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domingo, maio 3, 2026

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Celebs em pauta no Extra

Jornalismo investigativo na cobertura de celebridades – o jornal Extra aposta nessa linha, com o objetivo de fazer um popular de qualidade. E cita como exemplo o caso da atriz Viviane Araújo, acusada nas redes sociais por algo que não fez, no final de setembro. Na equipe de Hérica Marmo, o repórter Michael Sá, com apoio do colunista Léo Ferreira, investigou o vídeo que incriminava a atriz, identificou o local, descobriu os verdadeiros personagens da história, negociou a confissão dos autores e inocentou os acusados. O jornal sabe que há muito mais interesse do público do que, propriamente, interesse público na cobertura de celebridades. Mas isso não pode servir de desculpa para não se aplicarem as melhores técnicas do jornalismo – mesmo sabendo que pode soar estranho usar o termo que mais dignifica o ofício para uma área conhecida como “editoria de fofocas”. E prepara, para novembro, um seminário sobre cobertura de celebs, que vai reunir outras mídias do grupo Globo voltadas para esse filão. A sinergia entre os veículos, nessa área, já aparece com a participação da revista Quem na programação da Rádio Globo: o chefe de redação no Rio, Jackson Bezerra, esteve em um programa vespertino, e Lúcia Barros falou sobre o universo do entretenimento no Manhã da Globo.

Gustavo Nicoletta passa a editor-chefe da CMA

Novidades na equipe da Agência CMA, especializada em notícias do mercado financeiro: após a recente saída da editora-chefe Flavia Bohone, o editor de Macroeconomia e Política Gustavo Sterza Nicoletta assumiu o posto. Ex-redator e editor-assistente de Internacional da Agência Estado, Gustavo está na CMA desde 2012. Com a movimentação, Eliane Leite, editora-assistente de Energia e Telecom, foi promovida e passou a cuidar também de Macroeconomia e Política, sendo substituída por Leandro Tavares (ex-RedeTV). Para quem reconheceu o sobrenome, vale um complemento: Gustavo é filho de Costábile Nicoletta e, como o pai, segue o caminho da especialização em economia.

Fim prematuro da Indie Journalism

A startup Indie Journalism anunciou no início deste mês o fim de sua curtíssima jornada. Focada na produção independente de grandes reportagens, elase apresentou ao público no fim de fevereiro passado como uma “rede global de jornalistas que produzem conteúdos inéditos, relevantes e multimídia”, convidando jornalistas a editarem e publicarem suas histórias, vendendo-as direto ao público. Informa o comunicado enviado pela empresa: “Pessoas diferentes pensam diferente, e isso sempre será valorizado. Em todas as atividades, a diversidade promove melhores resultados do que a uniformidade. Entretanto, em um empreendimento, pensar diferente não pode impedir que as pessoas envolvidas se mantenham em busca de um único propósito. É por este motivo que anunciamos o fim prematuro do projeto Indie Journalism. Seus sócios, por terem visões distintas sobre o empreendimento, decidiram seguir caminhos diferentes a partir de agora. Desde que a Indie Journalism anunciou seus planos e declarou suas intenções, você demonstrou seu interesse e entusiasmo pelo projeto. É por isso que estamos lhe enviando esse comunicado em primeira mão”. Dias depois, quatro dos cinco sócio da Indie (Felipe Seligman, Breno Costa, Fernando Mello e Marc Sangarné – Andrei Netto ficou de fora) anunciavam em novo comunicado a constituição da Brio: “Brio é um projeto de jornalismo que quer testar ideias para solucionar um único problema: como dar aos leitores do século XXI – conectados, bem informados e cosmopolitas – um conteúdo digital sobre tópicos contemporâneos que seja ao mesmo tempo profundo e prazeroso?”. E prometeram para esta semana novidades acerca do novo projeto. Aguardemos. 

Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico prorroga incrições

Foram prorrogadas até a próxima 2ª.feira (13/10) as inscrições para a 22ª edição do Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico. Na cerimônia de premiação, que ocorrerá em 1º/12, em Belo Horizonte (MG), será distribuído um total de R$ 52 mil aos vencedores das categorias Jornal, Revista, Online e Excelência Jornalística. Interessados podem se inscrever pelo http://www.premiocnh.com.br, onde está também o regulamento, ou pelos Correios: rua. Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 380, Pinheiros. CEP 05415-020 – São Paulo (SP).  

Imprensa abre inscrições para o 3º mídia.JOR

O Portal Imprensa abriu nesta 2ª.feira (6/10) as inscrições para o seminário internacional mídia.JOR, que celebra os 27 anos da Imprensa Editorial na realização de debates sobre jornalismo e comunicação. Para esta edição, já estão confirmados Orlando Marques (ABAP e Publicis) e Marco Aurelio Giannelli (AlmapBBDO), para o debate sobre o mercado publicitário; Roberta Ristow (Editora Globo) e Fabíola Reipert (R7), para o painel de invasão de privacidade na cobertura do entretenimento; e o músico Lobão, para a discussão sobre o anonimato na era digital. Também serão temas de debates os desafios de ser jornalista na América Latina, jornalismo e tecnologia, além de grandes entrevistas, em que personalidades da área apresentarão suas ideias e experiências em conferências abertas.  Uma novidade deste ano serão as Oficinas midia.JOR, que promovem o encontro dos participantes com expoentes do jornalismo e comunicação para uma troca de experiências. Fred Di Giacomo e Karin Hueck já confirmaram presença na Oficina de infografia e interação com ferramentas jornalísticas.  O mídia.JOR será nos dias 17 e 18/11, a partir das 9h, no Teatro da Aliança Francesa (rua General Jardim, 182), em São Paulo. Inscrições pelo midiajor.com.br. 

Vaivém das Redações!

Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais: São Paulo O repórter de Brasil do Valor Econômico Luciano Máximo ([email protected]), embarcou para Londres onde irá fazer mestrado em Políticas Públicas pela Queen Mary University. Ele se licencia do jornal e está disponível para frilas tanto na capital britânica quanto em outros países da Europa. Desde setembro de 2009 no Valor, Luciano passou anteriormente por DCI e Gazeta Mercantil e pela área de comunicação da CUT. Seu novo telefone é +44 7947-633-775.   Cristina Camargo (ex-Folha de S.Paulo, Rede Bom Dia e TV TEM/Globo) informa que está disponível para trabalhos freelancer para textos, reportagens, edição e assessoria de comunicação. Seus contatos são [email protected] e 11-976-754-221. Rio de Janeiro O apresentador Rogério Forcolen terá em breve um programa diário na RedeTV, de 2ª a 6ª.feiras. O contrato foi assinado nesta 2ª (29/9), na sede da emissora em São Paulo. Forcolen começou no rádio, na Região Sul, e esteve na Guaíba de Porto Alegre, entre outras. Passou à tevê, na afiliada Record de Porto Alegre. Em 2010, transferiu-se para o SBT, no Rio, apresentando o jornalístico SBT Rio. Três anos depois, voltou à Record, para o Cidade Alerta, e participou também do Balanço Geral, sempre no Rio. Seu contrato com a Record iria até 2016, mas desligou-se da emissora em agosto pssado, em comum acordo. A RedeTV não divulga pauta, data de estreia nem horário do novo programa, mas é possível prever que será vespertino e de conotação popular.   Wilson Aquino deixou, na semana passada, depois de cinco anos, a reportagem da sucursal de IstoÉ. Distrito Federal Aguirre Talento assumiu na cobertura de Política da Folha de S. Paulo a vaga de Filipe Coutinho, que deixou o jornal e seguiu para a equipe de Época. Aguirre está na sucursal há cerca de um ano, quando veio de Recife para cobrir a licença de Rubens Valente.    Minas Gerais Diário do Comércio, Letícia Vilas ([email protected]) substitui a editora de Negócios Luciana Montes, em licença maternidade até fevereiro de 2015. Letícia, que recebe sugestões de pauta pelo [email protected] continua à frente da coluna DC Mais. Ainda no jornal, deixaram a redação Andrea Rocha, para se dedicar a projetos pessoais, e Julia Duarte, que seguiu para uma assessoria de imprensa em São Paulo.   No Metro, deixaram a redação Cristiano Martins, Thiago Ricci, Giulia Mendes, Maria Eduarda Ramos e Bruna Reis, e chegaram Raquel Ayres ([email protected]), ex-Viver Brasil e Encontro, como subeditora e responsável pela editoria Foco; e o repórter Alex Lacerda (alex.ferreira@), vindo dos Estados Unidos, onde estudou e trabalhou em diversos jornais, como New York Times e New York Post.

