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Museu da TV, Rádio & Cinema terá sede física em 2022

Museu da TV, Rádio & Cinema terá sede física em 2022

O Museu da TV, Rádio & Cinema deve inaugurar sua sede física no primeiro semestre de 2022, em São Paulo. Com o objetivo de resgatar, preservar e lembrar a história dessas mídias no País, o projeto, idealizado pelo jornalista Elmo Francfort, existe desde agosto desde ano em ambiente virtual.

Segundo comunicado enviado por Francfort a amigos e parceiros, o espaço físico do museu será no bairro da Vila Mariana. A iniciativa tem o apoio do Centro Universitário Belas Artes, pioneiro no curso de Teledramaturgia no Brasil, e apoio institucional de entidades da área, como Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel), Brasil Audiovisual Independente (Bravi), Associação Brasileira da Televisão Universitária (Abtu), entre outras.

Os atores Vida Alves e Walter Forster, que participaram da primeira novela do País, Sua Vida me Pertence, fundaram a Associação dos Pioneiros da TV (Apite), em 1995, que posteriormente transformou-se na Pró-TV. A entidade tinha o sonho de criar o Museu da TV, Rádio & Cinema.

““Em meio à pandemia, o possível fim tornou-se um recomeço”, disse Francfort. “A Pró-TV chegou ao fim, mas o sonho saiu do papel. Do virtual foi ao real. Nasce o Museu da TV, Rádio & Cinema, vai para forma física, ampliando o acervo que tinha desde então. Escolhemos hoje (21/12), exatos 70 anos da telenovela, para divulgar em nossas redes o nosso presente a vocês”.

Com informações do Portal Comunique-se.

O adeus a Joezil Barros

Morreu em 21/12, em Recife, o condômino dos Diários Associados Joezil Barros, aos 84 anos, em consequência de uma infecção pulmonar. Com mais de 60 anos dedicados ao jornalismo, era graduado em Relações Públicas e Direito. Era ainda juiz classista aposentado e, nos últimos anos, chefe da assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Pernambuco.

Ao celebrar os 90 anos da Associação da Imprensa de Pernambuco (AIP), entidade que presidiu entre 1971 e 1974, ele rememorou os primeiros anos de profissão. “Entrei no jornalismo muito cedo − tinha apenas 16 anos e sem qualquer formação acadêmica”, lembrou Joezil. Ainda adolescente, trabalhou como repórter policial no extinto Jornal Pequeno, “com a garantia de receber pequena quantia para o lanche”. Após a experiência no jornal, atuou na Rádio Olinda e na Rádio Clube de Pernambuco, empresa da qual seria o presidente, juntamente com o Diário de Pernambuco, anos depois. Além de comandar a AIP, dirigiu o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Recife e foi presidente da Fenaj, em Brasília. Ocupou ainda o Conselho Fiscal da ANJ por dois mandatos e do Conselho Fiscal da Associação das Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco (Asserpe).

Em 1992, foi eleito membro do Condomínio Acionário das Emissoras e Diários Associados. Ao ingressar no grupo de comando formado por Assis Chateaubriand, assumiu a presidência da antiga TV Guararapes e dos jornais O Norte (PB), Diário de Natal (RN) e Diário da Borborema (PB), bem como das rádios e estações de TV desses respectivos estados. Deixa a esposa, Neide Maria Pereira Marques de Barros; dois filhos, os jornalistas Roberto e Lydia Gomes de Barros, quatro netos e cinco bisnetos.

Por que os que mandam no mundo não se importam com a liberdade de imprensa?

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

Eu queria ser mais otimista neste fim de mais um ano tão difícil para tanta gente.

No entanto, entristece escrevermos no MediaTalks sobre as estatísticas de jornalistas mortos ou presos em 2021.

A metáfora de “enxugar gelo” é a mais apropriada para classificar o esforço de entidades de defesa da liberdade de imprensa, que dia sim, outro também denunciam prisões, crimes e ameaças a jornalistas importantes, blogueiros pouco conhecidos e veículos de imprensa de todos os tamanhos.

Não são apenas estatísticas em relatórios da Repórteres Sem Fronteiras, Comitê de Proteção aos Jornalistas, Press Emblem Campaign ou Federação Internacional de Jornalistas.

São seres humanos presos, amedrontados ou que perderam a vida em situações como a de um jovem indiano assassinado por usar sua página de notícias no Facebook para denunciar clínicas ilegais.

