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segunda-feira, abril 27, 2026

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Octávio Costa deixa a direção de IstoÉ em Brasília

Octávio Costa - Reprodução: Facebook
Octávio Costa – Reprodução: Facebook

Octávio Costa, que há três meses vem dirigindo a sucursal da IstoÉ em Brasília, depois de cinco anos fora do DF, voltará para o Rio de Janeiro. Aceitou convite para ser editor de Política na nova equipe do Jornal do Brasil, onde se apresenta na próxima segunda-feira (4/2). O JB impresso deverá voltar a circular em 25 de fevereiro. Ainda não foi anunciado quem o substituirá no comando da revista na Capital Federal.

Com passagens pelas principais redações do País, Octávio atuou como repórter de Economia em O Globo e Veja, onde também foi subeditor, e no JB. Deixou as redações para tornar-se diretor regional da Bolsa de Valores do Rio em SP. Em 1982, de volta ao jornalismo, assumiu a editoria de Finanças da revista Exame. Seguiu para a Bovespa, como assessor de imprensa. Em 1990, assumiu a direção da Agência JB por três anos. De lá, foi para a chefia da IstoÉ no RJ, acumulando com a editoria de Economia da revista.

Depois, foi para a editoria executiva da revista Manchete, e retornou ao JB, nas funções de editor, editor executivo e diretor da sucursal em Brasília. Foi ainda diretor da revista Forbes Brasil. Assessorou o ministro Edson Vidigal, presidente do STJ, e chefiou a Assessoria de Comunicação do órgão. Em 2006, assumiu a direção da IstoÉ Dinheiro em Brasília, até voltar para o Rio, como diretor adjunto do Brasil Econômico, e, em seguida, editor-chefe da publicação.

Circulação de jornais impressos cai pelo terceiro ano

Une pile de journaux. Image pour la société d'information. Le pouvoir est dans le savoir. Il faut rester au courant des choses. Images illustrant l'intérêt pour l'actualité.

Análise do Poder360, de Fernando Rodrigues, sobre a circulação dos 11 principais jornais impressos brasileiros auditados pelo IVC em 2017 aponta declínio pelo terceiro ano consecutivo. Segundo o site, a queda no ano passado foi de 146.901 exemplares na circulação média diária para aqueles veículos.

De 2015 a 2017, a redução na circulação média diária impressa foi de 520 mil exemplares. Em dezembro de 2014, a tiragem impressa total desses 11 diários era de 1.256.322 exemplares em média por dia. Em dezembro de 2017, o número havia caído para 736.346 – o equivalente a uma redução de 41,4%.

O levantamento considera, em ordem de tiragem impressa, Super Notícia (MG), Globo (RJ), Folha (SP), Estadão (SP), Zero Hora (RS), Valor Econômico (SP), Correio Braziliense (DF), Estado de Minas (MG), A Tarde (BA) e O Povo (CE). A Gazeta do Povo (PR) parou de circular em versão impressa diária em 2017 – no início do ano passado sua circulação média era de apenas 26,6 mil exemplares por dia. Confira a íntegra da matéria do Poder360.

Money Report chega ao mercado sob inspiração da Agenda de Líderes

Veículo vai se dedicar à cobertura de política, economia e negócios, com equipe de 11 profissionais

Capitaneado pelo publisher Aluizio Falcão Filho e pela vice-presidente executiva Cristina Falcão, acaba de chegar ao mercado o Money Report ([email protected]), veículo digital dedicado à cobertura das áreas de política, economia e negócios e que tem como foco o acompanhamento da agenda liberal. Ele nasce sob a inspiração e como braço editorial do Money Report Agenda de Líderes, hoje integrado por cerca de 70 empresários de diferentes setores, originários do Círculo Millenium, iniciativa de Falcão e Cristina em parceria com o Instituto Millenium.

