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terça-feira, abril 28, 2026

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João Anacleto é o +Admirado Jornalista da Imprensa Automotiva 2022

Da esquerda para a direita: Eduardo Ribeiro, diretor da Jornalistas Editora, João Anacleto e Fernando Soares, editor do J&Cia Auto

Andrea Ramos, Boris Feldman e Karina Simões, e as publicações Quatro Rodas, Autoesporte, Jornal do Carro, FullCast, AutoPapo e Acelerados também foram premiados pelo concurso

Foram homenageados na noite dessa segunda-feira (25/4), em São Paulo, os +Admirados da Imprensa Automotiva 2022. O concurso, que chegou neste ano à quarta edição, elegeu João Anacleto, de A Roda, como o +Admirado Jornalista do Ano.

Da esquerda para a direita: Eduardo Ribeiro, diretor da Jornalistas Editora, João Anacleto e Fernando Soares, editor do J&Cia Auto (Foto: Doug Zuntta)

Dois representantes de Pernambuco completaram o pódio, que teve na segunda posição Jorge Moraes, apresentador dos programas AutoMotor e CBN Auto, e colunista do UOL Carros, e Silvio Menezes, do programa Carro Arretado, em terceiro lugar. Boris Feldman, do AutoPapo, e Bob Sharp, do Autoentusiastas, ocuparam, respectivamente, a quarta e a quinta posições.

Nas categorias temáticas, João Anacleto levou mais um troféu, desta vez como +Admirado Influenciador Digital. Além dele, foram premiados os jornalistas Karina Simões (KS1951), em Jornalista Especializado em Duas Rodas; Andrea Ramos (Estradão), em Jornalista Especializado em Veículos Pesados; e Boris Feldman (AutoPapo), como Colunista.

Já entre as publicações, os prêmios foram para Fullcast (Fullpower), na categoria Áudio – Podcast; AutoPapo, Áudio – Rádio; Jornal do Carro, em Jornal/Caderno Automotivo; Quatro Rodas, em Revista e Vídeo/Redes Sociais); Autoesporte, em Site; e Acelerados, em Vídeo/Programa de TV.

Além dos resultados anunciados durante a cerimônia (confira a transmissão na íntegra no YouTube), uma edição especial, que circulará nesta sexta-feira (29/4), trará detalhes da festa e da emoção dos premiados.

A eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva conta com os apoios de Abraciclo, Audi, Bosch, General Motors, Honda, Scania, Volkswagen e Volkswagen Caminhões e Ônibus.

Confira a relação completa dos homenageados na quarta edição dos +Admirados da Imprensa Automotiva 2022:

Jornalistas – Geral

  • Alex Ruffo (Máquinas na Pan)
  • Alzira Rodrigues (AutoIndústria)
  • André Barros (AutoData)
  • André Deliberato (Webmotors)
  • André Marinho (Guia Automotivo)
  • André Paixão (Autoesporte)
  • Andrea Ramos (Estradão)
  • Bob Sharp (Autoentusiastas)
  • Boris Feldman (AutoPapo)
  • Charles Marzanasco Filho (Quatro Rodas)
  • Claudia Carsughi (Site do Carsughi)
  • Cleide Silva (O Estado de S.Paulo)
  • Emilio Camanzi (Carros com Camanzi)
  • Fernando Calmon (UOL Carros)
  • Giovanna Riato (Automotive Business)
  • João Anacleto (A Roda)
  • Jorge Moraes
  • Karina Simões (KS1951)
  • Marcus Lauria (CarPoint News)
  • Paulo Brandão (TV Auto)
  • Paulo Cruz (AutoNews)
  • Sérgio Dias (Alpha Autos)
  • Sérgio Quintanilha (Guia do Carro)
  • Silvio Menezes (Carro Arretado)
  • Tarcísio Dias (Mecânica Online)
  • Zeca (Zeca ao volante)

 

Jornalistas – Duas Rodas

  • Karina Simões
  • Suzane Carvalho
  • Thiago Moreno (Motor1)

 

Jornalistas – Veículos Comerciais

  • Adamo Bazani (Diário do Transporte)
  • Andrea Ramos (Estradão)
  • Pedro Trucão

 

Colunistas

  • Boris Feldman (AutoPapo)
  • Charles Marzanasco (Quatro Rodas)
  • Tarcísio Dias (Mecânica Online)

 

Influenciadores Digitais

  • João Anacleto (A Roda)
  • Jorge Moraes
  • Silvio Menezes (Carro Arretado)

 

Caderno/Jornal

  • Carro Arretado (Jornal do Commercio – PE)
  • Jornal do Carro (Estadão – SP)
  • Jornal Motocycle

 

Canal Digital

  • Auto News
  • Carros com Camanzi
  • Quatro Rodas

 

Podcast

  • CBN Autoesporte
  • Fullcast (FullPower)
  • Motor 1

 

Rádio

  • AutoPapo
  • Guia Automotivo
  • Máquinas na Pan

 

Revista

  • Autoesporte
  • Motor Show
  • Quatro Rodas

 

