Da esquerda para a direita: Rafael Ramos, Renata Garofano, Romeu Piccoli, Gustavo Costa Pablo Toledo, Natália Florentino e Mateus Munin. Foto: Antonio Chahestian/Divulgação Record TV
A Record TV ganhou na semana passada o Prêmio Internacional de Jornalismo Rei da Espanha na categoria Televisão pela série especial A Besta – Episódio 1 e Episódio Final. Esta é a terceira vez que a emissora leva o prêmio nessa categoria.
A reportagem, exibida orginalmente no Câmera Record, aborda o tema da imigração irregular nos Estados Unidos, mostrando o drama de famílias que tentam atravessar a América Central e chegar ao país norte-americano por meio do trem la bestia, conhecido como “trem da morte”, cujo trajeto é extremamente perigoso: segundo a reportagem, por ano, mais de mil pessoas são mortas ou mutiladas.
A equipe da série especial foi composta por Fabiana
Vilella, Gustavo Costa, Henrique Beirangê, Mateus Munin,
Michel Mendes, Natália Florentino, Pablo Toledo, Rafael
Gomide, Rafael Ramos, Renata Garofano e Romeu Piccoli.
O presidente Jair Bolsonaro insultou nesta terça-feira, em frente ao Palácio da Alvorada, a jornalista da Folha de S.Paulo Patrícia Campos Mello, enquanto comentava a polêmica do falso testemunho de Hans River na CPMI das Fake News. Com insinuações de cunho sexual, Bolsonaro disse que a repórter “queria um furo, queria dar o furo a qualquer preço contra mim”. Ele também comentou que em outro depoimento de Hans, ocorrido em 2018, é possível ver “o assédio da jornalista em cima dele”.
O ex-funcionário da empresa Yacows, Hans River, foi uma das
fontes ouvidas por Patrícia em sua reportagem que denunciava um investimento
milionário por parte de empresas apoiadoras do então candidato Jair Bolsonaro
em mensagens contra o PT via WhatsApp, ação proibida pela Justiça Eleitoral.
Intimado a depor à CPMI das Fake News, Hans afirmou que a repórter especial da
Folha “deu em cima” dele para obter informações.
Em reportagem publicada posteriormente, a Folha de S.Paulo revelou as conversas entre Patrícia e Hans, que desmentiram o depoimento dele. Em uma das mensagens, é possível ver que foi o ex-funcionário que convidou a repórter para um show.
A Associação Nacional de Editores e Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiaram as falas de Bolsonaro. Em nota, as entidades afirmaram que “as insinuações do presidente buscam desqualificar o livre exercício do jornalismo e confundir a opinião pública”, e que ele “se aproveita da presença de uma claque para atacar jornalistas, cujo trabalho é essencial para a sociedade e a preservação da democracia”.
A Editora Abril promoveu alguns cortes na última sexta-feira (14/2). Segundo apurou este Portal dos Jornalistas, as demissões foram concentradas, principalmente, em alguns cargos de liderança. Segundo a assessoria de imprensa do Grupo, as mudanças foram pontuais e “fazem parte de um processo natural de promoção de novos talentos”.
Do Jornalismo, deixaram a casa a
diretora de Redação do Núcleo Digital de Viagem e Turismo e Guia do
Estudante Angélica Santa Cruz, o redator-chefe da Quatro
Rodas Zeca Chaves e o diretor da Capricho Thiago
Theodoro.
Para o comando da Quatro Rodas foi promovido Paulo Campo Grande, editor de testes que integra a equipe desde 2000. Para a Capricho, foi promovida a editora de beleza Juliana Costa, há sete anos na casa. Ambos assumirão os mesmos cargos ocupados pelos seus antecessores.
Ainda não está definido o nome do
profissional – ou dos profissionais – que assumirá o Guia do Estudante e a Viagem
e Turismo.
Também houve demissões, porém não em
cargos de liderança, nas redações de Veja e Claudia, além de cortes nas áreas
de Publicidade e Administrativa.
