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segunda-feira, abril 27, 2026

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Curso aborda aplicações de conteúdos de cartografia no jornalismo

Vitor George, especialista em dados abertos e cartografia na web, realizará em São Paulo, na Cemec (rua Silvia, 423), de 4 a 7/5, das 19h30 às 22h30, o curso Cartografia na Web, que oferece aulas práticas sobre como utilizar as plataformas CartoDB e JEO e as ferramentas QGIS e Mapbox Studio para a produção de um projeto web com mapas que podem complementar narrativas jornalísticas. Um dos responsáveis pelos mapas dos projetos InfoAmazonia.org e CodigoUrbano.org, Vitor explicou ao Portal dos Jornalistas, entre outras coisas, as possíveis aplicações desse tipo de conteúdo na área de jornalismo: Portal dos Jornalistas – Quais são as aplicações de conteúdos de cartografia no jornalismo? Para que, exatamente, um jornalista pode usar esse tipo de conhecimento? Vitor George – Existem muitas possibilidades, desde de um mapa estático e até ferramentas que misturam mapas com texto e vídeo. No projeto InfoAmazonia, por exemplo, temos notícias sobre a Região Amazônica georeferenciadas em mapas temáticos sobre desmatamento, trabalho escravo, mineração e outros, que facilitam ao leitor um entendimento mais amplo sobre as questões que afetam a região. Para as ferramentas de mapas interativos que vamos abordar no curso, o jornalista pode usar integralmente as potencialidades da internet, que diferenciam este meio dos demais, analógicos. Quer dizer que o leitor passa a interagir e buscar em minúcias as informações que interessam a ele no conteúdo publicado, sem que todas tenham que constar no texto – até porque, com as ferramentas que vamos apresentar, a quantidade de dados a ser disponibilizada é muito maior do que o espaço de texto à disposição da maioria dos jornalistas.   Portal dos Jornalistas – Quais são as vantagens e desvantagens da disponibilização de dados de cartografia abertamente, sem restrições como cobrança ou exclusividade de acesso? Vitor George – O modelo proprietário de produção cartográfica restringe acesso aos dados brutos de um mapa. Como é possível gerar um mapa temático sem ter acesso aos dados brutos? Ao usar dados do IBGE ou do OpenStreetMap, por exemplo, as possibilidades são infinitas. Cada matéria ou reportagem pode ser uma porta de entrada a um tema específico. Pense, por exemplo, que alguém esteja fazendo uma pesquisa cujos dados publicados na matéria são relevantes para o seu trabalho. Esse pesquisador poderia usar essas informações para obter novas conclusões ou fazer outras correlações a partir daquilo que foi publicado pelo jornalista. Assim, o trabalho torna-se mais relevante à sociedade como um todo. Cobrar pelo acesso a esse conteúdo seria o caminho oposto a esta ideia, de democratização da informação.    Portal dos Jornalistas – Você acredita que o geojornalismo seja uma tendência em ascensão? Vitor George – Sim, o uso de mapas amplia muito a possibilidade de narrativas. Hoje existem diversas ferramentas para a criação de mapas e, com um pouco de capacitação, é possível desenvolver projetos bastante interessantes.   Leia mais + Dança das cadeiras no comando de O Povo CBN e TV O Povo + TRT-2 proíbe Estadão de fazer novas demissões + Folha corta 50, sendo 30 na Redação

SBT extingue jornal matinal e demite ao menos 36

Com o fim do SBT Manhã, tirado da grade de programação do SBT na última semana, ao menos 36 dos 40 profissionais da equipe – entre jornalistas, produtores e equipe técnica – foram demitidos pela emissora. A Assessoria de Imprensa da casa, que confirma as demissões, alega que “infelizmente não deu para reaproveitar toda a equipe por falta de vagas”, mas reforça que “foram mantidos os apresentadores e os repórteres”.

