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quinta-feira, maio 14, 2026

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Diário do Comércio absorve parte da equipe da agência DC News

Associação Comercial de São Paulo lança agência de notícias DC News

A Associação Comercial de São Paulo está reaproveitando em outro veículo da casa, o site Diário do Comércio, parte da equipe da agência DC News, descontinuada no final de março.

Até o momento, dos dez profissionais que compunham o time fixo da publicação, ao menos três já foram mantidos: o editor de fotografia Andre Lessa, o videomaker Kaíque Guimarães Martins e a gerente de Comunidade Natália Dotti Forcellini, os dois últimos como freelancers. Também seguirão colaborando os colunistas Adalberto Leister FilhoAndré NavesMarcelo Candido de MeloRicardo Meirelles de FariaSandra Marchini Comodaro e Vitoria Saddi.

Dos demais membros da equipe, a repórter Anna Luiza Scudeller foi absorvida pela Tamer, agência de comunicação que era parceira do projeto, e passa a atuar como assessora de imprensa.

United Minds debate adoção de IA nas agências e lança ferramenta para gestão de mudanças

Rodolfo Araújo e Cristiane Fiorezzi

A United Minds, consultoria de transformação organizacional da Weber Shandwick, realizou em 15/4 um evento para apresentar um paper sobre os desafios, tensões e obstáculos da implementação da inteligência artificial nas agências. No encontro, que reuniu profissionais de comunicação, RH e outras áreas, a empresa discutiu temas como posicionamento, visão, horizonte, confiança e governança, que devem ser levados em consideração durante a adoção de tecnologias como a IA.

Durante o evento, Rodolfo Araújo, VP da United Minds e líder de Estratégia e Dados na Weber Shandwick, falou sobre os principais tópicos do paper, destacando a importância de se levar em conta a cultura e especificidades de cada organização na implementação desta tecnologia. O paper abordou cinco grandes tensões sobre a IA nas agências: pensar se é revolução ou evolução; se traz ganho rápido ou se será a longo prazo; substituição de profissionais por IA; governança top down ou bottom up; e o sentimento de medo x confiança em relação à tecnologia. Rodolfo conversou também com Cristiane Fiorezzi, diretora de RH para a América Latina da Otis.

Rodolfo Araújo e Cristiane Fiorezzi

Durante o evento, United Minds e Weber Shandwick apresentaram, em primeira mão, a ferramenta NAV, uma plataforma aberta que funciona como consultor de gestão de mudanças, para auxiliar na resolução de problemas dentro das organizações. Na prática, a ferramenta gera perguntas, provocações e recomendações para os usuários, com o objetivo de ajudar as empresas a resolverem questões. Ao final da interação, o NAV gera um relatório personalizado com dicas de soluções. Acesse a ferramenta aqui.

+Admirados da Imprensa do Agronegócio define finalistas de sua sexta edição

+Admirados da Imprensa do Agro 2025 anunciará vencedores em edição especial

Depois de um primeiro turno concorrido, foram definidos os jornalistas e publicações finalistas da sexta edição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio.

No total, 100 jornalistas seguem na disputa por um lugar entre os TOP 50 +Admirados do Ano, enquanto 82 publicações buscarão uma vaga entre os TOP 3 mais votados em oito categorias: Agência de Notícias, ÁudioCanal de VídeoPeriódico EspecializadoPrograma de TV Especializada, Programa de TV GeralSite/Portal e Veículo Geral.

Foi um primeiro turno marcado por um aumento na diversidade regional dos indicados. Classificaram-se profissionais de 10 estados, representando quatro regiões brasileiras – apenas a Região Norte não teve nenhum classificado. E mesmo o Estado de São Paulo, que teve o maior número de classificados, 70 no total, viu uma grande diversidade, com representantes de diversas cidades de seu interior.

Com 12 finalistas, o Rio Grande do Sul foi o segundo estado com mais classificados para a segunda fase, seguido por Distrito Federal, com seis indicações, Mato Grosso do Sul, com quatro, Mato Grosso, com três, Goiás, com duas, e Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Santa Catarina, com uma indicação cada.

“Dentre os prêmios da série +Admirados, a eleição do Agro é sempre a que consegue quebrar com mais intensidade a barreira do eixo Rio-São Paulo-Distrito Federal, e contemplar jornalistas não apenas de outros estados, mas que não atuam apenas em suas respectivas capitais”, ressalta Vinicius Ribeiro, diretor de Projetos da Jornalistas Editora e responsável pela pesquisa. “Esse é um fenômeno bastante natural para esse setor, que até por suas características de cobertura chega em áreas do Brasil que poucos jornalistas conseguem ir”.

