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sexta-feira, maio 22, 2026

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Observatório da Imprensa fará webinário sobre violência contra jornalistas

Caco Barcelos, da Globo, é agredido em manifestação no RJ. Foto: Reprodução

A violência contra os jornalistas tem assumido proporções alarmantes. Mesmo que os incidentes tenham diminuído nos últimos anos, episódios de desinformação e exposição de profissionais que estão fazendo seu trabalho, divulgadas em redes sociais constituem situações de perigo para jornalistas, especialmente os que estão em coberturas externas.

Além disso, profissionais mulheres são alvo também de violência misógina, comentários agressivos e ameaças contra sua integridade física.

Esses são alguns dos temas que serão tratados no webinário Violência contra Jornalistas, que será realizado no dia 29 de abril, quarta-feira, às 19h, ao vivo no YouTube do Projor.

Participam do debate Samira de Castro, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Nina Santos, secretária-adjunta de Políticas Digitais na Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República e integrante do Observatório de Violência contra Jornalistas e Comunicadores e Leticia Kleim, advogada e geógrafa e coordenadora jurídica da Abraji, responsável por projetos como o Programa de Proteção Legal para Jornalistas e Monitor de Assédio Judicial.

A medição é da jornalista Denize Bacoccina, editora do Observatório da Imprensa.

Workshop sobre Comunicação em situações de emergência abre 2º Seminário Mineiro de Comunicação Pública

O workshop “Comunicar em meio ao caos: estratégias de comunicação pública em situações de emergência” reuniu uma discussão sobre como órgãos públicos, empresas e equipes de resposta devem comunicar desastres e crises sem ampliar o sofrimento das vítimas. A iniciativa abriu o 2º Seminário Mineiro de Comunicação Pública na quarta-feira (22/04), das 19h30 às 21h30, e foi mediada pelo diretor regional da ABCPública em Minas Gerais, Agnaldo Montesso.

O encontro foi conduzido por Armando Medeiros de Faria, vice-presidente de Coordenação Regional da ABCPública, diretor da Conexão Pública e coordenador técnico do Projeto Legado de Brumadinho, da Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG).

A partir da experiência, o encontro defendeu protocolos centrados nas vítimas, integração entre áreas e linguagem humana, com forte ênfase em prevenção, mapeamento de risco e cuidado no pós-desastre.

Dentre os principais temas debatidos foi a centralidade das vítimas na comunicação de crise. Armando sustentou que a comunicação pública em emergências não deve priorizar reputação institucional, mas sim a dignidade de pessoas atingidas, familiares e desabrigados. Ele argumentou que, em tragédias como Brumadinho, Mariana, Santa Maria e enchentes recentes, a comunicação pode acolher, ignorar, silenciar ou até revitimizar — e que o dever principal é evitar qualquer forma de dano adicional.

A fala foi baseada na vivência com familiares e vítimas do rompimento da barragem da Vale em 25 de janeiro de 2019. Armando explicou que o trabalho com o “Legado de Brumadinho” gerou aprendizados que embasaram o guia de comunicação pública apresentado no evento, construído com escuta de familiares e atingidos, e não apenas com visão institucional.

Foi reforçado que a comunicação de emergência não acaba nos primeiros dias após o desastre. Segundo Armando, os efeitos se prolongam por anos, inclusive em luto, memória coletiva, judicialização, acolhimento e reconstrução da vida das famílias, por isso a comunicação precisa continuar após a cobertura inicial e não se limitar ao momento do evento.

Armando destacou um conjunto de premissas práticas para protocolos de crise: centralidade das vítimas e atingidos; escuta qualificada, sem julgamento; transparência ativa; rapidez com prudência; integração entre comunicação, saúde, assistência social, resgate, Defesa Civil e IML; linguagem simples e humanizada; apoio psicossocial também para equipes de linha de frente; e previsibilidade operacional com centros unificados de informação para famílias.

Armando insistiu que a gestão de crise começa muito antes da crise: com mapeamento de risco, revisão periódica de protocolos e simulações. Ele recomendou pensar os riscos por impacto e probabilidade, antecipando cenários graves e incorporando sempre o pior caso como referência de planejamento.

Outro ponto importante foi a disputa de linguagem: Armando disse que o modo como um evento é nomeado importa, porque há diferença entre fatalidade, acidente, tragédia e crime. Ele também destacou que a comunicação deve assumir responsabilidade pública, com estados, empresas e instituições reconhecendo falhas quando necessário, em vez de apenas proteger imagem.

