A Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e o Sindusfarma abriram inscrições para a segunda edição do Curso de Extensão em Jornalismo de Ciência e Saúde. As aulas, gratuitas e voltadas a jornalistas recém-formados, têm o objetivo de preparar os profissionais para lidar com a complexidade da cobertura do setor. As inscrições vão até 13 de março.
Ao logo do curso, coordenado por Guilherme Costa, serão abordados temas como o funcionamento do sistema de saúde brasileiro, ética durante a cobertura em saúde, técnicas de produção, investigação e edição de reportagens, comunicação multiplataforma, gestão de riscos, uso de inteligência artificial, e tendências e inovações no campo da saúde. No final do curso, os participantes produzirão uma reportagem na área de ciência e saúde.
As aulas, realizadas em formato online às terças-feiras, das 19h às 23h, serão ministradas por profissionais especializados no setor. O começo do curso será em 24 de março. Podem se inscrever jornalistas de todo o País, desde que tenham se formado nos últimos três anos. São ao todo 50 vagas.
A Mongabay Brasil lançou nesta sexta-feira (20/2) o seu Programa de Bolsas de Jornalismo Ambiental Y. Eva Tan, que oferece seis bolsas para comunicadores de língua portuguesa desenvolverem e aperfeiçoarem suas habilidades na cobertura de temas relacionados ao meio ambiente e às mudanças climáticas. As inscrições vão até 31 de março.
Ao longo do programa, com duração de seis meses, os selecionados aprenderão com a equipe da Mongabay, recebendo apoio editorial ao longo de todo o processo. Eles terão aulas sobre o básico da reportagem ambiental, como apresentar e elaborar propostas de pauta, encontrar e entrevistar fontes, redigir notícias, além de debates sobre ética jornalística, segurança e proteção. Os participantes também aprenderão sobre florestas, oceanos, vida selvagem, agricultura, questões extrativas e as relações entre pessoas, cultura e natureza.
Os participantes receberão ao todo US$ 3.000 para a produção de projetos e reportagens autorais sobre temas relacionados ao meio ambiente e ao clima. Ao longo do programa, cada bolsista deverá dedicar 10 horas por semana e produzir, em média, uma matéria por mês em português para ser publicada no site da Mongabay.
O ano de 2026 começou duro – talvez o mais duro – para as Big Techs. Em vários países, cresce a disposição de seguir o modelo australiano e proibir redes sociais para menores de 15 ou 16 anos.
Em alguns deles, porém, o movimento não se resume a limitar acesso por idade. Os planos avançam para o coração do produto, mirando brechas técnicas e design que mantém crianças – e adultos – colados às telas.
O Brasil está entre os países onde a maré regulatória sobe: em 17 de março entra em vigor o ECA Digital, que amplia deveres de plataformas e reforça mecanismos de proteção para crianças e adolescentes no ambiente online.
No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer anunciou em 16/2 que o país vai acelerar medidas de proteção a crianças e adolescentes na esfera digital para entrarem em vigor em alguns meses.
Entre as opções colocadas na mesa está impedir o acesso de menores de 16 anos a redes sociais, como fez a Austrália. Mas o premiê também sinalizou que a resposta britânica pode ir além do corte etário – e garantiu aos pais que não recuará mesmo que isso represente uma briga com as gigantes digitais,
Em um texto publicado no Substack, ele descreveu as redes como “plataformas poderosas, com design viciante” e prometeu pedir ao Parlamento novos poderes para reprimir recursos como a reprodução automática e a rolagem infinita, apontados como mecanismos que prendem usuários por horas.
O pacote inclui ainda dificultar o uso de VPNs por menores, para reduzir a capacidade de burlar controles por idade ou restrições regionais – um tema que também aparece no debate sobre acesso a sites de pornografia.
A pressão sobre as plataformas em 2026 não vem só de governos. Nos Estados Unidos, um processo inédito começou na semana passada e colocou Meta e YouTube diante de um júri com foco no design, não no conteúdo.
A tese é que as empresas teriam ajustado seus produtos para maximizar “tempo gasto” e engajamento, criando uma dinâmica de dependência em usuários jovens. Se esse enquadramento ganhar tração, o risco para as Big Techs deixa de ser apenas reputacional: passa a ser jurídico e estrutural, com potencial de forçar mudanças no modo como as redes são construídas e operadas.
Leia mais sobre os planos de regulamentação do Reino Unido em MediaTalks.
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Marcelo Sakate, especializado na cobertura de economia e finanças, é o novo editor-chefe do InvestNews. Ele será responsável por liderar a equipe editorial do veículo, com o objetivo de aprofundar ainda mais a cobertura de Negócios e Investimentos e as reportagens em vídeo.