Fim da
gráfica?
Outro impacto das recentes mudanças na Abril, que desde agosto de 2018 está em processo de recuperação judicial, poderia ser o fechamento da gráfica. Segundo uma fonte ouvida por este Portal dos Jornalistas, o setor seria desativado até abril, quando as revistas passariam a ser impressas em uma gráfica terceirizada.
Em um primeiro contato com a assessoria de imprensa da Editora Abril, nesta segunda-feira (17/2), a reportagem foi informada que ainda não havia uma definição sobre essa decisão. Já nesta terça-feira (18/2) a agência que atende a editora informou que não há planos para o fechamento da gráfica. A conferir!
Wilson Kishi, fotógrafo e proprietário do site de notícias Zakinews, reuniu em uma reportagem registros dos primeiros jornais impressos que circularam na cidade de Cáceres, em Mato Grosso. O objetivo é resgatar histórias antigas dos 241 anos da cidade, relembrando fatos e acontecimentos para contar a história local para as novas gerações, e fazer os mais velhos lembrarem de tempos longínquos. Ele faz o trabalho com Antonio Costa.
Segundo Kishi, a inspiração para a reportagem foi o livro Um
trecho do oeste brasileiro, de Gabriel Pinto de Arruda, lançado há
82 anos, que retrata a cidade de Cáceres naquela época, com muitas lembranças e
riqueza de informações. Em seu texto, ressalta o capítulo do livro sobre a
imprensa, que relembra os jornais da cidade desde o final do século XIX até as
primeiras décadas do século XX.
Ao apostar na valorização da história e do jornalismo local,
a iniciativa de Kishi mostra um novo caminho para os jornalistas e veículos do
interior brasileiro. Ele explica que o mais importante é “manter viva na
memória dos mais novos toda a importância que cada personalidade e/ou família
tiveram no passado, em uma cidade com história e cultura muito ricas”.
Verónica Goyzueta assumiu em janeiro o cargo de coordenadora de projetos do Amazon Rainforest Journalism Fund (RJF) na América Latina, iniciativa do Pulitizer Center que tem o objetivo de aumentar a conscientização sobre a importância de florestas tropicais no clima do mundo todo, incentivando a produção de reportagens sobre temas como desmatamento, mudanças climáticas locais e globais, entre outros.
Ela será responsável por identificar e entrar em contato
com possíveis parcerias locais; comunicar-se com os jornalistas que integram o
projeto e garantir que estão trabalhando de acordo com os princípios que o
fundo estabelece; e fazer relatórios com levantamentos de dados e pesquisas
sobre o tema. Verónica assume no lugar da inglesa Jan Rocha, a primeira
responsável por coordenar o RJF na América Latina.
Nascida no Peru, Verónica mora no Brasil há mais de duas
décadas, tendo sido correspondente internacional de veículos como Dow Jones,
Financial Times, os espanhóis Vocento e ABC, entre outros, cobrindo
principalmente política, temas sociais e questões ambientais. Em 2004, venceu o
Prêmio Comunique-se como melhor correspondente estrangeira no Brasil. É
vice-presidente da Associação dos Correspondentes Estrangeiros em São Paulo,
entidade que presidiu por duas vezes.
Faleceu nesse domingo (16/2), aos 58 anos, Antonio Fornazieri Júnior. Especializado no segmento automotivo, Tonhão, como era carinhosamente conhecido, sofreu um infarto fulminante enquanto dormia, na madrugada de sábado para domingo.
Formado em Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de
Campinas, cidade onde sempre atuou e morava, começou a carreira em 1980 como
revisor do Diário do Povo. Integrou por muitos anos a redação do Correio
Popular, além de colaborar com outros jornais da Rede Anhanguera de
Comunicação. Com dificuldades para se recolocar no mercado, desde seu
desligamento do Correio, Tonhão ultimamente fazia alguns frilas.
