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Agência Pública abre nova campanha de financiamento para reportagens

A Agência Pública começou esta semana (12/9) uma campanha de financiamento coletivo para a terceira edição da Reportagem Pública, que vai até 26 de outubro. O projeto tentará levantar R$ 80 mil para produzir oito reportagens. Os repórteres propõem as pautas e o público escolhe as que quer ver transformadas em reportagens investigativas.

A Agência propõe uma parceria com os leitores: quem contribuir com a campanha pode escolher as pautas. Quem participa do projeto tem direito a entrar no grupo de discussões da Reportagem Pública no Facebook. Lá, a equipe divulga novidades sobre as reportagens e também é possível sugerir fontes e informações para os repórteres.

Quem contribuir também ganha recompensas especiais, como adesivos, cadernos, fotografias e ingressos para um workshop sobre como identificar notícias falsas. Em tempos de fake news, a Pública reforça o caráter investigativo de seu jornalismo, com o mote Você só sabe da verdade se você investiga.

Realizado a cada dois anos – o primeiro em 2013 e o segundo em 2015 –, o projeto já rendeu 25 reportagens financiadas por 1.738 apoiadores e que ganharam seis prêmios nacionais e internacionais.

As contribuições devem ser feitas na página do projeto no Catarse. Dúvidas podem ser esclarecidas com Marina Dias ([email protected] ou 11-3661-3887 e 11-948-362-247), coordenadora de comunicação da Agência.

Conselho Consultivo

 

Na semana passada (8/9), a Pública renovou seu Conselho Consultivo, cujo papel é avaliar, opinar e aconselhar os profissionais da Agência tanto sobre o conteúdo publicado como sobre questões institucionais. Criado logo após sua fundação, em 2011, é composto por jornalistas experientes e lideranças do Terceiro Setor, já que a Pública é uma ONG sem fins lucrativos. O Conselho não tem poder decisório nem remuneração, mas se reúne para debater a produção e o planejamento realizados pelos profissionais da equipe. Após a recente renovação, formam o colegiado Ana Toni, Carlos Azevedo, Dorrit Harazim, Eliane Brum, Eugênio Bucci, Jan Rocha, Ricardo Kotscho e Rosental Calmon Alves.

Mais um mês para concorrer ao Fundação Feac

Vai até 11/10 o período de inscrições ao Prêmio Fundação FEAC de Jornalismo 2017. Em sua 20ª edição, o concurso traz como tema Organizações da Sociedade Civil: solidariedade, voluntariado e bem-estar social.

Serão distribuídos R$ 75 mil entre os vencedores de suas 14 categorias. Dentre as nacionais, podem concorrer trabalhos em Mídia Impressa, TV, Rádio, Jornalismo Online, Cinegrafista e Fotojornalismo. Já nas categorias regionais são aceitas apenas reportagens veiculadas na Região Metropolitana de Campinas – onde está instalada a entidade, que presta assessoramento para organizações da sociedade civil atuantes nas áreas de educação, assistência social e saúde –, nas mesmas categorias contempladas nacionalmente, além de Assessoria de Imprensa e Produto Universitário.

As inscrições, ilimitadas e gratuitas, permanecerão abertas até 11 de outubro pelo www.premio.feac.org.br. Podem concorrer trabalhos publicados entre 10/10/2016 e 10/102017. Mais informações pelos 19-3794-3511 / 3515 / 3526.

O concurso conta com patrocínio máster do Iguatemi Campinas, apoio da Fundação Educar DPaschoal e parceria institucional da Associação Campineira de Imprensa (ACI), Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo – regional Campinas, deste Jornalistas&Cia e do Portal dos Jornalistas.

Correio Braziliense pede desculpas por crônica machista

Última atualização: 13/09/2017, às 17h05

 

Teve ampla repercussão e muitas críticas nas redes sociais a crônica O primeiro dia de trabalho de Melissinha (versão digital) /A estagiária (impressa) que o Correio Braziliense publicou nessa segunda-feira (11/9).

