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terça-feira, abril 7, 2026

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João Anacleto é o +Admirado Jornalista da Imprensa Automotiva 2022

Da esquerda para a direita: Eduardo Ribeiro, diretor da Jornalistas Editora, João Anacleto e Fernando Soares, editor do J&Cia Auto

Andrea Ramos, Boris Feldman e Karina Simões, e as publicações Quatro Rodas, Autoesporte, Jornal do Carro, FullCast, AutoPapo e Acelerados também foram premiados pelo concurso

Foram homenageados na noite dessa segunda-feira (25/4), em São Paulo, os +Admirados da Imprensa Automotiva 2022. O concurso, que chegou neste ano à quarta edição, elegeu João Anacleto, de A Roda, como o +Admirado Jornalista do Ano.

Da esquerda para a direita: Eduardo Ribeiro, diretor da Jornalistas Editora, João Anacleto e Fernando Soares, editor do J&Cia Auto (Foto: Doug Zuntta)

Dois representantes de Pernambuco completaram o pódio, que teve na segunda posição Jorge Moraes, apresentador dos programas AutoMotor e CBN Auto, e colunista do UOL Carros, e Silvio Menezes, do programa Carro Arretado, em terceiro lugar. Boris Feldman, do AutoPapo, e Bob Sharp, do Autoentusiastas, ocuparam, respectivamente, a quarta e a quinta posições.

Nas categorias temáticas, João Anacleto levou mais um troféu, desta vez como +Admirado Influenciador Digital. Além dele, foram premiados os jornalistas Karina Simões (KS1951), em Jornalista Especializado em Duas Rodas; Andrea Ramos (Estradão), em Jornalista Especializado em Veículos Pesados; e Boris Feldman (AutoPapo), como Colunista.

Já entre as publicações, os prêmios foram para Fullcast (Fullpower), na categoria Áudio – Podcast; AutoPapo, Áudio – Rádio; Jornal do Carro, em Jornal/Caderno Automotivo; Quatro Rodas, em Revista e Vídeo/Redes Sociais); Autoesporte, em Site; e Acelerados, em Vídeo/Programa de TV.

Além dos resultados anunciados durante a cerimônia (confira a transmissão na íntegra no YouTube), uma edição especial, que circulará nesta sexta-feira (29/4), trará detalhes da festa e da emoção dos premiados.

A eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva conta com os apoios de Abraciclo, Audi, Bosch, General Motors, Honda, Scania, Volkswagen e Volkswagen Caminhões e Ônibus.

Confira a relação completa dos homenageados na quarta edição dos +Admirados da Imprensa Automotiva 2022:

Jornalistas – Geral

  • Alex Ruffo (Máquinas na Pan)
  • Alzira Rodrigues (AutoIndústria)
  • André Barros (AutoData)
  • André Deliberato (Webmotors)
  • André Marinho (Guia Automotivo)
  • André Paixão (Autoesporte)
  • Andrea Ramos (Estradão)
  • Bob Sharp (Autoentusiastas)
  • Boris Feldman (AutoPapo)
  • Charles Marzanasco Filho (Quatro Rodas)
  • Claudia Carsughi (Site do Carsughi)
  • Cleide Silva (O Estado de S.Paulo)
  • Emilio Camanzi (Carros com Camanzi)
  • Fernando Calmon (UOL Carros)
  • Giovanna Riato (Automotive Business)
  • João Anacleto (A Roda)
  • Jorge Moraes
  • Karina Simões (KS1951)
  • Marcus Lauria (CarPoint News)
  • Paulo Brandão (TV Auto)
  • Paulo Cruz (AutoNews)
  • Sérgio Dias (Alpha Autos)
  • Sérgio Quintanilha (Guia do Carro)
  • Silvio Menezes (Carro Arretado)
  • Tarcísio Dias (Mecânica Online)
  • Zeca (Zeca ao volante)

 

Jornalistas – Duas Rodas

  • Karina Simões
  • Suzane Carvalho
  • Thiago Moreno (Motor1)

 

Jornalistas – Veículos Comerciais

  • Adamo Bazani (Diário do Transporte)
  • Andrea Ramos (Estradão)
  • Pedro Trucão

 

Colunistas

  • Boris Feldman (AutoPapo)
  • Charles Marzanasco (Quatro Rodas)
  • Tarcísio Dias (Mecânica Online)

 

Influenciadores Digitais

  • João Anacleto (A Roda)
  • Jorge Moraes
  • Silvio Menezes (Carro Arretado)

 

Caderno/Jornal

  • Carro Arretado (Jornal do Commercio – PE)
  • Jornal do Carro (Estadão – SP)
  • Jornal Motocycle

 

Canal Digital

  • Auto News
  • Carros com Camanzi
  • Quatro Rodas

 

Podcast

  • CBN Autoesporte
  • Fullcast (FullPower)
  • Motor 1

 

Rádio

  • AutoPapo
  • Guia Automotivo
  • Máquinas na Pan

 

Revista

  • Autoesporte
  • Motor Show
  • Quatro Rodas

 

Site/Blog

  • Autoesporte
  • Quatro Rodas
  • UOL Carros

 

TV

  • Acelerados
  • Auto Esporte
  • Carro Arretado

Patrícia Campos Mello repete 2019 e é a +Premiada Jornalista do Ano

Patricia Campos Mello
Patricia Campos Mello

Autor de livro-reportagem de maior sucesso no Brasil, Laurentino Gomes fica na segunda colocação

Patrícia Campos Mello

Pela segunda edição consecutiva, o Ranking dos +Premiados da Imprensa Brasileira, iniciativa promovida desde 2011 por Jornalistas&Cia, com o apoio deste Portal dos Jornalistas, apontou a repórter especial e colunista da Folha de S.Paulo Patrícia Campos Mello como a jornalista mais premiada do ano no Brasil. Foi a primeira vez, não apenas de forma consecutiva, que um profissional repetiu a liderança da pesquisa.