Outro destaque ficou para a participação feminina. Elas são maioria entre os finalistas, com 54 classificadas, perante 47 homens. Vale destacar que, nas cinco edições anteriores do prêmio, as mulheres venceram em quatro oportunidades. Apenas na primeira o título foi para um representante masculino: Sidnei Maschio. Nos anos seguintes ocuparam o primeiro lugar na categoria geral para jornalistas Beatriz Gunther (2022), Renata Maron (2023) e Kelly Godoy (2024 e 2025).

2º turno começa nesta segunda-feira (20/4)

Assim como nas edições anteriores, no segundo turno da eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio os eleitores poderão selecionar os jornalistas e publicações de sua preferência, classificando-os do 1º ao 5º lugar.

Cada posição renderá uma pontuação, sendo ela de 100 pontos para cada indicação em primeiro lugar; 80 pontos, para o segundo; 65 pontos, para o terceiro; 55, para o quarto; e 50 pontos para o quinto lugar. Ao final da votação, quem somar mais pontos será eleito entre os TOP 50 +Admirados Jornalistas do Ano, ou entre os TOP 3 +Admirados Veículos em suas respectivas categorias.

Para participar, basta acessar o link de votação, preencher um rápido cadastro e informar até cinco profissionais ou veículos por categoria.

Faesp e Corteva confirmam patrocínio ao evento

A Faesp – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo e a Corteva Agriscience são as mais novas patrocinadoras da eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026. A entidade que representa e defende o setor rural paulista volta a apoiar a iniciativa, assim como já havia feito em 2023 e 2024, somando-se à empresa que oferece soluções e suporte que ajudam a controlar ervas daninhas, pestes e doenças nas plantações.

Além delas, a iniciativa conta até o momento com os patrocínios de BHP, Copersucar e Syngenta, apoios de Bosch, Cargill, Elanco e Yara, colaboração de MBRF e Press iD, e apoio institucional da Rede Agrojor.

Fariello chega a São Paulo, com escritório no Allianz Parque

A Fariello Comunicação, que tem sede em Brasília e atuação no Rio de Janeiro, está celebrando seu quarto aniversário com a inauguração de filial em São Paulo, dentro do Allianz Parque. Dois novos clientes chegaram à carteira da agência recentemente, ambos da área de infraestrutura, uma de suas especialidades: ABCR (rodovias) e ABTP (terminais portuários), que se somam a marcas como MoveInfra (logística), Abcon (saneamento), ABAR (regulação), Vports, Loft, Phytorestore, Revize, Queiroz Maluf Reis e Associação Nacional dos Auditores do Banco Central (ANBCB).

Fundada por Danilo Fariello (ex-Estadão, Valor, O Globo, BNDES e Câmara dos Deputados), tem na equipe os diretores Ana Carolina Oliveira (ex-Gazeta Mercantil, Folha de S.Paulo, Ministério de Minas e Energia, e Ministério da Economia), Fábio Aucélio (ex-Caixa, Ministério da Cidadania e Ministério da Fazenda) e Rakel Garutti (ex-CDN, CDI, Máquina, 99 e XP). A equipe conta ainda com Daniela Barbará, coordenadora do GT de RH da Abracom.

100 anos de Rádio no Brasil: Áudio será a trilha do ano para Cultura, Esportes e Cultura Pop

(Crédito: Estechead.com)

Por Álvaro Bufarah (*)

A indústria de mídia sonora entra em 2026 não apenas como coadjuvante – mas como protagonista de um novo ciclo de conexão cultural. Em um ano marcado pela convergência de grandes eventos esportivos, disputas políticas relevantes e uma intensa agenda de lançamentos no entretenimento, o áudio consolida-se como o fio invisível que costura experiências, narrativas e relações entre público e marcas.

Mais do que uma tendência, trata-se de uma mudança estrutural. O áudio deixa de ser um canal complementar e passa a ocupar uma posição estratégica no ecossistema midiático contemporâneo. Em um ambiente saturado por telas, notificações e conteúdos visuais concorrentes, sua principal vantagem não é tecnológica – é comportamental. O áudio acompanha o indivíduo. Ele não exige exclusividade de atenção, mas constrói presença contínua.

