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sexta-feira, agosto 29, 2025

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As novidades da Brasileiros

A exemplo do que fez há dois anos no campo da arte, com a bimestral Arte!Brasileiros, Hélio Campos Mello lança nesta semana outra revista temática, Inovação!Brasileiros, também bimestral, dedicada, como o próprio nome indica, à inovação. Sob o comando da bióloga Andrea Kaufmann-zeh, que foi editora sênior da revista Nature, em Londres, por mais de dez anos, vai abordar o tema em produtos, processos, ciência e outras áreas. O primeiro número sai com 58 páginas. Hélio anuncia ainda a retomada da série Seminários Brasileiros: o primeiro do ano, marcado para 12/3, no Museu do Futebol (Estádio do Pacaembu, em São Paulo), será O esporte contra o crack. Ainda por lá, destaque para as chegadas de Fernanda Cirenza (ex-Folha de S.Paulo e Marie Claire), para o recém-criado posto de redatora-chefe da Brasileiros, e de Edson Cruz, na Arte; e a estreia, também na próxima semana, do site remodelado da revista. 

José Antonio Severo lança Rios de sangue e Cinzas do Sul

Entre 1767 e 1870, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai mergulharam no mais turbulento período de suas histórias, divididos entre conflitos europeus, disputas regionais, lutas internas e instabilidade política. Esse é cenário de 100 anos de guerra no continente americano (Record), novo romance histórico em que José Antonio Severo conta a formação do continente sul-americano. Em dois volumes ? Rios de sangue (460 págs.) e Cinzas do Sul (628 págs.) ?, que mesclam fatos e ficção, Severo recria batalhas míticas, revisita episódios marcantes e dá voz a figuras emblemáticas daquele período. Autor de A Invasão (1979), A guerra dos cachorros (1983) e Os senhores da guerra (2000), todos pela L&PM, Severo foi repórter das revistas Realidade e Veja nos anos 1960, editor-executivo de Exame nos anos 1970, editor-chefe de telejornais na Rede Globo e diretor geral de Jornalismo da Rede Bandeirantes. Em jornais, trabalhou, entre outros, em Zero Hora, Folha da Manhã e Correio do Povo, em Porto Alegre, e em O Globo e Gazeta Mercantil.

Apresentadora do Sem Censura Leda Nagle está no Portal

?Pra dizer a verdade, adoro falar. Gosto tanto que arranjei um jeito de ganhar a vida falando??. É com essa convicção que Leda Nagle se apresenta no livro De Minas para o Mundo: levando Minas no gesto e no coração (Autêntica, 2010), em que reúne entrevistas com mineiros, como ela, renomados.Nascida em Juiz de Fora, Leda Maria Linhares Nagle conta também que nunca sonhou ser outra coisa que não fosse jornalista. Foi a primeira a comandar o Jornal Hoje, da TV Globo, entre 1977 e 1989. Em seguida migrou para a TV Manchete e apresentou por sete anos o Edição da Tarde, ao lado de Carlos Bianchini.Após breve passagem pelo SBT, chegou à TVE, atual TV Brasil, onde se sente à vontade até hoje à frente do Sem Censura. ?Gosto muito de estúdio de televisão. Gosto daquele clima tenso, daquela voz ameaçadora que diz: ?Trinta segundos? vai entrar??. É nesse momento que sinto uma calma franciscana?, diz.

