Márcia Disitzer lança em 30/1, Potência popular carioca, um mosaico de ensaios fotográficos e entrevistas com pessoas comuns, que vivem e trabalham em diferentes pontos da cidade, em espaços como a feira, o baile funk, a quadra da escola de samba.
A obra, editada pela Leya, mostra a força da cultura dita popular e mergulha em temas complexos e sensíveis como classes sociais, gênero, raça e relações culturais. Às 18h30, no Osbar (av. Calógeras, 16).
O leitor de O Povo recebe desde 18/1 um novo jornal: redesenhado, com novas seções e formatos. A versão dá mais ênfase em reportagem e investigação, síntese e análises, o que gerou ampliação da equipe de reportagem investigativa, além de reestruturação da Redação.
“Não é somente um redesenho gráfico, estamos discutindo que jornalismo é esse que a gente quer fazer dentro do grupo”, informa Ana Naddaf, diretora-executiva da Redação. A mudança, que vem sendo construída há mais de um ano, foi norteada por três pilares: o pensamento e estudo de novas formas de fazer jornalístico diante das fake news e na era da pós-verdade; a mudança estrutural na redação – de cargos e funções para chegar a esse objetivo –; e um projeto gráfico que traduza esses dois primeiros momentos do redesenho.
“A partir de muitas discussões, estudos e ideias, começamos as mudanças gráficas pela unidade mínima, que é a tipografia, até a mudança do formato do jornal aos domingos”, explica Gil Dicelli, diretor executivo de design editorial. Aos domingos, o jornal passa a circular em formato berliner. “A gente adotou o tamanho de 27x41cm (berliner) e isso é uma proposta de ampliar as possibilidades de leitura, inclusive nesse contato físico com o tamanho do papel”, explica Dicelli. Veja mais detalhes no manual elaborado pelo jornal e no vídeo de apresentação.
O Sala de Redação da Rádio Gaúcha mudou parte do elenco e ganhou novos quadros. Em Arquibancada Virtual do Sala, as mensagens do público aparecerão na tela interativa dentro do programa e os comunicadores responderão ao vivo às manifestações dos ouvintes. Eduarda Streb – que atuou por 17 anos na RBS TV –, David Coimbra e Diogo Olivier juntam-se a Guerrinha e Maurício Saraiva no time de comentaristas do programa, que debatem sob mediação de Pedro Ernesto Denardin.
Segundo Rafael Cechin, coordenador de Esportes da Gaúcha, “o Sala de Redação deixa de ser um programa de rádio para se tornar uma plataforma de comunicação. Fica mais atual e muito mais próximo do que o público quer”.
Deixaram a equipe os comunicadores Cacalo, Zé Victor e Sérgio Boaz, este após 31 anos de casa. A empresa também confirmou a saída de Edu 001. Em entrevista ao Coletiva.net, Zé Victor contou que segue no Grupo RBS, passando a assinar uma coluna no Segundo Caderno de Zero Hora. Boaz disse estar surpreso com a decisão da empresa e Cacalo informou ao portal que ainda não definiu se continuará a escrever para o Diário Gaúcho, no qual assina uma coluna há 17 anos. As mudanças na rádio foram anunciadas na segunda-feira (22/1) em evento no Gaúcha Sports Bar.
Depois de oito anos na Folha de S.Paulo, Bernardo Mello Franco aceitou o convite para voltar ao jornal O Globo. Ele começou no Jornal do Brasil e foi depois para o Globo, por cinco anos. Dali saiu para a Folha, passando por São Paulo, Rio e Brasília, e como correspondente em Londres.
No Globo, a coluna que terá o nome dele, deve estrear na terça-feira (30/1), no primeiro caderno, nas páginas de País. A frequência inicial será de quatro vezes na semana, no impresso, e edições extraordinárias na internet, quando for preciso. É um espaço novo. Graficamente, terá formato de artigo, na horizontal. O conteúdo vai juntar informação com opinião, sem se limitar aos fatos. Para isso, ele deve continuar indo a Brasília com frequência, para manter contato com as fontes.
Além de voltar para o Globo e para o Rio, sua cidade natal, Bernardo diz: “Estou animado de fazer parte de um momento de renovação muito grande do jornal e de integração de redações”.
Em sua despedida dos leitores da coluna Brasília, da Folha, escreveu no Facebook: “Depois de oito anos, quatro cidades e 735 colunas, chegou a hora de me despedir da Folha de S.Paulo. A saideira fala do aniversário da Constituição, do doutor Ulysses e da importância do jornalismo em tempos de crise. A caravela vai partir, como dizia o velhinho. Navegar é preciso…”.