No total, ela conquistou 150 pontos, cinco a mais do que em 2019, a partir de três prêmios de jornalismo. Dentre eles, destaque para o Maria Moors Cabot, mais antiga premiação de jornalismo do mundo, concedido pela Universidade Columbia, de Nova York. Ela também faturou neste ano o Mulher Imprensa de Contribuição ao Jornalismo e o Prêmio Folha, na categoria Reportagem, pelo especial Desigualdade Global.

Estes reconhecimentos são fruto do excelente trabalho investigativo que Patrícia vem realizando nos últimos anos. Em 2018, após publicar a reportagem Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp, que denunciava investimentos não declarados de R$ 12 milhões por apoiadores do então candidato Jair Bolsonaro, ação vedada pela Justiça Eleitoral, ela passou a receber inúmeros ataques e ameaças nas redes sociais. Ainda como desdobramento desse trabalho, em fevereiro deste ano ela foi alvo de insultos de cunho sexual durante a CPMI das Fake News por parte de membros do governo.

Laurentino Gomes

Na segunda colocação, com 110 pontos, aparece o premiado escritor de livros-reportagem Laurentino Gomes. Maior vencedor do Prêmio Jabuti, ele ergueu mais uma vez o tradicional troféu da literatura brasileira neste ano, com o livro Escravidão Volume I – Do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares.

Ele já havia conquistado a premiação anteriormente em outras três oportunidades com a trilogia 1808 (2008), 1822 (2011) e 1889 (2014). Também foi reconhecido neste ano com o prêmio Personalidade da Comunicação, concedido pela Mega Brasil.

Completando o pódio, aparece Rafael Ramos, da Record TV, que integrou as equipes do programa Câmera Record que venceram em 2020 os prêmios Rei da Espanha – Televisão, Vladimir Herzog – Multimídia e República – TV.

Confira a relação completa com os +Premiados Jornalistas do Ano:

POSIÇÃOPONTOSNOME (Veículo)
150PATRICIA CAMPOS MELLO (Folha de S.Paulo)
110LAURENTINO GOMES
87,5RAFAEL RAMOS (Record TV)
80GUSTAVO COSTA (Record TV)
80MATEUS MUNIN (Record TV)
80PABLO TOLEDO (Record TV)
80SAULO ARAÚJO (Metrópoles)
70FERNANDA GUIMARÃES (Agência Estado)
70MANOELA ALCANTARA (Metrópoles)
10º62,5MICHEL MENDES (Record TV)
11º60LAERTE COUTINHO (Folha de S.Paulo)
11º60TIAGO ROGERO (O Globo)
11º60YAN BOECHAT (O Globo)
14º57,5ERICA MONTENEGRO (Metrópoles)
14º57,5JULIANA CONTAIFER (Metrópoles)
14º57,5LILIAN TAHAN (Metrópoles)
14º57,5MARIA EUGÊNIA MOREIRA (Metrópoles)
14º57,5OLIVIA MEIRELES (Metrópoles)
14º57,5PEDRO ROCKENBACH (Rede Globo)
14º57,5PRISCILLA BORGES (Metrópoles)
14º57,5RAQUEL MARTINS RIBEIRO (Metrópoles)
14º57,5RENATA GAROFANO (Record TV)
14º57,5STELA WOO (Metrópoles)
14º57,5STEPHANIE ARCAS (Metrópoles)
14º57,5YANKA ROMÃO (Metrópoles)
26º55MARCEL HARTMANN PRESTES (Zero Hora)
26º55MARCELO CANELLAS (Rede Globo)
28º52,5LENO FALK (Agência Radioweb)
29º50DAVID COHEN (Exame)
29º50FABIO ALARICO TEIXEIRA
29º50GUSTAVO MONTEIRO CHAGAS (Rádio Guaíba)
29º50LUCAS CORRALES VIDIGAL (G1)
29º50RAFAEL SOARES (O Globo)
34º45VERA MAGALHÃES (TV Cultura)
35º40AUGUSTO FERNANDES CONCONI (Estadão)
35º40BRUNO PONCEANO (Estadão)
35º40FABIANA VILELLA (Record TV)
35º40GILSON FREDY SOUZA DE OLIVEIRA (Record TV)
35º40HENRIQUE BEIRANGÊ (Record TV)
35º40JULIA MARQUES (Estadão)
35º40MARCELO MAGALHÃES (Record TV)
35º40MARCUS FABRICIO MORAES REIS (Record TV)
35º40MARIANA CUNHA VISUAL (Estadão)
35º40NATALIA FLORENTINO (Record TV)
35º40RAFAEL GOMIDE (Record TV)
35º40ROMEU PICCOLI (Record TV
35º40VINICIUS SUEIRO (Estadão)
48º35ADELE SANTELLI (National Geographic)
48º35ANA CAROLINA DINIZ (O Globo)
48º35ANA PAULA OMENA (Portal Tribuna Hoje)
48º35ANDRÉ PAIXÃO (G1)
48º35CARLOS HENRIQUE FIORAVANTI (Pesquisa Fapesp)
48º35DIOGO OLIVIER (Zero Hora)
48º35FABIANO CANDIDO (PEGN)
48º35FABIO MOTTA (Estadão)
48º35GILMAR FRAGA (Zero Hora)
48º35GILMAR LUIZ TATSCH (Jornal ABC)
48º35HUMBERTO TREZZI (Zero Hora)
48º35ISABEL FILGUEIRAS (Valor.com)
48º35ISABELA BOLZANI (Valor Econômico)
48º35JOSÉ SERGIO CUNHA (Diário do Nordeste)
48º35JULIA DANTAS SAAVEDRA (Revista RI)
48º35LARISSA ROSSO (Gaúcha ZH)
48º35LEILANE MENEZES RODRIGUES (Metópoles)
48º35LUCAS MORAES (Jornal do Commercio)
48º35MARCELA LUIZA ALVES RODRIGUES (TV Justiça)
48º35MARCELLE GUTIERREZ (Valor Econômico)
48º35MARCIA RODRIGUES (Plena Mulher)
48º35MARINA LOPES (Porvir)
48º35MATHEUS FELIPE DA SILVA (RBS TV)
48º35NAYARA OLIVEIRA (Intercept Brasil)
48º35PABLO LOPEZ GUELLI (Cine Brasil TV)
48º35RAFAELA BORGES (UOL)
48º35REGINALDO PIMENTA (O Dia)
48º35RICARDO GIUSTI (Correio do Povo)
48º35SÉRGIO TAUHATA YNEMINE (Valor Econômico)
48º35SHARON JEANINE ABDALLA (Gazeta do Povo)
48º35SULLIVAN SILVA (Rádio Gazeta/ES)
48º35TALITA BERTOLIM MOREIRA (Valor Econômico)
80º30ALAN GRAÇA FERREIRA
80º30ALICE MACIEL
80º30AMANDA AUDI
80º30ANA MAGALHÃES
80º30ANDREW FISHMAN
80º30BASILIA RODRIGUES
80º30BOB SHARP
80º30BRUNO FONSECA
80º30CARLA BIGATTO
80º30CAROLINA OMS
80º30CRISTINE KIST
80º30DANIEL CAMARGOS
80º30DANIELA ARBEX
80º30DIMITRI CALDEIRA
80º30DJAMILA RIBEIRO
80º30ERICK ARAÚJO
80º30FERNANDO MARTINHO
80º30FLAVIA MARINHO
80º30GABRIELA BILÓ
80º30GEORGIA PELISSARO DOS SANTOS
80º30ILZE SCAMPARINI
80º30LARISSA FERNANDES
80º30MALU GASPAR
80º30MARCELA RAFAEL
80º30MARCOS AURÉLIO SILVA
80º30MARCOS SILVA
80º30MARIA JULIA COUTINHO
80º30MARIAM SALEH
80º30MARIANA DELLA BARBA
80º30MARINA AMARAL
80º30NATALIA VIANA
80º30NATHALIA ARCURI
80º30OTAVIO BURIN
80º30RAFAEL NEVES
80º30RUBEM BERTA
80º30SONIA BLOTA
80º30THEYSE VIANA SANTANA
80º30WESLEY FRANCISCO
118º25AMANDA PRADA
118º25ANGÉLICA ABREU
118º25ATALISSA ROSA
118º25CIBELE PENHOLATE
118º25CRISTIANO SOUZA
118º25DANIEL SERVIDIO
118º25DJAVAN FERREIRA
118º25EDIVALDO SIMÃO
118º25EDSON GABRIEL
118º25EVARISTO COSTA
118º25FABIO PROCÓPIO DE LIMA
118º25FELIPE SAVIOLI PAYÃO CRUZ
118º25GUILHERME ZWETSCH
118º25IGOR NATUSCH VIEIRA
118º25LUIZ CASTIGLIONI
118º25MARCELO OUTEIRAL
118º25MOACYR FARIA
118º25OMAR FLISTER