Ele mantinha o costume de acordar bem cedo todos os dias e
comunicar-se com a filha Lígia, que vive atualmente na Eslováquia. Na manhã
desse domingo, porém, Lígia não recebeu o contato dele. A esposa, Isabel, só
percebeu quando acordou, por volta das 7h30.
Velado com uma camisa retrô do Corinthians, seu time do
coração, o sepultamento ocorreu na tarde do mesmo dia, no Cemitério Aleias, em
Campinas.
O The Intercept Brasil publicou nesta sexta-feira (14/2) uma reportagem que denuncia a participação do deputado federal Eduardo Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro no compartilhamento de notícias falsas via WhatsApp. Segundo David Nemer, autor da reportagem, ao menos 20 grupos de WhatsApp são administrados pelos números de telefone vinculados aos dois políticos.
A reportagem mostra que as informações falsas e conteúdo de
extrema direita compartilhados nos grupos atingiram mais de cinco mil pessoas. Além
disso, parte do conteúdo atacava diretamente a jornalista da Folha de S.Paulo Patrícia
Campos Mello, com montagens, mensagens misóginas e trechos editados de
vídeos que insinuavam que ela estaria se prostituindo para conseguir
informações de Hans River, ex-funcionário da empresa Yacows, que
mentiu e a atacou em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito
(CPMI) das Fake News.
Nemer conta que monitorou 70 grupos de WhatsApp desde março
de 2018, e que 20 deles eram administrados pelos dois filhos de Jair Bolsonaro.
O objetivo era promover campanhas eleitorais e espalhar informações falsas para
denegrir pessoas contrárias a Bolsonaro, formando um “ecossistema sofisticado
que dava aos usuários funções específicas: produzir, compartilhar e consumir
informações erradas, bem como recrutar novos membros do grupo”.
O jornalista e escritor Laurentino Gomes receberá em 26/5 o Prêmio Personalidade da Comunicação 2020, concedido desde 2000 pelos profissionais de comunicação corporativa àqueles que se destacam, pelo conjunto da obra, ao desenvolvimento do jornalismo e da comunicação do Brasil. A cerimônia de premiação está marcada para o Teatro do CIEE, em São Paulo (rua Tabapuã, 445), como parte do 23º Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas.
Autor do recém-lançado Escravidão (Editora Globo), que terá ainda dois outros volumes, e da trilogia 1808, 1822 e 1889, Laurentino tornou-se um dos autores mais lidos do País na última década, fato que ele mesmo atribui ao exaustivo trabalho de repórter que se propôs a recontar capítulos importantes da história do Brasil, apoiado nas técnicas e linguagem jornalísticas.
Paranaense, Laurentino foi repórter, editor e correspondente de publicações como Veja e Estadão. Foi também editor e depois diretor da Abril, responsável por vários títulos da empresa.
Com este prêmio, ele comporá uma galeria já integrada, entre outros, por Alberto Dines, Antonio Augusto Amaral de Carvalho (Tuta), Audálio Dantas, Boris Casoy, Caco Alzugaray, Domingo Alzugaray, Fátima Turci, Gaudêncio Torquato, Johnny Saad, José Hamilton Ribeiro, José Marques de Melo, Marcos Mendonça, Maurício Azedo, Miguel Jorge, Miriam Leitão, Nelson Sirotsky, Octavio Frias de Oliveira, Paulo Nassar, Roberto Civita, Ruy Mesquita e Vera Brandimarte.
A edição 2020 do Prêmio Personalidade da Comunicação conta com o patrocínio da MRV Engenharia e será aberta aos participantes do 23º Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas e convidados. Mais informações pelo 11-5576-5600 ou [email protected].
O comentarista esportivo Wagner Vilaron anunciou nessa quinta-feira (13/2) sua saída do Grupo Globo, onde permaneceu por 12 anos. O contrato dele com a emissora termina nesta sexta-feira (14/2).
Em suas redes sociais, Vilaron confirmou a informação,
afirmando que está “concentrando energias para novos desafios”. O futuro dele
ainda não foi definido. Ao Observatório
da Televisão, Vilaron disse que a “reformulação faz parte,
uma vez que quem chega tem suas predileções e ideias sobre formato e conteúdo.
