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domingo, agosto 1, 2021

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Entidades repudiam ataques a Schirlei Alves, do Intercept

Cerca de 50 organizações defensoras do jornalismo divulgaram nota em apoio à repórter do Intercept Brasil Schirlei Alves, vítima de inúmeros ataques nas redes após ter publicado uma reportagem sobre violência institucional e revitimização no caso Mariana Ferrer.

O comunicado ressalta que o Estado tem a “obrigação de prevenir, proteger e processar ataques contra jornalistas e defensores dos direitos humanos”, além de “atuar para que mulheres comunicadoras possam desempenhar sua profissão em segurança, contribuindo com o direito da população à informação e com debates urgentes a toda sociedade.”

Assinam a nota as seguintes entidades, por ordem alfabética: Anis – Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero; Articulação de Mulheres Brasileiras; Artigo 19; Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji); Associação Mulheres pela Paz; Católicas pelo Direito de Decidir; Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação (Cepia); Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea); Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada; Coletivo Feminino Plural; Coletivo Jornalistas Contra o Assédio; Coletivo Leila Diniz; Comissão da Mulher Advogada OAB-SP; Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM/Brasil); Coordenação Nacional de Entidades Negras (Conen);  Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio (Criar Brasil); Escreva Lola Escreva; Evangélicas pela Igualdade de Gênero; Fórum de Mulheres da Zona Oeste SP; Instituto da Mulher Negra  (Geledés); Gênero e Número; Grupo Curumim – Gestação e Parto; Instituto AzMina; Instituto Patrícia Galvão; Instituto Vladimir Herzog; Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social; Levante das Mulheres Brasileiras; Marcha das Mulheres Negras de São Paulo; Marcha Mundial das Mulheres (MMM SP); Milhas pela Vida das Mulheres; Não Me Kahlo; Nosso Instituto – Acesso, Respeito e Acolhimento; Observatório da Mulher; Portal Catarinas; Promotoras Legais Populares de São Paulo; Rede de Jornalistas e Comunicadoras com Visão de Gênero e Raça – Brasil; Rede Feminista de Ginecologistas e Obstetras; Rede Médica pelo Direito de Decidir (Global Doctors for Choice/Brasil); Rede Mulher e Mídia; Rede Nacional de Proteção a Comunicadores; Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos;  Rede de Desenvolvimento Humano (Redeh); Repórteres Sem Fronteiras; SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia; TamoJuntas; The Intercept Brasil; Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos; Think Olga; e União de Mulheres do Município de São Paulo.

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