118º25PATRICIA KNEBEL
118º25PRIMITIVO FILHO
118º25RAFAEL MANO DIVÉRIO
118º25RENAN PAGLIARUSI
118º25RENATO DE NIZA E CASTRO
118º25RENATO NOGUEIRA
118º25SUELY FROTA BEZERRA
118º25TÚLIO CUNHA
144º22,5ALINE BERTOLI
144º22,5ANA PESSOA
144º22,5ARTUR RODRIGUES
144º22,5CAMILA BABILIUS
144º22,5CARLOS FRANCISCO
144º22,5CESAR MASSEI
144º22,5CRISTIANE MASSUYAMA
144º22,5FLAVIO LORDELLO
144º22,5FLAVIO PRADO
144º22,5FLAVIO TAVARES
144º22,5GISELE BARBIERI
144º22,5GLAUCO GIANI
144º22,5JÔ VITAL
144º22,5LEANDRO PASQUALIN
144º22,5LEOPOLDO DE MORAES
144º22,5LUCIANO ABREU
144º22,5MARCIO SESSIM
144º22,5MIGUEL WESLEY
144º22,5PRISCILLA GRANS
144º22,5QUEILA ARIADNE
144º22,5ROGÉRIO GUIMARÃES
144º22,5THAIS MIRANDA
144º22,5TONI MARQUES
144º22,5ZUILA DAVID
168º20AMANDA ARAÚJO
168º20JONAS CAMPOS
170º17,5ADRIANA DE BRITO COTIAS
170º17,5ADRIANA DE FARIAS
170º17,5ALEXANDRE DE PAULA SOUZA E SILVA
170º17,5ANA LOUISE NUNES VIRIATO
170º17,5ANDRE SCHAUN
170º17,5ANDRE VIEIRA
170º17,5BIANCA PINTO LIMA
170º17,5CAIO LARONGA
170º17,5CASSIA ALMEIDA
170º17,5CINTIA CRUZ
170º17,5CIRCE BONATELLI
170º17,5CRISTIANE CALIXTO COSTA MELO
170º17,5DIEGO MOLINA
170º17,5HENRIQUE GOMES BATISTA
170º17,5JOÃO PAULO MACHADO
170º17,5JULIANA SCHINCARIOL
170º17,5JULIANA SCHWARTZ DAL PIVA
170º17,5JULIO CABRAL
170º17,5MARCELO SERIKAKU
170º17,5MARCUS VINICIUS GASQUES
170º17,5MEL TRENCH LIMA
170º17,5MICHELLE FERREIRA
170º17,5NICOLLAS WITZEL
170º17,5RAPHAEL PANARO
170º17,5RENAN LARANJEIRA
170º17,5RENAN SOUSA
170º17,5RODRIGO RESENDE
170º17,5RODRIGO RIBEIRO
170º17,5RODRIGO SERPA
170º17,5TERESA KLEIN
170º17,5THIAGO AMANCIO
170º17,5THIAGO TANJI
170º17,5ULISSES MAEDA
170º17,5VANESSA SILVESTRE
204º15ALEXANDRE LOZETTI
204º15ALINE OLIVEIRA
204º15ANA THAIS MATOS
204º15ANDRE HERNAN
204º15BRUNA MARIN ASSUNÇÃO FERREIRA
204º15BRUNA TASCHETTO
204º15CARINE KRÜGER
204º15CARLOS GUIMARÃES
204º15CARLOS RODRIGO NASCIMENTO
204º15CESAR CIDADE DIAS
204º15CLAUDIO ZAIDAN
204º15CRISTINE RIBEIRO GALLISA
204º15DENISE SAUERESSIG
204º15ED MOREIRA WISNIEWSKI
204º15EDUARDO MATOS
204º15EDUARDO VIEIRA GABARDO
204º15EVERALDO MARQUES
204º15FÁBIO SCHAFFNER
204º15FABRICIO FALKOWSKI DE SOUZA
204º15GABI LERINA
204º15GIANE GUERRA
204º15GLAUCIUS OLIVEIRA
204º15GUILHERME BAUMHARDT SCHEINER
204º15IVAN DRAGO
204º15JEFFERSON KLEIN
204º15JOSÉ LUIZ PREVIDI
204º15JOSÉ PEDRO SOARES MARTINS
204º15LIA BENTHIEN
204º15LIVIA DA SILVA ANDRADE
204º15LUCAS BARBOSA
204º15LUCIA MATTOS
204º15LUIS AUGUSTO SIMON
204º15LUIZ CEARA
204º15LUIZA PRADO
204º15OSCAR ULISSES
204º15RENATA FAN
204º15RICARDO CAPRIOTTI
204º15SERGIO STOCK
242º12,5ABRAHAN LINCOLN DE SOUZA
242º12,5ANSELMO CAPARICA
242º12,5CRISTINA PIONER
242º12,5DANIELA DE LAVOR
242º12,5ELON NEPOMUCENO
242º12,5EMILIO BOTTA
242º12,5GABRIELA DOURADO
242º12,5GERMANA CABRAL
242º12,5GUSTAVO MARQUES
242º12,5HELENE CRISTIANE
242º12,5LEONARDO LOURENÇO
242º12,5LORENA CARDOSO
242º12,5LOUISE EUGÊNIO
242º12,5LYANA MARIA FRANÇA DA COSTA RIBEIRO
242º12,5MAURICIO OLIVEIRA
242º12,5ROBERTA KELLY DE SOUZA BRITO
258º10EDUARDO ANIZELLI
258º10SIMON DUCROQUET
260º7,5CARLA SORAYA
260º7,5DEBORA BRITTO
260º7,5EVANDRO LOPES
260º7,5HALISSON FERREIRA DE OLIVEIRA
260º7,5IGOR SILVEIRA
260º7,5JOCASTA PIMENTEL
260º7,5JOSÉ HENRIQUE MARIANTE
260º7,5LUANA BARROS
260º7,5MAICON SILVA
260º7,5MANOELLA SMITH
260º7,5ROBERTA ROCHA
260º7,5THEA SEVERINO
260º7,5TIAGO LIMA MELO
260º7,5WILLIAM SANTOS
274º5ALEXA GONZALEZ SALOMÃO
274º5ANA PAULA BRANCO
274º5BERNARDO CARAM
274º5CLAYTON CASTELANI
274º5CRISTIANE GERCINA
274º5FERNANDA BRIGATTI
274º5FERNANDA MENA
274º5FERNANDO CANZIAN
274º5FERNANDO SCIARRA
274º5ISABELLA FARIA
274º5JOÃO PEDRO PITOMBO
274º5LAÍSA DALL`AGNOL
274º5LAÍSSA BARROS
274º5LALO DE ALMEIDA
274º5LUCIANA COELHO
274º5LUCIANA LAZARINI
274º5LUCIANO VERONEZI
274º5MAGÊ FLORES
274º5MARIANA GOULART
274º5MAX FRANCIOLI
274º5NATÁLIA CANCIAN
274º5PEDRO LADEIRA
274º5RAUL SPINASSÉ
274º5RENAN SUKEVICIUS
274º5RODRIGO VIZEU
274º5RUBENS RANA
274º5SALVADOR NOGUEIRA
274º5THIAGO ALMEIDA
274º5THIAGO RESENDE
274º5THOMÉ GRANEMANN
274º5VICTOR PAROLIN
274º5VINICIUS MARTINS
274º5ZANONE FRAISSAT

