Após uma negociação que se arrastou por quase quatro meses, o narrador Téo José e a TV Bandeirantes decidiram não renovar contrato. Um dos principais locutores do automobilismo nacional, em especial nas provas de Fórmula Indy, ele estava na emissora desde 2006, após passagens pelas tevês Manchete, SBT e RedeTV.
Segundo informações da coluna de Flavio Ricco no UOL, a negociação havia começado em outubro e estava bem avançada, mas o acordo acabou esfriando após as saídas dos diretores Marcelo Meira e Diego Guebel.
Ferramenta permite avaliar a atuação parlamentar em questões socioambientais
Mais de 60% dos deputados federais têm atuação parlamentar – em votações ou na elaboração de projetos de lei – desfavorável à agenda socioambiental, que envolve a preservação do meio ambiente, os direitos dos trabalhadores rurais e a defesa de comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas.
Os dados são resultado de um levantamento inédito feito pela ONG Repórter Brasil por meio do Ruralômetro, banco de dados e ferramenta interativa (lançada em 30/1) que avalia o comportamento dos deputados eleitos em 2014 diante da agenda socioambiental.
O levantamento avaliou 131 projetos de lei cujos autores são deputados eleitos em 2014 e 14 votações nominais (em que deputados registram seu voto). Todos apresentam algum tipo de impacto ao meio ambiente, povos indígenas e trabalhadores rurais. Oito organizações independentes do Terceiro Setor classificaram essas votações e projetos de lei como favoráveis ou desfavoráveis (à agenda socioambiental), o que permitiu avaliar e pontuar os parlamentares.
Laura Ancona é a nova diretora de Redação da revista
Marina Caruso prepara-se para começar um novo ciclo no Grupo Globo, após nove anos na revista Marie Claire, em que ocupava o cargo de diretora de Redação. Voltará a morar no Rio, ali assumindo uma coluna com seu próprio nome, no Segundo Caderno, que sucederá a coluna Gente Boa. Começa em 15/2, reportando-se a Alan Gripp, diretor de Redação do jornal.
Com a saída de Marina, Laura Ancona, até então editora-chefe, assume o comando da revista, reportando-se a Fernando Luna, diretor editorial das revistas do grupo; e Maria Laura Neves é promovida de editora executiva a editora-chefe.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos abriu inscrições para o programa de estágios administrado em conjunto com o Programa de Estágios da OEA (Organização dos Estados Americanos). A oportunidade é para estudantes ou recém-graduados dos cursos de Direito, Relações Internacionais, Jornalismo, Ciências da Comunicação, Desenho Gráfico, Desenho Web, Webmaster, Ciências da Computação (Profissional ou Técnica), Engenharia Informática, Engenharia de Sistemas, Analistas, Designers de Sistemas, Técnico Superior em Sistemas de Informação, Tradução (capacitados para trabalhar em ao menos dois dos quatro idiomas oficiais da OEA), provenientes de Estados membros da OEA, poderem conhecer e trabalhar na CIDH aplicando os mecanismos de proteção e promoção que o Sistema Interamericano de Direitos Humanos oferece.
Os interessados devem preencher o formulário eletrônico de inscrição até 25 de fevereiro. É necessário um visto especial que poderá ser solicitado uma vez que for aceito oficialmente. Mais informações na página do Programa.
A Thomson Reuters está com uma vaga aberta para o posto de correspondente sênior em seu escritório no Rio de Janeiro. Além de fluência na língua inglesa, o profissional deve ter cinco anos de experiência e conhecimento em produção multimídia de reportagens.
Dentre as atribuições do candidato, terá como principal desafio traduzir a complexidade do país para o público estrangeiro, acompanhar o impacto da corrupção na vida das pessoas, o crescimento da influência evangélica na política, problemas relacionados a drogas e violência, além de auxiliar na cobertura das áreas de energia e mineração.