Memórias da Redação ? Certa vez, no Diário…

A história desta semana é novamente uma colaboração de Milton Saldanha (milton-saldanha@uol.com.br), que edita o jornal mensal Dance, dedicado à dança de salão, e mantém um blog de crônicas sobre assuntos variados. Certa vez, no Diário… 1969. O Diário do Grande ABC mal tinha deixado de ser o semanário News Selller. Ainda estampava na capa, ao lado do logo, esse nome, em letras reduzidas. A extensão do título, com aquilo que parecia um adjetivo, no meio, nos espantava. Por que não apenas Diário do ABC? A resposta soubemos logo: ele não se limitava às três cidades que levam os nomes dos santos André, Bernardo e Caetano. Abrangia também Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, totalizando 7 municípios. Rubem Mauro Machado, meu irmão, foi contratado por Fausto Polesi, no Diário, como ?secretário de redação?. Não se falava ainda ?editor-chefe?. Consultou sobre minha contratação para uma função que lá ainda não existia: copydesk. Não houve objeções, eu poderia ir. Nos cinco meses anteriores tinha sobrevivido como correspondente comercial no escritório paulista de uma empresa do Rio. Emprego achado em classificados de jornal. Odiava aquele trabalho, e se não tivesse estômago para abastecer teria largado na primeira semana, ou menos. Então, o chamado para o Diário foi como um convite para trocar o inferno pelo céu. A redação era numa casinha de esquina, onde hoje existe um edifício. Não havia o atual prédio, só as oficinas, num barracão no fundo do terreno, que abrigava também balcão de anúncios, salas dos demais diretores e administração. Estrategicamente, já haviam deixado espaço para a futura sede. Na casinha, Polesi tinha sua sala exclusiva. Sem secretária. Só Edson Dotto, diretor-presidente, tinha secretária. De vez em quando, aos sábados, Fausto aparecia lá em roupa esporte, com seus dois moleques pela mão, para saber se estava tudo bem. Os moleques eram Alexandre e Cassiano. Em outra sala, pequena, com as mesas encostadas, ficávamos Rubem, Lázaro Campos, que dobrava nas funções de chefe de Reportagem e diagramador, Eduardo Camargo, que fazia sozinho a página de Política, e eu. Na sala maior ficavam os repórteres: Cássio Loredano, Dirceu Pio, Hildebrando Pafundi, José Augusto, Ana e mais uma ou duas moças, cujos nomes, desculpem, não recordo. Também o Hermano Pini Filho, que só chegava no final da tarde, tinha emprego na Pan, dos chocolates. Assinava o Primeiro Plano como Júlio Pinheiro, e se reportava diretamente ao Fausto. Escrevia também editoriais, sempre fumando seu cachimbo. Maravilhoso companheiro. Alguns meses depois entraram Paulo Andreoli, para Geral; Renato Campos, para Polícia; e o primeiro colunista social, Serafim Vicente. Numa salinha mais ao fundo ficavam Salvador e Romão, do esporte, ao lado do Seu Abílio, encarregado do arquivo, do livro de ponto, e de encher o saco dos dois boys, pois fora informalmente nomeado como ?chefe? dos moleques. Seu Abílio passava boa parte do dia caminhando com o livro de ponto, de mesa em mesa, cobrando as assinaturas. O cara tava mergulhado no texto, concentrado, e lá vinha seu Abílio… Isso municiava o arsenal de piadas da redação. A gente achava o velho um tremendo chato, sem perceber que ele era o único organizado ali naquela zona e nos fazia inestimável favor, garantindo a documentação das nossas longas jornadas. Seu passado era famoso, interrompeu o curso de Medicina no meio, por falta de recursos, exerceu a profissão ilegalmente, foi descoberto e cassado, ou preso, não sei direito. Quando alguém ficava doente consultava com ele. Sempre dava bom resultado.  A benção, seu Abílio! Na Fotografia, com laboratório também na casinha, trabalhavam Pedro Martinelli, o famoso Pedrão, usando máquina própria semiprofissional, e Mário Otsubo. No laboratório, Roberto, que sonhava em virar repórter-fotográfico. Salvo algum esquecimento, involuntário, me perdoem, isso era tudo na redação. E só com isso a gente tirava um jornal diário, de 3a a domingo, que logo passou a ter dois cadernos, sendo gordinho nas 5as e gordão aos domingos, para nosso orgulho. O único carro da redação era uma malhada Rural Willys, nas mãos do motorista Pelé. Ele juntava os repórteres e ia largando nos seus locais de cobertura, um aqui, outro ali. Na volta, geralmente, cada um se virava. Vinha à pé ou de ônibus. Pagando do próprio bolso, sequer havia uma caixinha de despesas. Táxis, nem pensar. Quem tinha sorte, telefonava e Pelé ia buscar. Como não havia telex, nem teletipos, Pelé