas, que colocam o Jornalismo como protagonista. É um veículo que representa o futuro e eu espero contribuir muito nessa nova fase”.

Globo tem 17 mil processos de ex-funcionários, diz levantamento

Levantamento elaborado pelo Notícias da TV (UOL) nos últimos 45 dias revelou que a Globo viu explodir o número de disputas judiciais trabalhistas: São mais de 17 mil processos, da Justiça do Trabalho e da esfera cível, sendo a grande maioria de ex-funcionários de diversas áreas da emissora.

Segundo a pesquisa, os processos aumentaram após a implementação do projeto Uma só Globo, que unificou as empresas do grupo. Desde 2017, quando a iniciativa teve início, foram mais de 4 mil novas ações protocoladas por ex-funcionários. O pedido mais frequente nas ações é de comprovação de vínculo empregatício para contratados como Pessoa Jurídica (PJ).

Muitos dos processos alegam acúmulo de funções, em especial no Jornalismo: PJs contratados como repórteres ou editores, por exemplo, alegam que trabalharam também em outras funções sem ganhar a mais por isso.

Segundo o Notícias da TV, a maioria dos casos deve ser julgada nos próximos dois anos, o que pode gerar uma dor de cabeça para a emissora. O advogado trabalhista Juliano Santana disse ao site que “a quantidade de processos impressiona até mesmo para uma empresa do tamanho da Globo. A depender do número de condenações, a empresa precisa se preparar e equalizar gastos para cumprir os seus compromissos”.

Procurada pela reportagem, a Globo declarou que não comenta detalhes sobre processos judiciais e que o volume de ações “é compatível com o tamanho da empresa e que o acompanhamento das contingências é feito seguindo as melhores práticas do mercado”.

Repórter mostra o próprio tratamento de Parkinson em reportagem

Repórter mostra o próprio tratamento de Parkinson em reportagem

André Tal, repórter da Record TV, revelou no programa Domingo Espetacular que há anos sofre do mal de Parkinson, e mostrou em reportagem um tratamento experimental nos Estados Unidos ao qual se submeteu. “Repórter e paciente”, explicou a emissora.

André contou que decidiu tornar pública a situação devido ao avanço dos sintomas, que não podiam mais ser escondidos: “As pessoas estavam perguntando cada vez mais e esconder é um gasto enorme de energia, uma energia que eu deixo de usar para me superar. Mas a decisão também foi para poder servir de exemplo a outras pessoas, para que elas se sintam representadas diante de doenças e dificuldades”.

O repórter contou como foi o processo de descoberta da doença e a tentativa de esconder o diagnóstico. Ele seguiu atuando como repórter da Record em vários trabalhos, incluindo alguns no exterior.

“É uma doença que avançou rápido. Por mais que eu estivesse trabalhando, fazendo tudo, por dentro eu sentia muito, agora sinto muito menos, mas quero sentir menos ainda”, disse.

O tratamento fez com que a intensidade dos sintomas diminuísse, e André conta que a expectativa é avançar ainda mais, com outras sessões no próximo ano. O repórter recebeu diversas mensagens de carinho e apoio nas redes sociais por abordar a doença.

SAE Brasil de Jornalismo anuncia vencedores

Com tricampeonato de Rafaela Borges e “bi” de Isadora Carvalho, prêmio consolida força feminina no setor automotivo

Foram anunciados nessa quinta-feira (1º/12) os vencedores do 15º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo. A iniciativa reconheceu reportagens sobre temas relativos à tecnologia da mobilidade nos modais rodoviário, urbano, aéreo, aquaviário e ferroviário.

Pelo segundo ano consecutivo, Rafaela Borges, colunista e colaboradora do UOL Carros, foi a vencedora da categoria Mídia Eletrônica, desta vez com a reportagem Design do Futuro. O trabalho abordou como o visual dos carros mudará nos próximos anos e que as maiores revoluções devem ocorrer do lado de dentro dos veículos.

É a terceira vez que ela vence uma das categorias do concurso, que completou 15 anos em 2021. Além do reconhecimento em 2020, já havia faturado o primeiro lugar na categoria Mídia Impressa em 2018, quando atuava pelo Jornal do Carro/Estadão. Com isso, torna-se, ao lado de Pedro Kutney e Gustavo Henrique Ruffo, a jornalista com mais troféus da competição.

“Contar histórias que façam a diferença para a sociedade é o papel do jornalista, e receber um reconhecimento como o Prêmio SAE é muito gratificante”, comenta Rafaela. “Agradeço à SAE pelo incentivo, aos jurados e ao Daniel Neves e toda a equipe de UOL Carros e UOL. Minha parceria com o portal e a confiança depositada em meu trabalho me dão espaço para buscar grandes histórias”.