Ou da jornalista iemenita grávida, morta junto com o bebê que esperava por uma bomba colocada no carro de seu marido, também jornalista.

Índia e Iêmen estão distantes da maioria de nós, assim como a China, campeã de maldades, que chega a merecer relatórios só para ela.

No entanto, o que une jornalistas de grandes veículos brasileiros vítimas de ameaças verbais, repórteres afegãos refugiados no Paquistão, coleguinhas mexicanos vítimas do crime organizado e expoentes  da mídia nicaraguense presos e exilados é o que os britânicos chamam de sense of duty.

Por que os que mandam no mundo não se importam com a liberdade de imprensa?

A expressão significa o compromisso de realizar a sua missão, seja ela qual for.

Todos sabiam do risco que corriam, como outros ainda correm.

Os relatórios das organizações adotam critérios diferentes para contabilizar jornalistas mortos e aprisionados, como examinamos em uma matéria no MediaTalks.

Alguns listam somente casos de repórteres ou fotógrafos profissionais. Outros somam pessoal de apoio, como produtores e fixers, e casos sem motivação comprovada.

Em 2021, todos os levantamentos registraram queda em mortes e aumento de prisões.

Para quem foi preso e não perdeu a vida, como o principal jornalista investigativo holandês assassinado no centro de Amsterdã pelo narcotráfico, a notícia é boa.

Mas não é boa para a sociedade. Mortes e prisões de jornalistas reduzem o ânimo para denunciar e a coragem para encarar riscos pessoais ou empresariais.

O impressionante é que parece haver uma anestesia generalizada.

Governos de países democráticos onde as violações se acumulam, como o México, pouco fazem para conter a violência ou se mantêm distantes de casos como o de Julian Assange.

Organizações como a Comissão Europeia ou países poderosos como EUA e Reino Unido ladram mas não mordem dirigentes autoritários que perseguem a imprensa até na antes segura Europa.

As raras exceções são quando há interesses em jogo.

Por que os que mandam no mundo não se importam com a liberdade de imprensa?

O Departamento de Estado americano está pressionando o presidente Andrzej Duda, da Polônia, para não sancionar uma lei de mídia aprovada pelo Parlamento a toque de caixa  que pode fazer mudar de mãos (e possivelmente de orientação editorial) o principal canal de notícias do país.

Não é o primeiro veículo de oposição ameaçado no mundo. Em Hong Kong, o legendário Apple Daily fechou. Seu dono, o bilionário Jimmy Lai, de 74 anos, está na cadeia.

Mas a TVN polonesa pertence ao Discovery Inc, uma empresa que é a maior investidora americana no país. Isso pode explicar a preocupação dos EUA com ela e a indiferença em relação ao Apple Daily.

Em Mianmar, os veículos independentes foram fechados. Cerca de 50 jornalistas estão presos. Um fotógrafo perdeu a vida sob custódia da polícia há duas semanas.

Dois escaparam: o japonês Yuki Kitazumi e o americano Danny Foster, beneficiados por ação diplomática de seus países sobre a junta militar que tomou o poder em fevereiro.

Mesmo no ano em que dois jornalistas foram premiados com o Nobel da Paz, pouco mudou até para eles próprios.

A filipina Maria Ressa teve que pedir autorização judicial para ir a Estocolmo receber o prêmio, devido aos processos a que responde.

No dia em que o Nobel foi anunciado para o russo Dmitry Muratov, mais jornalistas do país foram enquadrados na draconiana Lei do Agente Estrangeiro.

Semanas depois, o jornal comandado por Muratov, o Novaya Gazeta, caiu nas malhas da mesma lei.

A batalha das entidades e de ativistas merece todos os elogios.

Falta encontrar a fórmula que transforme esse clamor em mudança efetiva.

Para quem acredita em Papai Noel e/ou vai fazer pedidos para o Ano Novo, vai aqui uma sugestão para a lista: que em 2022 as palavras escritas e faladas contra abusos, ameaças e crimes gerem ação por parte de quem tem poder para estabelecer sanções capazes de proteger o jornalismo e os jornalistas.

O ano de 2021 deixa uma lição: é preciso ir além de gritar e espernear.

Por que os que mandam no mundo não se importam com a liberdade de imprensa?


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Em 2021, mulheres jornalistas sofreram seis ataques por mês, diz Abraji

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) realizou ao longo de 2021 um monitoramento de ataques com viés de gênero a jornalistas. Segundo os dados obtidos, de janeiro a dezembro deste ano, mulheres jornalistas foram agredidas, ofendidas, intimidadas e ameaçadas enquanto exerciam a profissão em 75 episódios, média de seis ataques por mês.