Esse reposicionamento torna-se ainda mais evidente quando observamos o calendário global. Eventos como a Copa do Mundo, grandes ligas esportivas, ciclos eleitorais e marcos culturais não apenas mobilizam audiências massivas – eles geram camadas de interpretação, debate e engajamento que se estendem muito além do momento inicial. E é nesse intervalo – antes, durante e depois – que o áudio se insere com maior força.

No campo esportivo, por exemplo, a experiência do torcedor já não se limita à transmissão ao vivo. Ela se expande para análises, bastidores, narrativas biográficas e discussões em tempo real. Podcasts, transmissões de rádio e conteúdos sob demanda acompanham o público em deslocamentos, rotinas diárias e momentos de lazer, transformando o consumo esportivo em uma experiência contínua. O jogo deixa de ser um evento isolado e passa a ser um fluxo narrativo permanente.

(Crédito: A.I.C.E)

Essa lógica também se aplica à política. Em um ambiente de alta polarização e excesso informacional, cresce a demanda por interpretação qualificada e vozes confiáveis. O áudio – especialmente em formatos como entrevistas longas e debates aprofundados – oferece justamente o que falta em muitos ambientes digitais: tempo, contexto e continuidade. Não se trata apenas de informar, mas de organizar o sentido dos acontecimentos.

Dados recentes reforçam essa percepção. Relatórios internacionais indicam que o consumo global de podcasts ultrapassa a marca de centenas de milhões de ouvintes – com estimativas próximas a 584 milhões em 2025 – e segue em expansão, especialmente em conteúdos ligados a notícias, cultura e entretenimento. Ao mesmo tempo, estudos do Reuters Institute e do Pew Research Center apontam para uma queda na confiança em conteúdos digitais fragmentados, ampliando o valor de formatos que oferecem mediação editorial e continuidade narrativa.

Na cultura pop, o fenômeno se intensifica. Filmes, séries, jogos e lançamentos musicais já não se esgotam em seus momentos de estreia. Eles se desdobram em conversas, teorias, análises e comunidades. E, novamente, o áudio ocupa posição central nesse processo. Podcasts de recapitulação, entrevistas com criadores, conteúdos exclusivos e debates entre fãs transformam produtos culturais em ecossistemas vivos.

Esse movimento evidencia uma transformação relevante: o valor não está apenas no conteúdo original, mas na conversa que ele gera. E o áudio, por sua natureza conversacional, torna-se o ambiente ideal para sustentar essa dinâmica.

Do ponto de vista do mercado, essa centralidade tem implicações diretas. O áudio passa a atuar em todas as etapas do funil de comunicação – da construção de awareness à conversão. Sua capacidade de gerar proximidade, recorrência e confiança cria condições favoráveis para a construção de marca em um cenário onde a atenção é disputada de forma cada vez mais intensa.

Além disso, o áudio apresenta uma característica singular em relação a outros meios: ele não compete frontalmente com as telas – ele as complementa. Em um mundo multitarefa, onde o consumo de mídia ocorre de forma simultânea, o áudio integra-se à rotina sem exigir interrupção. Essa integração torna-o não apenas eficiente, mas estrutural.

Ao mesmo tempo, a ascensão da inteligência artificial e de conteúdos sintéticos adiciona uma camada adicional a essa discussão. Em um ambiente onde a produção de conteúdo torna-se abundante e automatizada, cresce a valorização de experiências percebidas como autênticas, humanas e confiáveis. O áudio, especialmente quando mediado por vozes reconhecíveis, beneficia-se diretamente dessa dinâmica.

(Crédito: Estechead.com)

O que se observa, portanto, é uma inversão silenciosa. Enquanto a mídia visual se fragmenta e se acelera, o áudio se aprofunda e se estabiliza. Ele não busca necessariamente ser o centro da atenção – mas se torna o centro da experiência.

Para as marcas, isso exige uma mudança de mentalidade. Não basta estar presente no áudio – é necessário compreender sua lógica, sua temporalidade e sua capacidade de construir vínculo. Em vez de campanhas pontuais, o áudio demanda continuidade. Em vez de mensagens isoladas, ele exige narrativa.

No fim das contas, 2026 tende a ser menos sobre o que será visto e mais sobre o que será ouvido, interpretado e compartilhado. O áudio não apenas acompanhará os grandes acontecimentos do ano. Ele ajudará a dar sentido a eles.

E, talvez por isso, mais do que um meio, ele se consolida como a trilha sonora de uma nova cultura midiática – uma cultura em que ouvir volta a ser, novamente, uma forma de compreender o mundo.