A discussão foi enriquecida por perguntas e comentários de participantes de diferentes órgãos. Gisele Couto, da Defesa Civil estadual, trouxe a reflexão sobre como a população reage de forma diferente a conteúdos de preparação e prevenção antes da emergência, apontando a necessidade de mudança cultural e educação para risco.

O workshop concluiu que comunicar em meio ao caos exige mais do que técnica: exige responsabilidade pública, empatia, preparo institucional e compromisso com a vida humana. A principal mensagem foi que protocolos de emergência precisam nascer do risco real, ser testados antes da tragédia e sempre preservar a dignidade de quem já está em situação de vulnerabilidade.

Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde abre inscrições

Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde abre inscrições

Estão abertas até 11 de maio as inscrições para a 14ª edição do Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde, iniciativa de Roche América Latina e secretaria técnica da Fundação Gabo, que valoriza e reconhece trabalhos jornalísticos sobre saúde na América Latina, Espanha e Portugal.

Nesta edição, o prêmio terá algumas mudanças. A primeira delas é a realização simultânea das quatro categorias: Jornalismo Escrito, Audiovisual, Digital e Sonoro. Outra novidade é que, a partir deste ano, a premiação passa a exigir que os trabalhos inscritos abordem ou estejam relacionados a temas prioritários previamente estabelecidos. No caso da edição de 2026, os temas são: doenças crônicas não transmissíveis, acesso efetivo à saúde, inovação científica e saúde da mulher. E por fim, o prêmio terá um especialista em economia da saúde e sistemas sanitários no júri avaliador.

Podem ser inscritos trabalhos veiculados entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025. Cada participante poderá inscrever até dois trabalhos, sendo um individual e outro coletivo. A cerimônia de premiação será em outubro. Os vencedores de cada categoria receberão troféu, diploma e terão todas as despesas pagas para participar do Festival Gabo 2027, em Bogotá, na Colômbia.

Confira o regulamento e inscreva-se aqui.

Violência atinge mais de 1 bilhão de mulheres no mundo, mas ocupa apenas 1,3% do noticiário global, mostra estudo

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

O silêncio do noticiário contrasta com a escala da violência. Um novo relatório global mostra que, embora uma em cada três mulheres já tenha sofrido violência sexual ao longo da vida, temas como assédio, feminicídio, violência doméstica, abuso sexual, estupro, sexismo e misoginia seguem ocupando uma fatia mínima da cobertura jornalística.

O levantamento aparece no The Global Misogyny News Coverage Tracker, assinado pela pesquisadora Luba Kassova, uma das principais vozes no debate sobre mídia e gênero no mundo. O trabalho analisou 1,14 bilhão de notícias online, em 65 idiomas, publicadas entre 2017 e 2025.

Segundo o relatório, esses temas representaram apenas 1,3% do noticiário online global em 2025, o menor nível desde 2017. No pico do movimento #MeToo, em 2018, essa proporção havia chegado a 2,2%.

O estudo também aponta que a cobertura tende a tratar crimes como episódios isolados, sem conectá-los a desigualdades estruturais. Mesmo em reportagens sobre violência contra mulheres, homens continuam predominando entre as vozes citadas: entre 2017 e 2025, houve 1,5 homem citado para cada mulher. Em 2025, a proporção subiu para 1,6.

Outro dado chama atenção: enquanto a cobertura sobre misoginia e violência contra mulheres recua, as menções ao termo “ideologia de gênero”, expressão utilizada em narrativas contra a igualdade, cresceram 42 vezes no noticiário global entre 2020 e 2025. Na América do Sul, o aumento foi de seis vezes.

O relatório recomenda que redações adotem uma abordagem mais centrada nas sobreviventes, ampliem a presença de mulheres como fontes, evitem linguagem passiva e contextualizem crimes individuais dentro de sistemas mais amplos de desigualdade.

Leia mais sobre o relatório e acesse o documento em MediaTalks.


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Grupo Estado encerrará Rádio Eldorado em maio

O Grupo Estado vai encerrar em 15 de maio a Rádio Eldorado, após quase 70 anos no ar. Em comunicado publicado nesta quinta-feira (23/4), a empresa explicou que a decisão ocorre após percepções de “mudanças profundas nos hábitos de consumo de rádio” nos últimos anos. O Estadão encerrou a parceria com a Fundação Brasil 2000, detentora da frequência 107,3 FM, que era alugada pela Eldorado.

