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terça-feira, abril 28, 2026

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Abril anuncia nova reestruturação. Alexandre Caldini deixa a Presidência da Editora

Empresa passa a ter apenas duas diretorias: Editorial e de Operações, respectivamente a cargo de Alecsandra Zapparoli e Fábio Gallo

Menos de um mês após assumir a Presidência Executiva do Grupo Abril, Walter Longo anunciou nesta quinta-feira (31/3) mudanças na cúpula da Editora Abril, que deixa de ter uma Presidência Executiva, com a consequente saída de Alexandre Caldini, e passa a ser gerida por duas diretorias: Editorial, que segue com Alecsandra Zapparoli, e a de Operações, recém-criada, sob o comando de Fábio Gallo, que atuava como diretor de Finanças e Administração. Ambos se reportam a Longo.

Gallo passa a responder pelas áreas Comercial (incluindo o Estúdio ABC), Assinaturas, Serviços de Marketing, Casa Cor, TI, Controladoria e Finanças. Na Diretoria Editorial, ficam concentradas as áreas de Estratégia Digital e Apoio Editorial, que se somam às editorias de Veja, Exame, Femininas e Estilo de Vida.

Tiago Afonso, diretor de Marketing, passa a consolidar todas as ações de marketing das empresas do Grupo Abril e também se reporta diretamente a Longo. Ele terá sob sua responsabilidade as áreas ABD (Abril Big Data), Licenciamento e Informações de Mercado. A Gráfica Abril e a DGB, holding de Logística e Distribuição do Grupo, seguem sob o comando de Longo.

Em comunicado, o presidente informou que as alterações na estrutura da Editora têm o objetivo de “ganhar agilidade, simplificar processos e ter mais foco nos resultados. A mudança visa também a maior integração entre as várias empresas e unidades do Grupo Abril”.

Segundo este Portal dos Jornalistas apurou, a saída de Alexandre Caldini da Presidência da Editora Abril e da empresa, em sua segunda passagem por lá, deu-se pela própria necessidade da empresa de diminuir despesas, inclusive nos níveis hierárquicos. E, nessa situação, era previsível, com a chegada de Walter Longo, não haver espaço para um segundo executivo com nível de presidente. Sobretudo pelas diferentes visões de ambos sobre o negócio.

Formado em Administração pela PUC-SP e com cursos de Educação Executiva em Insead (França), Harvard University (EUA) e na London Business School (Inglaterra), Caldini foi por dois anos CEO do Valor Econômico e teve passagens por Novartis e Colgate, entre outras empresas.

Nos quase dois anos em que esteve à frente da Editora, promoveu mudanças no modelo de negócios da empresa e esteve à frente de inovações como a criação do Estúdio ABC (Abril Branded Content), do ABD (Abril Big Data) e da construção da nova oferta digital para a empresa.

Agora, além de dar sequência à sua carreira de executivo e palestrante, deve aproveitar para concluir seu segundo livro sobre espiritismo. Em 2014, ele lançou A morte na visão do espiritismo – Um livro para quem quer compreender o que acontece no momento em que morremos e depois (Belaletra), em que deixa de lado o clichê cético de seus pares e mergulha nessa natural e apavorante obviedade da vida; para ele, a morte é nada mais que uma etapa da vida, uma “troca de roupa”.

Media Compass é novo estudo sobre investimento em publicidade no Brasil

KantarA Kantar Ibope Media e o Grupo de Mídia lançaram o Media Compass, levantamento do volume total de investimento em publicidade no Brasil. O projeto conta, ainda, com o apoio da Abap e do Grupo Meio&Mensagem. “Com acesso aos dados do Media Compass, agências e anunciantes podem compreender como está a divisão dos investimentos entre os meios e, com base nessa informação, determinar qual será a estratégia e distribuição de sua verba de mídia”, disse em nota Rita Romero, diretora de Monitor da Kantar Ibope Media. “Já os veículos conseguem avaliar como está a divisão das verbas de mídia pelos anunciantes, além de traçarem estratégias para alcançar maior participação de mercado no contexto do investimento publicitário”, completou. O resultado do levantamento será divulgado trimestralmente pelo Media Compass e o M&M publicará anualmente análises de investimentos líquidos por setor, categoria, anunciante e de agências.