Segmento de motos ganha mais espaço na programação da CBN

Quadro AutoEsporte passa a abordar o tema e Roberto Agresti estreia como comentarista da emissora A CBN ampliou a partir desta 2ª.feira (6/10) sua cobertura sobre o segmento de motos: o programa AutoEsporte, produzido em parceria com a revista AutoEsporte, passa a se dedicar também ao tema, ganhando inclusive a indicação Carro & Moto seguida ao seu nome. “A proposta agora é abrir espaço no boletim para falar de motos com mais regularidade”, comenta o diretor de redação da AE e apresentador do boletim Marcus Vinicius Gasques. “Eu falava no assunto eventualmente, mas agora a ideia é reforçar o tema e tratar de duas e quatro rodas dentro de cada boletim”. A atração vai ao ar duas vezes por semana, às 2as e 4as.feiras, a partir das 14h55, no CBN Total, e quinzenalmente, aos domingos, no CBN Esportes, a partir das 11h50. Outra novidade na emissora envolve justamente esse horário de domingo: até agora ocupado pelos boletins produzidos pela equipe da AutoEsporte. a partir de 12/10 revezará semana sim, semana não, com o quadro CBN Moto. Com apresentação de Roberto Agresti (Revista da Moto), trará um bate-papo entre o comentarista e o apresentador Carlos Eduardo Eboli sobre lançamentos, regras para condução segura e competições.

Super Top Motor celebra um ano de vida e prepara terreno para expansão de marca

O site Super Top Motor, de Joka Finardi, comemorou em 1º/10 seu primeiro aniversário e se depender de seu fundador deverá ganhar um “irmão” nas próximas semanas. Está em fase de criação o Super Top Life, extensão de marca que irá abordar pautas ligadas a comportamento, como estilo de vida, dicas de teatro e cinema, viagens e gastronomia. “A ideia é seguir o mesmo estilo de reportagens publicadas no STM, com um tom mais leve e irreverente, e trazendo sempre boas informações para nossos leitores”, explica Joka. “Já vínhamos explorando parte desse conteúdo e como a receptividade do público foi boa achei que seria o momento para lançar esse novo serviço”. Para isso, contará com a colaboração do repórter Flávio Verna, que já vem trabalhando ao seu lado no STM. Em 12 meses na rede, a publicação acompanhou o lançamento de 24 modelos, entre carros e motos, avaliou outros 45 e publicou 1.685 textos, média de cinco por dia. “Iniciar um projeto dessa natureza é sempre um desafio muito grande. Com tantas publicações de qualidade no mercado, leva mais tempo para que as fabricantes enxerguem seu trabalho, mas felizmente a receptividade ao Super Top Motor tem sido muito boa. Gradualmente, as empresas do segmento vêm dando mais atenção ao nosso trabalho e isso nos incentiva ainda mais a seguir firme nessa direção”. Além das reportagens diárias, a página conta ainda com as colunas de Edson Ragassi, Fernando Calmon, Patrícia Favalle, Roberto Nasser e Joel Leite.