Site/Blog

  • Autoesporte
  • Quatro Rodas
  • UOL Carros

 

TV

  • Acelerados
  • Auto Esporte
  • Carro Arretado

Patrícia Campos Mello repete 2019 e é a +Premiada Jornalista do Ano

Patricia Campos Mello
Patricia Campos Mello

Autor de livro-reportagem de maior sucesso no Brasil, Laurentino Gomes fica na segunda colocação

Patrícia Campos Mello

Pela segunda edição consecutiva, o Ranking dos +Premiados da Imprensa Brasileira, iniciativa promovida desde 2011 por Jornalistas&Cia, com o apoio deste Portal dos Jornalistas, apontou a repórter especial e colunista da Folha de S.Paulo Patrícia Campos Mello como a jornalista mais premiada do ano no Brasil. Foi a primeira vez, não apenas de forma consecutiva, que um profissional repetiu a liderança da pesquisa.

No total, ela conquistou 150 pontos, cinco a mais do que em 2019, a partir de três prêmios de jornalismo. Dentre eles, destaque para o Maria Moors Cabot, mais antiga premiação de jornalismo do mundo, concedido pela Universidade Columbia, de Nova York. Ela também faturou neste ano o Mulher Imprensa de Contribuição ao Jornalismo e o Prêmio Folha, na categoria Reportagem, pelo especial Desigualdade Global.

Estes reconhecimentos são fruto do excelente trabalho investigativo que Patrícia vem realizando nos últimos anos. Em 2018, após publicar a reportagem Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp, que denunciava investimentos não declarados de R$ 12 milhões por apoiadores do então candidato Jair Bolsonaro, ação vedada pela Justiça Eleitoral, ela passou a receber inúmeros ataques e ameaças nas redes sociais. Ainda como desdobramento desse trabalho, em fevereiro deste ano ela foi alvo de insultos de cunho sexual durante a CPMI das Fake News por parte de membros do governo.

Laurentino Gomes

Na segunda colocação, com 110 pontos, aparece o premiado escritor de livros-reportagem Laurentino Gomes. Maior vencedor do Prêmio Jabuti, ele ergueu mais uma vez o tradicional troféu da literatura brasileira neste ano, com o livro Escravidão Volume I – Do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares.

Ele já havia conquistado a premiação anteriormente em outras três oportunidades com a trilogia 1808 (2008), 1822 (2011) e 1889 (2014). Também foi reconhecido neste ano com o prêmio Personalidade da Comunicação, concedido pela Mega Brasil.

Completando o pódio, aparece Rafael Ramos, da Record TV, que integrou as equipes do programa Câmera Record que venceram em 2020 os prêmios Rei da Espanha – Televisão, Vladimir Herzog – Multimídia e República – TV.

Confira a relação completa com os +Premiados Jornalistas do Ano:

POSIÇÃOPONTOSNOME (Veículo)
150PATRICIA CAMPOS MELLO (Folha de S.Paulo)
110LAURENTINO GOMES
87,5RAFAEL RAMOS (Record TV)
80GUSTAVO COSTA (Record TV)
80MATEUS MUNIN (Record TV)
80PABLO TOLEDO (Record TV)
80SAULO ARAÚJO (Metrópoles)
70FERNANDA GUIMARÃES (Agência Estado)
70MANOELA ALCANTARA (Metrópoles)
10º62,5MICHEL MENDES (Record TV)
11º60LAERTE COUTINHO (Folha de S.Paulo)
11º60TIAGO ROGERO (O Globo)
11º60YAN BOECHAT (O Globo)
14º57,5ERICA MONTENEGRO (Metrópoles)
14º57,5JULIANA CONTAIFER (Metrópoles)
14º57,5LILIAN TAHAN (Metrópoles)
14º57,5MARIA EUGÊNIA MOREIRA (Metrópoles)
14º57,5OLIVIA MEIRELES (Metrópoles)
14º57,5PEDRO ROCKENBACH (Rede Globo)
14º57,5PRISCILLA BORGES (Metrópoles)
14º57,5RAQUEL MARTINS RIBEIRO (Metrópoles)
14º57,5RENATA GAROFANO (Record TV)
14º57,5STELA WOO (Metrópoles)
14º57,5STEPHANIE ARCAS (Metrópoles)
14º57,5YANKA ROMÃO (Metrópoles)
26º55MARCEL HARTMANN PRESTES (Zero Hora)
26º55MARCELO CANELLAS (Rede Globo)
28º52,5LENO FALK (Agência Radioweb)
29º50DAVID COHEN (Exame)
29º50FABIO ALARICO TEIXEIRA
29º50GUSTAVO MONTEIRO CHAGAS (Rádio Guaíba)
29º50LUCAS CORRALES VIDIGAL (G1)
29º50RAFAEL SOARES (O Globo)
34º45VERA MAGALHÃES (TV Cultura)
35º40AUGUSTO FERNANDES CONCONI (Estadão)
35º40BRUNO PONCEANO (Estadão)
35º40FABIANA VILELLA (Record TV)
35º40GILSON FREDY SOUZA DE OLIVEIRA (Record TV)
35º40HENRIQUE BEIRANGÊ (Record TV)
35º40JULIA MARQUES (Estadão)
35º40MARCELO MAGALHÃES (Record TV)
35º40MARCUS FABRICIO MORAES REIS (Record TV)
35º40MARIANA CUNHA VISUAL (Estadão)
35º40NATALIA FLORENTINO (Record TV)
35º40RAFAEL GOMIDE (Record TV)
35º40ROMEU PICCOLI (Record TV
35º40VINICIUS SUEIRO (Estadão)
48º35ADELE SANTELLI (National Geographic)
48º35ANA CAROLINA DINIZ (O Globo)
48º35ANA PAULA OMENA (Portal Tribuna Hoje)
48º35ANDRÉ PAIXÃO (G1)
48º35CARLOS HENRIQUE FIORAVANTI (Pesquisa Fapesp)
48º35DIOGO OLIVIER (Zero Hora)
48º35FABIANO CANDIDO (PEGN)
48º35FABIO MOTTA (Estadão)
48º35GILMAR FRAGA (Zero Hora)
48º35GILMAR LUIZ TATSCH (Jornal ABC)
48º35HUMBERTO TREZZI (Zero Hora)
48º35ISABEL FILGUEIRAS (Valor.com)
48º35ISABELA BOLZANI (Valor Econômico)
48º35JOSÉ SERGIO CUNHA (Diário do Nordeste)
48º35JULIA DANTAS SAAVEDRA (Revista RI)
48º35LARISSA ROSSO (Gaúcha ZH)
48º35LEILANE MENEZES RODRIGUES (Metópoles)
48º35LUCAS MORAES (Jornal do Commercio)
48º35MARCELA LUIZA ALVES RODRIGUES (TV Justiça)
48º35MARCELLE GUTIERREZ (Valor Econômico)
48º35MARCIA RODRIGUES (Plena Mulher)
48º35MARINA LOPES (Porvir)
48º35MATHEUS FELIPE DA SILVA (RBS TV)
48º35NAYARA OLIVEIRA (Intercept Brasil)
48º35PABLO LOPEZ GUELLI (Cine Brasil TV)
48º35RAFAELA BORGES (UOL)
48º35REGINALDO PIMENTA (O Dia)
48º35RICARDO GIUSTI (Correio do Povo)
48º35SÉRGIO TAUHATA YNEMINE (Valor Econômico)
48º35SHARON JEANINE ABDALLA (Gazeta do Povo)
48º35SULLIVAN SILVA (Rádio Gazeta/ES)
48º35TALITA BERTOLIM MOREIRA (Valor Econômico)
80º30ALAN GRAÇA FERREIRA
80º30ALICE MACIEL
80º30AMANDA AUDI
80º30ANA MAGALHÃES
80º30ANDREW FISHMAN
80º30BASILIA RODRIGUES
80º30BOB SHARP
80º30BRUNO FONSECA
80º30CARLA BIGATTO
80º30CAROLINA OMS
80º30CRISTINE KIST
80º30DANIEL CAMARGOS
80º30DANIELA ARBEX
80º30DIMITRI CALDEIRA
80º30DJAMILA RIBEIRO
80º30ERICK ARAÚJO
80º30FERNANDO MARTINHO
80º30FLAVIA MARINHO
80º30GABRIELA BILÓ
80º30GEORGIA PELISSARO DOS SANTOS
80º30ILZE SCAMPARINI
80º30LARISSA FERNANDES
80º30MALU GASPAR
80º30MARCELA RAFAEL
80º30MARCOS AURÉLIO SILVA
80º30MARCOS SILVA
80º30MARIA JULIA COUTINHO
80º30MARIAM SALEH
80º30MARIANA DELLA BARBA
80º30MARINA AMARAL
80º30NATALIA VIANA
80º30NATHALIA ARCURI
80º30OTAVIO BURIN
80º30RAFAEL NEVES
80º30RUBEM BERTA
80º30SONIA BLOTA
80º30THEYSE VIANA SANTANA
80º30WESLEY FRANCISCO
118º25AMANDA PRADA
118º25ANGÉLICA ABREU
118º25ATALISSA ROSA
118º25CIBELE PENHOLATE
118º25CRISTIANO SOUZA
118º25DANIEL SERVIDIO
118º25DJAVAN FERREIRA
118º25EDIVALDO SIMÃO
118º25EDSON GABRIEL
118º25EVARISTO COSTA
118º25FABIO PROCÓPIO DE LIMA
118º25FELIPE SAVIOLI PAYÃO CRUZ
118º25GUILHERME ZWETSCH
118º25IGOR NATUSCH VIEIRA
118º25LUIZ CASTIGLIONI
118º25MARCELO OUTEIRAL
118º25MOACYR FARIA
118º25OMAR FLISTER