André Balocco começa em Mídias Sociais da Secom-PR

André Balocco deixou recentemente a Chefia de Reportagem de O Dia, no Rio de Janeiro, e se mudou para Brasília a convite de Rodrigo Almeida, secretário de Comunicação da Secom da Presidência da República. Ele passa a atuar em Mídias Digitais, editando o Blog do Planalto e atuando na concepção de programas de comunicação do governo. André, que trabalhou com Rodrigo na Ejesa – ele em O Dia e Rodrigo no iG –, diz que se sente orgulhoso e otimista por esse novo desafio profissional, do outro lado do balcão: “Uma história interessante é que vim pela primeira vez à cidade no ano passado, aos 52 anos, e já me apaixonei por ela. Depois de me estabelecer pretendo trazer a família; deixei um filho de três meses com minha mulher, também jornalista”. Em O Dia, André também atuava como coordenador do projeto Rio, Cidade sem Fronteiras, que segundo ele deverá ser congelado a partir de agora.

Novos rumos para Ana Paula Prado

Graduada em Jornalismo pela Cásper Líbero, em 1992, Ana Paula Prado ([email protected]) está de volta ao mercado após passagem recente pela equipe de Chico Santa Rita, especialista em marketing político. Em 2015, Ana também passou pela TV Globo – como pesquisadora de texto e personagens – e pela Coordenação de Comunicação do Conselho Regional de Psicologia do Estado de São Paulo. Com mais de 20 anos de experiência – especialmente dedicados a televisão e assessoria de imprensa –também atuou em TV1, TV Futura, MPSP, Ibccrim, Apamagis, Apadep, In Press e Suporte Comunicação.

Procuradoria Geral da Suíça contesta matérias do Estadão

Jamil Chade, autor das reportagens, refuta alegações Em nota distribuída à imprensa brasileira em 22/3, André Marty, Head of Communications & Public Affairs da Procuradoria Geral da Suíça (OAG), afirma haver “falhas graves” em duas matérias de Jamil Chade, correspondente do Estadão naquele país, sobre a Operação Lava-Jato – MP da Suíça cria equipe especial para a Lava Jato e Exclusivo: Suíça vai enviar “avalanche” de dados sobre políticos brasileiro à PGR –, além de negar ter sido aquele órgão a fonte das informações. Jamil refuta das alegações da nota e mantém o que escreveu. Diz a nota suíça: “Entrar em contato com um representante de mídia por causa de artigos publicados é muito raro para o Gabinete do Procurador Geral da Suíça (OAG). O jornal brasileiro O Estado de S. Paulo publicou uma matéria sobre bens apreendidos na Suíça que precisa de retificação devido a falhas graves e citação indevida do Gabinete do Procurador Geral da Suíça (OAG) como a fonte de suas informações. Além da lista imprecisa, com elementos fictícios, o mau uso da OAG como fonte para o ranking do Estado de S. Paulo é particularmente preocupante. O jornal em questão nunca se aproximou da OAG em relação aos bens apreendidos – e ainda assim a lista de bens apreendidos foi atribuída ao OAG. Em um segundo artigo, o mesmo jornal informava que os dados relacionados com a evasão fiscal em breve serão transferidos da Suíça para o Brasil (efeito ‘Al Capone’); que milhares de documentos devem ser apresentados em breve da Suíça para o Brasil; que os políticos brasileiros de todos os partidos parecem estar envolvidos. É preciso esclarecer que a evasão fiscal é de nenhuma maneira base jurídica para a assistência jurídica mútua em matéria penal. Portanto, a história carece de qualquer fundamento, uma vez que é baseada em uma premissa errada. Ainda sobre essa história, a OAG não foi abordada pelo correspondente antes da publicação.” > Sobre a nota da entidade, Jamil informou ao Portal Imprensa: “Sobre cooperação da Suíça para casos de evasão fiscal, apesar das declarações oficiais do MP em Berna para a imprensa, a constatação é de que documentos sobre o deputado Eduardo Cunha já foram enviados ao Brasil autorizando a Procuradoria Geral a usar justamente os extratos bancários para o acusar por sonegação. Rodrigo Janot abriu um caso nesse sentido. Durante as reuniões fechadas à imprensa em Berna na semana passada, o MP brasileiro recebeu garantias de que, se fizesse uma consulta geral sobre o uso dos documentos para acusar alguém por sonegação, também receberia um sinal positivo. Os suíços, porém, para não mandar uma mensagem ao mundo de que estavam mudando suas leis, fecharam um acordo de que o sinal verde e a comunicação não ocorressem entre os Ministérios Públicos, mas sim por meio de notas diplomáticas, evitando qualquer compromisso assinado por parte do MP de Berna. Assim, se algum dia algum outro país solicitasse as mesmas coisas, diriam simplesmente que não têm essa prática como regra. O comunicado dos suíços desmentindo que ajudarão o Brasil nesse sentido só serve para mandar um recado ao resto do mundo de que não darão o mesmo tratamento a outros pedidos. Quanto aos valores citados, as fontes da reportagem são os mesmos responsáveis pelos bloqueios e que até hoje eram mantidos em sigilo. As diferenças de valores, porém, se referem a uma atualização de dados, que eram dos anos 1990 ou tinham mais de dez anos. Os dados publicados pelo Estado e os dados ‘oficiais’ usados pela Suíça mantém a mesma conclusão: a Lava Jato é o maior caso já confiscado nos bancos do país.”