Entendo que foi um acerto interessante para os dois lados”. Segundo o site, a
Globo pensava em dispensar o comentarista desde janeiro.
Vilaron chegou ao SporTV em 2008 e ficou conhecido pela
dupla que formou com o narrador Jota Júnior nas transmissões de jogos do
campeonato brasileiro, principalmente no Premiere, canal por assinatura da
Globo. Antes, trabalhou como repórter em O Estado de S. Paulo e Diário de S. Paulo.
A Redação do Diário de Montes Claros era um espaço de aprendizado e de muita descontração. Na década de 1970, a secretária era Suely, que estava à frente do atendimento aos assinantes, cuidava de toda a parte de venda avulsa de assinaturas e dos meninos que saíam pelas ruas para vender a edição do dia. Havia o time de cronistas, que publicava suas colunas, o time dos repórteres, que diariamente cobria as notícias da Câmara de Vereadores, da Prefeitura, da Justiça e da página de polícia.
Na
venda de anúncios, tínhamos Valdemiro Miranda, Wilson Castro Brito e Aristeu de
Melo Franco. E havia também a turma da oficina, encarregada de montar as
edições, rodar os exemplares e arrumar tudo para a distribuição.
Num
ambiente dominado por homens, surgiam sempre histórias engraçadas e a gozação
era geral. O clima era descontraído, uns mais sérios, outros mais brincalhões.
E a Redação sempre recebia novos colaboradores. Quem chegava era introduzido no
universo do Jornalismo com um “batismo”, uma brincadeira, sem muitas
consequências. Apenas pra ficar na história dos “casos da Redação do
DMC”.
Os
apelidos só pegavam quando o apelidado dava bola. Trabalhava na oficina o
“Marcha Lenta”, um linotipista que era muito devagar e minucioso com as suas
tarefas. O outro era o “Grampão”, um sujeito muito alto. E o João
”Lefú” foi outro apelido que pegou. O João Miranda é irmão do Waldemiro
Miranda e chegou para trabalhar no jornal por indicação do irmão. Era magro,
desengonçado e logo a turma começou a chamá-lo de João “Lefú”. Ele ficava muito
bravo. E a turma pegou no pé dele. João trabalhava como cobrador e atendia aos
telefonemas na Redação. Quando era alguém que já sabia que ele odiava o apelido
invariavelmente perguntava:
– Quem
é que está falando?
– É o
João.
– Qual
João?
(pausa).
João respirava e aos berros dizia:
– É o
João “Lefú”, seu FDP!!!
Quando
os veteranos do jornal se encontram, sempre lembram, com saudades, das
histórias que vivenciamos nos mais de 20 anos de funcionamento do Diário de
Montes Claros. Lembro-me de muitas outras. Agora vou contar para os mais novos
o que é a linotipo.
O jornalista
Felipe Gabrich era um dos que gostavam de dar as boas-vindas, dando tarefas
para os “focas” daquela época. Eram telefonemas com notícias para
serem apuradas e que muitas vezes não tinham um fundo de verdade. Mas o novato
ia atrás e todos esperavam o retorno do “foca” da vez pra saber o
resultado da apuração…
Certo
dia, o novato recebeu uma encomenda:
– Vá à
oficina e peça ao Tião, o chefe do setor, pra te entregar a linotipo, que
preciso dela aqui.
O
novato atravessou a porta que ligava a Redação e a oficina e foi procurar pela
linotipo. Tião, muito espirituoso, apontou para a máquina onde era feita a
composição do jornal e disse:
– Pode
apanhar e levar! É aquela ali!
Para
espanto do “foca”, a linotipo era uma máquina de 1.700 quilos que ocupava uma
parte do galpão onde era impresso o jornal. Devia ter uns três metros de
altura, toda em ferro preto, por onde os lingotes de chumbo passavam e iam se
formando as linhas de texto, a base para a impressão do jornal.