fazia todos os dias duas viagens até a Agência Estado, na Major Quedinho, Centro paulistano, e voltava com vários rolos de cópia carbono dos telegramas das agências. A gente ia selecionando aquelas tripas, cortando com régua, e ?copidescava? ali mesmo, com a caneta. Nossas mãos ficavam pretas do carbono. Não raro, um de nós esbravejava todos os palavrões do mundo quando não encontrava naquelas maçarocas alguma importante notícia do dia, se bobear a própria manchete já prevista do jornal, ou de uma página. Era um horror. Lá pelas 9 da noite Pelé fazia outra viagem para trazer mais telegramas. Quanta insensatez e inexperiência, gente. Já havia o telex, a sucursal do Estadão tinha, era um caminhão barulhento, mas tinha. Bastava pedir na Embratel, ligar numa linha telefônica, e pagar o aluguel. Sairia muito mais barato do que a gasolina mensal da Rural, fora o estresse a que nos submetia. Por exemplo, em dia de chuva. Sempre havia enchente na divisa de São Caetano com São Paulo. A Rural tinha que ir e voltar pela Via Anchieta, dando enorme volta. Lembrem-se de que não havia a rua Catequese com o traçado de hoje, nem aquelas avenidas expressas. Chegar lá era percorrer um labirinto de ruas. E a gente na redação, parado, xingando, esperando uma notícia que, de repente, poderia nem chegar. Era duro. A oficina também arcava com a burrice, pois dependia da redação para encerrar seu trabalho. Pedro Martinelli, sempre com mala de fotografia pendurada no ombro, era também motorista, quando Pelé faltava. Bom ouvido também valia. Soava alguma sirene, se mais forte indicando ser dos bombeiros, e Lázaro berrava o nome do repórter mais próximo, mais Pelé e Pedrão, e todos saiam em desabalada carreira, como se dizia na antiga linguagem de clichê, seguindo a viatura pelas ruas, furando semáforos, tudo pela notícia. Manter um plantonista no QG dos bombeiros? Impossível, seria um luxo, todos faziam falta na redação. Fazer um acordo de informação com o comando? Imagine, éramos todos focas, ou quase focas. Cada nome aqui lembrado renderia um longo capítulo de episódios, a maioria divertidos. Nenhum de nós escaparia, a começar por este escriba. Em rodas de bar é gostoso lembrar, como aquele dia em que o Pio fez uma matéria de pau num charlatão curandeiro. O cara era um guarda-roupa. Ficou esperando Pio ao lado do portão da casinha. E a gente lá dentro, morrendo de medo, em vez de chamar logo a polícia. Quando Pio chegou só achou uma saída: tentar convencer o sujeito que a matéria só tinha elogios. É mole? O personagem, ignorante, ficou confuso. Não sabia se acreditava. Por via das dúvidas, deu um abraço de urso no Pio, girou com ele no ar e devolveu ao solo. Retirou-se não sem antes prometer um ?trabalho? para ele broxar. Nessas alturas era até uma boa barganha. Depois disso Pio teve quatro belos filhos, prova de que o cara era mesmo charlatão. Quando chegou no jornal a primeira câmera Nikon, Pedro Martinelli aposentou sua maquininha e parecia uma criança com um brinquedo ansiosamente sonhado. Ficou enlouquecido, só falava sobre a máquina. Iniciando, já mostrava tremendo talento. Mas ninguém imaginaria que ainda seria um dos melhores fotógrafos do Brasil. E quando venderam a velha Rural e chegaram alguns Fuscas brancos, com enormes letreiros do jornal e da rádio, agora sim havia carros para trabalhar, fim do sufoco, sentimos pela primeira vez que o nosso Diário começava a virar um jornal de verdade. Naquele período, enquanto a vida nacional estava tumultuada, com sequestros e assaltos de guerrilheiros urbanos, noticiamos com grande impacto o sequestro do embaixador dos Estados Unidos. Não havia censura no Diário, ao contrário dos grandes jornais da Capital. Então a gente aproveitava algumas brechas e denunciava, por exemplo, a tortura… no Uruguai, onde também havia ditadura militar. Como quem diz, se lá tem, aqui… Foi o ano também em que o homem pisou na lua. Do boom da indústria automobilística. Do início da tevê em cores, inaugurada pela Globo com a transmissão da Festa da Uva, em Caxias (RS). Transamazônica, ponte Rio-Niterói, Angra. O Diário começava a crescer e comprou a antiga rádio Independência AM, de São Bernardo, que passou a ter o nome de Rádio Diário do Grande ABC. Aí resolveram que a rádio seria forte no jornalismo, tentando copiar a Jovem Pan. Era um fiasco. Por qualquer bobagem entrava uma escandalosa ?Edição Extraordinária?. E qualquer dos nossos repórteres entrava no ar, da redação, sem ter tido qualquer treino anterior como repórter de rádio, sem