Maurício Tuffani deixa a Scientific American e estreia em voo solo com o site Direto da Ciência

Maurício Tuffani deixa nesta quinta-feira (31/3) o cargo de editor da Scientific American Brasil, que assumiu em abril do ano passado, e vai se dedicar integralmente à atividade de opinião, análise e reportagens investigativas em ciência, meio ambiente e ensino superior. E fará isso no Direto da Ciência, site com atualização diária destinado ao público de nível superior antenado nos rumos da ciência (inclusive humanidades e tecnologia), do ensino superior e na gestão e política ambiental – basicamente docentes de ensino superior, pós-graduandos, pesquisadores, professores da educação básica, estudantes de graduação e profissionais de instituições públicas e particulares em agricultura, transportes, energia, ambiente e outras áreas técnico-científicas, bem como os formadores de opinião e tomadores de decisão. Segundo ele, o foco de Direto da Ciência não está nas novidades científicas e nas demais notícias que normalmente são veiculadas pela imprensa em geral, mas nas decisões políticas, nos bastidores, nos conflitos internos e na exposição de temas de interesse público que em geral permanecem em nível restrito nos círculos acadêmicos e nos meios governamental e não governamental na área de meio ambiente: “Um exemplo recente de tema com esse foco editorial é o das publicações acadêmicas que desrespeitam padrões científicos de qualidade, que pude abordar em meu blog Maurício Tuffani, na Folha. Devido à necessidade de dedicação integral, que em breve incluirá a busca de patrocínio e outras fontes de recursos, não conseguirei me dedicar também a esse valioso espaço que a Folha me proporcionou. Pretendo também com o Direto da Ciência fazer parcerias investigativas e colaborativas com grupos baseados em novos modelos independentes de jornalismo. Apesar do momento altamente desfavorável não só para mudanças profissionais mas também para novas iniciativas, acho que vale a pena arriscar o engajamento em uma atividade crítica e investigativa em face dessa realidade de crise”. Maurício, que atende pelos 11-991-648-443 e [email protected], teve passagens por Jornal da Tarde e O Estado S. Paulo, foi redator-chefe da revista Galileu, editor e repórter do Caderno de Ciência da Folha de S.Paulo, assessor de Comunicação em secretarias do Governo de São Paulo, da Reitoria da Unesp, onde foi também fundador e diretor Editorial da revista Unesp Ciência, e atuou como editor executivo no PNUD Brasil. No lugar dele fica Pablo Nogueira ([email protected]), que começou na função há alguns dias. Pablo tem mais de 15 anos de experiência no jornalismo científico e, segundo Maurício, uma sólida e ampla formação científica e cultural: “Pude conhecer de perto seu trabalho quando fui editor-chefe da Galileu e diretor Editorial da Unesp Ciência, onde ele foi diretor de Redação por quase dois anos. O desempenho de Pablo sempre superou as expectativas, inclusive em pautas de elevado grau de complexidade”. Mestre em Ciência das Religiões, Pablo também teve passagem por Veja.

