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segunda-feira, maio 4, 2026

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Entidades repudiam inclusão da EBC no programa de privatização do governo

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A Frente em Defesa da EBC e da Comunicação Pública, que reúne dezenas de entidades da sociedade civil e de trabalhadores da empresa, incluindo a Fenaj, repudiou em nota a intenção do presidente Bolsonaro em privatizar a EBC. Em decreto publicado em 21/5, o governo federal incluiu a EBC no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), nome adotado pela gestão Bolsonaro para seu programa de privatizações.

Segundo o texto, o decreto visa a “possibilitar a realização de estudos e a avaliação de alternativas de parceria com a iniciativa privada” e que “o prazo para conclusão dos trabalhos do Comitê Interministerial será de 180 dias, contado da data de contratação dos estudos”. Diz trecho da nota da Frente: “A qualificação, portanto, da EBC no PPI do governo federa0l, significa um desrespeito à Constituição, um ataque ao direito à informação da sociedade brasileira e uma redução da transparência do Poder Executivo. Conclamamos a sociedade a lutar conosco para reverter esta medida”.

TV Cultura promove live sobre a importância da rotina na quarentena

Mariana Kotscho e Roberta Manreza (Crédito: Nadja Kouchi)

A TV Cultura promoverá na próxima segunda-feira (1º/6) mais uma edição do Encontros Digitais Cultura, com foco nas famílias em quarentena. Desta vez, as apresentadoras Mariana Kotscho e Roberta Manreza, do Papo de Mãe, conduzirão uma live sobre a importância da rotina durante o isolamento social. As convidadas são a publicitária Patrícia Marinho e a jornalista Patrícia Camargo, mães, amigas e idealizadoras do projeto Tempojunto, um blog em que criam e sugerem tarefas e atividades para serem feitas quando a família está reunida, além de darem diversas dicas a respeito do desenvolvimento infantil e da importância das brincadeiras na vida das crianças.

O encontro digital contará ainda com a presença de Miguel Ângelo Boarati, psiquiatra da infância e da adolescência, formado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, que alertará sobre os sinais da depressão. A partir das 16h, no Facebook e no canal oficial da TV Cultura no YouTube.

Mariana e Roberta também estrearam boletins na rádio Cultura, às terças e quintas-feiras, às 11h45.

Banco de Talentos Negros visa a aumentar a diversidade nas redações

A repórter do UOL Beatriz Sanz é a idealizadora do Banco de Talentos Negros, projeto que disponibiliza currículos de profissionais negros para vagas em comunicação, aumentando as chances de inserção no mercado. Diferentemente de uma agência de empregos, o banco visa a aumentar a diversidade nas redações. Beatriz integra a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira) do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, entidade parceira do projeto.

Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), apenas cerca de 22% dos jornalistas com postos formais são negros (dados de 2015). E em São Paulo os números são ainda menores: menos de 15% dos jornalistas com carteira assinada são negros. 

A iniciativa foi inspirada em um projeto desenvolvido pela publicitária Angel Pinheiro na agência onde trabalha, também para contratação de profissionais negros. Ruam Oliveira é o jornalista que se dedica, voluntariamente, a organizar os currículos.

O acesso ao banco, disponível na plataforma Google Drive, é gratuito para candidatos e empregadores. Currículos de 11 estados mais Distrito Federal já estão cadastrados.

Com informações do Sindicato dos Jornalistas de SP.

William Bonner é alvo de campanha de intimidação

O apresentador e editor-chefe do Jornal Nacional William Bonner foi alvo de uma campanha de intimidação anônima na última semana. Ele recebeu mensagem de um telefone de Brasília que continha dados fiscais sigilosos dele e de sua família. O próprio Bonner denunciou o fato publicamente em sua conta no Twitter.

Dentre as informações, estava o uso indevido do CPF do filho do jornalista por um fraudador que inscreveu o jovem no programa de auxílio emergencial do governo a pessoas vulneráveis que perderam renda na pandemia.