Com a chegada do portal, a parceria com o Instituto foi desfeita e o grupo de empresários rebatizado. O veículo nasce com uma equipe de 11 profissionais, dirigida por Amauri Segalla, que continua titular da coluna Mercado S/A, publicada nos jornais Correio Braziliense e Estado de Minas. A seu lado estão Humberto Maia Júnior (editor); Lucas Emanuel Andrade (repórter); Ana Gregorato, Daniela Damasceno e José Mota (estagiários), Luiz Salomão (diretor de arte), Idamazio Machado (designer), Ana Paula Venturini (assistente de arte), Victor Kitayama (gerente de Produção) e Thamires Duarte (assistente administrativo). Cristina Falcão ([email protected]) acumula a área comercial. O projeto tem como patrocinadores-fundadores as empresas Sapore, BMG Seguros e Generali.

“Um dos principais diferenciais do projeto é a abordagem das notícias, sempre sintéticas e complementadas por três indicadores de nosso time: Por que (aquela notícia) é importante; Quem perde; e Quem ganha (com ela), destaca Falcão. “Ou seja, vamos mostrar o essencial, qualificar a informação sob a nossa ótica e oferecê-la de forma sintética, para uma leitura rápida e direta, como exige o ambiente digital”. Ele também revelou a J&Cia que Money Report contará com o apoio dos associados ao Money Report Agenda de Líderes, dos patrocinadores e da publicidade, inclusive programática.

O diretor de Redação Amauri Segalla assinala que o propósito é fazer uma apurada curadoria da cobertura de política, economia e negócios dos principais veículos do País, mas também “chegar aos leitores com entrevistas e notícias exclusivas – em texto e também em vídeo –, em que seguramente estarão vários furos jornalísticos”. Ele informa que o vídeo de estreia, programado para entrar no ar no final desta quarta-feira (31/1), é uma entrevista do publisher Aluizio Falcão Filho com o prefeito de São Paulo João Doria Jr.

Omar Peres apresenta novo JB no final do mês

Equipe do JB, não apenas da redação. Sentados à mesa, Gilberto Menezes Côrtes e Omar (Catito) Peres
Equipe do JB, não apenas da redação. Sentados à mesa, Gilberto Menezes Côrtes e Omar (Catito) Peres

O diretor de Redação Gilberto Menezes Côrtes fecha com Octavio Costa para ser editor de Política

Por Cristina Vaz de Carvalho, editora colaboradora de J&Cia no Rio de Janeiro

Está marcado para 25/2, um domingo, o lançamento nas bancas do novo Jornal do Brasil, no formato tradicional, standard. De fato, após o lançamento do impresso, há um prazo de dois ou três anos para migrar para outras mídias. Também o site será muito modernizado. Mais adiante, ainda este ano, haverá a JB-TV streaming.

Hildegard Angel publicou em seu site uma galeria de fotos – em que os novos JB se reúnem no tradicional reduto dos ex-JB, La Fiorentina – com o título: “O campeão voltou”. Gilberto Menezes Côrtes, o diretor de Redação, discorda de tanto ufanismo: “Voltam a qualidade e a credibilidade do JB, mas o projeto não é ambicioso a ponto de achar que vai ser campeão de vendas”.

Seguem alguns trechos da conversa de Menezes Côrtes com Jornalistas&Cia:

Jornalistas&Cia – O que o fez voltar às redações?

Gilberto Menezes Côrtes – Tenho uma história enorme com o JB, não posso perder essa passagem. Fui editor de Economia, editorialista e colunista. Saí de lá em 2001, convidado por Alice Maria para a GloboNews.

J&Cia – Qual a principal diferença do novo JB?

Gilberto – Temos nosso ideário, nosso decálogo: mais transparência nas relações entre o Estado e a sociedade. Vamos atacar muito a falta de clareza nas relações entre o público e o privado.

J&Cia – Como estruturou sua equipe?

Gilberto – Resgatamos quem tem a alma do JB. Depois de dois anos de estudos, Omar concluiu que o JB não morreu na alma das pessoas. No sábado, fechei com o editor de Política: Octavio Costa, sobrinho de Odylo Costa .