Na manhã desta quinta-feira (19/2), Marcelo anunciou sua saída da Bloomberg Línea Brasil após quatro anos de casa. Lá, atuou como editor sênior e editor-chefe, e esteve na equipe do projeto praticamente desde quando o veículo iniciou suas atividades no Brasil.
“Foi um privilégio e uma experiência única poder liderar quase desde o começo um projeto que renovou minha convicção de que há espaço – e mercado – no Brasil para um jornalismo que coloca acima de tudo a qualidade, a curadoria e a profundidade, que busca contar boas histórias e perseguir sempre a isenção e se ater aos fatos”, escreveu Marcelo em texto de despedida no LinkedIn.
No InvestNews, Marcelo se reportará à publisher e diretora geral Raquel Balarin, e atuará ao lado de nomes já conhecidos da cobertura de economia, como o editor executivo Alexandre Versignassi. Também integram a equipe editorial Rikardy Tooge, Greg Prudenciano, Raquel Brandão, Sérgio Tauhata, Juliana Machado, Lucas Marins, Karla Mamona, Rafael Balsemão, Camila Barros, Patrick Fuentes, Bruno Vaiano, Letícia Toledo, Henrique Esteter e Pedro Burgos.
Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, Marcelo iniciou a carreira na cobertura esportiva. No início dos anos 2000, trabalhou como repórter de Esportes no Lance e na Folha de S.Paulo. Em 2003, ainda na Folha, migrou para a editoria de Economia, setor onde se especializou. Ainda no jornal, atuou como editor assistente. Posteriormente, trabalhou por nove anos como repórter sênior de Economia na revista Veja. Foi editor e editor-chefe da Exame e Exame Invest. Em maio de 2022, assumiu o cargo de editor sênior da Bloomberg Línea no Brasil, sendo promovido alguns meses depois, em outubro do mesmo ano, a editor-chefe do veículo. Passou também pela CNN Brasil e foi editor-chefe do site do C6 Bank.
Katherine Rivas é a nova coordenadora digital do site do Times Brasil/CNBC. Ela será responsável por liderar o time de redatores e repórteres, cuidando das pautas e do conteúdo editorial, e vai monitorar métricas de audiência da home. Também atuará na gestão de pessoas.
Além do trabalho no Times Brasil/CNBC, Katherine seguirá com sua coluna Dividendo à Vista, focada no setor de dividendos, no E-Investidor, do Estadão. A repórter especializada em economia também terá a liberdade de continuar colaborando como freelance em reportagens para outras publicações.
Eleita a +Admirada Jornalista de Economia, Negócios e Finanças de 2024, em eleição promovida por este Portal dos Jornalistas e Jornalistas&Cia, Katherine tem mais de dez anos de carreira, sendo seis deles dedicados ao jornalismo econômico e três deles na cobertura de dividendos. Além do E-Investidor, passou também por UOL, InfoMoney, InvestNews e IstoÉ Dinheiro. Colaborou ainda com Exame e Folha de S.Paulo. Por seu trabalho, ganhou o apelido de Maga dos Dividendos na imprensa.
Depois de oito anos, primeiro como superintendente de comunicação, depois como editor do Jornal da USP, Luiz Roberto Serrano deixou a Universidade de São Paulo. Seu desligamento se deu, segundo informou no Linkedin, sob a alegação, dos novos dirigentes da instituição, de que a lista de contratados da reitoria, que o abrigava, passaria a receber apenas servidores ligados diretamente a ela.
“Assim – diz ele – encerrou-se um período de trabalho que atravessou momentos difíceis como o da pandemia, durante o qual o Jornal da USP e a rádio da Universidade se esmeraram para passar para a população o máximo de informações que a ajudasse a atravessar aquele difícil período. No primeiro mês da pandemia o Jornal da USP bateu seu recorde histórico de visitas de leitores”.
Invejável, o currículo de Serrano inclui passagens, como repórter ou editor, por veículos como Folha da Tarde, Gazeta Mercantil, IstoÉ, Exame e Veja. Também foi assessor de imprensa do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso e do então presidente do PMDB Ulysses Guimarães, na Campanha das Diretas Já, em 1984.
Foi, ainda, diretor da Agência Brasil (agência de notícias do Governo Brasileiro) e consultor executivo de Seminários no Valor Econômico (2010-2017), além de sócio da Serrano Associados, criada em 1991.
Presente também na lida associativa, foi presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Comunicação Social (Sinco) e do Conselho de Ética da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom).
Terá início em 26/2 o primeiro turno da eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva 2026. Em sua oitava edição, a sétima consecutiva, a iniciativa premiará os jornalistas e veículos mais admirados do setor pela visão dos leitores de Jornalistas&Cia.