Cristina Zahar é a nova secretária executiva da Abraji, em substituição a Guilherme Alpendre, novo diretor executivo do Poder360/Drive, portal fundado por Fernando Rodrigues em Brasília.
Para se dedicar à Abraji, Cristina afasta-se da diretoria administrativa e comercial da Bastidores de Comunicação, sua agência de comunicação corporativa em sociedade com Moraes Eggers ([email protected]), que segue à frente da empresa.
Com mestrado em Comunicação pela Universidade Michel de Montaigne (Bordeaux III), na França, e MBA em Gestão Empresarial pela FIA-USP, ela teve passagens por Folha de S.Paulo, Caras, ViverBem e Abril Coleções. Foi ainda cofundadora do OrbitalLab, laboratório de inovação para projetos de mídia digital, e CEO no Brasil da Eaglemoss.
Na Abraji, Cristina ([email protected]) será responsável por captar recursos para o Congresso, os cursos e demais projetos da entidade, além de representá-la institucionalmente.
Formado em Jornalismo pela USP, desde 2015 Guilherme ([email protected]) cursa Direito na mesma universidade. Integrou equipes de dois projetos da Transparência Brasil, sob a direção de Claudio Weber Abramo. Passou por rádio Bandeirantes AM, BandNews FM e Jovem Pan. Começou na Abraji em 2010, como gerente executivo e exerceu outras funções na associação. Era secretário executivo desde setembro de 2012.
José Ramos Tinhorão, considerado um dos mais importantes pesquisadores da música popular brasileira, historiador e crítico musical, completa 90 anos nesta quarta-feira (7/2). Para marcar a data, os amigos organizaram dois eventos na capital paulista.
No primeiro, na sexta-feira (dia 9), às 18h30, na Ação Educativa (rua General Jardim, 660), Elizabeth Lorenzotti, biógrafa de Tinhorão, e o amigo Assis Ângelo, também ele pesquisador, mas de cultura popular, reúnem-se num bate-papo sobre a vida e a obra dele.
No sábado (10), a partir das 15h, diversos músicos farão uma grande roda de samba no Bar Amélia 596 (rua General Jardim, 596), que ele frequenta, onde será descerrada uma placa em sua homenagem. Mais informações pelo [email protected].
Bem-humorado, ele falou a J&Cia sobre alguns momentos marcantes de sua carreira:
Jornalistas&Cia – Você também é advogado, não?
José Ramos Tinhorão – Sim e não (risos). Comecei a fazer Direito no Rio de Janeiro, em 1949. Dois anos depois, entrei também em Jornalismo. Como o curso de Direito tinha cinco anos e o de Jornalismo, três, concluí os dois ao mesmo tempo. Naquela época era proibido tirar dois diplomas de curso superior no mesmo ano. Então, peguei o de Direito, mas jamais exerci a profissão. O de Jornalismo nunca peguei, e foi essa a carreira que segui.
J&Cia – E como começou?
Tinhorão – Foi em 1951, por intermédio do Armando Nogueira, que era meu colega na faculdade de Jornalismo e trabalhava no Diário Carioca. Comecei como redator. Um belo dia, fiz um texto-legenda pra uma foto, que todos na redação adoraram. Virei especialista naquilo, tanto que me chamavam de “Tinhorão legendário” (risos).
J&Cia – A propósito, Tinhorão é apelido, não?
Tinhorão – Era, mas virou nome. Eu me chamo José Ramos. Um dia, pouco depois que comecei no jornal, o secretário de Redação Everardo Guilhon queria me chamar mas não lembrava do meu nome. Sabia que era algo relativo a vegetal. Paraense, resolveu usar o nome de uma planta ornamental muito comum por lá. E berrou: “Ôôô José Tinhorão!” Todo mundo riu e passou a me chamar assim. Pouco tempo depois assinei minha primeira matéria como J. Ramos. Quando a vi publicada, estava lá: J. Ramos Tinhorão. Fiquei puto da vida e no dia seguinte reclamei com o Pompeu de Souza, que era diretor de Redação. Ele argumentou: “Deixa de ser bobo! José Ramos tá cheio por aí; Tinhorão, só vai ter você”. Não fiquei muito convencido, mas depois pensei melhor e achei que ele tinha razão. Tinha mesmo, né? (risos)
J&Cia – E a MPB, como entrou na sua vida?
