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sábado, julho 20, 2024

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Senado contesta nota do Portal dos Jornalistas

Transcrevemos a seguir esclarecimento que recebemos de Virginia Malheiros Galvez, diretora da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal, sobre a nota Profissionais denunciam perseguição e desmonte da TV Senado, que publicamos em 7 de janeiro: A propósito da nota “Profissionais denunciam perseguição e desmonte da TV Senado”, publicada em 07.01.16, no Portal dos Jornalistas, causou estranheza o fato de que a nem a direção da Secretaria de Comunicação Social, nem a direção da TV Senado, tenham sido procurados pelos redatores deste Portal para apresentar o “outro lado” dos fatos, regra básica do bom jornalismo. Assim, resta-nos solicitar a publicação da nossa posição diante das imprecisões, incorreções e inverdades divulgadas sobre esta instituição, que cumpre a sua finalidade de bem informar o cidadão brasileiro a respeito do Senado Federal e do Poder Legislativo. Quanto ao conteúdo transcrito pelo Portal dos Jornalistas, cabe comentar: 1. Ao contrário do que afirma a nota, a atual gestão da Secretaria de Comunicação não promoveu corte e, portanto, é inverídica a informação de que em 2015 houve redução de equipe da TV Senado ou qualquer limitação da cobertura de comissões e do Plenário do Senado. Muito ao contrário! Durante todo o ano, a emissora transmitiu quase 3 mil horas de sessões plenárias e reuniões de comissões ao vivo, registrou um aumento de 82 por cento na captação de reuniões de comissões e de 17 por cento de sessões plenárias. A TV Senado captou e transmitiu, na íntegra, todas as sessões plenárias (inclusive solenes e temáticas) e todas as reuniões ordinárias e extraordinárias das comissões permanentes da Casa, além de registrar centenas de horas de reuniões de subcomissões, comissões parlamentares de inquérito, comissões mistas e comissões de especialistas. O mesmo continuará acontecendo em 2016. As principais discussões e deliberações resultaram em programação jornalística apresentada pelas equipes técnicas em programas diversos durante todo o ano; 2. A acusação de “intervenção”, “interventor” e “demissão sumária” é descabida, na medida em que, como em qualquer organização privada ou pública, a escolha do comando da emissora, cargo de confiança, é prerrogativa da direção da área, no caso da TV Senado, da Secretaria de Comunicação Social, que assim tem procedido nos últimos 20 anos, sempre escolhendo diretores integrantes do quadro de profissionais efetivos. Sendo assim, não cabe a acusação de “intervenção”, “interventor” e “demissão sumária”. O novo diretor da TV Senado, Sylvio Guedes, é jornalista concursado desde 1998, com larga experiência profissional no Senado e em posições de comando de veículos privados. Exercerá suas funções, como seus antecessores, no escopo e nos limites de suas atribuições administrativas e no cumprimento da finalidade institucional da área de Comunicação do Senado, bem como do projeto editorial ora em curso nos demais veículos de divulgação, como a Rádio Senado, Agência Senado, Jornal do Senado e nas redes sociais. 3. Da mesma forma não tem fundamento qualquer acusação de perseguição política ou ameaça de processo administrativo, conforme alude a nota genericamente. Não houve qualquer iniciativa nesse sentido e a Secretaria de Comunicação Social do Senado pauta a relação com os servidores pelos princípios éticos consagrados na Constituição Federal. Da mesma forma, a fantasiosa “fuga maciça” de profissionais não tem respaldo nos fatos. Como em todos os anos, em 2015 também ocorreram algumas poucas e rotineiras movimentações funcionais de servidores da TV Senado. A própria direção da Secretaria incentivou a prática estimulando novas experiências profissionais de servidores da Comunicação em outras áreas, como forma de diversificar a capacitação profissional e estimular a criatividade, como benefícios para a produção dos conteúdos oferecidos ao cidadão nos diferentes formatos e veículos; 4. Sobre o que se chamou de desmonte da TV Senado, é preciso esclarecer que a SECOM vem analisando com toda a serenidade e responsabilidade formas de melhor organizar a sua estrutura e as suas áreas e pessoal, de modo a melhor desempenhar suas funções institucionais. Tais estudos, ainda não conclusivos, têm envolvido seguidas consultas a todas as unidades envolvidas, inclusive e especialmente a TV Senado. Não procede a informação de que qualquer veículo esteja sob risco de desmonte. A proposta, ao contrário, é promover a racionalização dos recursos em busca de maior eficiência nos processos de trabalho. É importante registrar, por fim, que a TV Senado vem se preparando, nos anos recentes, para recuperar a sua defasagem tecnológica e, agora em 2016, dará passos decisivos neste sentido, tornando mais eficaz e eficiente o registro das atividades legislativas da Casa. Por decisão da Comissão Diretora, no final de 2015 e agora em 2016, a TV Senado conseguirá materializar um ciclo de aquisições de equipamentos e sistemas que vão, enfim, colocá-la na era digital que já é comum às demais emissoras. Fica claro, pela listagem de equipamentos e sistemas, que esse salto tecnológico não se construiu da noite para o dia e que é fruto de uma construção de anos, que não foi nem será interrompida. Também em 2015 foi priorizada, com previsão de conclusão agora no início de 2016, a reforma de uma área do Senado que vai receber a nova redação, as ilhas de edição e vários outros setores da TV, ampliando e modernizando o espaço de trabalho. Se há um desmonte, portanto, é o desmonte do atraso tecnológico e das dificuldades de atuação.

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