Falhas no sistema de checagem do benefício tornam possível a ação de estelionatários. No caso do filho de Bonner, sua renda familiar nem permitiria a concessão do benefício, mas o site da Dataprev informava que o pedido fraudulento havia sido aprovado. Alertada por seus advogados, a Caixa suspendeu o processo de pagamento, que se daria numa conta virtual criada para o estelionatário.

Na manhã desta terça-feira (26/5) o Globo divulgou uma nota de repúdio ao caso, informando ainda que o jornalista e uma de suas filhas também receberam mensagens de WhatsApp, originadas de número telefônico com o prefixo 61, e declarou apoio da empresa na busca e na punição dos responsáveis pelo ato.

Confira a íntegra:

“A Globo repudia a campanha de intimidação que vem sofrendo o jornalista William Bonner e se solidariza com ele de forma irrestrita. Há dias, um fraudador usou de forma indevida o CPF do filho do jornalista para inscrever o jovem no programa de ajuda emergencial do governo para os mais vulneráveis da pandemia, para isso se aproveitando de falhas no sistema, que não checa na Receita Federal se pessoas sem renda são dependentes de alguém com renda, fato denunciado publicamente pelo próprio jornalista que apresentou notícia crime junto ao Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.

Agora, tanto o jornalista quando a sua filha receberam por WhatsApp em seus telefones pessoais mensagem vinda de um número de Brasília com uma lista de endereços relacionados a ele e os números de CPFs dele, de sua mulher, seus filhos, pai, mãe e irmãos, o que abre a porta para toda sorte de fraudes.

A Globo o apoiará para que os autores dessa divulgação de seus dados fiscais, protegidos pela Constituição, sejam encontrados e punidos. William Bonner é um dos mais respeitados jornalistas brasileiros e nenhuma campanha de intimidação o impedirá de continuar a fazer o seu trabalho correto e isento. Ele conta com o apoio integral da Globo e de seus colegas e está amparado pela Constituição e leis desse país.”

Websérie busca explicar para leigos o jornalismo e sua importância

O Instituto Palavra Aberta lançou a websérie Jornalismo: conhecer para defender, que conta como funciona o processo jornalístico de coberturas, desde a ideia de pauta até a veiculação do trabalho. Com cinco episódios de cinco minutos cada, o projeto explica também a importância do jornalismo e os impactos das novas tecnologias na profissão.

Ao longo da série, profissionais dão depoimentos e explicam seus cotidianos. Participam André Borges (Estadão), Antônio Gois (O Globo), Carolina Ercolin (Rádio Eldorado), Thais Folego (AzMina) e Valmir Salaro (TV Globo). Patricia Blanco, predidente do Palavra Aberta, contou ao Centro Knight que a ideia do projeto é ensinar o jornalismo para as pessoas, em uma espécie de alfabetização midiática: “Nós brincamos que queremos abrir a cozinha do jornalismo para que as pessoas possam conhecer e, a partir disso, defender o jornalismo como algo crucial para a democracia”.

O formato curto, de cinco minutos, foi escolhido para ser facilmente compartilhado em redes sociais, a fim de atingir o maior número de pessoas. A websérie foi patrocinada pelo Facebook. Confira todos os episódios no site do Palavra Aberta.

Com informações do Centro Knight.

Por falta de segurança, veículos suspendem cobertura no Palácio do Alvorada

Militantes atacaram novamente a imprensa nessa segunda-feira (25/5), em frente ao Palácio da Alvorada / Crédito: Folha

Depois de meses sofrendo ataques quase que diários na porta do Palácio do Alvorada, ora pelo presidente Jair Bolsonaro, ora por seus militantes apoiadores, ao menos cinco empresas de mídia decidiram suspender a cobertura no local, alegando falta de segurança. A decisão foi tomada inicialmente pelos grupos Globo e Folha, e depois por Band, Metropoles e Correio Braziliense.

O fato que desencadeou a decisão aconteceu na manhã dessa segunda-feira (25/5), quando um grupo de apoiadores do presidente atacou os jornalistas que esperavam para entrevistar Bolsonaro.