Tinhorão – Foi no Jornal do Brasil, por volta de 1958, 1960. Comecei a pesquisar para uma série, Primeiras Sessões de Samba, a pedido do Reinaldo Jardim, para substituir uma de jazz que o Luiz Orlando Carneiro tinha terminado. Depois, passei a fazer uma coluna na página em que o Sérgio Cabral (pai) entrevistava sambistas das escolas de samba. Era um levantamento histórico sobre o samba desde o século XIX.
J&Cia – E as suas querelas com o pessoal da Bossa Nova, que ficaram famosas?
Tinhorão – Foi no início dos anos 1960, quando ela estava no apogeu. Como o meu trabalho tinha um enfoque histórico/sociológico, não considerava aquilo música popular, do povão. Era trabalho de garotões da classe média da zona sul do Rio de Janeiro. Meti bronca por esse ângulo.
J&Cia – Quantos livros você escreveu? Tem algum em preparação?
Tinhorão – Não sei de cabeça, acho que uns 30. O mais recente foi um ensaio biográfico sobre Ismael Silva. Não sei se vou escrever mais algum. Estou em fim de carreira – ou melhor, em fim de vida (risos). Se fizer, não será sobre MPB, pois esta não existe mais. Tenho pesquisado, juntado material sobre literatura erótica, livros proibidos. Quem sabe?
O Programa Logan de Jornalismo de Ciência, do Laboratório Biológico Marinho da Universidade de Chicago, promoverá duas oficinas intensivas para jornalistas interessados em aprender o básico do processo de pesquisa biomédica e ambiental.
As aulas serão de 30 de maio a 7 de junho em Woods Hole, Massachusetts, e a bolsa cobre as taxas do curso, alojamento, refeições e viagem.
Interessados deverão comprovar pelo menos três anos de experiência nas editorias de ciência e meio ambiente. O curso de pesquisa biomédica destina-se a jornalistas de ciência e saúde, enquanto o de pesquisa ambiental é projetado para jornalistas ambientais.
A jornalista Luana Carvalho cobria a primeira sessão da câmara de Vereadores de Andradina, na segunda-feira (5/2), quando foi ameaçada pelo vereador Mário Henrique Cardoso, após filmá-lo em uma discussão. A Policia Civil investiga o vídeo e o caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da cidade. O vereador deve ser intimado e ouvido nesta semana. A polícia informou que outros boletins de ocorrência já foram registrados contra o parlamentar pelo mesmo motivo.
“Já houve outras ameaças antes, mas eu não tinha como provar. Ontem filmei toda a ação e decidi não deixar passar adiante porque até então eram ameaças de processo porque eu faço a cobertura da sessão desde fevereiro de 2014”, afirma Luana.
O portal Sobre Rodasteve sua área de atuação ampliada para a região de Londrina, no Norte do Paraná. Criado em Foz do Iguaçu há sete anos como revista impressa, e há dois operando exclusivamente no ambiente digital, o portal de Abilene Rodrigues passa a contar agora com o apoio de Cecília França (ex-Tribuna do Norte e Folha de Londrina).
“Com a chegada da Sobre Rodas, Londrina e região ganham uma nova referência em informação automotiva de qualidade, em um site leve e responsivo, dedicado a informar com relevância, contribuir para o desenvolvimento social e na preservação da cultura local”, destaca Abilene. A página traz notícias sobre lançamentos, tecnologia automotiva, carros antigos, além de uma variedade de temas, como esporte, gastronomia e turismo.