Prêmio Esso divulga finalistas

A 60ª edição do Esso, hoje chamado Prêmio ExxonMobil de Jornalismo – sob o slogan Os nomes mudam. O jornalismo continua. –, anunciou seus finalistas. Após 45 dias e mais de 5 mil análises, um júri composto por 35 profissionais, entre jornalistas, professores universitários e profissionais de comunicação, selecionou 70 trabalhos finalistas, entre 1.021 trabalhos inscritos. Foram 512 reportagens ou séries no impresso, 151 de foto, 284 de criação gráfica (nas categorias Jornal, Revista e Primeira Página) e 71 de telejornalismo. Os valores das premiações foram reajustados, totalizando R$ 123,2 mil brutos. Além do prêmio principal, que leva o nome do programa, fixado em R$ 33 mil, e do Prêmio de Telejornalismo, estabelecido em R$ 22 mil, serão distribuídos R$ 11 mil para as categorias de Reportagem e Fotografia. As demais receberão R$ 5 mil cada, e os prêmios regionais, R$ 3,3 mil cada um. Os vencedores desta edição serão conhecidos em 19/10, em comunicado a ser divulgado no site do concurso. A cerimônia de premiação está marcada para 12/11, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Confira a seguir a relação completa dos finalistas, por categoria: * Fotografia: André Coelho, com Petrobras sem graça; Pedro Kirilos, com Batalha olímpica; Márcia Foletto, com a série Onde mora a miséria; Marcelo Piu, com A menina no bueiro; José Coimbra, com Sobreviventes da Guanabara, e Daniel Marenco, com A ferro e fogo, todas publicadas no Globo. Felipe Dana, com Retratos do crack, e o mesmo Daniel Marenco, com Terremoto em Katmandu, ambas publicadas na Folha de S.Paulo; Dida Sampaio, com Lava Jato Planalto, no Estadão; e Mateus Bruxel, com a série Inferno na Terra Prometida, na Zero Hora. * Educação: Elisa Meireles, por Foco na aprendizagem, Camila Camilo, com Por um ensino de várias cores, e Fernanda Sallas, com Esta escola poderia ter mudado a educação, as três com equipes da revista Nova Escola; Paulo Saldaña e equipe, do Estadão, com Farra do Fies; e Antonio Gois e equipe, do Globo, com Educar em áreas de conflito. * Informação econômica: Cássia Almeida e equipe, do Globo, com Anda e para; Lucas Rossi, da Exame, com Chefe, sou gay; Paulo Saldaña e equipe, do Estadão, com Farra do Fies; Juliano Basile, com Diretoria da Petrobras foi avisada sobre desvios, no Valor Econômico; Vicente Nunes e equipe, do Correio Braziliense, com O Brasil cai na real. * Informação científica, tecnológica ou ambiental: Dimmi Amora e equipe, da Folha de S.Paulo, com Líquido e incerto – O futuro dos recursos hídricos no Brasil; Mariana Laboissière e Simone Kafruni, com Perigo no ar de Paracatu, e Paloma Oliveto, com Planeta insalubre, ambas concorrentes pelo Correio Braziliense; Patrick Camporez, com Agrotóxico deixa rastro de intoxicação e mortes, em A Gazeta, do Espírito Santo; Demitri Túlio, com Operação Papagaio – Dois anos com os traficantes, para O Povo, do Ceará. * Primeira página: Ronald Baptista Filho e equipe, do Diário Catarinense, com A economia que está na sua mão; Álvaro Duarte e equipe, do Estado de Minas, com dois trabalhos: O Brasil desbotado/O Brasil secreto, e Quem são? Faz diferença?; Sandro Mesquita e equipe, do Extra, com Do tronco ao poste; Marcelo Agner e equipe, do Correio Braziliense, com A liberdade é maior que o terror. * Criação gráfica jornal: Gil Dicelli e equipe, de O Povo, do Ceará, com Operação Papagaio – Dois anos com os traficantes; Gustavo Moore e equipe, de O Dia, com Ícones do Rio; Adriano Ararújo e equipe, do Estadão, por SP 461; Carlos Felipe Goes, com O Quinze – Lembranças/Dores/Sonhos, para o Diário do Nordeste, do Ceará; Ivan Luiz, Felipe Nadaes e Daniel Juca, com Gabriel Medina, para o Extra, do Rio. * Criação gráfica revista: Marcel Nadale e duas diferentes equipes, da revista Mundo Estranho, com Mergulho nas profundezas e a série Infográficos da literatura brasileira; Thales Molina e Victor Bianchin, na mesma revista, com Quem influenciou quem?; Rafaela Ranzani e equipe, da revista Trip, por Nada será como antes, e com a equipe, da revista TPM, por Especial vagina. * Telejornalismo: Domingos Meirelles e equipe, por As eternas escravas e por Estrada da fome, ambas da Rede Record; Roberto Cabrini e equipe, do SBT, com Senhores da fome; Bianca Vasconcellos, com Uma guerra sem herói, e Ana Graziela Aguiar, com Crime na rede: intimidade compartilhada, ambas com a equipe da TV Brasil; Giovani Grizotti e equipe, da Rede Globo, com Máfia das próteses; Fábio Pannunzio e equipe, da Band, pela série Brasil: céu e inferno; Leandro Sant’Ana, com A caçada a Roger Abdelmassih, e Luiz Carlos Azenha, com Ladrão de bola, ambos com a equipe da Record; e Fernando Canzian e equipe, da TV Folha, por Boyhood Bolsa Família.   Os regionais 1) Norte/Nordeste: Emídia Felipe e Adriana Guarda, do Jornal do Commercio, de Pernambuco, por Documento Suape 2015; Maristela Crispim e Beatriz Pinheiro, com O Quinze – Lembranças/dores/sonhos, no Diário do Nordeste, do Ceará; Melquíades Júnior, do mesmo jornal, com Descaminhos da escola e Parto dos anjos; e Bruno Wendel e equipe, do Correio, da Bahia, com Onde está Geovane?. 2) Centro-Oeste: Daniel Camargos e Alexandre Guzanshe, com Fordlândia 70 anos depois; Mateus Parreiras e Beto Novaes, com Transposição de problemas, e o mesmo Mateus Pareiras, com equipe, por Amarga agonia, todos no Estado de Minas; Julia Chaib e Marcella Fernandes, do Correio Braziliense, com Racismo, um crime silenciado; e Lúcio Vaz, da revista Congresso em Foco, por A caixinha eleitoral do Congresso. 3) Sul: Luísa Matins e Júlio Cordeiro, por Cicatrizes, Cleidi Pereira, com Mercado de ocupações, e José Luís Costa, com A doce vida de um golpista na Europa, os três da Zero Hora; Eduardo Torres e Carlos Ismael Moreira, com Adolescência assassinada, no Diário Gaúcho; Mauri König e equipe, da Gazeta do Povo, por Vida e morte no trabalho. 4) Sudeste: Paulo Saldaña e equipe, do Estadão, com Farra do Fies; Dimmi Amora e equipe, da Folha de S.Paulo, por Líquido e incerto – O futuro dos recursos hídricos no Brasil; Elenilce Bottari e equipe, de O Globo, com O que eles fazem com seu voto; e Leonêncio Nossa e Dida Sampaio, com Favela amazônica, e João Villaverde e equipe, todos do Estadão, com Perigosas pedaladas: as manobras fiscais que encurralaram Dilma.