Na mesma categoria receberam Menção Honrosa as reportagens As surpresas de dirigir um carro elétrico pela primeira vez, de Renan Bandeira, para o Mobiauto, e Viajamos 1.200km de carro elétrico: os desafios, as vantagens e o custo de enfrentar um Brasil atrasado, de Rodrigo Ribeiro, para o site da Autoesporte. Já os destaques foram para Agropecuária é fundamental para interiorizar uso do biogás no país, de Raphael Salomão e Alana Fraga, para o site da Globo Rural, e Cerco ao carro a gasolina cresce no mundo e pressiona petroleiras, de Cleide Silva, para o Estadão.com.

Quem também se sagrou bicampeã, porém não de maneira consecutiva, foi Isadora Carvalho, da Quatro Rodas, na categoria Video. Ela, que já havia ganhado a mesma categoria em 2019, repetiu a dose neste ano com a reportagem Tesla Model 3 é um celular sobre rodas que dirige sozinho?. O trabalho, publicado no canal da publicação no YouTube, mostrou como é ser guiado pelo modelo 100% elétrico.

“Ganhar esse prêmio é extremamente gratificante e é o verdadeiro reconhecimento do nosso trabalho”, comemora Isadora. “Voltei para Quatro Rodas em julho do ano passado e encarei o desafio de assumir a coordenação de conteúdo do canal do Youtube; e após um ano e meio ganhar o primeiro lugar na premiação mais importante do jornalismo automotivo me deixa realmente orgulhosa e feliz com a qualidade do conteúdo que estamos entregando. E nada disso seria possível sem uma equipe talentosa, competente e comprometida, obrigada a todos”.

As menções honrosas em vídeo foram para André Paixão, do canal Primeira Marcha, pela videorreportagem Dá pra viajar com carro elétrico? Andamos até a bateria quase acabar, e para Darlan Helder dos Santos, do Tecnoblog, pelo vídeo Onde estão os carros autônomos que nos prometeram?. Os destaques foram para Daniel Azevedo, do Canal Rural, pela reportagem Logística 4.0; e Henrique Rodriguez, também do canal da Quatro Rodas, com o vídeo Meteor: dirigimos o maior caminhão da Volkswagen no mundo.

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Na categoria Mídia Impressa, a reportagem vencedora foi Uma nova Era, de Edmundo Ubiratan Fernandes, para a AERO Magazine. O trabalho mostrou como, com capacidade de pousar e decolar em trajetória vertical, veículos elétricos urbanos poderão mudar a dinâmica do transporte de cargas e passageiros em grandes cidades.

As duas menções honrosas foram para Vilhena Soares Alves, do Correio Braziliense, com a série de reportagens Estradas poluentes, e para Thiago Vinholes, da revista Autoesporte, pela matéria Quem não tem carro caça com Gripen. Já os dois destaques foram para Diogo de Oliveira, do Jornal do Carro/Estadão, pela reportagem SUVs brasileiros terão futuro híbrido: HR-V, Kicks, Renegade e T-Cross eletrificados vêm ai, e para André Chiappero Schaun, também da Autoesporte, com As gigantes que movem o agronegócio!.

“Os jornalistas são responsáveis por informar os fatos ao público e o Prêmio SAE BRASIL de Jornalismo Mercedes-Benz reconhece os profissionais que se destacam na tarefa de traduzir o complexo mundo da tecnologia da mobilidade em informação de fácil compreensão. Um mérito inestimável”, destacou Camilo Adas, presidente do Conselho da SAE.

A premiação distribuiu R$ 3 mil em dinheiro para os primeiros colocados e R$ 1 mil para as menções honrosas, totalizando R$ 15 mil em prêmios. Integraram o júri desta edição os jornalistas Pedro Kutney (Automotive Business) e Kátia Penteado (GestAgro 360° e revista Máquinas & Equipamentos), além do conselheiro da SAE Brasil Everton Lopes da Silva.

Fantástico (Globo) vence prêmio internacional de jornalismo investigativo

Fantástico (Globo) vence prêmio internacional de jornalismo investigativo

O Fantástico (Globo) venceu o Prêmio Latinoamericano de Jornalismo Investigativo do Instituto Prensa y Sociedade (Ipys) com uma reportagem sobre pessoas que tiveram suas fotos colocadas de forma errada em listas de suspeitos em delegacias. A premiação ocorreu na última sexta-feira (3/12), em Canelones, no Uruguai.