CNN Brasil amplia cobertura política com foco nas eleições

A CNN Brasil anunciou a ampliação de sua cobertura de Política, com a estreia de novos conteúdos, com foco nas eleições deste ano. Já nesta segunda-feira (6/4), vai ao ar o especial CNN Eleições – Mapa dos Partidos, que discutirá os bastidores das articulações e os impactos das movimentações partidárias na definição das candidaturas para deputado, senador, governador e presidente.

O especial, que vai ao ar às 23h, será comandado por Iuri Pitta, editor de política do canal, com comentários dos analistas Caio Junqueira, Juliana Lopes, Jussara Soares e Pedro Venceslau.

A partir de maio, o canal passa a exibir séries especiais com foco no período eleitoral. Em 4 de maio, vai ao ar a série Batalha do Senado, que abordará os bastidores e a renovação de dois terços da Casa. Em 1º de junho, será lançado o Brasil Fiscal, sobre os desafios econômicos e o legado que será herdado pelo próximo governo. E a partir de 17 de agosto, a emissora exibe o Grande Debate Eleições, que passa a ocupar a faixa das 23h às 23h45, abordando as últimas notícias sobre política e o período eleitora. O espaço terá 15 minutos adicionais na grade até o primeiro turno.

Morre Marco Faustino, pioneiro da checagem de fatos no Brasil

Marco Faustino (Crédito: Méuri Elle/Aos Fatos)

Morreu em 30/3 o repórter Marco Faustino, de Aos Fatos, aos 42 anos, no Rio de Janeiro. Ele sofreu uma tentativa de assalto em meados de março, em São Gonçalo (RJ), foi baleado e ficou duas semanas internado. Porém, contraiu uma infecção, teve agravamento do quadro e não resistiu.

Marco era um exímio conhecedor da internet e do ambiente digital, sendo pioneiro no combate a boatos e notícias falsas, muito antes da checagem de fatos começar a ser realizada com frequência na imprensa. Iniciou a trajetória no jornalismo de forma voluntária, produzindo conteúdo para as redes sociais. Pouco tempo depois, integrou a equipe do E-farsas, veículo fundado há mais de duas décadas voltado ao combate à desinformação.

No final de 2020, durante a pandemia de Covid-19, Marco desmentiu um boato de que uma vacina falsa contra a doença estaria sendo vendida em um comércio popular de Madureira (RJ). A informação falsa havia viralizado na época, sendo compartilhada inclusive por tradicionais veículos de imprensa. Marco conseguiu comprovar que a foto que estava circulando na internet não havia sido tirada no Rio de Janeiro e sim em um evento esportivo em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

Este trabalho chamou a atenção de Aos Fatos, que convidou Marco para fazer parte da equipe de checadores de fatos da empresa. Na agência, o repórter assinou quase 1.500 textos, a grande maioria deles desmentindo boatos e notícias falsas.

Justiça rejeita pedido de presidente da Caixa para retirada de reportagem da Revista Fórum

A Justiça de Brasília rejeitou um pedido de Carlos Antônio Vieira Fernandes, presidente da Caixa Econômica Federal, para a retirada de uma reportagem da Revista Fórum com críticas à sua gestão no fundo de pensão Funcef, além de sua ligação com o deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.

A reportagem faz parte de uma série de conteúdos que abordam a Operação Fallax, investigação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de fraudes e lavagem de dinheiro que pode ultrapassar R$ 500 milhões. Na ação judicial, Fernandes afirma que a revista ultrapassou os limites da liberdade de imprensa, associando-o indevidamente ao esquema investigado pela PF. Além da retirada da reportagem, o presidente da Caixa tentou impor uma multa diária de R$ 100 mil caso o conteúdo permanecesse no ar.

O pedido, porém, foi negado pelo juiz Cleber de Andrade Pinto, da 16ª Vara Cível de Brasília. Para o magistrado, o texto da Fórum não ultrapassou os limites da liberdade de imprensa e tem caráter informativo. Além disso, o juiz destacou que a reportagem deixa claro que o presidente da Caixa não é investigado pela PF.

Rodrigo Valverde, advogado da Revista Fórum, afirmou que a decisão reforça a importância das liberdade de imprensa e expressão no País: “Fatos de interesse social e público, como são os que foram abordados na matéria, merecem o prestígio da liberdade de imprensa alcançada a duras penas pela luta democrática. Iremos apresentar defesa e acompanhar o processo até final julgamento para garantir que a liberdade de informar prevaleça sobre tentativas de censura e intimidação” .

O adeus a Helton Lenine, que fez história no jornalismo político em Goiás

Helton Lenine

Morreu em 2/4 o repórter Helton Lenine, nome histórico do jornalismo especializado em Política no Goiás, aos 72 anos, vítima de complicações cardíacas. O velório e sepultamento foram realizados no Cemitério Parque Memorial, em Goiânia.