Diante das recentes acusações contra ele e seus familiares, Bolsonaro decidiu não conversar com a imprensa e disse apenas: “No dia em que vocês tiverem compromisso com a verdade eu falo com vocês de novo, tá ok?”. A ação teria desencadeado a revolta dos militantes. Segundo o Poder 360, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência costuma permitir a entrada de aproximadamente 30 pessoas, que ficam próximas dos jornalistas. Na manhã dessa segunda, porém, havia cerca de 60.

A Folha confirmou que só retomará a cobertura no local “depois das garantias de segurança aos profissionais por parte do Palácio do Planalto”. Já o Grupo Globo enviou carta ao ministro do GSI, general Augusto Heleno. Declarou que seus profissionais “vêm sofrendo dia a dia por parte dos militantes que ali se encontram, sem qualquer segurança para o trabalho jornalístico”.

Confira a íntegra da carta do Grupo Globo, assinada pelo vice-presidente de Relações Institucionais Paulo Tonet Camargo:

“Ao cumprimentar V.Exa., trazemos ao conhecimento desse Gabinete uma questão que envolve a segurança da cobertura jornalística no Palácio da Alvorada. É público que o Senhor Presidente da República na saída, e muitas vezes no retorno ao Palácio, desce do carro e dá entrevistas bem como cumprimenta simpatizantes. Este fato fez vários meios de comunicação deslocarem para lá equipes de reportagem no intuito de fazer a cobertura.

Entretanto são muitos os insultos e os apupos que os nossos profissionais vêm sofrendo dia a dia por parte dos militantes que ali se encontram, sem qualquer segurança para o trabalho jornalístico.

Estas agressões vêm crescendo.

Assim informamos por meio desta que a partir de hoje nossos repórteres, que têm como incumbência cobrir o Palácio da Alvorada, não mais comparecerão àquele local na parte externa destinada à imprensa.

Com a responsabilidade que temos com nossos colaboradores, e não havendo segurança para o trabalho, tivemos que tomar essa decisão.

Respeitosamente,

Paulo Tonet Camargo

Vice-Presidente de Relações Institucionais

Grupo Globo”

“A imprensa mundial é de esquerda” diz Bolsonaro

Ainda nessa segunda-feira (25/5), Bolsonaro declarou que a imprensa mundial é de esquerda. Alvo de críticas de veículos jornalísticos do exterior, ele justificou sua “imagem ruim” afirmando que a mídia global teria uma posição ideológica diferente.

“A imprensa mundial é de esquerda. O (Donald) Trump sofre muito com isso”, disse o presidente, em frente ao Palácio da Alvorada, em resposta a uma apoiadora que lhe recomendou usar a Secretaria Especial de Comunicação (Secom) para fazer propaganda positiva do Brasil.

Gideon Rachman, analista de assuntos externos do Financial Times, havia publicado na mesma segunda-feira um artigo no qual afirma que Bolsonaro está levando o Brasil ao desastre com sua condução da crise gerada pelo coronavírus: “Incentivando seus seguidores a desrespeitar os bloqueios e minando seus próprios ministros, Bolsonaro é responsável pela resposta caótica que permitiu que a pandemia saia do controle. Como resultado, os danos à saúde e à economia sofridos pelo Brasil provavelmente serão mais severos e mais profundos do que deveriam ter sido. (…) No estilo populista clássico, ele vive da política da divisão. As mortes e o desemprego causados ​​pela Covid-19 são exacerbados pela liderança de Bolsonaro”. Ele também compara o presidente a Donald Trump.

Abraji e OAB lançam convênio para segurança de jornalistas

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lançam nesta quarta-feira (27/5) a Cartilha sobre medidas legais para a proteção de jornalistas contra ameaças e assédio online. A publicação, fruto de convênio entre as duas entidades, orienta sobre a denúncia de ataques e assédio online sofridos por profissionais de imprensa.