118º25PATRICIA KNEBEL
118º25PRIMITIVO FILHO
118º25RAFAEL MANO DIVÉRIO
118º25RENAN PAGLIARUSI
118º25RENATO DE NIZA E CASTRO
118º25RENATO NOGUEIRA
118º25SUELY FROTA BEZERRA
118º25TÚLIO CUNHA
144º22,5ALINE BERTOLI
144º22,5ANA PESSOA
144º22,5ARTUR RODRIGUES
144º22,5CAMILA BABILIUS
144º22,5CARLOS FRANCISCO
144º22,5CESAR MASSEI
144º22,5CRISTIANE MASSUYAMA
144º22,5FLAVIO LORDELLO
144º22,5FLAVIO PRADO
144º22,5FLAVIO TAVARES
144º22,5GISELE BARBIERI
144º22,5GLAUCO GIANI
144º22,5JÔ VITAL
144º22,5LEANDRO PASQUALIN
144º22,5LEOPOLDO DE MORAES
144º22,5LUCIANO ABREU
144º22,5MARCIO SESSIM
144º22,5MIGUEL WESLEY
144º22,5PRISCILLA GRANS
144º22,5QUEILA ARIADNE
144º22,5ROGÉRIO GUIMARÃES
144º22,5THAIS MIRANDA
144º22,5TONI MARQUES
144º22,5ZUILA DAVID
168º20AMANDA ARAÚJO
168º20JONAS CAMPOS
170º17,5ADRIANA DE BRITO COTIAS
170º17,5ADRIANA DE FARIAS
170º17,5ALEXANDRE DE PAULA SOUZA E SILVA
170º17,5ANA LOUISE NUNES VIRIATO
170º17,5ANDRE SCHAUN
170º17,5ANDRE VIEIRA
170º17,5BIANCA PINTO LIMA
170º17,5CAIO LARONGA
170º17,5CASSIA ALMEIDA
170º17,5CINTIA CRUZ
170º17,5CIRCE BONATELLI
170º17,5CRISTIANE CALIXTO COSTA MELO
170º17,5DIEGO MOLINA
170º17,5HENRIQUE GOMES BATISTA
170º17,5JOÃO PAULO MACHADO
170º17,5JULIANA SCHINCARIOL
170º17,5JULIANA SCHWARTZ DAL PIVA
170º17,5JULIO CABRAL
170º17,5MARCELO SERIKAKU
170º17,5MARCUS VINICIUS GASQUES
170º17,5MEL TRENCH LIMA
170º17,5MICHELLE FERREIRA
170º17,5NICOLLAS WITZEL
170º17,5RAPHAEL PANARO
170º17,5RENAN LARANJEIRA
170º17,5RENAN SOUSA
170º17,5RODRIGO RESENDE
170º17,5RODRIGO RIBEIRO
170º17,5RODRIGO SERPA
170º17,5TERESA KLEIN
170º17,5THIAGO AMANCIO
170º17,5THIAGO TANJI
170º17,5ULISSES MAEDA
170º17,5VANESSA SILVESTRE
204º15ALEXANDRE LOZETTI
204º15ALINE OLIVEIRA
204º15ANA THAIS MATOS
204º15ANDRE HERNAN
204º15BRUNA MARIN ASSUNÇÃO FERREIRA
204º15BRUNA TASCHETTO
204º15CARINE KRÜGER
204º15CARLOS GUIMARÃES
204º15CARLOS RODRIGO NASCIMENTO
204º15CESAR CIDADE DIAS
204º15CLAUDIO ZAIDAN
204º15CRISTINE RIBEIRO GALLISA
204º15DENISE SAUERESSIG
204º15ED MOREIRA WISNIEWSKI
204º15EDUARDO MATOS
204º15EDUARDO VIEIRA GABARDO
204º15EVERALDO MARQUES
204º15FÁBIO SCHAFFNER
204º15FABRICIO FALKOWSKI DE SOUZA
204º15GABI LERINA
204º15GIANE GUERRA
204º15GLAUCIUS OLIVEIRA
204º15GUILHERME BAUMHARDT SCHEINER
204º15IVAN DRAGO
204º15JEFFERSON KLEIN
204º15JOSÉ LUIZ PREVIDI
204º15JOSÉ PEDRO SOARES MARTINS
204º15LIA BENTHIEN
204º15LIVIA DA SILVA ANDRADE
204º15LUCAS BARBOSA
204º15LUCIA MATTOS
204º15LUIS AUGUSTO SIMON
204º15LUIZ CEARA
204º15LUIZA PRADO
204º15OSCAR ULISSES
204º15RENATA FAN
204º15RICARDO CAPRIOTTI
204º15SERGIO STOCK
242º12,5ABRAHAN LINCOLN DE SOUZA
242º12,5ANSELMO CAPARICA
242º12,5CRISTINA PIONER
242º12,5DANIELA DE LAVOR
242º12,5ELON NEPOMUCENO
242º12,5EMILIO BOTTA
242º12,5GABRIELA DOURADO
242º12,5GERMANA CABRAL
242º12,5GUSTAVO MARQUES
242º12,5HELENE CRISTIANE
242º12,5LEONARDO LOURENÇO
242º12,5LORENA CARDOSO
242º12,5LOUISE EUGÊNIO
242º12,5LYANA MARIA FRANÇA DA COSTA RIBEIRO
242º12,5MAURICIO OLIVEIRA
242º12,5ROBERTA KELLY DE SOUZA BRITO
258º10EDUARDO ANIZELLI
258º10SIMON DUCROQUET
260º7,5CARLA SORAYA
260º7,5DEBORA BRITTO
260º7,5EVANDRO LOPES
260º7,5HALISSON FERREIRA DE OLIVEIRA
260º7,5IGOR SILVEIRA
260º7,5JOCASTA PIMENTEL
260º7,5JOSÉ HENRIQUE MARIANTE
260º7,5LUANA BARROS
260º7,5MAICON SILVA
260º7,5MANOELLA SMITH
260º7,5ROBERTA ROCHA
260º7,5THEA SEVERINO
260º7,5TIAGO LIMA MELO
260º7,5WILLIAM SANTOS
274º5ALEXA GONZALEZ SALOMÃO
274º5ANA PAULA BRANCO
274º5BERNARDO CARAM
274º5CLAYTON CASTELANI
274º5CRISTIANE GERCINA
274º5FERNANDA BRIGATTI
274º5FERNANDA MENA
274º5FERNANDO CANZIAN
274º5FERNANDO SCIARRA
274º5ISABELLA FARIA
274º5JOÃO PEDRO PITOMBO
274º5LAÍSA DALL`AGNOL
274º5LAÍSSA BARROS
274º5LALO DE ALMEIDA
274º5LUCIANA COELHO
274º5LUCIANA LAZARINI
274º5LUCIANO VERONEZI
274º5MAGÊ FLORES
274º5MARIANA GOULART
274º5MAX FRANCIOLI
274º5NATÁLIA CANCIAN
274º5PEDRO LADEIRA
274º5RAUL SPINASSÉ
274º5RENAN SUKEVICIUS
274º5RODRIGO VIZEU
274º5RUBENS RANA
274º5SALVADOR NOGUEIRA
274º5THIAGO ALMEIDA
274º5THIAGO RESENDE
274º5THOMÉ GRANEMANN
274º5VICTOR PAROLIN
274º5VINICIUS MARTINS
274º5ZANONE FRAISSAT