O único nome que ainda não escolhemos foi o do editor do Caderno B. Temos sugestões, mas nada fechado. Acho que o B pode atrair várias gerações de leitores. Quero deixar claro: não temos qualquer compromisso de cobrir televisão. Pode ser pretensão minha, mas vejo o B como uma válvula de experimentos, uma lincagem com as novas gerações.

“Matérias que afetam a nossa vida é que fazem uma pessoa ler jornal”

Omar (Catito) Resende Peres não tem ilusões quanto ao futuro do impresso e, por isso, prepara o terreno para a migração total do JB para outras plataformas dentro de algum tempo. Com o relançamento da marca, pretende consolidá-la diante dos leitores. Ele falou a J&Cia sobre o novo Jornal do Brasil:

Jornalistas&Cia – O que o levou a encarar esse desafio?

Omar Peres – Não sou neófito no setor, já tive empresa de comunicação [NdaR: Omar foi dono de uma afiliada da Rede Globo e de um jornal em Juiz de Fora, MG]. Jornal do Brasil está entre as quatro ou cinco marcas mais importantes da imprensa brasileira.

Desde que vendi a empresa, venho observando as mudanças dessa área. Parece que estou na contramão da história, mas é o contrário. A estrutura do passado preconizava uma redação, e mais uma indústria gráfica. Hoje não mais. Por não ser necessário ter uma gráfica, tenho mais tempo para me dedicar ao conteúdo.

J&Cia – Como será essa operação?

Omar – Vai ser impresso e distribuído pelo Globo, que tem esse serviço e faz isso muito bem. Tudo o que não estiver diretamente ligado ao conteúdo, estou terceirizando. Hoje, também existe a possibilidade de grandes parcerias no mundo eletrônico. Não preciso mais ter 15 correspondentes internacionais, como teve o JB. No plano nacional, fiz acordo com a Agência Estado, para o noticiário que não nos afeta diretamente, mas é preciso publicar. No Rio e em Brasília ficam o que é mais importante para nós, a política e a economia.

J&Cia – Em termos editoriais, qual será o enfoque?

Omar – A notícia morreu. Ninguém mais compra jornal para saber o que aconteceu. Por que o jornal impresso não morreu? Por causa da opinião e da credibilidade de quem o faz. As matérias que afetam a nossa vida: isso é o que faz uma pessoa ler jornal. E não estou fazendo um jornal, estou fazendo o Jornal do Brasil!

Cristina Serra deixa a TV Globo depois de 26 anos

Cristina Serra
Cristina Serra

Cristina Serra anunciou nesta quarta-feira (31/1) sua saída da TV Globo após 26 anos de casa. Ela escreveu no Facebook: ”Depois de 26 anos, encerro hoje meu contrato com a Rede Globo. Aos amigos e parceiros que tanto me ensinaram, com generosidade e enorme competência, meu mais afetuoso muito obrigada. A vida abre novas trilhas. A elas, pois. E, como eu vivo dizendo ao meu filho: vamos em frente! Com coragem e alegria. Sempre”.

Nascida em Belém, mudou para o Rio de Janeiro em 1983, para cursar Jornalismo na UFF. Na Globo, trabalhou em telejornais como RJ-TV e Bom Dia Rio. De 2002 a 2005, foi correspondente da emissora em Nova York, e passou os últimos anos cobrindo política em Brasília.

Em 2013, estreou no quadro As meninas do Jô, do extinto Programa do Jô. Ao lado de Lillian Witte Fibe, Cristiana Lôbo e Ana Maria Tahan, comentava assuntos relacionados a política, economia e cultura.

Cley Scholz e Fabíola Pacheco lançam livro que conta a história do Poupatempo

O Governo de São Paulo lançou em 13/1 um livro digital que conta a história do Poupatempo. Criado por Mário Covas, em outubro de 1997, o órgão implantou a ideia de atendimento simplificado e igualitário, para diversos serviços, em único local. Hoje, o programa conta com 72 postos de atendimento e presta cerca de 200 mil serviços por dia.