IX Prêmio AEA de Meio Ambiente recebe inscrições somente até o fim desta 4ª.feira (15/4)

A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva prorrogou para esta 4ª.feira (15/4) o prazo de inscrições para o IX Prêmio AEA de Meio Ambiente. A iniciativa tem como objetivo reconhecer os trabalhos jornalísticos que demonstram a evolução e o comprometimento das melhorias implementadas no setor, que beneficiam ou beneficiarão o meio ambiente. Os três melhores trabalhos de cada categoria, eleitos pela comissão julgadora, serão premiados, sendo que o melhor receberá troféu, e os outros dois, uma placa de menção honrosa. Vale lembrar que a iniciativa faz parte das premiações analisadas pelo Ranking J&Cia dos Mais Premiados Jornalistas do Brasil. Mais informações pelo www.aea.org.br, ou na Textofinal, com Koichiro Matsuo (11-3849-8633 ou [email protected]).   Leia mais + IX Prêmio AEA de Meio Ambiente tem inscrições prorrogadas até 4ª.feira (15/4) + Hostwriter, plataforma para dividir experiências, interesses e paixão pela profissão + Band DF extingue Brasil Urgente e corta nove  

Hostwriter, plataforma para dividir experiências, interesses e paixão pela profissão

Jornalistas de diferentes partes do mundo reunidos para compartilhar informações e quem sabe até conseguir um abrigo praquela viagem low cost. É a proposta do Hostwriter, plataforma que convida profissionais a dividir experiências, interesses e paixão pela profissão e que já conta mais de mil membros em 68 países.   Leia mais + Band DF extingue Brasil Urgente e corta nove + Elda Müller passa a ser consultora na Abril + Dança das cadeiras no comando de O Povo CBN e TV O Povo  

Band DF extingue Brasil Urgente e corta nove

Reformulação e demissões na sucursal Brasília da TV Bandeirantes em 6 de abril. A emissora tirou do ar o Brasil Urgente DF e demitiu o apresentador Rimack Souto, o editor Paulo Mendonça, o repórter Bruno Feittosa, três cinegrafistas, um auxiliar de estúdio, um profissional de marketing e um da área administrativa. Dos dois programas locais que produzia, resta o Band Cidade, veiculado de 2ª a 6ª, às 18h50. A edição de sábado foi extinta. Bruno estava há três anos no Grupo Band, sendo o último na tevê. Antes, ficou dois na BandNews FM. Comenta-se que a emissora estaria se preparando para mudar a 1ª edição do Band Cidade para o formato de boletim de notícias, com notas cobertas em off. A conferir.   Leia mais + Elda Müller passa a ser consultora na Abril + Dança das cadeiras no comando de O Povo CBN e TV O Povo + TRT-2 proíbe Estadão de fazer novas demissões  