Helton cobriu por muitas décadas a editoria de Política em Goiás. Passou pelas redações de Diário da Manhã e O Popular, e foi correspondente do Estadão. Atuou ainda como repórter e colunista do Jornal Opção. Também trabalhou no rádio, nas emissoras Brasil Central AM e FM.

Além do trabalho nas redações, Helton atuou em comunicação institucional. Foi servidor concursado do Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO). Além disso, esteve à frente da comunicação do então senador Maguito Vilela e integrou a gestão da Prefeitura de Aparecida de Goiânia como secretário de Comunicação entre 2009 e 2011. Ultimamente, atuava como colaborador de Diário de Aparecida e Diário da Manhã.

Leonêncio Nossa lança biografia de João Guimarães Rosa

Leonêncio Nossa mostra, já no título, o estilo de narração de seu livro João Guimarães Rosa, biografia (Nova Fronteira), resultado de pesquisas ao longo de uma década. As quase 800 páginas vêm com dezenas de fotos e acompanham o percurso humano e intelectual do autor de Grande sertão: veredas. Amparado por documentos raros e depoimentos reveladores, Nossa traz informações inéditas e aspectos do autor que, em suas palavras, ‘viveu várias vidas numa só’.

Da infância no interior de Minas Gerais à morte no Rio de Janeiro – dois dias após tomar posse na Academia Brasileira de Letras –, a biografia mostra a carreira de Rosa como médico no interior e diplomata em tempos de guerra. Foram cerca de 60 anos em que o biografado participou de momentos históricos, como a Revolução de 1932 e a Alemanha nazista, o início da Guerra Fria, e viveu sob a ditadura militar. Ao mesmo tempo, desenvolvia uma obra inovadora como poucas na literatura brasileira. Poliglota apaixonado pelas palavras e pela experimentação linguística, Rosa construiu sua obra entre boiadas sertanejas, bombardeios em Hamburgo e cabarés da Paris do pós-guerra.

Sua atuação como diplomata na Alemanha nazista foi monitorada pela polícia secreta. A ajuda aos judeus, encabeçada por sua mulher Aracy de Carvalho e por ele amparada em termos institucionais no consulado brasileiro de Hamburgo, quando facilitou trâmites burocráticos, representou riscos que comprometeriam sua carreira diplomática.

Leonêncio Nossa

Em entrevista para O Globo, Nossa refuta a imagem de Rosa, chamado certa vez por João Cabral de Melo Neto de “menino do mato”. Afirma ainda: “O sertão de Rosa é um mundo com seu dinamismo próprio, suas redes, suas interações, suas relações econômicas e políticas. Ele nunca disse que o sertão dele é rural. Foram os estudos, as camadas ao longo do tempo que sempre colocaram aquilo como um lugar fechado, isolado do mundo, como se fosse só o mundo da pecuária”.

No Brasil dos anos 1960, Rosa era considerado um escritor “folclórico”. O Jornal do Brasil criou uma coluna no suplemento dominical que tinha por título uma provocação: Acredita em Guimarães Rosa?. Sem reconhecimento pelo trabalho inovador que ele sabia realizar, encontrou acolhida em O Globo, que abrigou sua coluna Guimarães Rosa conta…, publicada aos sábados.

A obra de Rosa, hoje reconhecida por “potencializar as oralidades brasileiras”, foi assim definida pelo biógrafo: “O escritor teria buscado incorporar não apenas o português sertanejo, mas também vocábulos africanos, indígenas e até os sons dos animais, criando uma língua que fosse capaz de expressar a complexidade do mundo que queria narrar”.

Felipe Recondo deixa a sociedade no Jota, que acerta com Fábio Pupo como novo analista de Economia

Cofundador e diretor de Conteúdo do Jota, Felipe Recondo anunciou na última semana sua saída da plataforma especializada na cobertura dos Três Poderes, principalmente do Judiciário. Ele escreveu em rede social: “Foram anos intensos, de aprendizado contínuo, em que tive a oportunidade de acompanhar de perto transformações importantes no País – especialmente no STF, que estudo e cubro há mais de duas décadas. Esse percurso resultou em três livros, pesquisas acadêmicas e projetos de história oral que me fizeram crescer mais do que poderia imaginar – e que seguem a me motivar”.

Fábio Pupo

Recondo diz que segue agora para cuidar de projetos de novas publicações editoriais; conteúdos e análises sobre o Supremo e o Judiciário; produção de roteiros; e, ainda, a abertura de espaço para algo que sempre teve interesse em fazer: o trabalho de consultoria. Apesar de sua saída, seguirá como acionista da empresa, mas deixa de exercer atividades operacionais e editoriais. Com isso, os podcasts Sem Precedentes e Paredes de Vidro, criados e apresentados por ele, ganharão novos apresentadores. Antes do Jota, Felipe esteve por oito anos no Estadão e também foi repórter do Blog do Noblat e da Folha de S.Paulo, sempre na Capital Federal.

Outra novidade por lá foi a chegada do analista de Economia Fábio Pupo, que estava há quase sete anos na Folha de S.Paulo atuando como repórter e coordenador de Economia em Brasília. Antes da Folha, foi por oito anos do Valor Econômico e passou por Estadão e Gazeta do Povo.

A quiet shift: estudo da USC Annenberg mostra recuo no apoio público de empresas a causas sociais

(Crédito: Pollackgroup)

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

A volta de Donald Trump à Casa Branca e seu golpe mortal nas políticas DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), guerras que têm deixado marcas expostas por sua origem ou por negócios em países vivendo conflitos e a polarização que segue se alastrando pelo mundo começam a se refletir com mais intensidade nas estratégias de  comunicação corporativa. Empresas estão pausando a defesa pública de causas não relacionadas ao seu negócio.