Inscrições para o 1º Prêmio Sicredi Comunicação em Rede seguem abertas até 30 de junho

Seguem abertas até 30 de junho as inscrições para a primeira edição do Prêmio Sicredi Comunicação em Rede, que reconhecerá conteúdos jornalísticos sobre o impacto do cooperativismo de crédito no Brasil. As categorias são Jornalistas Profissionais, para reportagens jornalísticas, e Comunicadores em Rede, para criadores de conteúdos digitais.

No total, serão reconhecidos 11 trabalhos com prêmios no valor de R$ 20 mil, sendo nove destinados para os trabalhos jornalísticos nas subcategorias TextoÁudio Audiovisual (NacionalRegional e Local), um para a categoria Comunicadores em Rede e um prêmio para o trabalho eleito por votação popular. Podem ser inscritos trabalhos publicados entre 7 de outubro de 2025 e 30 de junho de 2026.

A cerimônia de premiação será realizada presencialmente em São Paulo, em novembro de 2026, com data e local a serem divulgados. Mais informações e inscrições aqui.

Webinar discutirá inclusão financeira através do jornalismo na América Latina

A Latam Intersect realizará na quarta-feira (29/4), às 11h, um webinar gratuito sobre inclusão financeira através do jornalismo na América Latina. A iniciativa faz parte da série Interseção de Valor, que discute temas estratégicos com o objetivo de se consolidar como uma fonte de capacitação e informação para jornalistas da região.

Ao longo do evento, serão debatidos temas como a realidade da região em termos de inclusão e educação financeira, crescimento de criptomoedas, avanços em diferentes mercados e o papel das finanças descentralizadas na transformação do sistema financeiro, além do papel do jornalismo e da comunicação nisso tudo.

Participarão do webinar Raphael Veleda, diretor da sucursal do Metrópoles; Victor Barboza, especialista em finanças e fundador da GFCriativa e co-fundador do Fincatch; e Paulo Aragão, country Manager do Cointelegraph Brasil e host do podcast Giro Bitcoin.

Interessados devem fazer a inscrição por meio deste formulário, informando nome, e-mail e empresa onde trabalha. O webinar será realizado no Google Meet.

Jornalismo brasileiro registra saldo negativo de empregos formais, diz estudo

Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrou que o jornalismo brasileiro teve saldo negativo de empregos formais no último ano. O levantamento, feito de janeiro de 2025 a janeiro de 2026, registrou 10.132 admissões contra 10.176 desligamentos no período, o que equivale a um saldo negativo de 44 postos de trabalho no País.

Outro dado preocupante do estudo refere-se a reajustes salariais: a maioria ficou limitada à reposição da inflação. Segundo o Dieese, 77,3% dos reajustes ficaram no mesmo patamar do INPC, enquanto a variação real média foi de apenas 0,87% no conjunto das categorias analisadas.

