Edson Álvares da Costa

Edson Álvares da Costa, nascido em 2 de abril de 1965, em Ribeirão Preto (SP), concluiu o Colegial no Colégio e Curso Oswaldo Cruz (COC), na cidade natal.
 
Começou no Jornalismo em 9 de outubro de 1987, como repórter de Empresas/Finanças da Gazeta Mercantil, em São Paulo (SP). Na Gazeta, passou a editor-assistente de Transportes e Energia em 1990 e, de 1993 a 1996, foi editor-executivo de Transportes (com ênfase em indústria automobilística).
 
Durante alguns meses de 1996 e 1997 escreveu para as revistas Transporte Moderno e Tecnibus. Em 1997, voltou para a Gazeta Mercantil, na qual ficou cerca de três meses, em São Paulo, retornando no final do mesmo ano para Ribeirão Preto, como correspondente do jornal, cargo que ocupou até maio de 2009.
 
Paralelamente, fez parte do Conselho Editorial da revista O III Berro, que apresentava como principal bandeira a luta pelo resgate da cidadania no País e tinha como colaboradores o ex-jogador Sócrates, o escritor Isaias Pessoti e o professor Sérgio Ferreira, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto. Foi, também, colaborador do site NoMínimo, publicado no portal iG, extinto em junho de 2007.
 
Em 2004, por causa de matéria sobre energia da cana-de-açúcar, ganhou um curso de pós-graduação em Jornalismo Científico, como prêmio da revista Imprensa/CPFL – Cia. Paulista de Força e Luz. Em 1985, foi professor de Química no cursinho do COC e no Colégio Objetivo.
 
Em matéria de música, arranha um violão, batuca um teclado e toca percussão.
 
 
Atualizado em maio de 2009
Fonte:
Livro Jornalistas Brasileiros – Quem é Quem no Jornalismo de Economia (Mega Brasil/Call Comunicações, 2005)
 

 

2 comments

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  1. Edson Alvares da Costa

    Caros, só agora (05:49h, 21/04/2018) leio isto. Sobre mim mesmo e melhor do que se eu tivesse feito. Parabéns ao portal. Não sei se foi o Kaxassa ( é coisa dele) ou alguém enviado por ele. Não me lembro. De todo modo, está excelente. Um grande abraço e obrigado. Edson.

  2. Edson Alvares da Costa

    Caros:
    Vi agora, neste site, um texto sobre mim. Totalmente correto, inclusive o último parágrafo, que afirma que “em matéria de música, arranha um violão, batuca um teclado e toca percussão.¨ E outras informações que eu nem me lembrava, como a data de admissão na Gazeta Mercantil, em 1987.
    Como minha colega Nora Gonzales, posso dar um depoimento sobre Mathias Molina, o grande jornalista, que me ensinou muito sobre a profissão e que me encaminhou a Eupídio Marinho de Mattos, Angela Bittencourt, Cristina Carvalho, Ariverson Feltrin, Luís Leonel, Vera Bradimarte e Rosvita, entre outros. Espanhol que ensinava o português a brasileiros que deveriam ser professores da lingua natal.
    E me colocou, o Molina, sentado bem à frente dele, durante anos, tempos anteriores ao Euro, em que tinha eu que converter valores em moedas do mundo inteiro para dólares americanos.
    De minha primeira mesa, no fundo da redação, cara a cara com Molina, vi muita coisa: broncas bem-dadas, desconcertos para dar e vender. À minha direita, além de Yves e Claudio Abramo (o filho, e bravo), pauteiros (pra mim não precisava existir pauta…), vinham sempre os diretores das sucursais de Brasília, Rio, BH, Curitiba, etc. Fiz amigos que duram até hoje.
    Conheci Klaus Kleber, Glauco, escritores e jornalistas famosos que visitavam a redação. Para um rapaz de 22 anos não era pouco. Mas podemos continuar depois. Bom domingo.

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