 

Fontes para pesquisa


Leia também: Fariello chega a São Paulo, com escritório no Allianz Parque

Preciosidades do acervo Assis Ângelo: O cego na História (52)

Por Assis Ângelo

Nos escritos sagrados que formam a Bíblia há mais de duas centenas de citações à velhíssima cidade de Jerusalém, por onde um dia passaria Jesus Cristo. Nessa sua passagem, chegou a curar um cego.

Muitos anos se passaram até que poderosos e miseráveis da Turquia se confrontaram pra matar e pra morrer. Isso ali já pelo século 19. Notícias a respeito desse desigual embate chegavam em pílulas às páginas dos periódicos da sede da Corte brasileira, Rio de Janeiro.

Em agosto de 1875, era fundado aquele que se transformaria num dos principais jornais do seu tempo: Gazeta de Notícias.

Em 1876, a Gazeta começava a pôr em discussão questões referentes ao cotidiano. Políticas, inclusive.

E assim foi, seguidamente.

Em 1878, o jornal passou a publicar um folhetim assinado por Araripe Júnior (1848-1911), sobre a crença de que o rei D. Sebastião de Portugal retornaria para salvar o mundo. Isso ficou conhecido como Sebastianismo, crença que chegou ao interior de Pernambuco, em 1836. Dois anos depois, tudo acabou em sangue de crianças, virgens e inocentes em geral.

O caso aqui lembrado tinha por líder um sujeito de nome João Antônio, em seguida substituído por João Ferreira. Essa história ficou conhecida como Pedra Bonita.

Pedra Bonita inspirou Araripe Júnior a escrever o romance O Reino Encantado (1878), livro lançado logo após a edição em folhetim no jornal Gazeta de Notícias.

Exatamente um século após essa tragédia, o paraibano José Lins do Rego entrou na história escrevendo Pedra Bonita (1938), livro que despertou a atenção literária do Brasil inteiro e, posteriormente, Cangaceiros (1953).

Na obra de José Lins do Rêgo, como na obra de Jorge Amado, há muito tocador de viola cego cantando causos e façanhas de cangaceiros.

Sinhá Josefina é mulher de um certo Bento, preguiçoso que nem o Bute. Vive se balançando na rede, pra lá e pra cá, e dando de comer na mão para um bode. Quando não fazia isso, estava no curral alisando vaca. Falava pouco, mas o que falava calava fundo na mulher. Era ordem. Ela fazia tudo e tremia de medo diante dele.

A história de Josefina com seu marido machão está completa no romance Cangaceiros, mas começa em Pedra Bonita.

Josefina e Bento têm quatro filhos: Aparício, Domício e Bentinho, o caçula. O quarto filho do casal, Deodato, desaparece de cena sumindo no oco do mundo. Houve quem dissesse que ele se embrenhara na mata amazônica.

Aparício torna-se cangaceiro famoso e temido depois de matar um soldado.

Domício, antes de juntar-se ao grupo cangaceiro do irmão, era admirado pela gente do lugar onde morava por seu belo canto e encantador toque de viola.

Bentinho, de batismo Antônio Bento, foi dado pela mãe a um padre, Amâncio, que o criou. Tinha 5 anos de idade. Aos 17, foi de passagem à casa dos pais. Lá demorou-se por três meses e dia nenhum desse tempo o pai sequer lhe dirigiu uma palavra. Era como se o filho o repugnasse.

O caso aqui contado lembra um pouco o caso do menino que tinha vergonha da mãe caolha, contado por Júlia Lopes de Almeida.

Os pais de Bentinho e os irmãos eram naturais da localidade denominada Pedra Bonita.

Pedra Bonita era o lugar mais azarento do mundo para os fazendeiros da região. Justificavam dizendo que nada de bom se colhia por lá.

Bom, fosse o que fosse, o fato é que o episódio aqui lembrado também inspirou Ariano Suassuna a escrever o caudaloso Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971). Virou minissérie da Globo em 2007. No elenco, grandes nomes. O personagem Pedro Cego toma conta do espaço.

Na obra de José Lins e Jorge Amado, a terra e a gente que dela depende aparecem em primeiro lugar. E como tal, aos dependentes da terra são dirigidos louvores que vêm da luta por justiça. É o forte contra o fraco ou o rico contra o pobre. Na pena desses escritores está a defesa de quem dela mais precisa. Sempre foi assim nos livros dos autores aqui citados.

Certa vez, o autor de Pedra Bonita disse: “Vim da terra, sou da terra e quero continuar na terra”.