Além disso, o mercado do jornalismo brasileiro segue marcado pela informalidade, que chegou a 37,6% no quarto trimestre de 2025. No mesmo período, 72,6% dos trabalhadores por conta própria não tinham CNPJ. Tais números refletem o cenário de pejotização e de queda nas garantias trabalhistas para jornalistas.

Para a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), os números confirmam um quadro de fragilidade no setor: “O que os dados mostram é que a precarização no jornalismo vem se aprofundando de forma persistente, com redução dos postos formais, ampliação da multifunção, pejotização e sobrecarga de trabalho”, declarou Fernanda Gama, diretora de Mobilização, Negociação Salarial e Direito Autoral da Fenaj. “Esse processo não pode ser tratado como algo natural do mercado, porque compromete direitos, enfraquece a profissão e afeta diretamente a qualidade da informação oferecida à sociedade. Por isso, o combate a essa lógica precisa seguir no centro da ação sindical e das campanhas salariais da categoria”.

Leia mais sobre o estudo aqui.

Globo libera e William Bonner recebe 33 estatuetas no Troféu Imprensa, do SBT

Globo libera e William Bonner recebe 33 estatuetas no Troféu Imprensa, do SBT
Crédito: Instagram/SBT

William Bonner, apresentador do Globo Repórter, foi liberado pela TV Globo para comparecer à cerimônia de premiação do Troféu Imprensa, no SBT. No evento, ele recebeu ao todo 33 estatuetas conquistados pelo âncora e pelo Jornal Nacional ao longo das últimas décadas.

“Eu tenho 62 anos, mas o Troféu Imprensa eu acompanho desde criança”, declarou Bonner. “Acho que todo mundo aqui acompanhou, sabe ada importância e da relevância que tem esse prêmio, que é um prêmio generoso, que premia talentos e profissionais de outras emissoras, sempre foi assim”. Ao receber os 33 troféus, o âncora dedicou os prêmios à equipe do Jornal Nacional, que comandou por 29 anos: “Um telejornal como esse é feito por centenas de profissionais em cada canto do País e também fora dele. Então, é para todos eles que esse prêmio tem que ir.

A revista Veja destacou que, em pronunciamento ao mercado publicitário, Amauri Soares, head da TV Globo, falou sobre a mudança interna na emissora que possibilitou a ida de Bonner à cerimônia no SBT: “No passado, havia um protocolo muito restrito tanto para participação de talentos da Globo em iniciativas da concorrência como para a participação de talentos da concorrência em iniciativas nossas. Com a anuência da presidência da Globo, revi este protocolo. Estar presente na premiação do SBT e aceitar o reconhecimento da emissora à Globo foi, de fato, uma honra”. Além de Bonner, também participaram do Troféu Imprensa nomes como Ana Maria Braga e Luciano Huck.

Relatório da SIP registra deterioração acentuada na liberdade de imprensa nas Américas

Mais de 900 jornalistas latino-americanos foram forçados a buscar exílio em outros países, diz relatório
Crédito: Leon Overweel/Unsplash

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) publicou na semana passada um relatório sobre a liberdade de imprensa nas Américas de outubro de 2025 a abril de 2026. Os dados do estudo revelaram uma crise acentuada no trabalho jornalístico em diferentes países, com casos de censura judicial, práticas autoritárias contra profissionais, restrições, uso de estruturas estatais para limitar a circulação da informação e violência contra a imprensa.

“Trata-se de um cerco coordenado, sofisticado e cada vez mais normalizado, que transcende regimes e fronteiras”, declarou Pierre Manigault, presidente da SIP, sobre a situação crítica da liberdade de imprensa na região. No caso específico do Brasil, o recorte sobre o País, feito pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), alerta para casos de intimidação, censura judicial e ataques organizados a profissionais da imprensa e veículos.

O relatório destacou casos recentes como a busca e apreensão na residência do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposto crime de perseguição ao também ministro da corte, Flávio Dino, após a publicação de uma reportagem no Blog do Luís Pablo sobre o uso de veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão (MA) por parte da família de Dino. No estudo, a ANJ escreveu que existe “uma preocupante indicação de que medidas restritivas encontram agora abrigo no Supremo Tribunal Federal (STF)”, incluindo ameaça a proteção do sigilo da fonte.

Além da queda na liberdade de imprensa no Brasil, o relatório fez um alerta sobre as eleições de outubro, realizadas em um contexto de “crescente radicalização, polarização política e incertezas sobre os impactos do uso de IA para gerar conteúdos desinformativos cada vez mais difíceis de serem detectados”. A ANJ destacou a assinatura de um protocolo nacional para investigar crimes contra jornalistas e veículos.

O relatório descreve ainda a postura e a relação da imprensa com outros líderes como Donald Trump, Javier Milei, Gustavo Petro, Rodrigo Chaves. Leia mais aqui.