colocação de voz, nada. Os boletins ficavam medonhos. Até Edson Dotto gostou de brincar de repórter e entrava com boletins, lendo ou improvisando mal, com voz inadequada. Custou um tempo até colocarem realmente profissionais de rádio. Aquela fase foi também a da Escolinha, como diz até hoje o Renato Campos, uma das testemunhas disso. Os textos pecavam por erros técnicos básicos, alguns até primários. Rubem e eu, até ali os menos inexperientes, passamos a fazer um trabalho de crítica de texto, repórter por repórter, texto por texto, das notinhas mais simples às grandes reportagens. O pessoal evoluiu rapidamente, em bloco, e isso foi uma grande realização e alegria para nós. Num dia de verão, muito quente, inventamos uma matéria no Guarujá. Pretexto para ir à praia. Já estava combinado e todo mundo levou calção para o jornal. Lotamos a coitada da Rural e descemos a serra, pela manhã cedo, para voltar lá pelas duas da tarde. Pedrão fez algumas fotos de supostas gostosas, para justificar o ?trabalho?. Curtimos a praia, bebemos cerveja, foi superdivertido, por estarmos em turma e pelo sabor da traquinagem com o carro e a gasolina do jornal. Na volta alguém cascateou um texto sobre o dia de forte calor e outras bobagens. O Fausto chegou e ficou olhando desconfiado nossas caras de safados, com os cabelos desalinhados e ainda úmidos, gente lavando os pés na torneira do jardim. Todo mundo entregando. Mas deixou barato, não falou nada. Era tudo uma lua de mel? Claro que não, somos de carne e osso, com virtudes e defeitos, rejeições e preferências afetivas. Mas uma  coisa posso garantir: em nenhum outro momento de toda a minha carreira desfrutei de um ambiente tão gostoso na redação. Para encerrar, vou relembrar algo inesquecível. Foi nossa edição extra especial de cobertura do final da Copa do Mundo de 1970, no México. Foi a primeira vez em que a tevê transmitiu a Copa ao vivo. A transmissão por satélite era uma novidade. O Brasil, como todo mundo sabe, tinha um time invencível e era franco favorito. Resolvemos soltar a edição extra. A ideia era lançar o jornal pronto, nas mãos de um batalhão de jornaleiros, meia hora após o fim do jogo, no máximo. Os moleques, mais de cem, iriam com os jornais nos braços para os burburinhos dos festejos nas ruas. Durante a semana inteira fizemos o jornal, com matérias retrospectivas etc.. Na capa pré-montamos um jogador erguendo a taça. Detalhe: usava mangas compridas, era o que a gente tinha em arquivo, eles jogaram com mangas curtas. Dane-se, decidimos, e fizemos a montagem com outro rosto. O que hoje, com Photoshop, seria bico, naquele tempo foi uma verdadeira engenharia, obra de artesãos. E montamos até o texto da matéria de capa, que já tinha manchete pronta, com buracos para detalhes do jogo, resultados etc.. Ou seja, em menos de dez minutos a gente finalizaria tudo, baixaria para a oficina, que já tinha o jornal todo pronto, faltando só a capa, e… Seria um sucesso! Ah, e teríamos fotos do jogo, dos gols, em primeira mão. Pedrão colocou um tripé na frente da tevê e fez as fotos dali mesmo. Reveladas e ampliadas, pareciam radiofotos, muito usadas na época. Quebravam o galho perfeitamente. Durante a semana ele havia feito testes, avaliando os resultados, estudando o melhor ajuste da máquina, tudo. A redação toda em volta, torcendo, gritando, e o Pedrão ali, clicando e também torcendo. Quando o jogo acabou, o batalhão de jornaleiros estava na porta da oficina, aguardando. Mal o juiz apitou e mergulhamos nas velhas Olivetti, teclando com fúria. Todo mundo correndo, parecia fechamento de jornal em tevê. Até o boy estava instruído a seguir correndo para a oficina, no sentido literal, com a lauda do texto. Alguém imagina o que aconteceu? Pois é, a luz apagou geral no bairro. Ficamos sem energia. Desesperados, e sem energia para mover as possantes linotipos, o chumbão, como eram chamadas. Todo aquele esforço de uma semana, toda aquela correria, tremendo esquema de mobilizar jornaleiros numa época em que isso não existia mais, as vendas eram em bancas, muita adrenalina para… Sermos derrotados por um pedaço de fio. A luz demorou quase uma hora para voltar. E ainda faltava rodar a capa. Não adiantou ligar desesperadamente para a Cia. de Força. O jornal foi para as ruas, mas sem o impacto dos primeiros minutos, para surpreender o povo, como tínhamos planejado nos mínimos detalhes. Creio que nunca, na história do Diário, tenha acontecido algo tão frustrante. O Diário não merecia, muito menos nós, tão focas, e tão sonhadores.