Ao todo, foram 59 vítimas, sendo que quase 35% do total de ataques usaram o gênero, a sexualidade ou a orientação sexual como justificativa/ferramenta de ataque.

Em 60 % dos casos analisados pela Abraji, os agressores utilizaram discursos estigmatizantes, que tentavam descredibilizar as vítimas, com o uso de termos como “militante”, “jornazista”, “lixo” e “comunista”. Em quase 30% das agressões, foram utilizadas palavras sexistas e expressões misóginas contra as comunicadoras (“vagabundas”, “putas”, “biscates”, “feias”, “velhas”, “burras”, “loucas”, entre outras).

A entidade destaca agressões a Daniela Lima, da CNN Brasil, vítima de sete ataques, todos envolvendo discursos estigmatizantes. Em quatro episódios, os agressores foram atores estatais, como o vereador Carlos Bolsonaro; os deputados federais Carlos Jordy e Eduardo Bolsonaro; o presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo; o assessor especial do presidente Jair Bolsonaro, Tercio Arnaud Tomaz; e o próprio presidente que, em junho, a chamou de “quadrúpede”, durante entrevista em frente ao Palácio do Planalto.

Carla Vilhena, também da CNN, foi vítima de diversos ataques após comentar a falta de máscaras entre afegãos que tentavam fugir de Cabul após o retorno do Talibã. Suas falas foram descontextualizadas, e milharem de postagens a chamaram de termos como “militante”, “esquerdista”, “burra” e “pandeminion”.

O monitoramento faz parte do projeto Violência de gênero contra jornalistas, iniciativa da Abraji em parceria com Mulheres Jornalistas, Instituto Patrícia Galvão, Fenaj, Gênero e Número, CPJ e Repórteres sem Fronteiras, com financiamento da Unesco. Confira o projeto aqui.

Record anuncia mudanças e novidades para 2022

Record anuncia mudanças e novidades para 2022
Fred Ring

A Record TV anunciou uma série de mudanças e novidades para 2022. Segundo informações de Flávio Ricco (R7), haverá uma nova programação todas as noites.

Em 3/1, estreia a terceira temporada da série Aeroporto, apresentada por César Filho, que mostra os bastidores dos principais terminais de embarque e desembarque. Em 5/1, vai ao ar a série do Discovery Quilos Mortais, com apresentação de Celso Zucatelli, que mostra a vida de pessoas que lutam contra o excesso de peso.

Nas noites de quinta-feira, é exibido o Repórter Record Investigação, que em 2022 será conduzido por Luiz Fara Monteiro, em substituição a Roberto Cabrini, que passa a integrar a equipe de reportagens especiais do Domingo Espetacular. Além disso, a partir de 26/1, a Record transmite os primeiros jogos dos campeonatos Paulista e Carioca, às quartas-feiras e domingos.

Outra novidade é a estreia, em janeiro, ainda sem data definida, do programa Debate Bola, exibido aos sábados, das 10h30 às 12 horas. A atração, apresentada por Fred Ring, será em formato de mesa-redonda, com a média de oito participantes, entre narradores da emissora, comentaristas, repórteres e convidados.

No início da pandemia, a Record cancelou o programa Esporte Fantástico, que era exibido justamente nas manhãs de sábado.

Record anuncia mudanças e novidades para 2022
Fred Ring

Arnaldo Jabor sofre AVC e é internado em São Paulo

Arnaldo Jabor sofre AVC e é internado em São Paulo

O cineasta, jornalista, produtor, dramaturgo e roteirista Arnaldo Jabor sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) na última quinta-feira (16/12), e foi internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Segundo boletim médico, divulgado nessa segunda-feira (20/12), o colunista do Jornal da Globo “foi submetido a um procedimento vascular para desobstrução de coágulo e permanece em acompanhamento clínico ainda sob sedação”.

Jabor é colunista dos telejornais da Globo desde 1991, tendo completado 30 anos de emissora.

Especial de J&Cia homenageia os +Admirados da Imprensa

Cinco dentre os milhares de jornalistas brasileiros em atividade consagraram-se em 2021 como os +Admirados da Imprensa nas respectivas áreas em que atuam. Foram eleitos pelo voto direto dos próprios jornalistas e dos colegas da comunicação corporativa e áreas afins, em dois turnos de votação e após grande mobilização do mercado.

