Comprova encerra atividades desmentindo mais de 90% das notícias analisadas

Após o término da campanha eleitoral de 2018 no Brasil, o projeto Comprova também encerrou as verificações de conteúdos duvidosos que circulam nas redes sociais e no WhatsApp. Por 12 semanas, a coalizão de 24 veículos de comunicação monitorou e verificou a veracidade de informações compartilhadas por fontes não oficiais nas redes sociais e em aplicativos de mensagens. No radar estavam conteúdos duvidosos cuja capacidade de causar danos às campanhas eleitorais era evidente.

Segundo balanço divulgado pelos editores do projeto, nesse período foram analisadas 146 histórias, sendo que apenas nove eram verdadeiras. “O resultado das verificações do Comprova é um alerta para a sociedade e uma reafirmação da necessidade de uma imprensa independente, atuante, transparente e confiável”, destacou Sérgio Lüdtke, um dos editores do projeto. ”Obrigado a todos por colaborarem com a criação de um ambiente informativo mais saudável”.

Além dele, integraram a equipe os editores Guilherme Conter, Helio Miguel Silveira Filho, José Antônio Lima, Rafael Garcia e Ricardo Pieralini. Os verificadores foram Alessandra Monnerat (Estadão), Cido Coelho (SBT), Debora Ely (GaúchaZH), Douglas Rodrigues (Poder360), Fernanda Trisotto (Gazeta do Povo), João Pedro Caleiro (Exame), João Pedroso (Veja), Júlia Endress (Correio do Povo), Leticia Alves (O Povo), Marcella Ramos (piauí), Matheus Pimentel (Nexo), Pablo Fernandez (BandNews FM), Paula Peres (Nova Escola), Pedro Noel (AFP), Renato Mota (Sistema Jornal do Commercio), Roelton Maciel (NSC), Sarah Mota Resende (Folha de S.Paulo), Vinicius Valfré (Gazeta Online) e Wellington Ramalhoso (UOL).

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