Fenaj retoma luta pelo piso nacional de jornalistas

A Fenaj iniciou nestas 3ª e 4ª.feiras (7 e 8/2) os debates sobre o encaminhamento do Projeto de Lei 2960/11, do deputado André Moura (PSC-SE), que fixa em R$ 3.270 o piso salarial nacional dos jornalistas para jornada de trabalho de 30 horas semanais. Os reajustes seriam anuais e de acordo com o INPC. A decisão de retomar a luta pelo estabelecimento do piso ocorreu no XXXIV Congresso Nacional da categoria, realizado em Porto Alegre, em 2010. Segundo o deputado, a proposta se aproxima da reivindicação histórica da entidade por um piso de seis salários mínimos. A categoria já esteve próxima da conquista de um piso unificado nacionalmente em 1985, quando o Congresso aprovou o PL 128/8, mas o então presidente da República José Sarney vetou a matéria. O atual texto foi anexado ao PL 3981/08, do ex-deputado Celso Russomano, que cria os Conselhos Federal e Regionais de Jornalismo e abre a possibilidade de pessoas sem diploma exercerem a profissão, desde que tenham pós-graduação na área. As propostas tramitam em caráter conclusivo e serão analisadas pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. Relatório anual da violência contra jornalistas 2011 A Fenaj também inicia este mês a elaboração de seu relatório anual da violência contra jornalistas referente a 2011. A entidade solicitou aos 31 sindicatos informações relativas aos casos registrados em cada base contra liberdades de imprensa e expressão no ano passado, incluindo censuras veladas e/ou explícitas e quaisquer outras formas de impedimento do pleno exercício da profissão.

Luciana Povreslo reforça a equipe do portal Webtranspo

Luciana Povreslo (11-5681-8797 e luciana@webtranspo.com.br) é a nova gerente de Conteúdo do Webtranspo (www.webtranspo.com.br), na vaga aberta com a saída de Marco Garcia. Com passagens pelas revistas Racing e Speedway, portal Motorcar e agência MasterMidia, integra a equipe formada pelos repórteres João Vida e André Dayan, além de Adair Lino (programador) e André Cardoso (designer). “Em breve estaremos colocando no ar uma nova interface, com design mais moderno e dinâmico”, conta.

Destak Auto começa a circular neste sábado

A partir deste sábado (11/2), a edição paulistana do gratuito Destak terá um caderno semanal sobre automóveis, sob o comando da editora Barbara Leite (bleite@destakjornal.com.br), que também coordena a seção Carros do diário. Destak Auto terá oito páginas e tiragem de 100 mil exemplares, a mesma do jornal nesse dia. A matéria de capa da estreia é uma reportagem sobre o modelo J5, da Jac Motors, que será lançado no mercado nacional em 19 de março. 