A reportagem mostrou que, entre 2012 e 2020, 90 pessoas, 73 só no Rio de Janeiro, foram presas por causa de uma fotografia. Na maioria das vezes, a foto estava em um catálogo de suspeitos de uma delegacia, e não havia nenhuma outra prova contra os indivíduos. Após passarem em média nove meses na prisão, todos foram inocentados e absolvidos. A reportagem destaca também um levantamento das Defensorias Públicas que mostra que 83% das vítimas desse tipo de erro são negras.

Depois da reportagem ir ao ar, o Senado aprovou um Projeto de Lei que muda as regras no reconhecimento de suspeitos, impedindo condenações baseadas apenas no reconhecimento por foto, e tornando obrigatória a identificação presencial com pelo menos outras duas pessoas com características parecidas.

A reportagem vencedora é de Renata Ceribelli; edição de texto de Janaína Araújo; produção de Pedro Rockenbach e James Alberti; imagens de Pedro Acyr e Erick Parente; e edição de imagens de Wesley Francisco e Djavan Ferreira.

Prédio da Editora Três vai a leilão

A Editora Três, responsável pela publicação das revistas IstoÉ, Dinheiro, Rural, Menu, Motor Show, Planeta e Gente, realiza em 13/12, a partir das 10h, o leilão de seu prédio industrial de quase 130 mil m², localizado em Cajamar (SP). O lance mínimo para a compra do imóvel é de R$ 40.425.000.

O leilão do prédio, que abrigava a gráfica da empresa, servirá para quitar dívidas e está previsto no plano de recuperação judicial da editora, anunciado em abril do ano passado. A Três explicou que sofreu os impactos da crise gerada pela pandemia de Covid-19. Este é o terceiro pedido de recuperação judicial da editora. A primeira foi em 2008, e a segunda, em 2016.

Fernando Cerello, leiloeiro oficial da Mega Leilões e responsável pelo leilão do prédio em questão, disse que “o mercado editorial vinha enfrentando uma crise há muito tempo e com a pandemia isso se agravou. Vejo o leilão de imóveis e bens como uma ferramenta para a realização do ativo no âmbito da recuperação judicial. Esse imóvel da Editora Três é bem localizado e possui boa estrutura industrial, sendo uma ótima oportunidade de investimento”.

Os lances podem ser dados diretamente no site da leiloeira.

Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo anuncia vencedores

Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo anuncia vencedores

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH) anunciou os vencedores da 38ª edição do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, que valoriza trabalhos que denunciem violações dos Diretos Humanos. A premiação é feita com a colaboração da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio Grande do Sul (Arfoc-RS) e da Ordem dos Advogados do Brasil RS (OAB-RS).

Nesta edição, o prêmio teve a categoria Prêmio Especial: Pandemia Econômica, Social e Ambiental, vencida por Wagner William Knoeller, com o livro A operação secreta Etiópia-Maranhão: A guerra dos respiradores no ano da pandemia (Vestígio Editora).

Confira os vencedores das outras categorias:

 

Reportagem

Refugiados encurralados no inferno da BósniaJanaína Cesar da Silva (Projeto Colabora)

 

Televisão

A Sociedade da Intolerância – CNN Brasil

 

Rádio

Quem foi Brilhante Ustra: Sobreviventes traçam o perfil do torturador e especialistas analisam como a ditadura contaminou a democraciaTheresa Klein e Leno Falk (Agência Radioweb – RS)

 

Online

É quase escravoNaiara Hofmeister (The Intercept Brasil)

 

Documentário

A bolsa ou a vidaSilvio Tendler (Caliban Produções Cinematográficas)

 

Grande reportagem (Livro)

Dano Colareral: A intervenção dos militares na segurança públicaNatalia Viana (Agência Pública)

 

Fotografia – Troféu Paulo Dias

Solidariedade zero e pandemiaJoão Ricardo Testa de Giusti (Jornal Boca de Rua – RS)

 

Acadêmico

Epistemicídio e o apagamento estrutural do conhecimento africanoGregórie Garighan Ribeiro (Universidade Federal do RS)

 

Crônica

A Fé é mortaGeórgia Pelissaro dos Santos (Vós – RS)

Podcast traz panorama do mercado pistoleiro no Rio de Janeiro

Podcast traz panorama do mercado pistoleiro no Rio de Janeiro

Rafael Soares (O Globo) lançou o podcast Pistoleiros, disponível no Globoplay, que traz um panorama sobre o mercado pistoleiro no Rio de Janeiro e mostra como homens formados para serem “heróis” tornam-se criminosos. São cinco episódios, lançados diariamente até esta quinta-feira (9/12). O primeiro deles fala sobre a trajetória de Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco.

