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domingo, abril 19, 2026

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Confira os vencedores do prêmio José Lutzenberger

A organização do Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental entregou os prêmios aos vencedores, em cerimônia realizada em 22/10, na Nau Live Spaces, em Porto Alegre.

O prêmio visa reconhecer produções jornalísticas que abordem temas relevantes sobre preservação do meio ambiente, nas categorias Jornalismo Impresso, Radiojornalismo, Telejornalismo, Webjornalismo, Fotojornalismo, além do Prêmio Brasken de Jornalismo Universitário, voltado aos concorrentes universitários.

Confira a lista de vencedores:

Jornalismo Impresso

Quando o ciclo se fecha Franceli Stefani (Correio do Povo)

Radiojornalismo

Raio X do tratamento de esgoto no Litoral – Eduardo Matos e Cid Martins (Rádio Gaúcha)

Telejornalismo

Arado Velho: Obras seguem proibidas pela justiçaFelipe Valli e Marcelo Chemale (SBT RS)

Webjornalismo

Sementes Crioulas mobilizam produtores do Vale do TaquariGilson Camargo (Jornal Extra Classe)

Fotojornalismo

Arroio “Lixão” Passo FundoTadeu Vilani (Diário Gaúcho)

Prêmio Braskem de Jornalismo Universitário

Seja a mudança Camila Andrade Pires, Hebert Kiniphoff Garcia, Luana Bublitz Martins, Lucas Picarelli Canever, Lourenço Moreira Marchezan, Maria Eduarda Nascimento da Rocha, Manuela Neves Ribeiro (PUC – RS)

PCWorld relança canal no YouTube com foco no universo geek

O site PCWorld, voltado ao mercado de tecnologia, relançou seu canal no YouTube, apresentando resenhas de produtos e novidades do universo geek. O canal é comandado pela editora-chefe Joyce Macedo e pelo repórter Caio Carvalho.

Vitor Cavalcanti, CEO da IT Trends (responsável pela PCWorld no Brasil), apresentou os objetivos da iniciativa: “A PCWorld quer ser o consultor para a vida digital do seu leitor, trazendo os principais lançamentos, antecipando tendências e todas as notícias que movimentam o mercado”.

Além de reviews de produtos e pautas ligadas ao universo geek, o canal trará, toda sexta-feira, um resumo das principais notícias de tecnologia ao redor do mundo.

Veja o canal da PCWorld Brasil.

Fenaj repudia ataque de policiais chilenos a jornalista brasileiro

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) emitiu em 29/10 uma nota de repúdio à violência policial no Chile, que atingiu o jornalista brasileiro Victor Manuel Caricari Saavedra (Carta Maior). Ele está naquele país para cobrir as manifestações populares.

Victor levou um tiro na perna, após um momento de repressão por parte de policiais aos jornalistas. O repórter da Carta Maior mostrou a eles seus documentos e sua câmera fotográfica, para provar que era jornalista, mas mesmo assim acabou sendo atacado. Segundo relatou à Fenaj, os policiais sabiam que ele era jornalista, e mesmo assim atiraram.

Em nota, a Fenaj repudiou os ataques da polícia chilena e está solidária “a Victor e também aos jornalistas chilenos e estrangeiros que estão igualmente sob ameaça, em razão da violenta repressão do Estado chileno às manifestações populares”.

Veja a nota na íntegra.

Gonçalo Júnior conta a história do Bandido da Luz Vermelha

Gonçalo Júnior (ex-Gazeta Mercantil, Diário de S.Paulo e Brasileiros) lançou Famigerado! – A história de Luz Vermelha, o bandido que aterrorizou São Paulo na década de 1960 (Editora Noir), biografia de João Acácio Pereira da Costa, então conhecido como o Bandido da Luz Vermelha.

O livro busca desmentir a imagem que Luz Vermelha passava: um bandido sedutor, que conquistava suas vítimas, e criticava o sistema e a elite. Na verdade, segundo Gonçalo Júnior, João era um criminoso capaz de cometer as mais diversas atrocidades com suas vítimas. “Não restam dúvidas de que ele foi um psicopata, adorava subjugar suas vítimas e tinha enorme satisfação em fazer isso”.

Para fazer a biografia, consultou mais de 23 mil documentos, desde laudos psiquiátricos, processos judiciais e entrevistas com o bandido. Para o autor, a enorme quantidade de dados, como o número de crimes e vítimas, dificultou o processo de escrita.

Um destaque da obra é a entrevista com a bióloga Ingrid Yazbek Assad, que levou um tiro próximo ao coração e quase foi estuprada por Acácio.

Jornalistas registram o termo Fake News para evitar o seu mau uso

A Society of Professional Journalists (SPJ), entidade de jornalismo nos Estados Unidos, formulou um pedido de registro do termo fake news ao escritório de patentes norte-americano, com o objetivo de evitar equívocos no emprego do termo, algo que ocorre com certa frequência.