A obra traz não só a história como apresenta muitos casos de atendimento que tiveram repercussão, além de discutir os desafios da modernização do atendimento no serviço público na era digital. Casos curiosos também são ressaltados, entre eles o furo da venda de um jogador do Corinthians para o exterior, que foi anunciado nas redes sociais do órgão durante a solicitação de uma Permissão Internacional para Dirigir para o atleta.

O livro, de autoria de Fabíola Pacheco, que atualmente integra a equipe de Gestão do Conhecimento do Poupatempo, e Cley Scholz (ex-Estadão, Veja, Valor Econômico, O Globo, Agência Estado, Jornal da Tarde, Diário do Grande ABC e O Estado do Paraná), pode ser baixado gratuitamente.

O memorial do desterro, de Mauro Maciel, vence 2º Prêmio Kindle de Literatura

Mauro Maciel
Mauro Maciel

A Amazon.com.br e a editora Nova Fronteira anunciaram O memorial do desterro, de Mauro Maciel, como vencedor da segunda edição do Prêmio Kindle de Literatura. O concurso é direcionado a obras publicadas com a Kindle Direct Publishing (KDP), ferramenta de autopublicação da Amazon. Segundo a empresa, mais de 1.500 autores submeteram suas obras através dessa ferramenta em 2017.

Pela conquista, o autor receberá um prêmio em dinheiro de R$ 30 mil e sua obra ainda ganhará versão impressa perla Nova Fronteira.

O memorial do desterro começa com o inquilino de um renomado escritor encontrado morto na fictícia cidade de Santa Maria do Mar Revolto. O morto permanece insepulto por vários dias, sem que nenhum parente, amigo ou vizinho apareça para prestar as últimas homenagens. Diante dessa inusitada situação, o redator-chefe de obituários do jornal da cidade resolve telefonar para o escritor, solicitando que assuma o encargo de realizar o sepultamento. O escritor conhece um policial e com ele procura elucidar o mistério que envolve a vida do falecido.

PRBI lança programa de aceleração em comunicação para startups

A PR Boutiques International (PRBI) anunciou o lançamento de um programa de aceleração em São Francisco (EUA) – aberto para empresas de todo o mundo – para dar um pontapé inicial à comunicação de startups em várias indústrias, oferecendo-lhes seus serviços profissionais.

O programa será liderado por Lee Weinstein (Weinstein PR – Portland, Oregon), presidente da PRBI, e dirigido por Pawel Osowski (Warsaw Consultants – Varsóvia, Polônia

Interessados em participar devem entrar em contato com Richard Piotrowski, pelo site dedicado.

Presidente da Empresa Mineira de Comunicação morre vítima de febre amarela

Flávio Henrique
Flávio Henrique Alves de Oliveira

Flávio Henrique Alves de Oliveira faleceu em 18/1, em Belo Horizonte, após sete dias de internação, vítima de febre amarela. Ele era presidente da Empresa Mineira de Comunicação, responsável por TV Rede Minas e Rádio Inconfidência.

Era também músico e compositor, com mais de 180 músicas gravadas, repertório construído ao lado de nomes como Milton Nascimento, Toninho Horta e Paulo César Pinheiro. Lançou oito CDs e um DVD. O primeiro trabalho foi em 1995, quando ainda participava do grupo Candeia, formado na época da faculdade. Ultimamente, integrava o grupo Cobra Coral.

Oportunidade de bolsa para Universidade de Columbia

A Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia está com inscrições abertas até 1º/2 para o programa Spencer Fellowship for Education Journalism, que oferece bolsas de estudos para jornalistas, educadores ou pesquisadores de políticas educacionais.

Os quatro bolsistas escolhidos deverão produzir um projeto, que pode ser um livro, uma reportagem especial, ou qualquer outro produto jornalístico sobre educação de potencial impacto. Além da orientação e da estrutura da Universidade Columbia, os escolhidos receberão 75 mil dólares para despesas pessoais e 7,5 mil dólares para despesas do projeto. Saiba mais.

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