Cartas de Jango escancaram vícios da política brasileira

A Civilização Brasileira, braço da editora Record, lança A memória e o guardião, de Juremir Machado da Silva, sobre o acervo de cartas recebidas por João Goulart no período em que ocupou a Presidência da República. Garimpando curiosidades entre quase mil itens e mais de duas mil páginas, guardados em duas malas por cinco décadas depois do golpe de 1964, escancara vícios da forma brasileira de fazer política e revela a conduta de traidores.

Juremir é escritor, tradutor, jornalista e professor universitário. Graduado em História e em Jornalismo pela PUC-RS, fez doutorado e pós-doutorado em sociologia na Université Paris V – Sorbonne, e publicou mais de 30 livros, entre ficção, ensaio e tradução. Recebeu, entre outros prêmios, o Bienal do Livro de Brasília, em 2014, por Jango, a vida e a morte no exílio; e o Associação Paulista dos Críticos de Arte, em 2018, por Raízes do conservadorismo no Brasil.

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