O lançamento ocorrerá durante o webinar gratuito Liberdade de imprensa, Justiça e segurança dos jornalistas, que será realizado na própria quarta-feira (27/5), às 9h30, e que discutirá os recentes ataques direcionados a jornalistas, especialmente durante a pandemia do coronavírus. No evento será explicado como vai funcionar a orientação jurídica do convênio entre Abraji e OAB Federal.

Participarão o procurador-geral da República Augusto Aras; os ministros do STF Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes; o presidente da OAB Nacional Felipe Santa Cruz; o diretor da Faculdade de Direito da USP Floriano de Azevedo Marques Neto; o coordenador do Observatório de Liberdade de Imprensa da OAB Federal Pierpaolo Bottini; o presidente da Abraji Marcelo Träsel; e a repórter especial da Folha de S.Paulo Patricia Campos Mello.

Silvio Santos cancela exibição de SBT Brasil para não abordar reunião ministerial

Silvio Santos, dono do SBT, vetou no sábado (23/5) a exibição do SBT Brasil após reclamações do governo federal em relação à edição da sexta-feira (22/5), que abordou o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril. No lugar do telejornal, foi ao ar uma reprise do programa de entretenimento Triturando. No domingo (24/5), a emissora exibiu apenas sete minutos do vídeo da reunião, sem cortar os palavrões ditos. O vídeo foi ao ar sem qualquer aviso prévio, por volta das 19h20, após o Programa da Eliana. Depois do compacto da reunião, entrou no ar o Roda a Roda.

A atitude ganhou enorme repercussão negativa. Segundo o colunista Ricardo Feltrin (UOL), afiliadas do SBT mostraram-se irritadas com a decisão do dono da emissora. Em nota, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) repudiou a atitude, classificando-a como “censura”. A entidade reiterou que o SBT, “apesar de ser um grupo privado, opera um canal de televisão que é uma concessão pública e, portanto, está sujeito ao cumprimento de obrigações legais muito claras”. O FNDC destacou também que a decisão desrespeitou a lei, que diz que “nenhuma autoridade poderá impedir ou embaraçar a liberdade da radiodifusão”.

Fábio Faria, deputado federal pelo PSD e genro de Silvio Santos, defendeu o dono da emissora, escrevendo em suas redes sociais que “jamais houve reclamação do governo sobre a divulgação do famoso vídeo no SBT” e que Silvio Santos “jamais aceitaria qualquer tipo de interferência”.

Aberje e InspiraAgro promovem conversa sobre a comunicação do agronegócio na Covid-19

A Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) e o InspiraAgro promovem nesta terça-feira (26/5), das 17 às 18h, o webinar gratuito A Comunicação do Agronegócio em tempos de coronavírus, que debaterá como a categoria pode e deve atuar em meio à pandemia da Covid-19. A videoconferência será realizada pela plataforma Zoom.

Participarão Camila Telles, CEO da AGB Com; Hamilton dos Santos, diretor-geral da Aberje; Marcos Fava Neves, engenheiro agrônomo professor da USP e FGV; Milena Miotto, gerente de Comunicação Corporativa da Mosaic Fertilizantes; Nicholas Vital, curador do InspiraAgro; e Xico Graziano, engenheiro agrônomo e professor de MBA da FGV. Inscreva-se!

Sleeping Giants ganha força e causa prejuízo a sites que publicam fake news

Em apenas quatro dias, perfil Sleeping Giants Brasil já superou a marca de 200 mil seguidores

Criado em 2016 nos Estados Unidos com o objetivo de alertar para o risco que a reputação das marcas corria ao contratar mídia programática sem uma devida análise das páginas às quais seus anúncios eram direcionados, o movimento Sleeping Giants foi responsável por um grande impacto financeiro em publicações conhecidas por veicular fake news e conteúdo de ódio.