Pedro Henrique Varoni de Carvalho é nomeado diretor-geral da EBC

O Diário Oficial da União publicou nessa segunda-feira (28/3) a nomeação de Pedro Henrique Varoni de Carvalho como novo diretor-geral da EBC. Ele entra na vaga de Asdrúbal Figueiró, que pediu demissão da empresa em fevereiro, junto com o presidente Américo Martins. Pedro Henrique é mestre e doutor em Linguística pela Universidade Federal de São Carlos, professor no curso de Jornalismo da Universidade Tiradentes, em Aracaju, e vinha exercendo a função de diretor de Jornalismo da TV Sergipe.

Paula Cesarino Costa será a nova ombudsman da Folha de S. Paulo

Vera Guimarães Martins passa a repórter especial A partir de 25/4 Paula Cesarino Costa passa a exercer a função de ombudsman da Folha de S. Paulo. No jornal há quase 30 anos, ela foi de 2004 até janeiro passado diretora da sucursal do Rio. Substituída por Marco Aurélio Canônico, vinha desde então atuando como repórter especial. Volta agora a São Paulo, onde nasceu. Na mesma data, a pedido, Vera Guimarães Martins deixa o posto de ombudsman, que ocupou nos últimos dois anos, e incorpora-se à equipe de repórteres especiais da Secretaria de Redação. Há 26 anos no jornal, foi também responsável por cadernos especiais, entre outras funções.

(Corrigido em 23/11/2019)

Jornalirismo lança O mundo é mais bonito pelo olho da poesia

O Jornalirismo lança, em 9/4, o livro O mundo é mais bonito pelo olho da poesia, coletânea com 82 autores. É o primeiro volume editado pelo Jornalirismo como editora formalmente constituída de livros nas áreas de comunicação e literatura. O evento será no Mútua Coworking (rua Dona Maria Dulce Nogueira Garcez, 55), em São Paulo, das 13h às 19h, com sessão de autógrafos e bate-papo com os autores. A obra, organizada por Guilherme Azevedo, apresenta grandes reportagens no Brasil e no exterior; perfis de personagens emblemáticos e encantadores; ensaios fotográficos com temas de cidadania e direitos humanos; crônicas sobre propaganda; crônicas, contos e poemas sobre amor, liberdade, transformação e muito mais. Segundo Guilherme, “são textos e imagens compostos com a vontade grande de abraçar e transformar o mundo, fundindo jornalismo e literatura”.

Nildo Oliveira é desligado da revista O Empreiteiro

Nildo Carlos Oliveira, que tem quase cinco décadas de experiência na área da engenharia, foi recentemente desligado dos quadros da revista O Empreiteiro, publicação na qual esteve durante muitos anos, primeiro como editor e depois como consultor editorial. Sua saída coincide com a conclusão da biografia do engenheiro Bruno Contarini, de sua autoria, intitulada O mestre da arte de resolver estruturas – a história do engenheiro Bruno Contarini, lançada no início do mês, no Rio de Janeiro. Ele diz que passa agora a dedicar-se mais às suas obras de ficção e ao trabalho de elaboração de outros livros na área da engenharia.

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