“Nos últimos anos, sobretudo após a pandemia, entretanto, observamos mudanças profundas nos hábitos de consumo de áudio. O crescimento acelerado das plataformas de streaming musical e a transformação no uso dos meios lineares têm impactado de forma estrutural o papel das rádios FM tradicionais”, escreveu o Grupo Estado, que destacou ainda que o encerramento da Eldorado faz parte de um reposicionamento estratégico da empresa com foco no aumento da presença no digital e em produções audiovisuais.

Ainda no texto, o Grupo explicou que, apesar do encerramento da operação de radiodifusão, a marca Eldorado seguirá existindo em projetos especiais e eventos. Alguns programas, como Som a Pino e Clube do Livro, serão redesenhados e adaptados para novos formatos, com foco em vídeo e digital. A empresa agradeceu aos profissionais que fizeram parte da rádio e destacou a importância da Eldorado na vida cultural de São Paulo.

Segundo apuração da Ilustrada (Folha de S.Paulo), com o fim da Eldorado, os funcionários da rádio devem ser demitidos e a frequência 107,3 FM deve ser ocupada pelo Grupo Bandeirantes, que negociou diretamente com a Fundação Brasil 2000. A reportagem da Folha ouviu de profissionais que diretores do Grupo Estado estavam acompanhando há meses as tratativas envolvendo a empresa. Ainda segundo a Folha, apesar de propostas de migração para outras frequências, o grupo optou por encerrar a rádio, sob a justificativa de que manter a emissora em outro dial elevaria os custos e não teria retorno compatível.

A Rádio Eldorado está no ar há 68 anos. Foi ao ar pela primeira vez em 4 de janeiro de 1958, com o Jornal da Eldorado. Ao longo de sua trajetória, teve outros programas marcantes em sua programação, como Um piano ao cair da tarde, Jornal de 30 Minutos, entre outros e participação de personalidades como Jô Soares, Rita Lobo e Fernanda Young

Prêmio Jatobá PR celebra 10 anos com apresentação especial no dia 27 de abril

Prêmio Jatobá PR 2024 bate recorde de inscrições e de participação

Está marcado para a próxima segunda-feira (27/4), no YouTube (canais da Mega Brasil e do Gecom), o evento de lançamento da edição 2026 do Prêmio Latino-americano de Excelência e Inovação em PR – Troféu Jatobá PR, que celebra uma década de história este ano.

Nele serão apresentadas as novidades da edição, o calendário da premiação e um histórico desses dez anos de interação direta com o mercado de PR no Brasil e na América Latina.

Iniciativa do Grupo Empresarial de Comunicação (Gecom), o Prêmio Jatobá PR foi criado em 2017 com o objetivo de valorizar a atividade de PR no Brasil e na América Latina, destacando de forma inédita tanto o mercado cliente quanto as agências de comunicação.

No caso destas, uma característica do Prêmio Jatobá PR revela o seu pioneirismo: é o único na América Latina que premia com o mesmo destaque, os mesmos certificados e os mesmos troféus as grandes agências e as agências-butique, isso porque, segundo destaca um de seus idealizadores, Eduardo Ribeiro, diretor do Gecom e deste J&Cia, “o objetivo é permitir que o enorme contingente de agências-butique existente em nosso continente tenha também a chance de ser valorizado com um prêmio de abrangência internacional. Por isso, no Jatobá, grande concorre com grande e butique com butique, e todas são premiadas em igualdade de condições”.

Quatro organizações ­– Business News, Boxnet, Jornalistas Editora e Mega Brasil Comunicação – uniram-se em 2017 para lançar e organizar o Prêmio Latino-americano de Excelência e Inovação em PR – Troféu Jatobá PR, todas elas com atuação marcante no segmento de relações públicas e comunicação corporativa.

“Ao longo dos últimos dez anos”, lembra Helio Garcia, diretor do Gecom e da Business News, “o Prêmio Jatobá PR consolidou-se como referência ao valorizar estratégias inovadoras, cases de impacto e profissionais que contribuem para a evolução da comunicação corporativa no País. A premiação tornou-se um importante termômetro das transformações do setor, acompanhando e disseminando tendências, tecnologias e novas formas de relacionamento entre marcas e públicos”.

A edição comemorativa de dez anos, conforme salienta Marco Rossi, diretor da Mega Brasil e do Gecom, “pretende reforçar esse legado, trazendo atualizações e iniciativas que ampliam ainda mais o alcance e a relevância do prêmio. Durante a transmissão, serão apresentados os detalhes da edição 2026, incluindo cronograma, critérios de participação e expectativas para o ciclo deste ano”.