Elda Müller passa a ser consultora na Abril

Elda Müller ([email protected]) despediu-se oficialmente há alguns dias de suas funções executivas na Abril, após quase 40 anos de empresa (ali entrou em 1978), e no mesmo instante foi convidada para continuar atuando como consultora, ao lado de Thomaz Souto Corrêa, que, a nosso pedido, escreveu um depoimento sobre ela. Elda teve um grave problema de saúde que, felizmente, superou, estando já liberada para seguir normalmente com suas atividades. Mas num acordo com a Abril optou por iniciar um novo ciclo, que a libera do trabalho mais pesado. Eduardo Ribeiro, diretor deste Portal dos Jornalistas, foi colega de Elda em 1978, na revista Casa Claudia, cuja redação era também integrada por Emeri Loreto (já falecida), Sinval Medina, Júlia Pascale, Claudio Yida, Silvia Graubart e Paulo Sampaio, entre outros.    “Elda tornou-se o que os americanos chamam de editor & publisher” Por Thomaz Souto Corrêa, especial para J&Cia Um dia, Elda Müller chegou para mim e disse: “Estou com vontade de fazer uma edição especial de Casa Claudia sobre uma nova tendência que está aparecendo em decoração, ligada à espiritualidade”. Devo ter feito uma cara de espanto, porque em seguida ela perguntou: “Você já ouviu falar em Feng Shui?”. O espanto deve ter-se transformado em “que diabo é isso?”, mas ela demonstrava tamanha determinação que resolvi ceder. “Faça uma edição especial e vamos ver o que acontece”. Sem nenhuma pesquisa de mercado, a primeira edição de Bons Fluidos vendeu bem, uma segunda foi tentada alguns meses depois e a revista está aí até hoje. Ela demonstrou, com esse episódio, ter uma característica essencial aos grandes revisteiros: intuição. Desde 1978, quando entrou na Abril, e até hoje, quando deixa a vida de executiva para se tornar uma valiosa consultora editorial, Elda passou por todas as experiências da vida numa editora. Poucos jornalistas tiveram essa carreira tão especial. Ela começou como redatora, dirigiu e participou do lançamento de revistas e – como era inevitável – assumiu funções comerciais em revistas, tornando-se o que chamamos de publisher, e que os americanos chamavam, mais corretamente, de editor & publisher. Convivi com a Elda ao longo de toda essa sua trajetória. Ultimamente, na função comum de consultores editoriais, conversamos muito sobre jornalismo, sobre revistas, sobre pessoas e sobre a vida. É um privilégio tê-la como interlocutora. Ela vai continuar colaborando com a Abril, e uma de suas atribuições será a de me ajudar na análise das revistas, função em que a experiência dela é muito importante. Mesmo porque até hoje não sei o que é Feng Shui e, se precisar de um, sei a quem recorrer.   Leia mais + Dança das cadeiras no comando de O Povo CBN e TV O Povo + TRT-2 proíbe Estadão de fazer novas demissões + Folha corta 50, sendo 30 na Redação  

Dança das cadeiras no comando de O Povo CBN e TV O Povo

A rádio O Povo CBN e a TV O Povo têm novos comandos. Maryllenne Freitas, editora-chefe da rádio, trocou de lugar com Selma Vidal, que ocupava o mesmo posto no Jornalismo da tevê. A mudança, segundo a empresa, tem como objetivo intensificar a política de convergência entre mídias adotada pelo Grupo. “As duas profissionais são pessoas de reconhecida competência, envolvimento e paixão jornalística”, disse em nota o diretor-geral de Jornalismo do Grupo Arlen Medina Néri. “A elas apresentamos o desafio de trazer esse engajamento e paixão da TV para a rádio e vice-versa. Ambas têm uma bagagem muito grande e percebemos que poderiam agregar novas experiências às mídias em questão, o que é uma característica nossa”.   Leia mais + Cláudio Carsughi deixa a Jovem Pan + Mariza Tavares e José Godoy lançam infanto-juvenil Pra ficar com ela + TRT-2 proíbe Estadão de fazer novas demissões 

TRT-2 proíbe Estadão de fazer novas demissões 

Em audiência de instrução e conciliação que o TRT da 2ª Região promoveu nesta 2ª.feira (13/4) com Estadão e sindicatos de jornalistas e de gráficos sobre as recentes demissões no jornal, o desembargador Wilson Fernandes, vice-presidente judicial do tribunal, determinou que o Estadão não faça novas dispensas sem justa causa até a data de julgamento da ação. Em caso de descumprimento, a empresa está sujeita a multa de R$ 15 mil por trabalhador demitido. Foi ainda concedido prazo de cinco dias para que o Estadão apresente sua defesa e mais cinco dias para manifestação dos sindicatos. Na sequência, os autos serão encaminhados ao Ministério Público do Trabalho para elaboração de um parecer e, então, voltarão ao TRT-2, onde serão distribuídos a um relator, por sorteio. Eleições no Sindicato – Em outra decisão, a Justiça cassou em 10/4 a liminar que suspendia os efeitos das eleições no Sindicato dos Jornalistas no Estado até o julgamento da ação cautelar impetrada por Nelson Lin, que encabeça a chapa de oposição. Com isso, a entidade cancelou a assembleia que seria realizada em 13/4 para decidir sobre um eventual mandato-tampão da atual diretoria e pode registrar a ata de apuração e dar posse aos eleitos.   Leia mais + Cláudio Carsughi deixa a Jovem Pan + Mariza Tavares e José Godoy lançam infanto-juvenil Pra ficar com ela + Folha corta 50, sendo 30 na Redação