Assim, o paulistano Juca Kfouri foi eleito o +Admirado da Imprensa Esportiva; outro paulistano, Zeca Chaves, o +Admirado da Imprensa Automotiva; o também paulistano André Biernath, o +Admirado da Imprensa de Saúde e Bem Estar; o assisense Sidnei Maschio, o +Admirado da Imprensa do Agronegócio; e Thiago Salomão, mais um paulistano, o +Admirado da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças. Além deles, merece destaque o recifense Jorge Moraes, eleito este ano o segundo +Admirado e vencedor em duas categorias da Imprensa Automotiva, além de ser o maior detentor desses títulos fora dos grandes centros em todas as eleições do segmento.

Se já eram referências pelas carreiras construídas no jornalismo, passam agora para um patamar ainda mais elevado, pelo reconhecimento espontâneo de milhares de colegas que se dispuseram a participar das votações conduzidas por este Jornalistas&Cia e seu braço online, o Portal dos Jornalistas. E sobe ainda mais a régua da responsabilidade que passam a carregar, o que certamente só contribuirá para engrandecer ainda mais as respectivas trajetórias.

Não tivemos nessa jornada dos +Admirados, ao longo de 2021, nenhuma jornalista mulher no topo, ao contrário do que já havia acontecido por cinco vezes seguidas nos +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, com as quatro eleições de Miriam Leitão e uma da Nathalia Arcuri; e com Elisa Sarti, na única edição dos +Admirados Profissionais de Comunicação da Imprensa Automotiva, em 2015. Mas se elas, infelizmente, estão ausentes aqui − e também a lamentar não termos jornalistas negros eleitos −, o mesmo não se pode dizer dos mais premiados jornalistas da história, que têm na ponta há alguns anos duas mulheres, a própria Miriam Leitão e Eliane Brum – e já nesta quarta-feira (22/12) J&Cia trará novidades sobre o Ranking dos +Premiados que elas lideram.

Pois foi para homenagear os cinco campeões de nossas premiações que carinhosamente preparamos este especial, não para mostrar os perfis profissionais, já bastante conhecidos pelos colegas, mas o que pensam, que causas defendem, que País desejam. E para que a edição tivesse um pouco mais de tempero, de poesia, de leveza, convidamos novamente para a missão nosso colaborador Assis Ângelo. Ele conversou com todos, anotando na memória as respostas, para produzir, com o apoio estratégico de sua assistente Anna da Hora Sena − que além de seus braços direito e esquerdo é também os seus olhos (Assis ficou cego há oito anos) −, os textos que todos nós poderemos curtir a partir de agora.

E não poderíamos fazer um especial tão especial sem ilustrações também especiais. Estão aí as caricaturas excepcionais de Cláudio, que atuava no jornal Agora São Paulo, encerrado duas semanas atrás. Assis e nossos “heróis” não poderiam estar em melhor companhia.

Esse é, portanto, o nosso presente de Natal aos colegas que nos têm acompanhado nesta aprazível jornada. Leitura mais do que agradável, que revelará um pouco da intimidade desses campeões de audiência.

A André, Jorge, Juca, Sidnei, Thiago e Zeca os parabéns pela brilhante conquista do Troféu +Admirado nas respectivas especialidades. E boa sorte nos certames de 2022, que já estão confirmados.

Os mesmos agradecimentos fazemos às empresas e marcas que viabilizaram as cinco iniciativas que tanto repercutiram no meio jornalístico do Brasil.

Uma boa leitura. Tenham a certeza de que também estarão em ótima companhia.

Eduardo Ribeiro e Wilson Baroncelli

Acesse o especial na íntegra aqui.


Confira os vencedores do 1º Prêmio Melhores da Mídia Esportiva

Confira os vencedores do 1º Prêmio Melhores da Mídia Esportiva

Os canais Blog do Allan Simon, Alessandro Oliveira e Futeboteco anunciaram nesta segunda-feira (20/12) os vencedores da primeira edição do Prêmio Melhores da Mídia Esportiva em 16 categorias.

Na primeira fase, o júri da premiação indicou três finalistas em cada categoria. Fizeram parte do júri representantes dos três canais (Allan Simon, Alessandro Oliveira, Felipe Oliveira, Renan Rodrigues e Rodolfo Gomes), além de Gabriel Vaquer (Notícias da TV), Marcel Rizzo (UOL Esporte), Cassio Zirpoli (Blog de Cássio Zirpoli e podcast 45 Minutos) e Giulia Vanni (integrante fixa da bancada do programa Roda Mídia, do Blog do Allan Simon, e dos podcasts Salto na Área e Palestrinas). Na segunda fase, a votação foi aberta ao público.