Reconhecimento de Landell pode demorar até abril

Por causa de normas internas da Câmara dos Deputados, o projeto de lei que inclui o padre-cientista Roberto Landell de Moura no Livro dos Heróis da Pátria, aprovado em dezembro, pode demorar até abril para receber a assinatura da presidente Dilma Rousseff e se transformar em lei. Com o reinício dos trabalhos da Câmara, o PL foi para Secretaria Geral da Mesa, que nesta 2a.feira (6/2) abriu o prazo de cinco sessões ordinárias estabelecido no Regimento Interno da Casa para o recebimento de possíveis recursos. Considerando que é preciso ter quórum qualificado para a sessão ser válida (número mínimo de parlamentares que nunca é atingido às 2as e 6as.feiras), o PL deve voltar à Comissão de Constituição e Justiça e da Cidadania, para que seja feita a redação final, apenas no final da próxima semana, quando a Câmara entra em recesso para o carnaval. Além disso, com a criação do PSD, que passa a ter assento no plenário e nas comissões, todas estas terão de ser novamente instaladas, o que deve acontecer no início de março. Somente depois de empossada a nova CCJC é que poderá ser feita a redação final (o que leva de dois a três dias) e o PL ser encaminhado à Casa Civil, para análise e posterior sanção da presidente Dilma. Casa Civil e presidente têm 15 dias cada para analisar ? vetar ou não ?, o que provavelmente só acontecerá em abril.

Da boleia do caminhão para os microfones da BandSports

“Fogo na bomba”, “rasteja verme”, “calyypso”, “shaq attack”, “treeessss”, “perigo, perigo, perigo” e “hasta la vista, Baby” são alguns dos bordões que os espectadores da Bandsports, onde Ivan Zimmermann está desde 2006, se acostumaram a ouvir. Catarinense de Blumenau, morou nos Estados Unidos por 19 anos, para onde foi em 1985 acompanhar a comitiva do então presidente José Sarney, que participava de uma reunião anual na ONU. Encantado com o estilo de vida do país, ficou por lá mesmo, trocando a redação pela estrada. Deixou o Jornalismo um pouco de lado para ser motorista de caminhão, o que, segundo ele, era a forma mais econômica de conhecer o país. O upgrade do caminhão para a limousine aconteceu quatro anos mais tarde, e Zimmermann teve entre seus passageiros o astro do pop Eric Clapton.Sentindo falta do Jornalismo, resolveu voltar para a área. Retomou a carreira como produtor da TV Manchete nos EUA, com foco especialmente em pautas sobre a comunidade brasileira por lá. Na mesma época, a ESPN procurava por brasileiros para testes de narrador, e foi num desses que sua carreira decolou. Na emissora, especializou-se na cobertura de esportes locais típicos, como, golfe, futebol americano e basebol.De volta ao Brasil em 2004, seguiu na ESPN Brasil, passou pela DirecTV até chegar à BandSports em 2006, onde é narrador. Além da tevê, Zimmermann mantém um site sobre esportes, o www.ivanbanban.com.br.

José Aldo Pinheiro deixa Rádio Gaúcha e Gustavo Mota a Band

A Rádio Gaúcha decidiu desligar o narrador esportivo José Aldo Pinheiro depois de 17 anos de casa. A decisão surpreendeu seus companheiros, uma vez que José Aldo é uma liderança reconhecida no meio, tanto que foi presidente da Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos em duas gestões. Para o lugar dele a emissora contratou Luís Augusto Alano, que atuava na CBN de Santa Catarina. Já na Rádio Band, Gustavo Mota desligou-se da empresa no último dia 1º/2, onde nos últimos dois anos apresentava o programa diário de assuntos políticos Conexão Band. Com mais de 35 anos em rádio, sendo 31 deles na Guaíba, decidiu que a partir de agora vai se dedicar à sua empresa, especializada em consultoria e marketing político.

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