Folha corta 50, sendo 30 na Redação

Justificativas são crise econômica e queda na publicidade. Ajustes visam a uma redução de 10% nos custos do jornal Menos de uma semana depois de o Estadão ter feito um corte de 120 postos de trabalho, 40 deles na Redação, também a Folha de S.Paulo promoveu uma redução em seus quadros: segundo o Portal dos jornalistas apurou, foram 50 no total, perto de 30 só na Redação. Os motivos, a exemplo do Estadão, conforme nota interna do editor-executivo Sérgio Dávila distribuída nesta 2ª.feira (13/4), são “efeito da crise econômica que afeta o País e atinge a publicidade”. Além dos cortes, o jornal agrupou editorias e ainda discute “reformas morfológicas”, que, de acordo com o comunicado, não envolverão novos ajustes na equipe. Com as medidas, a empresa pretende reduzir seus custos em 10%. Embora tenha conhecimento de que todas as editorias principais foram afetadas de alguma maneira, o Portal dos Jornalistas conseguiu confirmar poucas saídas. Em Mercado, saiu a repórter Mariana Barbosa, a pedido, pois quer se dedicar a projetos especiais. Na sucursal de Brasília, o repórter Severino Motta, que cobria o STF; e Sérgio Lima, da Coordenação da Fotografia, cujo cargo deverá ser congelado. Da sucursal Rio saem os repórteres Pedro Soares, da Economia, e Diana Brito, da Geral; e a chefe de Reportagem Fernanda Godoy deixará a casa daqui a duas semanas. O Portal Imprensa informou outros seis demitidos, em Agência Folha, TV Folha, Belo Horizonte, Turismo e Cotidiano. Ao analisar a situação para o Portal dos Jornalistas, uma fonte interna da Folha disse ter observado duas coisas marcantes nessas demissões: “Primeiro, o gabarito das pessoas que pediram para sair do jornal. Experientes, já não suportam mais essa queda de qualidade dos jornais. Diante de todo esse quadro de espera e de ansiedade nas editorias, eram os mais felizes. Segundo, as demissões passaram a ser tão constantes no jornais que os jornalistas (pelo que vi nesses dias) já não ficam mais apreensivos como antes. Não existe mais aquele choque como nos velhos tempos. Os que saem sabem que chegou a vez. Os que ficam, sabem que é questão de tempo. Muito triste”. Confira a seguir a íntegra da nota em que Sérgio Dávila informou das mudanças: A Folha realizou nos últimos dias ajustes em sua equipe. A redução é efeito da crise econômica que afeta o País e atinge a publicidade. As negociações entre o comando da Redação e a empresa duraram semanas e tentaram preservar ao máximo os jornalistas. Em alguns casos, os cortes, sempre o último recurso, foram feitos em comum acordo com o profissional. Algumas áreas estratégicas do jornal não foram afetadas, como a reportagem da Secretaria, que até ganhou um novo integrante; a área digital, que sofreu uma reordenação interna; e o colunismo. Nós buscamos também reagrupar as editorias de equipes menores em núcleos maiores, casos de Ciência e Saúde, que passaram para Cotidiano; F5, que se incorporou à Ilustrada; e Comida, Folhinha e Turismo, agora juntos em Semanais. Reformas morfológicas estão em discussão e devem ser anunciadas nos próximos dias. Elas não envolverão novos ajustes de equipe, no entanto. A meta é tornar o jornal mais eficiente para atender às demandas do leitor, bem como otimizar o funcionamento da Redação. A Folha continua líder em seu segmento, seja em circulação, audiência ou fatia publicitária, faz parte de uma empresa sem dívidas, que integra o segundo maior grupo de mídia do País, e preserva sua capacidade de investimentos editoriais. Por mais dolorosos que sejam os  cortes – e eles sempre o são –, o objetivo é adequar o jornal aos tempos atuais, de extrema competitividade pela atenção do leitor e pela verba publicitária. Contamos com vocês para esse desafio. Se tiverem dúvidas, sugestões ou críticas, não deixem de me procurar.   Leia mais + Livro relata Revolta de 1924 sob a ótica dos civis atingidos + Vaivém das Redações! + Cláudio Carsughi deixa a Jovem Pan  