O
nosso “foca” da vez voltou pra Redação e foi recebido às gargalhadas
pela turma que já esperava pela resposta do jovem aprendiz de jornalista.
Voltando
ao assunto da máquina linotipo, que me inspirou a escrever essa coluna. Em
poucos anos, ela deverá estar nos museus que contam a história da imprensa.
Ainda temos gráficas espalhadas pelo Brasil que adotam o antigo sistema de
impressão. Hoje, os jornais de todo o mundo, estão passando pelo processo do
digital. Os grandes jornais brasileiros, como o Estado de Minas, O Estado de S.
Paulo, O Globo, a Folha, só pra citar os maiores, já têm suas versões e
assinantes online. E já surgem redações e projetos que já publicam desde o
início somente em suas páginas web, palavra que aprendi nos últimos
meses. As edições impressas estão sendo substituídas pelas versões online, sem
hora certa para fechamento, com páginas recheadas de matérias coloridas, textos
com vídeos que dão outros detalhes da história. Gráficos para atrair a atenção
dos leitores, que passam pelas notícias rapidamente, com o simples toque do
dedo. As atualizações são constantes. O jornalista já não se preocupa mais em
apurar todas as informações para depois voltar à Redação e escrever as
reportagens. Hoje, com seus celulares smartphones vão apurando e
publicando, em tempo real milhares de notícias. E, ao longo do dia, vão
corrigindo informações e acrescentando outras.
Nesse
mês de junho de 2017, registro dois fatos históricos. O primeiro foi a decisão
sobre o Diário Oficial do Estado de São Paulo, que agora só existe na versão
online. Economia de milhões por ano com papel e impressão. O conteúdo publicado
na página do jornal, na internet. O segundo fato é o novo modelo de jornalismo
da Gazeta do Povo, do Paraná, que substituiu a versão impressa pela online. ”Mobile first“ (ou
traduzindo: primeiro você vai ler no seu celular ) é a nova modalidade de
consumo de notícias. As edições impressas da semana do centenário Gazeta do
Povo não circulam mais… Acho que por amor à história ou pelo ”faturamento” e
em respeito aos leitores mais antigos mantiveram a edição de domingo. Mas a
gráfica foi fechada e a edição dominical é terceirizada.
Estou com 86 anos de idade. Sou jornalista desde sempre. Publiquei um jornal estudantil, participei da redação de outros jornais, publiquei uma revista e em 1962, juntamente com um grupo de amigos, fundei o Diário de Montes Claros, onde passei muitas madrugadas fechando as páginas do jornal, acompanhando a composição na linotipo, a montagem manual das páginas, uma a uma, para impressão do jornal e saindo da Redação com as mãos pretas de tinta. Nos anos 1980, o DMC introduziu a impressão off-set e a linotipo deixou de ser o equipamento mais importante da gráfica do Diário. Trinta anos depois, temos um novo cenário na imprensa e no jeito de fazer jornalismo. O ritmo das mudanças é assustador! Tudo é muito rápido! Não imaginei que estaria hoje acompanhando essa revolução que está acontecendo na imprensa brasileira e mundial. E digo que, para mim, leitor assíduo, é muito gostoso abrir a edição do JN e ler, calmamente, os textos publicados no velho estilo: com tinta e papel jornal.
Virgínia Queiroz
A contribuição desta semana vem novamente de Virgínia Queiroz, da Infinity, que trabalhou por 25 anos na TV Globo-SP e teve uma rápida passagem pela Band. Em homenagem ao pai, Décio Gonçalves de Queiroz, falecido em maio de 2018, ela separou algumas histórias que ele publicou na coluna Canto de Página do Jornal de Notícias, de Montes Claros, no Norte de Minas, e enviou a este J&Cia.
Décio Queiroz
Vale lembrar que ele próprio dirigiu por décadas o Diário de Montes Claros, além de ter sido revisor no Estadão, nos anos 1950. A história que reproduzimos é da edição de 6 e 7/08/2017.
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