Contatos pelo http://assisangelo.blogspot.com.

Globo reformula Bom Dia Brasil; Andréia Sadi será comentarista do telejornal

Ana Paula Araújo (Crédito: Instagram)

A Globo vai fazer uma reformulação do telejornal Bom Dia Brasil, que ganhará reforços na equipe, um formato mais informal e cenário integrado à redação de jornalismo da emissora no Rio de Janeiro, com o objetivo de aproveitar a luz natural. As mudanças passam a valer a partir da próxima segunda-feira (27/4).

O programa, apresentado por Ana Paula Araújo, ganhará recursos tecnológicos no uso do telão, além de ferramentas de realidade aumentada e inteligência artificial, com o objetivo de aumentar ainda mais a interação entre a apresentadora e os repórteres espalhados pelo País.

Em relação aos reforços, Andréia Sadi, apresentadora do Estudio i, da GloboNews, atuará como comentarista de política às quartas e sextas-feiras, em função semelhante à que ela exerceu no Jornal Hoje, em 2019 e 2020. Sadi continua paralelamente com o trabalho na GloboNews. E Priscilla Chagas será a âncora do tempo fixa do programa. Anteriormente, ela atuava na previsão do tempo em telejornais locais da Globo no Rio.

Sabina Simonato seguirá com entradas ao vivo diretamente de São Paulo. Já Heraldo Pereira, responsável pelo noticiário de Brasília, deixará o programa para assumir o comando do DF1, telejornal local da capital federal no horário do almoço.

Seguem abertas as inscrições para o Curso Completo de Comunicação Pública

Profissionais que atuam na comunicação do setor público têm encontro marcado a partir de 16 de maio. Faltando apenas 30 dias para o início das aulas, seguem abertas as inscrições para a 7ª edição do Curso Completo de Comunicação Pública, promovido pela ABCPública em parceria com a Aberje. A formação será realizada de maio a outubro de 2026, em formato on-line, com aulas aos sábados e acesso às gravações.

A abertura do curso será marcada por um seminário que vai reunir secretários estaduais de comunicação do Pará, Rio de Janeiro, Maceió, Mato Grosso do Sul, Paraná para debater desafios e boas práticas da comunicação no Poder Executivo. A mediação será de Jorge Duarte, Emiliana Pomarico e Paulo Nassar, referências nacionais na área.

“Essa formação é uma oportunidade para “aprimorar competências, ampliar redes de colaboração e qualificar a comunicação das instituições e as entregas de valor para a sociedade”, destaca o presidente da ABCPública e um dos curadores do curso, Jorge Duarte.

Reconhecido nacionalmente, o curso é voltado para profissionais de comunicação de órgãos públicos, empresas estatais, autarquias, fundações, conselhos de classe, além de estudantes e pesquisadores interessados no tema.

Ao longo das seis edições anteriores, mais de uma centena de profissionais já participaram da formação, que também resultou em publicações, pesquisas e seminários voltados ao fortalecimento da comunicação pública no Brasil. Profissionais de órgãos como Ministério Público, CNJ, tribunais, assembleias legislativas, prefeituras, universidades, estatais e empresas privadas já passaram pela formação.

Descontos especiais para associados e grupos

A edição 2026 oferece condições especiais para ampliar o acesso:

  • Associados ABCPública pagam R$ 6.000,00 no curso completo (valor integral: R$ 8.250,00);
  • Grupos com mais de três pessoas da mesma instituição recebem 10% de desconto;
  • Também é possível contratar módulos avulsos. Para associados, cada módulo custa R$ 880,00 (valor regular: R$ 1.320,00).

Conteúdo estratégico e foco prático

Com carga horária total de 60 horas, o curso reúne professores e especialistas com ampla experiência no setor público. A programação aborda temas atuais e essenciais para quem deseja qualificar resultados institucionais e fortalecer a relação entre Estado e sociedade. Confira:

  • Estratégia e planejamento em comunicação pública
  • Comunicação digital e redes sociais
  • Relações com a mídia e assessoria estratégica
  • Mensuração de resultados
  • Gestão de riscos e crises
  • Comunicação interna
  • Liderança de equipes e estruturas de comunicação
  • Publicidade, marketing e patrocínio
  • Seminários com estudos de caso e especialistas convidados

Inscrições abertas

Mais informações sobre professores, programação completa e inscrições estão disponíveis na página oficial do curso.