É o que mostra a nova edição da pesquisa anual de tendências em comunicação corporativa do centro de relações públicas da USC Annenberg, escola de comunicação e jornalismo da Universidade do Sul da Califórnia. O titulo do trabalho é coerente com o momento: A quiet shift, uma mudança discreta e sem muito alarde para evitar problemas que podem custar caro – de cabeças em postos de comando a muito dinheiro de empresários e acionistas.

O estudo consolida opiniões de profissionais de RP, 82% dos EUA – parte deles com poder de decisão sobre o que as filiais em outros países comunicam –, e em algumas análises, opiniões do público geral.

Entre as conclusões principais destaca-se uma diferença de opiniões entre os que trabalham em agências e dentro de corporações. Os dois grupos estão cautelosos, mas os que atuam em empresas revelaram-se ainda mais cuidadosos com os riscos em tempos tão movediços.

Um exemplo: 41% dos profissionais de relações públicas dizem que o silêncio pode ser a estratégia de comunicação mais eficaz em um ambiente polarizado. Entre os comunicadores internos, esse número sobe para 52%.

Em um ambiente tão incerto, a percepção sobre o futuro não é otimista. Mais de dois terços dos que trabalham dentro de organizações acreditam que a função de relações públicas será reestruturada em breve.

Leia mais sobre a pesquisa e veja a íntegra do relatório em MediaTalks.


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ABCPública recebe a associada Verônica Silva

A ABCPública segue ampliando seu quadro de associados e acaba de receber a jornalista Verônica Lima Nogueira Silva, comunicadora pública na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Graduada em Jornalismo, Verônica possui mestrado em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (2008-2009) e mestrado profissional em Poder Legislativo pelo Cefor (2021-2022).

Atualmente, atua como repórter e coordenadora de programas e de relacionamento com a rede de parceiras da Rádio Câmara. Também integra o grupo de pesquisa Comunicação na Câmara dos Deputados: perspectivas após 20 anos de mídias. Em março de 2025, assumiu a direção da Rádio Câmara.

Hoje, a ABCPública reúne mais de 400 comunicadores públicos de todo o País, além de instituições e órgãos das diferentes esferas de poder — Executivo, Legislativo e Judiciário — e entidades como fundações, consolidando-se como uma das principais redes de fortalecimento da comunicação pública no Brasil.

ABCPública capacita 50 comunicadores públicos para elaborar política de comunicação

Uma oportunidade para aprender conceitos, técnicas e renovar princípios. Assim os participantes avaliaram o curso on-line “Política de Comunicação: por que e como elaborar, implementar e atualizar”, promovido pela Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) nos dias 21 e 28 de março.

Para Victor França, associado do Rio de Janeiro e autor do livro Políticas de Comunicação: Conceitos e Realidades em Universidades Federais, uma adaptação da sua tese de doutorado sobre políticas de comunicação das universidades federais, o curso foi histórico.Ministrado pelo professor Wilson da Costa Bueno, referência nacional nas áreas de comunicação pública e científica, o curso contou ainda com a discussão dos casos de formulação das políticas de comunicação. Entre eles, o da Embrapa, que criou a primeira versão da política de comunicação na década de 1990, com apoio do professor Wilson Bueno. Quem apresentou o caso foi o presidente da ABCPública, Jorge Duarte, empregado da Embrapa, que participou do processo.

“Estou fazendo mestrado em comunicação organizacional e novas tecnologias e os livros do professor Wilson e do Jorge fazem parte da minha bibliografia”, contou Cristiane Finotti, do Incra de Goiás. “Isso, eu fico muito grato de fazer parte da ABCPública, podendo interagir com  toda minha bibliografia”, concordou Paulo Fernandes.

A formação teve carga horária total de 8 horas e proporcionou uma imersão nos principais aspectos relacionados à construção e gestão de políticas de comunicação. Além do caso da Embrapa, foram apresentados os casos do Instituto Federal de Santa Catarina, por Nadia Garlet e Marcela Lin; e da Câmara dos Deputados, por Ana Marusia Lima e Cláudia Lemos.

As duas aulas impactaram os cerca de 50 participantes. “O que aprendia aqui fará a diferença na revisão da nossa Política”, destacou Ana Clara Santos Costa, de Minas Gerais. “Ficou claro que sem uma política estruturada, a comunicação tende a ser dispersa, o que compromete a clareza das informações e a relação com a sociedade”, enfatizou Janine Gonzalez de Paula Monteiro, associada à ABCPública em 2023, no estado do Mato Grosso do Sul.

Além da base conceitual, os participantes tiveram contato com métodos e etapas do processo de elaboração de políticas de comunicação, desde o diagnóstico inicial até a implementação e monitoramento.

Milena Silva, associada de Campinas (SP), resumiu no seu sentimento ao final do curso o ambiente que a Escola busca criar: “Coração reaquecido, bagagem atualizada, princípios resgatados e fortalecidos”, disse.

O curso foi o primeiro organizado pela Escola ABCPública. Para saber as próximas oportunidades de capacitação, fique de olho nas nossas redes.