A Telefônica Brasil anunciou na última semana a promoção de Camilla Tápias ao posto de vice-presidente de Assuntos Corporativos. Ela será responsável por liderar as áreas Regulatória, Relações Institucionais, Sustentabilidade e Fundação Telefônica Vivo.
Formada pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Camilla especializou-se em telecomunicações, com mestrado concluído na Georgetown University, em Washington. Já trabalhou na MCI, também em Washington – na época da privatização do Sistema Telebrás –, e também teve passagem pela Embratel. Há 16 anos conduz os temas regulatórios e de concorrência para o Grupo Telefônica no Brasil. Mais informações pelo [email protected].
A partir de 1/2, Carlos Aros será o novo chefe de Reportagem da CBN São Paulo. Ele trabalhou durante seis anos como repórter, apresentador e chefe de Produção na Jovem Pan. Segundo informou ao Comunique-se, a proposta feita pela CBN, para trabalhar como chefe de Reportagem da programação vespertina, o fez pensar em apostar em algo novo para sua carreira.
Na Pan, começou como redator do site, passou por produção e reportagem, e nos últimos dois anos dividia a apresentação dos programas com a cobertura de tecnologia e com a Chefia de Produção.
O Troféu Mulher Imprensa, iniciativa do portal e revista Imprensa que reconhece o trabalho das mulheres nas redações brasileiras, está veiculando uma enquete com o objetivo de promover alterações em sua 13ª edição. Para isso, os organizadores solicitam que profissionais de comunicação colaborem preenchendo um breve questionário online.
Tão logo se recupere do estrago no joelho esquerdo provocado pela queda que sofreu no final de novembro, Ricardo Kotscho voltará a fazer reportagens, como colaborador, para a Folha de S.Paulo.
“Fiquei muito feliz com essa oportunidade de voltar ao jornal depois de tanto tempo. Vai ser a terceira vez”, contou ele a J&Cia. “Só não dá para ser já porque ainda não me recuperei daquele tombo que levei no final do ano. Assim que o médico me liberar, vou voltar pra rua, que é o meu lugar. Quem tiver alguma boa sugestão de pauta, que não seja política nem desgraça, pode me mandar. Voltarei a contar histórias da vida real”.
Mônica Ferreira, gerente-geral de Relacionamento com a Imprensa e Mídias Digitais da Vale, deixou a empresa . Segunda-feira (22/1) foi seu último dia no cargo, não houve outras mudanças na área de imprensa e o substituto ainda não foi anunciado.
Mônica estava na Vale desde 2006. Na última função, era porta-voz diante da imprensa em todos os países em que a empresa está presente. Coordenava também as ações digitais, como os sites, os perfis nas redes sociais e a intranet nesses países. Antes da Vale, Mônica esteve por nove anos em O Globo e outros nove na Band.
Karla Mendes é a nova correspondente da Thomson Reuters Foundation no Brasil. Ela acaba de assumir o posto, no Rio, e sua função se concentra em cobrir direito de propriedade e direito fundiário no Brasil e na América Latina, a exemplo dos conflitos de propriedade envolvendo povos indígenas, quilombolas, pequenos fazendeiros e também no meio urbano. Essas matérias são distribuídas, em inglês, pelo sistema da Reuters para todo o mundo.
A Thomson Reuters Foundation é o braço filantrópico da Thomson Reuters, voltado para a produção de conteúdo jornalístico global, com foco humanitário. Faz cobertura especializada em direito de propriedade e direito fundiário, trabalho escravo, tráfico de pessoas, direitos das mulheres, mudanças climáticas, entre outros temas.
No último ano, Karla trabalhou como freelance. Ganhou então os prêmios Confederação Nacional do Transporte e Policiais Federais de Jornalismo, ambos na categoria impresso, com uma série de reportagens sobre roubo de carga na Amazônia, publicada por O Estado de S.Paulo.
Karla foi correspondente da agência norte-americana S&P Global Market Intelligence (antiga SNL Financial), produzindo diariamente matérias e traduções sobre o setor bancário e o mercado de seguros. As matérias de direito de propriedade são publicadas também na plataforma digital This is Place . Esteve também em O Globo, Agência Estado e Estadão, Correio Braziliense, Estado de Minas e no jornal espanhol Expansion. Trabalhava eventualmente para a Thomson Reuters Foundation desde agosto, e agora assumiu a posição de correspondente em tempo integral. Para mais informações pelo [email protected].