Milei barra entrada de jornalistas na Casa Rosada, na Argentina, por suspeita de espionagem

O presidente da Argentina, Javier Milei, barrou em 23/4 a entrada de todos os jornalistas credenciados na Casa Rosada, sede do governo, por suspeita de “espionagem ilegal” supostamente realizada pelos jornalistas Luciana Geuna e Ignacio Salerno, do canal de televisão Todo Notícias.

O sistema de identificação por meio de digitais foi suspenso para todos os profissionais de imprensa credenciados. Javier Lanari, secretário de Comunicação e Imprensa da Argentina, explicou que o objetivo da medida foi “garantir a segurança nacional”.

A acusação de espionagem ilegal ocorreu após a veiculação de imagens de diferentes setores da Casa Rosada durante o programa “Y mañana qué”. Milei acusou Geuna e Salerno de “abusarem do sistema legal”. O presidente argentino também afirmou que os jornalistas são corruptos, aceitam subornos e violam leis de segurança. Nas redes sociais, Milei publicou a sigla NOL$ALP (no odiamos lo suficiente a los periodistas), que significa “não odiamos jornalistas o suficiente”.

Vale lembrar que o governo argentino está investigando a atuação de uma rede de espionagem russa que teria financiado a publicação de conteúdos contrários a Milei em plataformas digitais argentinas de junho a outubro de 2024.

(Com informações do Poder360).

Entidades jornalísticas apoiam decisão do Cade para investigar Google

O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou por unanimidade, em 23/4, a instauração de um Processo Administrativo Sancionador para aprofundar as investigações em relação a um possível ‘abuso exploratório de posição dominante’ por parte do Google.

A decisão leva em consideração a evolução tecnológica da atuação da empresa digital estadunidense desde a instauração do Inquérito Administrativo, em setembro de 2018, sobretudo no que se refere às ferramentas e plataformas de Inteligência Artificial (IA).

“A decisão do Cade é um marco histórico para os produtores de conteúdo jornalístico, porque, pela primeira vez, se investigará a fundo no Brasil o abuso de poder ou dependência econômica digital’, afirmou Marcelo Rech, presidente-executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ). “Com o resultado do julgamento, o Cade demonstra que está na linha de frente de uma preocupação que não se limita a uma mera questão econômica. O tema de fundo é a sustentabilidade da informação de qualidade, do jornalismo que atende, sem substitutos, as comunidades locais e a pluralidade de visões, o que é fundamental em sociedades democráticas”.

A tese aprovada pelos cinco conselheiros do Cade foi a apresentada pelo presidente interino do órgão, Diogo Thomson de Andrade, recomendando o retorno dos autos à Superintendência-Geral. O conselheiro destacou que a conduta investigada não está mais limitada à situação do meio digital em 2018. Na época da instauração do inquérito, o que estava em debate era um provável abuso de poder econômico do Google a partir da coleta automatizada de conteúdos jornalísticos disponíveis na internet, exibição na página de resultados do seu buscador de títulos, trechos e imagens. No entendimento dos editores, essas práticas impactam de forma negativa no direcionamento de tráfego e na monetização de conteúdos jornalísticos, que exigem pesados investimentos.

“Ao revisar a decisão anterior que sugeria o arquivamento do caso, o Cade reafirma o papel das instituições democráticas, para a redução de desigualdades e dependências econômicas entre diferentes modelos de negócios”, destacou a Associação de Jornalismo Digital (Ajor). “No caso em questão, a atuação do Conselho contribui para a viabilidade e sustentabilidade do jornalismo, ofício essencial para a circulação de informações confiáveis e, consequentemente, essencial para a democracia no país”.

O caso foi aberto pelo próprio Cade em 2018, arquivado em 2024 e reaberto em 2025, em especial pela atuação e esclarecimentos constantes de entidades de apoio ao jornalismo, entre elas a ANJ, Ajor, Repórteres Sem Fronteiras (RSF), Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner), Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

A decisão do Cade sustenta que os procedimentos do Google incorporaram funcionalidades de inteligência artificial generativa, que sintetizam informações no momento em que o usuário faz suas buscas. Dessa forma, afasta ainda mais as pessoas das plataformas de conteúdo jornalístico, agravando os desafios na busca por audiência, engajamento e monetização.

 

Dependência estrutural

Segundo o Cade, nesse cenário, ‘a relação entre o Google e os publishers poderia assumir contornos de dependência estrutural, uma vez que parcela relevante do tráfego dos veículos de comunicação depende dos mecanismos de busca do investigado para alcançar o público. Tal dependência, associada ao papel da plataforma como intermediária essencial, pode viabilizar a imposição unilateral de condições de uso do conteúdo’.

A partir dessa perspectiva, ainda de acordo com o Cade, o voto de Diogo Thomson desenvolveu a hipótese de que ‘a conduta pode configurar eventual abuso exploratório de posição dominante, caracterizada pela extração e internalização de valor econômico a partir de conteúdo produzido por terceiros, sem contrapartida proporcional, em um contexto de assimetria e ausência de alternativas negociais efetivas’.