Assim como nos anos anteriores, serão dois turnos de votação. No primeiro, de livre indicação, os eleitores poderão sugerir seus nomes favoritos em cada categoria. Já na segunda etapa, os mais indicados disputarão um lugar entre os TOP 25 +Admirados Jornalistas do Ano e entre os TOP 3 +Admirados nas categorias temáticas.
Honda renova patrocínio – q A Honda é mais uma empresa a renovar sua participação entre os patrocinadores da eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva. Além dela, integram a lista de patrocinadores da premiação Bosch, Ford, Renault e Volkswagen Caminhões e Ônibus.
Empresas e agências interessados em associar as suas marcas ou de seus clientes à iniciativa podem obter mais informações com Vinicius Ribeiro ([email protected]).
Com décadas de experiência em jornalismo, comunicação corporativa, gerenciamento de crises e situações complexas, marketing, eventos, treinamentos e mentorias, e já tendo apoiado mais de uma centena de empresas em IPOs, follow-ons, roadshows, M&As, rodadas de captação com fundos, lançamentos, expansões e eventos com analistas e investidores, Gabriela Forlin (7 anos de FSB, os últimos 5 como sócia-diretora), Elaine Fantini (ex-Santander e Empiricus) e Fabiana Panachão (ex-Nord Investimentos, Band e TV Globo) decidiram unir-se, empreender e lançar a Triple A Reputação.
Fabiana Panachão, em pé; e Gabriela Forlin (à esquerda) e Elaine Fantini, sentadas (Crédito: Triple A Reputação/LinkedIn)
“Atuaremos ao lado das diretorias executivas e dos conselhos de administração das organizações para potencializar geração de valor. Na prática, significa que faremos gestão de reputação com visão de negócio, desenvolvendo estratégias customizadas para os diferentes desafios de cada cliente”, informa Gabriela, que recém-concluiu a formação para Conselheiros de Administração no Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).
“Nosso intuito é desenvolver o mercado e aprofundar o conhecimento de profissionais em diferentes estágios de carreira. Assim, fortaleceremos o ecossistema e contribuiremos para que tanto as agências quanto seus clientes atinjam seus objetivos de negócio”, ressalta Elaine.
“Formar supercomunicadores demanda tempo, dedicação e acompanhamento. Nosso papel é fazer com que os executivos saiam prontos não apenas para ‘dar uma entrevista’, mas preparados e confiantes para impactar positivamente todos os seus stakeholders – internos e externos –, mexendo verdadeiramente o ponteiro do negócio”, conclui Fabiana.
O Globo estreou esta semana newsletter e coluna de Thomas Traumann. O ex-ministro da Secom, autor dos livros O pior emprego do mundo e Biografia do abismo, enviará conteúdo toda segunda-feira aos leitores inscritos. No dia seguinte, terá coluna publicada no jornal.
Na segunda-feira, ele oferece ao leitor análise, bastidores e informação exclusiva contextualizando os fatos que darão o tom na política e na economia na semana. Às terças-feiras, analisa a dinâmica do poder, seja em Brasília ou na Faria Lima, e como as decisões podem mudar a vida dos brasileiros.
O jornal produziu também a série em vídeo e texto O Globo por dentro, mostrando como funciona a Redação. O primeiro episódio pode ser visto aqui.
O apresentador Pedro Bial assumiu a direção artística do núcleo de documentários e programas da Globo. Na nova função, ele será responsável por ampliar a atuação da área documentarista dos Estúdios Globo. Além disso, atuará nas novas temporadas do Som Brasil e do projeto Falas. Bial segue na apresentação do talk show Conversa com Bial. As informações são de Gabriel Vaquer, do F5 (Folha de S.Paulo).
Bial responderá a Mônica Almeida, diretora de Gênero. A produção-executiva do Núcleo de documentários dos Estúdios Globo segue com Fernanda Neves. A mudança não afeta os setores de Esportes e Jornalismo, que seguem com seus respectivos núcleos de documentários.
Sobre o Conversa com o Bial, o programa de entrevistas passa a ser semanal em 2026, indo ao ar nas noites de terça-feira, a partir das 23h30. A estreia da nova temporada será em agosto, após a Copa do Mundo. Com horário mais cedo e periodicidade semanal, Bial pretende ampliar a qualidade do programa.
Natural do Rio de Janeiro, Bial chegou à Globo em 1981. Atuou como repórter do Jornal Hoje e do Globo Repórter. No início dos anos 1990, atuou como correspondente internacional em Londres, cobrindo importantes acontecimentos como a Guerra do Golfo, a queda do Muro de Berlim e a dissolução da União Soviética. Foi ainda apresentador do Fantástico de 1996 a 2007. Migrou para o departamento de entretenimento, no comando do reality Big Brother Brasil, onde atuou por 14 anos, de 2002 a 2016. Apresenta o Conversa com Bial desde 2017.