Campanha para novo livro de Manuel Chaparro é estendida

Lançada em 1º/7 na plataforma de financiamento coletivo Kickante, e com previsão inicial de encerramento para este sábado (31/8), a campanha para levantar fundos para impressão do livro inédito Como DIZER e AGIR pelo texto, de Manoel Carlos Chaparro, vai se estender por mais uma semana.

Interessados em apoiar o projeto terão agora até 8/9 (domingo) para contribuir com a impressão da obra inédita, que recentemente ganhou uma versão digital na Amazon.com.br, pelo selo J&Cia Livros.

“Temos a oportunidade de editar um livro inédito que traz ensinamentos práticos e objetivos que ajudam as pessoas a escreverem com mais objetividade e assertividade”, destaca Eduardo Ribeiro, diretor da Jornalistas Editora. “É um livro que foi escrito em 2017, mas que permaneceu guardado pelo professor Chaparro, que atualmente recupera-se de um AVC e está, portanto, sem condições de seguir os caminhos tradicionais de busca por uma editora, mesmo com o alto potencial da obra”.

Até o momento, a campanha arrecadou quase 30% da meta da inicial, de R$ 30 mil. A quantia já garante a impressão da obra, porém em uma quantidade abaixo da esperada inicialmente, de pelo menos mil exemplares. Dividido em quatro capítulos, Como DIZER e AGIR pelo texto parte de uma estratégia pedagógica para mostrar os caminhos de como alcançar sucesso no uso da linguagem escrita em ações interlocutórias.

Doutor em Ciências da Comunicação e professor de Jornalismo na Escola de Comunicações e Artes, da Universidade de São Paulo, Chaparro é jornalista desde 1957, quando iniciou sua carreira em Lisboa. No Brasil, para onde imigrou em 1961, foi repórter, editor e/ou articulista em vários jornais e revistas de grande porte e circulação. Com reportagens individuais, por quatro vezes teve trabalhos premiados no Prêmio Esso de Jornalismo. É autor de outros três livros sobre Jornalismo: Pragmática do Jornalismo (Summus, 1994), Sotaques d’aquém e d’além-mar – travessias para uma nova teoria de gêneros jornalísticos (Summus, 2008), e Linguagem dos Conflitos (Minerva Coimbra, 2001).

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