Memórias da redação ? Vida na redação

A colaboração desta semana é de Wanderley Midei, que por anos foi do Estadão e têm publicado histórias como esta na comunidade Extadão do facebook. Ele também publica seus textos e poemas no blog wanderleymidei.zip.net. Vida na redação Já falei aqui da aventura que era trabalhar no prédio, então novo, do Estadão na Marginal. Quem viveu pode confirmar. Pois hoje me deu uma certa saudade de algumas coisas vividas tanto na Major Quedinho quanto na Celestino Burroul. Quando ainda estávamos na Major Quedinho, 28, não víamos praticamente a rua. As janelas tinham divisões fixas que dificultavam a visão. Nos dias de plantão, aos finais de semana, era comum a gente jogar bola, com uma bola de papel reforçada com durex, próximo ao setor de Comunicações. Fazíamos dois golzinhos com latas de lixo e tentávamos jogar para passar o tempo até que começassem a chegar as noticias, normalmente dos jogos daquele dia. Às vezes jogávamos malha com aquelas almofadinhas redondas de borracha para molhar o dedo, muito comuns então em bancos e nas redações. Era comum também jogar futebol no corredor entre o Estado e o Jornal da Tarde, o chamado Túnel do Tempo. Como, naquela época, o Estadão não funcionava aos domingos, pois não circulava na 2ª, mas tínhamos de fazer plantão, e como o JT tinha a sua Edição de Esportes, a redação ficava cheia. Então, até que a muvuca começasse, o negócio era jogar bola. Bem, mudamos com todas as dificuldades para a Marginal. Prédião… As janelas eram verdadeiras pinturas, um quadro com imagens da cidade de São Paulo, que aparecia com todo o seu esplendor do lado de lá do rio Tiete. Havia um terrenão vazio onde hoje está a ACM. Vacas pastavam por lá. Cavalos comiam grama. E casais homo ou hetero às vezes se encontravam para relações entre as poucas arvores. E tudo era visto pelo pessoal da redação do Estadão. Chegamos a jogar nossa bolinha de fim de semana na redação, com o mesmo esquema do antigo, na Major Quedinho. Com mais espaço, claro. Mas o que mais me lembro era a gente fazendo pequenos cones com tiras de papel sulfite ou mesmo laudas (naquela época não existia computador, era máquina de escrever mesmo, portanto tínhamos papel à vontade), que jogávamos da janela da redação. Logo atrás da minha mesa havia uma porta para o parapeito da janela, então nos divertíamos ali. Era um passatempo ver o vento levar esses nossos “helicópteros” adiante. Alguns colegas montavam aviõezinhos de papel e os lançavam dali também. Dessas janelas a gente via também gaviões voando pelo terreno vazio em direção à serra da Cantareira ou em busca de algum pequeno animal perdido para garantir a refeição. Alguns passarinhos chegavam a entrar na redação pela porta da janela aberta pela gente. E voavam apavorados pela redação sob o olhar dos conscientes jornalistas. Alguns funcionários iam toda manhã colocar migalhas de pão ou restos do almoço no parapeito das janelas para que os passarinhos viessem comer. O prédio da Marginal era distante, mas nos mostrou, de certa forma, uma liberdade com relação à cidade que não tínhamos na Major Quedinho. Mas em ambos os prédios adorávamos passar a maior parte da nossas vidas fazendo o melhor jornal do Brasil. Éramos felizes e sabíamos disso.