O texto, assinado por Guilherme Goulart, trata de forma desrespeitosa, machista e ofensiva a passagem de uma estagiária de 19 anos pela redação do jornal brasiliense. Abusa de termos de baixo calão ao referir-se também a outras estagiárias que passam pelo Correio, e como elas são vistas pelo que ele chama de “machalhada” na redação.

Em nota de repúdio, disse o Sindicato dos Jornalistas do DF: “(…) A maneira como trata o assédio de forma corriqueira escancara o machismo e o sexismo ainda tão presentes nas redações, além de potencializar a ideia, incrustada no imaginário da nossa sociedade patriarcal, da mulher como objeto e de disputa entre colegas no ambiente de trabalho. (…) O Correio Braziliense errou feio ao publicar um texto que naturaliza o desrespeito contra a mulher em seu ambiente de trabalho. (…) É inacreditável, conforme escreveram diversos leitores e jornalistas, que o texto, sem qualquer relevância e interesse público, conforme preconizam as teorias do jornalismo, tenha passado pela chefia do setor em que fora publicado (…).”

Na manhã desta terça-feira (12), o CB publicou nota de capa, no qual diz: “O Correio errou ao publicar, em sua edição impressa e no site, a crônica A estagiária… O texto foi retirado do ar poucas horas após sua publicação na internet porque não reflete os valores nem a opinião do jornal. Pedimos desculpas às leitoras, aos leitores e aos nossos seguidores.

O autor também se desculpou pelo texto por meio da coluna Crônica da Cidade: Um erro sem perdão, no qual escreveu: “Poucos conhecem tanto o poder da palavra quanto um jornalista. E, mesmo assim, até ele, muitas vezes, esquece o tamanho dessa força. E eu, como tal, esqueci. A reação provocada pelos seis parágrafos que publiquei aconteceu de uma forma que eu jamais poderia prever. E, se a crônica repercutiu assim, é porque falhei. Por isso, entendo, percebo, admito e reconheço a minha falta. Aceito a revolta e a indignação de todas as mensagens que recebi ontem por e-mail, por WhatsApp, pelo Facebook etc. Fiz questão de ler todas, do início ao fim. E peço as mais sinceras desculpas. Pois acredito que esse seja o melhor caminho da transformação necessária para que as minhas filhas cresçam em um mundo em que não haja espaço para situações como a narrada por mim, nem textos equivocados como o meu”.

Goulart também disse que o intuito da crônica era alertar para uma situação de abuso que ocorre dentro das redações, mas que não conseguiu passar essa mensagem.

Nesta quarta-feira (13), foi a vez da editora-chefe Ana Dubeux se pronunciar sobre o caso. No editorial Hora de mudar, ela destacou momentos em que o jornal se posicionou pelo empoderamento feminino, e avaliou que a aprovação do texto, mesmo após revisão por dois profissionais do jornal (um homem e uma mulher), demonstra uma “naturalização do machismo no nosso cotidiano”. “São situações, comentários, frases soltas que consideramos normais, naturais, mas que crescem no terreno do preconceito… do machismo”, concluiu.

Ela também destacou que, como editora-chefe, assume a responsabilidade no processo de mudança no jornal: “Promoveremos políticas de conduta, rodas de discussões e, principalmente, investiremos na criação de um ambiente de aprendizado coletivo. É coexistindo que aprendemos o respeito ao próximo e às suas escolhas. Sim, isso se aprende. Peço desculpas a todas as mulheres, leitoras, funcionárias, ex-funcionárias e também aos homens que se sentiram incomodados durante a leitura. Esse inaceitável acontecimento será um marco para uma mudança mais profunda”.

Flávia Gomes é a nova sócia da SantaFé Ideias

Agência contrata e comemora novas contas

 

A Santafé Ideias, agência com sede em Brasília liderada por Etevaldo Dias e Maurício Júnior, tem agora como sócia Flávia Gomes ([email protected]), que ocupa o cargo de diretora executiva e coordena os atendimentos da empresa.

A agência recentemente reforçou o time com a contratação de Isadora Grespan ([email protected]), que foi editora da EBC e assessora especial na Casa Civil da Presidência da República, e Luiz Ribeiro ([email protected]), com atuação em comunicação pública e entidades do Terceiro Setor.