A produção é fruto de cerca de um ano de pesquisas, incluindo dezenas de entrevistas e análise de documentos antigos da Polícia Militar e de inquéritos arquivados. Além do podcast, Rafael publica a cada episódio uma reportagem em O Globo sobre o tema abordado.

“Em julho de 2020, apurando a trajetória na PM de Ronnie Lessa, acusado de matar Marielle, me fiz a pergunta: como o Estado passou a formar mão de obra para o crime? Essa pergunta foi o ponto de partida de Pistoleiros”, escreveu Rafael, em seu perfil no Twitter.

Em entrevista para O Globo o autor explicou que “o nosso principal objetivo sempre foi contar como o mercado dos matadores de aluguel se formou e mostrar como esses personagens foram sendo moldados com a anuência do Estado, que chegou a incentivá-los a matar, enquanto trabalhavam para as forças de segurança. Contar as suas histórias é explicar como o quadro atual da segurança pública se formou. A escolha pela política do enfrentamento trouxe resultados que podem ser vistos hoje”.

Rafael assina o roteiro, com Eduardo Araújo e Marianna Romano; a direção e montagem da produção é de Marianna Romano; pesquisa e checagem de Saulo Pereira Guimarães; coordenação de Alexandre Maron; e André Miranda e Alan Gripp são os produtores executivos.

Globo encerrará canal de TV na Europa em 31/12

Globo encerrará canal de TV na Europa em 31/12

Assinantes da Globo Internacional na Europa receberam um aviso de que o canal será desativado em 31 de dezembro. O serviço não será mais comercializado por nenhuma operadora de TV por assinatura em 43 países, com exceção de Portugal.

Em nota enviada à coluna de Maurício Stycer (UOL), a Globo explicou que o desligamento “faz parte das mudanças que visam a transformar o modelo operacional da companhia, que terá uma atuação com foco no atendimento direto ao consumidor nesse território”, e que, desde outubro, “o brasileiro expatriado já conta com uma oferta mais moderna, robusta e acessível à sua disposição através do Globoplay”. Segundo a empresa, a mudança não altera o quadro de funcionários ou representações comerciais.

Nas redes sociais, a Globo Internacional publicou um vídeo em que anuncia o fim do canal na Europa. “Atenção: A Globo vai mudar de casa na Europa. Mas não vamos dizer adeus!”, informa o vídeo, que incentiva os telespectadores da região a assinarem o Globoplay. A oferta é de um pacote com sete canais ao vivo, incluindo o canal internacional da Globo, e GNT, Viva, Multishow, GloboNews, SporTV e Premiere, além de mais de 1.000 títulos no catálogo, por 9,99 euros por mês (aproximadamente R$ 63). Para efeito de comparação, o pacote do Globoplay com todos os canais ao vivo, exceto Premiere, custa hoje cerca de R$ 43 no Brasil.

Câmara dos Deputados aprova relatório que criminaliza fake news

Câmara dos Deputados aprova relatório que criminaliza fake news

Relatório que criminaliza fake news e sugere remuneração de veículos foi aprovado nesta semana na Câmara dos Deputados pelo grupo de trabalho que analisa a legislação sobre o tema na casa. A remuneração seria aplicada a provedores, serviços de busca e redes sociais que compartilham conteúdo produzido pelos veículos, menos em casos de “simples compartilhamento de endereço de protocolo de internet do conteúdo jornalístico original”.

O deputado Orlando Silva, relator do texto, incluiu no projeto a sugestão de impedir que as plataformas retirem conteúdo publicado por parlamentares em mandato eletivo. A pena estipulada para disseminação de fake news é de um a três anos de prisão, além de multa, se o conteúdo causar dano à integridade física das pessoas ou comprometer as eleições.

O texto propõe também mudanças significativas em relação a disparos em massa de mensagens. Sugere que aplicativos como WhatsApp e Telegram sejam impedidos de realizar distribuição massiva de conteúdos ou encaminhamentos para múltiplos contatos. As regras estabelecidas seriam aplicadas a provedores de redes sociais, ferramentas de busca e de mensagens instantâneas que oferecem serviços ao público brasileiro, incluindo empresas do exterior, que tenham dez milhões de usuários registrados no Brasil.

Além disso, o projeto propõe que as redes sociais atuantes no Brasil prestem contas sobre suas operações locais a cada seis meses, identificando sempre conteúdos impulsionados e publicitários, e sendo obrigadas a identificar o que é publicidade em resultados de buscadores. Outro ponto do relatório impede a monetização de posts em redes sociais por detentores de cargos eletivos, magistrados, membros do Ministério Público, membros das Forças Armadas e militares dos Estados.

Novo encontro foi marcado para a próxima terça-feira (7/12) para os parlamentares concluírem a votação das sugestões de mudanças no relatório.

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