“Ao completar dez anos, o Prêmio Jatobá PR reafirma seu compromisso com a valorização da comunicação estratégica e com o reconhecimento de profissionais e organizações que fazem a diferença no mercado”, destaca Thales Toffoli, que integra o board do Gecom e da Boxnet.

A cerimônia de premiação será novamente no Renaissance Hotel e está marcada para a noite de 7 de dezembro, lembra Célia Radzvilaviez, diretora da Mega Brasil e consultora do Gecom, responsável pela coordenação do evento. Ela adianta: “Será novamente uma noite com casa cheia, em especial por ser essa a 10ª edição. Quem esperar demais para reservar lugar corre o risco de ficar sem”.

Serviço

O prêmio reúne o apoio logístico de Boxnet, Business News, Jornalistas Editora e Mega Brasil Comunicação, com apoio institucional de Abracom e ABC Pública.

📅 Data: 27 de abril de 2026 (segunda-feira)
⏰ Horário: 11h
📍 Acompanhe em www.jatobapr.com.br e www.youtube.com/@MegaBrasilComunica

Diário do Comércio absorve parte da equipe da agência DC News

Associação Comercial de São Paulo lança agência de notícias DC News

A Associação Comercial de São Paulo está reaproveitando em outro veículo da casa, o site Diário do Comércio, parte da equipe da agência DC News, descontinuada no final de março.

Até o momento, dos dez profissionais que compunham o time fixo da publicação, ao menos três já foram mantidos: o editor de fotografia Andre Lessa, o videomaker Kaíque Guimarães Martins e a gerente de Comunidade Natália Dotti Forcellini, os dois últimos como freelancers. Também seguirão colaborando os colunistas Adalberto Leister FilhoAndré NavesMarcelo Candido de MeloRicardo Meirelles de FariaSandra Marchini Comodaro e Vitoria Saddi.

Dos demais membros da equipe, a repórter Anna Luiza Scudeller foi absorvida pela Tamer, agência de comunicação que era parceira do projeto, e passa a atuar como assessora de imprensa.

United Minds debate adoção de IA nas agências e lança ferramenta para gestão de mudanças

Rodolfo Araújo e Cristiane Fiorezzi

A United Minds, consultoria de transformação organizacional da Weber Shandwick, realizou em 15/4 um evento para apresentar um paper sobre os desafios, tensões e obstáculos da implementação da inteligência artificial nas agências. No encontro, que reuniu profissionais de comunicação, RH e outras áreas, a empresa discutiu temas como posicionamento, visão, horizonte, confiança e governança, que devem ser levados em consideração durante a adoção de tecnologias como a IA.

Durante o evento, Rodolfo Araújo, VP da United Minds e líder de Estratégia e Dados na Weber Shandwick, falou sobre os principais tópicos do paper, destacando a importância de se levar em conta a cultura e especificidades de cada organização na implementação desta tecnologia. O paper abordou cinco grandes tensões sobre a IA nas agências: pensar se é revolução ou evolução; se traz ganho rápido ou se será a longo prazo; substituição de profissionais por IA; governança top down ou bottom up; e o sentimento de medo x confiança em relação à tecnologia. Rodolfo conversou também com Cristiane Fiorezzi, diretora de RH para a América Latina da Otis.

Rodolfo Araújo e Cristiane Fiorezzi

Durante o evento, United Minds e Weber Shandwick apresentaram, em primeira mão, a ferramenta NAV, uma plataforma aberta que funciona como consultor de gestão de mudanças, para auxiliar na resolução de problemas dentro das organizações. Na prática, a ferramenta gera perguntas, provocações e recomendações para os usuários, com o objetivo de ajudar as empresas a resolverem questões. Ao final da interação, o NAV gera um relatório personalizado com dicas de soluções. Acesse a ferramenta aqui.

+Admirados da Imprensa do Agronegócio define finalistas de sua sexta edição

+Admirados da Imprensa do Agro 2025 anunciará vencedores em edição especial

Depois de um primeiro turno concorrido, foram definidos os jornalistas e publicações finalistas da sexta edição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio.

No total, 100 jornalistas seguem na disputa por um lugar entre os TOP 50 +Admirados do Ano, enquanto 82 publicações buscarão uma vaga entre os TOP 3 mais votados em oito categorias: Agência de Notícias, ÁudioCanal de VídeoPeriódico EspecializadoPrograma de TV Especializada, Programa de TV GeralSite/Portal e Veículo Geral.