Ainda por lá, registro para as novas contas da agência: Umanizzare Gestão Prisional Privada e PMDB Mulher, para o qual a empresa está trabalhando no site Mulheres Transformadoras (mulherestransformadoras.com.br), um projeto de mobilização social para incentivar a participação feminina na política. Em Infraestrutura, a Santafé faz a comunicação com os povos indígenas Kayabi, Apiaká e Munduruku, na área de influência da Usina Hidrelétrica São Manoel, na divisa do Pará com Mato Grosso.

Domingos Fraga estreia coluna no R7

Domingos Fraga - Divulgação/R7
Domingos Fraga – Divulgação/R7

Com entrevistas exclusivas do prefeito de São Paulo João Doria e do ministro do STF Marco Aurélio Mello, Domingos Fraga, gerente de Opinião do R7, estreou no portal em 4/9 sua Coluna do Fraga. O espaço trará diariamente notícias de bastidores de política e economia, além de informações sobre cultura, esportes, entretenimento e comportamento.

“Vamos publicar textos fáceis de ler, com notícias rápidas, humor e contextualização”, diz o colunista, que conta também com uma equipe baseada em São Paulo e Brasília. Mariana Londres, Fabio Mazitelli e os jornalistas do Núcleo de Investigações Jornalística da Record TV – Lumi Zúnica, Diego Costa, Álvaro Saraiva, Henrique Beirangê e Tarcísio Badaró – compõem o time do colunista.Ao tratar de política, por exemplo, o objetivo da coluna é popularizar o tema e facilitar a compreensão do público. “A política é um assunto árido, mas necessita de um certo humor para se tornar mais palatável”, diz Fraga.

Com 58 anos de idade, ele começou a carreira no Rio de Janeiro, sua cidade natal, como repórter em Última Hora e Jornal do Commercio. Desde 1989 em São Paulo, foi redator no DCI, diretor no Diário do Comércio, fundador e diretor de Redação da revista Quem, além de redator-chefe de IstoÉ. Também foi professor de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero.  Desde 2006 na Record TV, foi redator-chefe do Jornal da Record e há três anos integra a equipe do R7, do qual já foi diretor de Redação.

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Setembro amarelo: nova/sb vai fundo no tema suicídio

Trinta e duas pessoas se suicidam por dia no Brasil. Na conta, uma a cada 45 minutos, dado que faz do País o oitavo com mais suicídios do planeta, e os números só crescem.

Essa foi uma das razões para que a agência nova/sb, por meio do Comunica Que Muda (CQM), fosse a fundo no assunto, a partir do que se fala nas redes sociais. Foram capturadas 1.230.197 menções sobre suicídio entre abril e maio nas principais redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e YouTube).

Nesse período, os destaques foram os expressivos números de comentários sobre o crime virtual da Baleia Azul e a série 13 Reasons Why (Netflix), o que fez o tema alcançar seu ápice de buscas no Google dos últimos cinco anos. Setembro é o Mês Internacional da Prevenção ao Suicídio.

Confira a íntegra do dossiê.

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Projeto multiplataforma foca novo ciclo político na América do Sul

Roberto Lameirinhas, ex-editor de Internacional do Estadão, e seu filho Lucas, que é profissional de rádio e TV, partem no próximo dia 21/9 para um projeto multiplataforma que deve levá-los a visitar todos os países sul-americanos. A primeira etapa inclui visitas a Colômbia, Equador e Peru, que durarão quase um mês. Segundo Roberto, a ideia é mostrar como os países da região, que nos últimos 20 anos estiveram sob a influência de governos de esquerda, estão se adaptando agora a um novo ciclo, precipitado principalmente pela crise política venezuelana.

“Vamos, por exemplo, à fronteira da Colômbia com a Venezuela, em Cúcuta, para registrar a chegada de refugiados venezuelanos a uma nova Colômbia, com guerrilhas pacificadas e depositária da esperança de tempos menos violentos e mais prósperos – algo como o Brasil era considerado na primeira década deste século”, diz ele. “Estamos negociando a venda desse material para todas as mídias: TV, rádio, internet, agências de notícia, jornais de vários estados e revistas. Espero aproveitar minha experiência de mais de 30 anos como repórter e editor de internacional para fazer esse projeto vingar”.