A estratégia era simples. A partir de uma conta no Twitter, o publicitário Matt Rivitz anexava capturas de tela e as compartilhava nas redes das marcas afetadas. Em poucos meses, o movimento foi responsável por fazer minguar grande parte do faturamento de publicações ultraconservadoras norte-americanas. Em um dos exemplos mais conhecidos, o site de extrema direita Breitbart News, que era dirigido pelo ex-estrategista de Donald Trump Steve Bannon, perdeu mais de oito milhões de euros (50,7 milhões de reais) em publicidade. O executivo revelou o valor em um no documentário The Brink, da Netflix.

“Nossa maior conquista é que os anunciantes passaram a entender que os recursos deles é que sustentam esses sites racistas, extremistas, e que essa publicidade tem enorme impacto”, disse Matt Rivitz em entrevista ao El País.

O modelo criado por ele ganhou tanta relevância que já foi replicado, a partir de células anônimas independentes, em mais de dez países, sendo o Brasil um dos mais recentes. Criado há apenas quatro dias, o Sleeping Giants Brasil está prestes a superar a marca de 200 mil seguidores e já começa a apresentar seus primeiros resultados.

Até esta quinta-feira (21/5), por exemplo, a conta já havia alertado mais de 30 empresas com publicidade veiculada no Jornal Cidade Online, portal conhecido pela propagação de notícias falsas e que que vem publicando uma série de artigos de opinião em defesa da política do uso da cloroquina para o tratamento contra a Covid-19. Ainda nessa quinta-feira, Fabio Wanjgarten, secretário de Comunicação da Presidência, saiu em defesa do jornal e criticou o Sleeping Giants.

Dentre as empresas expostas estão grandes marcas como Dell, Claro, TIM, Samsung, Americanas, Submarino, Mercado Livre, Philips, Magazine Luiza e Banco do Brasil. Curiosamente, nem os veículos de comunicação escaparam. Um dos principais alvos da imprensa na gestão Jair Bolsonaro, a Folha de S.Paulo também foi alertada por ter anúncios programáticos exibidos nessas páginas.

“Por um erro de procedimento, anúncios da Coleção Folha foram direcionados ao site de fake news Jornal da Cidade Online”, informou a Folha pelo Twitter. “Após alerta, nossa equipe de marketing suspendeu a veiculação de campanhas em sites de terceiros e está revisando os domínios bloqueados. Obrigado”.

Em resposta, algumas empresas também confirmaram a retirada dos anúncios no site após sofrerem apelo do público. “Reiteramos que não estamos atacando ninguém e queremos apenas informar as empresas que elas estão, involuntariamente, financiando os tipos de sites que tanto prejudicam o seu trabalho”, informou o administrador da página brasileira, que preferiu manter-se anônimo, em entrevista ao Notícias ao Minuto. Segundo a publicação, o perfil foi criado após os administradores lerem sobre o Sleeping Giants na reportagem do El País. A partir daí, os brasileiros entraram em contato com Rivitz para obter autorização para usar o nome.

Apesar de recente, um dos casos já ganhou popularidade. Ao ser mencionada na terça-feira (19/5), e logo ter respondido que garantiu a exclusão da publicidade, a fabricante de computadores Dell virou um dos assuntos mais comentados no Twitter, com uma campanha polarizada de #NãoCompreDell e #CompreDell. “Assim que recebemos essa informação, solicitamos a retirada dos anúncios automáticos. Repudiamos qualquer disseminação de notícias falsas”, afirmou a empresa em sua conta no Twitter.

Sobre os apoios e ataques que recebeu, a companhia reforçou em nota que sua decisão não tem qualquer orientação ideológica e/ou partidária e que preza pela pluralidade de ideias, pela diversidade e pela liberdade de imprensa.

“Os jornais independentes são muito importantes e devem ser valorizados no exercício da liberdade de expressão”, escreveu o secretário Wanjgarten em seu Twitter. “O @slpng_giants_pt precisa urgentemente deixar o viés ideológico de lado na hora de fazer suas supostas denúncias. Dormiram no ponto e acabaram mostrando a quem servem”.

* Com informações do El País Brasil e Notícias ao Minuto

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