ABCPública seleciona primeira obra para publicação em 2026

A Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) definiu a obra vencedora do Edital nº 01/2026, voltado à publicação de livros em formato e-book. O processo recebeu nove inscrições de trabalhos de diferentes regiões do país. A obra selecionada para publicação é de autoria de Akemi Nitahara Souza e intitulada 100 Anos de Comunicação Pública no Brasil.

O trabalho é resultado da pesquisa de mestrado profissional no Programa de Pós-Graduação em Mídias Criativas da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGMC/ECO-UFRJ), defendida em dezembro de 2019. “A versão proposta para o ebook foi atualizada com os acontecimentos até fevereiro de 2026”, explica a autora.

“Ter uma seleção com nove obras sobre comunicação pública sinaliza um movimento importante de ampliação de pesquisas sobre o nosso fazer e é motivo de comemoração para a ABCPública. Cumprimentamos os autores pelas contribuições oferecidas ao campo, por meio de suas pesquisas, e agradecemos pelo interesse e participação em nosso processo seletivo”, diz a vice-presidente de Relações Acadêmicas da ABCPública, Cláudia Lemos.

Entre as obras submetidas no edital 1/026, estavam quatro teses de doutorado e quatro dissertações de mestrado. Todos os trabalhos abordando temas atuais da comunicação pública, como autonomia do jornalismo em emissoras públicas, linguagem simples, comunicação digital em operações humanitárias, fact-checking no Legislativo e atuação institucional em redes sociais.

O processo de avaliação foi conduzido pelo Comitê Editorial da ABCPública, que reune especialistas externos e integrantes da diretoria da entidade. Participaram da seleção o professor Wilson Bueno e a professora Ana Paula Lucena, como avaliadores convidados, além do presidente da associação, Jorge Duarte; da vice-presidente de Relações Acadêmicas, Cláudia Lemos; da vice-presidente de Comunicação, Lília Gomes; e da vice-presidente de Gestão e Parcerias, Kárita Sena. A ABCPública agradece aos integrantes do Comitê Editorial, que atuam voluntariamente no projeto:

E vem mais seleção por aí, anuncia Cláudia Lemos. “A segunda seleção de 2026 será aberta em julho, com inscrições até 10 de agosto.”

FSB Holding redefine modelo operacional e faz movimentações na liderança de agências

Alexandre Loures (Crédito: FSB Holding)

A FSB Holding, ecossistema focado em reputação – formado por agências como FSB Comunicação, Loures Consultoria e Giusti Creative PR –, anunciou uma transformação em sua estrutura operacional, com o objetivo de garantir mais eficiência estratégica e resultados aos clientes. A empresa passa a adotar um modelo de atuação que coloca as lideranças como parceiras de negócios, e não apenas gestoras de demandas.

FSB Holding redefine modelo operacional e faz movimentações na liderança
Alexandre Loures (Crédito: FSB Holding)

Na prática, os núcleos da companhia foram redesenhados para formatos mais enxutos, reduzindo a quantidade de contas sob gestão de cada diretoria, permitindo que seus diretores se dediquem à consultoria estratégica para antecipar crises e identificar oportunidades de reputação.

“Hoje, o mercado exige mais do que presença; exige profundidade. Por isso, evoluímos nosso modelo operacional. Não estamos apenas mudando times; estamos garantindo que a inteligência estratégica tenha o tempo e o foco necessários para mergulhar no business do cliente”, escreveu a FSB sobre as novidades.

Leandro Conti (Crédito: Divulgação/FSB Holding)

A empresa anunciou também que mudará sua estratégia de gestão de talentos, focando na formação de equipes multidisciplinares, formadas por líderes de fora do eixo das agências, com profissionais de grandes corporações, de redação e especialistas em finanças, gestão e tecnologia.

Além disso, a FSB promoveu mudanças na liderança de algumas de suas agências

Leandro Conti, que era sócio-diretor de Marketing e Novos Negócios, assume como diretor-geral da área privada da FSB São Paulo. A unidade também contratou Christiane Botan (ex-setor bancário), Roberto Dias (ex-Folha de S.Paulo) e Marília Paiotti (com experiência em redações e agências).

Darse Jr. (Crédito: Divulgação/FSB Holding)

E no Rio de Janeiro, Darse Jr., na empresa há 13 anos, assume Direção-Geral para contas privadas. Foram ainda promovidos Anna Gomide, Rennan Soares e Mariana Pinheiro.

Já na Loures, Rebecca Belmonte segue como CEO, posto que assumiu em janeiro de 2024, enquanto Renato Krausz está à frente da Giusti desde outubro do mesmo ano.

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