O voto também propôs uma estrutura analítica específica para a avaliação de condutas dessa natureza em mercados digitais, com ênfase em elementos como dependência estrutural, imposição de condições comerciais, extração de valor e existência de dano concorrencial apreciável.

O conselheiro ressaltou também que o direito concorrencial brasileiro, especialmente a partir da cláusula geral prevista no art. 36 da Lei nº 12.529/2011, comporta o enquadramento de práticas de natureza exploratória, ainda que não se ajustem perfeitamente às categorias tradicionais de abuso de posição dominante, informou o Cade.

Observatório da Imprensa fará webinário sobre violência contra jornalistas

Caco Barcelos, da Globo, é agredido em manifestação no RJ. Foto: Reprodução

A violência contra os jornalistas tem assumido proporções alarmantes. Mesmo que os incidentes tenham diminuído nos últimos anos, episódios de desinformação e exposição de profissionais que estão fazendo seu trabalho, divulgadas em redes sociais constituem situações de perigo para jornalistas, especialmente os que estão em coberturas externas.

Além disso, profissionais mulheres são alvo também de violência misógina, comentários agressivos e ameaças contra sua integridade física.

Esses são alguns dos temas que serão tratados no webinário Violência contra Jornalistas, que será realizado no dia 29 de abril, quarta-feira, às 19h, ao vivo no YouTube do Projor.

Participam do debate Samira de Castro, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Nina Santos, secretária-adjunta de Políticas Digitais na Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República e integrante do Observatório de Violência contra Jornalistas e Comunicadores e Leticia Kleim, advogada e geógrafa e coordenadora jurídica da Abraji, responsável por projetos como o Programa de Proteção Legal para Jornalistas e Monitor de Assédio Judicial.

A medição é da jornalista Denize Bacoccina, editora do Observatório da Imprensa.

Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde abre inscrições

Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde abre inscrições

Estão abertas até 11 de maio as inscrições para a 14ª edição do Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde, iniciativa de Roche América Latina e secretaria técnica da Fundação Gabo, que valoriza e reconhece trabalhos jornalísticos sobre saúde na América Latina, Espanha e Portugal.

Nesta edição, o prêmio terá algumas mudanças. A primeira delas é a realização simultânea das quatro categorias: Jornalismo Escrito, Audiovisual, Digital e Sonoro. Outra novidade é que, a partir deste ano, a premiação passa a exigir que os trabalhos inscritos abordem ou estejam relacionados a temas prioritários previamente estabelecidos. No caso da edição de 2026, os temas são: doenças crônicas não transmissíveis, acesso efetivo à saúde, inovação científica e saúde da mulher. E por fim, o prêmio terá um especialista em economia da saúde e sistemas sanitários no júri avaliador.

Podem ser inscritos trabalhos veiculados entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025. Cada participante poderá inscrever até dois trabalhos, sendo um individual e outro coletivo. A cerimônia de premiação será em outubro. Os vencedores de cada categoria receberão troféu, diploma e terão todas as despesas pagas para participar do Festival Gabo 2027, em Bogotá, na Colômbia.

Confira o regulamento e inscreva-se aqui.

Violência atinge mais de 1 bilhão de mulheres no mundo, mas ocupa apenas 1,3% do noticiário global, mostra estudo

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

O silêncio do noticiário contrasta com a escala da violência. Um novo relatório global mostra que, embora uma em cada três mulheres já tenha sofrido violência sexual ao longo da vida, temas como assédio, feminicídio, violência doméstica, abuso sexual, estupro, sexismo e misoginia seguem ocupando uma fatia mínima da cobertura jornalística.

O levantamento aparece no The Global Misogyny News Coverage Tracker, assinado pela pesquisadora Luba Kassova, uma das principais vozes no debate sobre mídia e gênero no mundo. O trabalho analisou 1,14 bilhão de notícias online, em 65 idiomas, publicadas entre 2017 e 2025.

Segundo o relatório, esses temas representaram apenas 1,3% do noticiário online global em 2025, o menor nível desde 2017. No pico do movimento #MeToo, em 2018, essa proporção havia chegado a 2,2%.

O estudo também aponta que a cobertura tende a tratar crimes como episódios isolados, sem conectá-los a desigualdades estruturais. Mesmo em reportagens sobre violência contra mulheres, homens continuam predominando entre as vozes citadas: entre 2017 e 2025, houve 1,5 homem citado para cada mulher. Em 2025, a proporção subiu para 1,6.

Outro dado chama atenção: enquanto a cobertura sobre misoginia e violência contra mulheres recua, as menções ao termo “ideologia de gênero”, expressão utilizada em narrativas contra a igualdade, cresceram 42 vezes no noticiário global entre 2020 e 2025. Na América do Sul, o aumento foi de seis vezes.

O relatório recomenda que redações adotem uma abordagem mais centrada nas sobreviventes, ampliem a presença de mulheres como fontes, evitem linguagem passiva e contextualizem crimes individuais dentro de sistemas mais amplos de desigualdade.

Leia mais sobre o relatório e acesse o documento em MediaTalks.


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