Domingos Meirelles assumirá ABI em meio a uma das piores crises da entidade

A diretoria que assumirá a ABI o fará em meio a uma das piores crises vividas pela instituição, com um grave racha político, por razões nem sempre declaráveis, e com o patrimônio ameaçado por dívidas e penhoras que se acumularam anos a fio. Pior: sem qualquer suporte imediato da ampla base de jornalistas do Brasil, que simplesmente ignora o lado associativo da entidade, reconhecendo-a apenas por seu prestígio externo e declarações pontuais em situações de ameaças à liberdade de imprensa ou violência contra os jornalistas. A pergunta elementar que qualquer jornalista de bom senso faz é: “Como uma entidade com o prestígio e a força da ABI elege uma diretoria com menos de 500 votos, num mercado em que só exercendo a atividade há mais de 55 mil profissionais; e que, somando-se ao exército de jornalistas que estão em outras atividades, ultrapassa a casa dos 100 mil!?”. Uma segunda pergunta, não menos inquietante, é: “Como uma instituição desse porte, que representa a imprensa de todo o Brasil, está praticamente ilhada no Rio de Janeiro, com pouquíssimas interlocuções em outras regiões do País?”. Esses são alguns dos desafios que a nova diretoria da Casa enfrentará, tendo como missão alargar imediata e imensamente a base de associados em todo o País, de olho sobretudo nas novas gerações que hoje não conseguem enxergar a ABI sequer de binóculos. Domingos Meirelles, por sua trajetória profissional e por sua capacidade de trabalho, mostra-se um nome a altura para, com uma diretoria atuante, enfrentar essas questões e tem-se mostrado disposto a fazê-lo, como revela nas conversas com correligionários. Não sem encarar novas investidas judiciais da oposição, que ainda pode trazer algumas dores de cabeça neste início de mandato. A posse não foi marcada, mas há entre os eleitos o desejo de fazer dela um evento de grande envergadura, transformando-a num marco desse processo de transição. As redes sociais continuam a despejar petardos de parte a parte, com mútuas acusações, mas também já se nota a entrada neste circuito de bombeiros que querem apagar os incêndios, defendendo o entendimento entre as correntes que participaram do pleito. O novo presidente – Com extensa folha de serviços prestados à ABI, Domingos Meirelles ali começou como editor do Boletim ABI, atual Jornal da ABI, ainda durante o regime militar. Em 2004, ocupou a Diretoria de Assistência Social e reverteu a iminente extinção do ambulatório da entidade. O bom desempenho gerencial o levou, dois anos depois, a acumular a Diretoria Administrativa, Serviços Gerais, Patrimônio, Departamento Jurídico e manutenção do edifício-sede. Na ocasião, a ABI passava por uma crise, em que Mauricio Azêdo foi duramente atacado, e que culminou com a saída de metade da diretoria. Isso não paralisou as atividades em curso, e datam dessa época realizações como a reforma de vários setores, com destaque para a Biblioteca Bastos Tigre, no 12º andar, e o auditório do 9º andar. Todas as obras físicas estão detalhadas no Relatório de Atividades da Diretoria até 2007, publicado no Jornal da ABI. Meirelles exerceu ainda o cargo de diretor Econômico-Financeiro na gestão de Mauricio Azêdo, até que a ingerência de pessoas de fora dos quadros da ABI na administração da casa o levassem a se posicionar como oposição. A morte de Azêdo, no ano passado, gerou outra crise na entidade, desta vez quanto à sucessão dele, e que redundou em ações judiciais, ora concluídas. Quando o vice Tarcísio Holanda assumiu a Presidência, em fevereiro deste ano, Domingos voltou à função de diretor Econômico-Financeiro, respondendo pelo gerenciamento da área de serviços gerais e manutenção do edifício-sede, simultaneamente à de editor do Jornal da ABI. Detentor de dois prêmios Esso e três Vladimir Herzog de Direitos Humanos, desenvolve, ainda, atividade literária, sendo autor de obras da moderna historiografia nacional: As noites das grandes fogueiras – Uma história da Coluna Prestes e 1930 – Os órfãos da revolução, livros que receberam os prêmios Jabuti de Reportagem e Ciências Humanas, respectivamente; e a obra coletiva As guerras dos gaúchos – A história dos conflitos. Agora cabe a ele, e aos seus colegas de Diretoria e Conselhos, resgatar o prestígio, a credibilidade e o espaço político que a ABI já ocupou no cenário brasileiro, além de congregar, na Casa do Jornalista, os profissionais experientes e os da mais nova geração.

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