Edelman Trust Barometer 2026 revela que 7 em cada 10 brasileiros hesitam em confiar em quem é diferente

A Edelman apresentou na última semana os resultados da 26ª edição da pesquisa anual de confiança, o Trust Barometer, tendo como maior revelação o substancial crescimento da insularidade, sentimento caracterizado por desinteresse e desconfiança de pessoas com ideias e princípios alheios aos seus.

No Brasil, em média, segundo o estudo, 7 em cada 10 entrevistados hesitam ou estão pouco dispostos a confiar em alguém com valores, fontes de informação, abordagens para problemas sociais ou origens diferentes dos seus. “À medida que a ansiedade econômica, as tensões geopolíticas e as transformações tecnológicas se intensificam, os indivíduos tendem a se fechar em círculos mais próximos, desconfiando de grandes instituições e buscando segurança em ambientes familiares”, assinala o documento.

Ainda por aqui, despontam como instituições mais confiáveis o meu empregador (80% entre os empregados) e as empresas (67% entre a população geral). Outra revelação importante para o ambiente do jornalismo é que, em 2026, a mídia não é mais alvo de desconfiança, tendo passado para o patamar da neutralidade (52%), ao lado das ONGs (58%), enquanto o governo segue como a única instituição não confiável (45%). No índice geral (média da porcentagem da confiança em empresas, governo, mídia e ONGs), o País permanece na faixa da neutralidade (56).

Segundo análise dos organizadores, o avanço da insularidade fortalece o nacionalismo, tornando mais difícil para multinacionais competirem com empresas locais, o que pode ser inferido dos índices obtidos: “No Brasil, empresas nacionais são 7 pontos mais confiáveis do que as estrangeiras, e 25% dos brasileiros apoiariam a redução do número de empresas estrangeiras atuando no País, mesmo que isso significasse preços mais altos”.

Ana Julião

“Esse movimento do ‘nós’ para o ‘eu’ não é novo”, afirma Ana Julião, gerente-geral da Edelman Brasil. “Para se proteger do medo, as pessoas estão se retraindo, encolhendo-se, e evitam o diálogo, deixando de ouvir perspectivas divergentes e de aprender com o diferente”.

Outra conclusão do estudo aponta que as tensões geopolíticas também impactam diretamente o ambiente de trabalho. “No Brasil”, assinala o documento, “71% dos empregados dizem estar preocupados com os efeitos de conflitos comerciais e tarifas sobre suas empresas, enquanto 74% temem perder o emprego diante de uma possível recessão, ambos atingindo níveis recordes. Esse cenário também afeta as relações dentro das empresas. Quarenta e um por cento dos empregados brasileiros afirmam que prefeririam mudar de departamento a reportar para um gestor com valores diferentes dos seus, enquanto 28% dizem que se esforçariam menos em um projeto liderado por alguém com crenças políticas distintas”.

Para combater a insularidade, o Edelman Trust Barometer 2026 apresenta o conceito de brokering de confiança – um conjunto de práticas e comportamentos que buscam facilitar a construção de confiança entre pessoas e grupos com visões diferentes. Esse papel pode ser exercido por indivíduos, empresas ou organizações confiáveis por grupos distintos envolvidos em um mesmo problema.

“No Brasil”, assinala o documento, “79% dos entrevistados acreditam que o governo tem grande responsabilidade em promover essa mediação, mas apenas 30% consideram que ele desempenha bem esse papel. Já a figura do meu empregador surge como a instituição mais bem posicionada para promover a construção de confiança: 70% dos empregados no País acreditam que eles têm obrigação de reduzir as divisões e facilitar a construção da confiança entre grupos distintos, e 47% acreditam que eles estejam cumprindo esse papel de forma eficaz”.

Outros achados do Edelman Trust Barometer 2026:

  • Divisão de classe afeta a confiança: no Brasil, a diferença de confiança institucional entre grupos de alta e baixa renda é de 9 pontos – com índice de confiança de 62 entre os de renda alta e 53 entre os de renda baixa. Pela primeira vez desde 2012, nenhum dos grupos demonstra desconfiança generalizada nas instituições.
  • Países em desenvolvimento lideram em confiança: enquanto a confiança permanece estável em países desenvolvidos, ela cresce nas economias emergentes. Em 2026, o Índice de Confiança é de 66 nos países em desenvolvimento, contra 49 nos desenvolvidos.
  • Otimismo sobre o futuro permanece baixo: apenas 30% dos brasileiros acreditam que a próxima geração estará em uma situação melhor no futuro.
  • A preocupação com desinformação cresce: 69% dos brasileiros temem que outros países estejam espalhando propositalmente informações falsas na mídia nacional para intensificar divisões internas.
  • A exposição a diferentes visões políticas está diminuindo: apenas 44% dos brasileiros respondentes dizem interagir pelo menos uma vez na semana com fontes que têm inclinação política diferente da sua, com uma queda significativa de 8 pontos em comparação com o ano passado.
  • Entre aqueles com mentalidade insular, a confiança se concentra em relações próximas: entre pessoas com mentalidade insular, apenas “meu CEO” é visto como confiável (65% entre os empregados). CEOs em geral (52% entre a população em geral) e vizinhos (50%) aparecem no patamar da neutralidade, enquanto jornalistas (49%) e autoridades governamentais (37%) não são confiáveis.

O Trust Barometer foi produzido pelo Edelman Trust Institute e consistiu em entrevistas online de 30 minutos, conduzidas entre 23 de outubro e 18 de novembro de 2025. A pesquisa contou com mais de 33.000 respondentes, em 28 países. Para mais informações, clique aqui.

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