Roberto ([email protected]), que deixou o Estadão em outubro de 2016 depois de 30 anos de casa, participou de grandes coberturas internacionais, inclusive dos mais importantes processos políticos da América Latina. Foi enviado especial para cobrir os conflitos no Afeganistão, em 2001, e do Iraque, em 2005. Entrevistou, na Colômbia, em 2004, líderes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em um acampamento clandestino da guerrilha nas selvas do país. Esteve duas vezes em Israel, a convite da Federação Israelita do Estado de São Paulo e da Universidade Hebraica de Jerusalém.

 

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Renata Agostini começa no Estadão

Renata Agostini deixou a Folha de S.Paulo e começou no Estadão em 4/9 como repórter especial de Economia e Negócios. Entra no lugar de Alexa Salomão, que fez o caminho inverso.

Carioca, formada pela UFRJ, ela estava há cinco anos na Folha, onde entrou na sucursal de Brasília, vindo depois para São Paulo, como repórter da editoria de Mercado e da coluna Painel.Antes, passou por Exame, Veja e GloboNews.

Ainda por lá, saiu Felipe Corazza, chefe de Reportagem da editoria Internacional e que no Estadão.com assinava o China ETC., blog dedicado a assuntos chineses e ao tabuleiro militar, econômico e social da região. E chegou Renato Onofre ([email protected]), ex-Veja e ex-Globo, como sub de Política.

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Ana Paula Padrão anuncia reposicionamento da Claudia

Ao assumir em 30/8 o posto de diretora de Redação de Claudia, em evento na capital paulista, Ana Paula Padrão anunciou o reposicionamento da marca. Ela apresentou #EuTenhoDireito, campanha que vai permear todas as plataformas, incluindo revista, site, redes sociais e grandes eventos: “Não precisamos mais dizer para a mulher ‘faça o que você quiser’, porque ela já fez. O que a gente tem que dizer hoje é que ela tem direito de viver a escolha dela e ser respeitada por isso. E Claudia, como nenhuma outra marca, tem condições de reverberar esse conceito”.

De acordo com a Abril, o movimento chega para dar mais visibilidade e repercussão às causas femininas já conquistadas. “Eu não preciso inventar nada. Nosso trabalho é trazer Claudia para um lugar que ela já tem, como maior revista feminina do País. Vamos integrar todas as plataformas e posicionar embaixo do guarda-chuva da hashtag, dando voz a todos os clusters”, completou.

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Ctrl+X registra novos casos de censura

O projeto CTRL+X da Abraji, coordenado por Tiago Mali, mapeou dois novos casos de censura a veículos nos últimos dias.

Em 25/8, a juíza Gabriela Jardon Guimarães de Faria, da 6ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, estabeleceu censura prévia ao site Diário do Centro do Mundo e aos jornalistas Kiko Nogueira e Joaquim de Carvalho. A decisão atendeu a pedido do senador Zezé Perrella (PMDB-MG).

A juíza não só manteve decisão liminar proferida em janeiro deste ano, assinada pela magistrada Fernanda Almeida Coelho de Bem, que obriga o site a remover textos que usem o termo “helicoca” como nome ou sobrenome do senador, como foi além: proibiu a publicação de novas notícias com o apelido – uma referência à apreensão, em novembro de 2013, de um helicóptero de sua propriedade carregado com cocaína.

No Piauí, o portal de notícias 180 Graus também foi alvo de censura judicial após a juíza Lygia Carvalho Parentes Sampaio atender a pedido da Construtora Caxé. A empresa havia sido mencionada em reportagens como investigada pelo Tribunal de Contas do Estado. Na decisão, assinada em 23/8, a juíza argumentou que as reportagens “atingiam a honra dos autores” e que a liberdade de expressão poderia ser censurada quando “exercida sem consciência e responsabilidade”.

Com este último caso, o projeto Ctrl+X registra 452 pedidos na Justiça para impedir que alguém diga ou publique algum tipo de conteúdo. Desses, ao menos 134, quase um terço, foram aceitos pelos juízes.

 

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