Foi um primeiro turno marcado por um aumento na diversidade regional dos indicados. Classificaram-se profissionais de 10 estados, representando quatro regiões brasileiras – apenas a Região Norte não teve nenhum classificado. E mesmo o Estado de São Paulo, que teve o maior número de classificados, 70 no total, viu uma grande diversidade, com representantes de diversas cidades de seu interior.

Com 12 finalistas, o Rio Grande do Sul foi o segundo estado com mais classificados para a segunda fase, seguido por Distrito Federal, com seis indicações, Mato Grosso do Sul, com quatro, Mato Grosso, com três, Goiás, com duas, e Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Santa Catarina, com uma indicação cada.

“Dentre os prêmios da série +Admirados, a eleição do Agro é sempre a que consegue quebrar com mais intensidade a barreira do eixo Rio-São Paulo-Distrito Federal, e contemplar jornalistas não apenas de outros estados, mas que não atuam apenas em suas respectivas capitais”, ressalta Vinicius Ribeiro, diretor de Projetos da Jornalistas Editora e responsável pela pesquisa. “Esse é um fenômeno bastante natural para esse setor, que até por suas características de cobertura chega em áreas do Brasil que poucos jornalistas conseguem ir”.

Outro destaque ficou para a participação feminina. Elas são maioria entre os finalistas, com 54 classificadas, perante 47 homens. Vale destacar que, nas cinco edições anteriores do prêmio, as mulheres venceram em quatro oportunidades. Apenas na primeira o título foi para um representante masculino: Sidnei Maschio. Nos anos seguintes ocuparam o primeiro lugar na categoria geral para jornalistas Beatriz Gunther (2022), Renata Maron (2023) e Kelly Godoy (2024 e 2025).

2º turno começa nesta segunda-feira (20/4)

Assim como nas edições anteriores, no segundo turno da eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio os eleitores poderão selecionar os jornalistas e publicações de sua preferência, classificando-os do 1º ao 5º lugar.

Cada posição renderá uma pontuação, sendo ela de 100 pontos para cada indicação em primeiro lugar; 80 pontos, para o segundo; 65 pontos, para o terceiro; 55, para o quarto; e 50 pontos para o quinto lugar. Ao final da votação, quem somar mais pontos será eleito entre os TOP 50 +Admirados Jornalistas do Ano, ou entre os TOP 3 +Admirados Veículos em suas respectivas categorias.

Para participar, basta acessar o link de votação, preencher um rápido cadastro e informar até cinco profissionais ou veículos por categoria.

Faesp e Corteva confirmam patrocínio ao evento

A Faesp – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo e a Corteva Agriscience são as mais novas patrocinadoras da eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026. A entidade que representa e defende o setor rural paulista volta a apoiar a iniciativa, assim como já havia feito em 2023 e 2024, somando-se à empresa que oferece soluções e suporte que ajudam a controlar ervas daninhas, pestes e doenças nas plantações.

Além delas, a iniciativa conta até o momento com os patrocínios de BHP, Copersucar e Syngenta, apoios de Bosch, Cargill, Elanco e Yara, colaboração de MBRF e Press iD, e apoio institucional da Rede Agrojor.

Fariello chega a São Paulo, com escritório no Allianz Parque

A Fariello Comunicação, que tem sede em Brasília e atuação no Rio de Janeiro, está celebrando seu quarto aniversário com a inauguração de filial em São Paulo, dentro do Allianz Parque. Dois novos clientes chegaram à carteira da agência recentemente, ambos da área de infraestrutura, uma de suas especialidades: ABCR (rodovias) e ABTP (terminais portuários), que se somam a marcas como MoveInfra (logística), Abcon (saneamento), ABAR (regulação), Vports, Loft, Phytorestore, Revize, Queiroz Maluf Reis e Associação Nacional dos Auditores do Banco Central (ANBCB).

Fundada por Danilo Fariello (ex-Estadão, Valor, O Globo, BNDES e Câmara dos Deputados), tem na equipe os diretores Ana Carolina Oliveira (ex-Gazeta Mercantil, Folha de S.Paulo, Ministério de Minas e Energia, e Ministério da Economia), Fábio Aucélio (ex-Caixa, Ministério da Cidadania e Ministério da Fazenda) e Rakel Garutti (ex-CDN, CDI, Máquina, 99 e XP). A equipe conta ainda com Daniela Barbará, coordenadora do GT de RH da Abracom.

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