Confira a lista completa dos vencedores:

 

Melhor narrador de TV

Paulo Andrade (Grupo Disney)

 

Melhor narrador de Rádio

Oscar Ulisses (CBN)

 

Melhor comentarista de TV

Mauro Beting (SBT/TNT Sports/Jovem Pan)

 

Melhor comentarista de Rádio

Raphael Prates (CBN)

 

Melhor repórter de TV

Natalie Gedra (Grupo Disney)

 

Melhor repórter de rádio

Aline Fanelli (BandNews FM)

 

Melhor apresentador(a) de TV

Mariana Spinelli (Grupo Disney)

 

Melhor apresentador(a) de Rádio

Milton Neves (Bandeirantes)

 

Melhor programa de TV

SportsCenter (ESPN)

 

Melhor programa de Rádio

Os Donos da Bola (Bandeirantes)

 

Melhor podcast esportivo

Futebol no Mundo (Alex Tseng, Gustavo Hofman, Leonardo Bertozzi e Ubiratan Leal)

 

Melhor canal esportivo de YouTube

De Sola (Casimiro Miguel, Pedro Certezas, Luis Felipe Freitas e Bruno Formiga)

 

Melhor equipe esportiva de TV

Grupo Globo

 

Melhor equipe esportiva de Rádio

Rádio Bandeirantes

 

Melhor cobertura do ano

Fórmula 1 na Band

 

Revelação do ano

Casimiro Miguel (TNT Sports/SBT Esporte Rio)


Poder360 promove reforma gráfica e tecnológica

Poder360 promove reforma gráfica e tecnológica

O Poder360 inaugurou no domingo (19/12) uma nova fase, promovendo uma reforma gráfica e tecnológica em seu site, com o objetivo de melhorar a experiência dos leitores, trazendo informações de forma mais agradável e rápida.

A homepage foi reformulada para acelerar a leitura dos textos, com mais notícias em um espaço mais organizado e de fácil navegação. As manchetes agora estão acompanhadas de outros três textos relacionados, e na versão para celular o usuário pode optar por ocultar as fotografias, para tornar mais rápida a leitura dos títulos.

As páginas de notícias, chamadas de Posts, também sofreram mudanças: os textos passam a ocupar um espaço maior, e a fonte tipográfica aumentou. No celular, os leitores têm a opção de aumentar ainda mais as letras. Além disso, a apresentação da lista de notícias foi reformulada para facilitar a leitura. Em relação aos anúncios, o Poder360 manteve-os destacados e identificados, de forma a que não interfiram na leitura do conteúdo.

Em texto sobre as novidades, o site informa que a reforma gráfica e tecnológica é a primeira etapa de um processo de modernização que continuará no segundo semestre de 2022 e abrangerá todas as áreas do Poder360.

Globo vende estúdios em São Paulo e passa a pagar aluguel

A Globo vendeu para a Vinci Real Estate, por R$ 522 milhões, sua sede em São Paulo, que engloba estúdios e todas as instalações da rede na capital paulista. O acordo, porém, garante que a emissora continue a usar o local, pagando aluguel, pelos próximos 15 anos, com a possibilidade de renovar por outros 15. Segundo o Notícias da TV (UOL), a ideia é reduzir custos.

A sede, com pouco mais de 43 mil metros quadrados, no bairro do Brooklyn, inclui o edifício Jornalista Roberto Marinho, três módulos de produção, uma área de apoio, dois helipontos e cerca de 1.500 vagas de estacionamento, entre garagens e vagas externas. O local serve também como cenário dos telejornais Bom Dia São Paulo, SP1 e SP2, exibidos diariamente em São Paulo, e de entradas ao vivo para a GloboNews.

Pelo acordo, a Globo deve pagar pouco mais de R$ 84 mensais de aluguel por metro quadrado, valor que será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A emissora não poderá sublocar o espaço para terceiros.

Sobre a operação, a Globo declarou que “vem buscando ampliar a sua eficiência através da captação de novas fontes de receita, da racionalização na gestão de custos e da ampliação da sinergia entre suas operações, gerando valor em tudo o que faz. A operação de sale & leaseback da sede da Globo em SP é parte da estratégia de tornar a empresa mais leve, ágil e flexível”.

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