Livro relata Revolta de 1924 sob a ótica dos civis atingidos

Moacir Assunção lança em São Paulo nesta 5ª.feira (16/4), a partir das 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (av. Paulista, 2.073), seu décimo livro, São Paulo deve ser destruída – a história do bombardeio à capital na Revolta de 1924 (Record), que traz o material de pesquisa do mestrado que ele fez em História Social na PUC-SP e conta com apresentação de Domingos Meirelles (TV Record e ABI). A Revolução de 1924, ou Revolta de 1924, que ele retrata, também conhecida como A revolução esquecida, começou quando remanescentes da rebelião militar de 1922 contra o governo do presidente Epitácio Pessoa, refugiados em São Paulo, sublevaram parte do Exército e da Força Pública contra o governo do presidente Arthur Bernardes. A revolta, que contaria com sublevações em vários Estados, não saiu como deveria e os revoltosos, que pretendiam marchar até o Rio de Janeiro – então Capital Federal – e depor o presidente, acabaram ficando cercados em São Paulo. Durante 23 dias, em julho, São Paulo viveu uma guerra civil, com bombardeios, ataques de aviões e de tanques de guerra, sem precedentes em sua história e que levaram à morte de 504 pessoas e a ferimentos em quase cinco mil. Dos 700 mil habitantes da capital na época, cerca de 300 mil abandonaram a cidade, refugiando-se no interior e em outros Estados. O diferencial do livro de Moacir é que, em vez de contar a história dos líderes legalistas e rebeldes desse episódio que ajudou a gerar a Coluna Prestes, ele pesquisou em arquivos espalhados pelo País, livros e jornais da época, para contar a história das vítimas dos ataques, moradores dos bairros atingidos, principalmente Mooca, Brás, Cambuci e a região central. Sua ênfase é nas pessoas comuns. Assim, conseguiu colocar no papel as angústias, os sofrimentos e a dor de gente que perdeu tudo no conflito. Como diz Domingos Meirelles na apresentação: “Com um texto preciso, sem arabescos literários, onde as palavras estão sempre no lugar certo, Moacir Assunção parece conduzir o leitor pela mão, através desse imenso painel marcado por sofrimento e horror. Ao resgatar cenários e reconstituir personagens que se encontravam praticamente mumificados, perdidos nas dobras do tempo, o autor impediu que as histórias de violência e insânia contra o levante de 1924 fossem sepultadas de vez pelo esquecimento”. Professor de Jornalismo na Universidade São Judas Tadeu, Moacir teve passagens por Estadão, Diário Popular e Jornal de Brasília. É autor de vários livros sobre temas históricos e foi finalista do Jabuti 2008 com a obra Os homens que mataram o facínora – a história dos grandes inimigos de Lampião (Record, 2007).   Leia mais + Cláudio Carsughi deixa a Jovem Pan + Mariza Tavares e José Godoy lançam infanto-juvenil Pra ficar com ela + Estão abertas as inscrições para o 41º Prêmio Aberje

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