O presidente norte-americano Donald Trump, por exemplo, utiliza o termo fake news para falar sobre notícias que o criticam, veiculadas na grande mídia americana. O emprego do termo, neste caso, segundo a SPJ, é equivocado.

Emily Bloch, presidente da entidade, reflete sobre as falas de Trump nesse contexto: “Trump popularizou a ideia de que toda a mídia tradicional é mentirosa e corrupta. Rotular histórias que o criticam como ‘fake news’ é uma arma poderosa”.

O objetivo da ação da SPJ é, além do registro do termo, evitar ambiguidades em seu emprego e sentido, pois muitas pessoas o utilizam para desmerecer fatos verídicos, apenas por se tratar de algo que é contrário à sua ideologia ou opinião.

“Agora vemos pessoas usando o termo para desacreditar histórias verdadeiras que não estão alinhadas com suas opiniões políticas. E esse é um grande problema para um discurso saudável numa democracia”, reflete Emily Bloch.

Mais informações aqui.

Sindicato realiza debate sobre assédio moral e sexual no jornalismo

O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e o Coletivo de Jornalistas Sindicato é Pra Lutar! realizam nesta quarta-feira (30/10) o debate Assédio moral e sexual no Jornalismo: como combater, no auditório Vladimir Herzog, na sede da entidade. O objetivo é incentivar o debate sobre o machismo nas redações, assédios, situações constrangedoras e os obstáculos que as mulheres jornalistas enfrentam em seu cotidiano.

Participarão do evento Joana Cortês (Empresa Brasil de Comunicação), Lílian Parise (secretária de Sindicalização do SJSP), Maria Teresa Cruz (Ponte Jornalismo), Mariana Pereira (coletivo #DeixaElaTrabalhar) e Cláudia Lima, psicóloga especialista em saúde pública e em saúde do trabalhador. O debate começará às 19h. Inscreva-se aqui

Bites lança campanha de advocacy digital sobre jornalismo

A consultoria digital Bites lançou em 23/10 uma campanha para divulgar a nova unidade de negócios que criou em julho para utilizar seu conhecimento de 13 anos em capturar, analisar e interpretar dados do universo digital em projetos de advocacy corporativo. Segundo Manoel Fernandes, diretor da empresa, “nosso objetivo é permitir a propagação das causas dos nossos clientes junto à opinião pública digital e stakeholders estratégicos, utilizando recursos de PR, mídia programática e indexação”.

A campanha, denominada É Fato, busca promover uma série de questões ligadas ao jornalismo, como a valorização das instituições e da democracia, o equilíbrio entres os Três Poderes, o jornalismo profissional, as informações críveis, a liberdade de expressão e a transparência nas questões públicas.

Manoel diz que a Bites sabe da “real importância do jornalismo profissional para a democracia e vida diária dos brasileiros. Jornalismo salva vidas. Jornalismo denuncia abusos das autoridades. Jornalismo é bom para os negócios. Jornalismo contribui para o aumento da transparência na relação do Estado com os cidadãos”.

Confira a página do projeto.

Patrícia Ávila assume Direção da JeffreyGroup no Brasil

Patricia Ávila
Patricia Ávila

A JeffreyGroup anunciou nesta terça-feira (29/10) a contratação de Patrícia Ávila para o cargo de diretora-geral no Brasil. Ela substitui a Rodrigo Pinotti, que ocupava o posto desde 2017 e que deixou a companhia. A partir de dezembro, Patrícia será responsável pela maior operação do grupo, que tem no Brasil mais de 150 colaboradores, em escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Patrícia vinha atuando desde o ano passado como CEO da BCW no Brasil, tendo desempenhado anteriormente a mesma função na Burson-Marsteller, onde ingressou em 2010. Sua trajetória inclui ainda cargos executivos em Comunicação na Andreoli MSL, na McKinsey & Company e no Hospital Israelita Albert Einstein, um dos atuais clientes da JeffreyGroup.

“Com sua ampla experiência em estratégias de comunicação corporativa e negócios, Patrícia agrega uma perspectiva valiosa à prestação de serviços aos nossos clientes”, afirma Brian Burlingame, CEO da JeffreyGroup. “Queremos aproveitar essa experiência para impulsionar o crescimento e a evolução de nossa operação no Brasil e somá-la às competências do nosso time regional de líderes.”

No País, a JeffreyGroup atende ainda marcas como Airbus, Algar, American Airlines, Bayer, Camargo Corrêa Infra, Citibank, GE, Marriott International, MasterCard, Pernod Ricard, Salesforce e Tetra Pak.

A hora do café com prosa

*Por Silvio Ribas ([email protected])

Jornalista parece movido a café. No ambiente de trabalho, cada um de nós bebia dezenas de xícaras ou copinhos plásticos ao longo do expediente, com os quais dávamos breves pausas para calibrar o pique na escrita. Sair da cadeira e buscar a bebida quente também era a senha para puxar um ou outro colega até uma reunião informal de pauta ou só para tomar pé do bochicho do dia. Naqueles tempos elegantes, o cafezinho convertia-se ainda em ritual de hora marcada e personagens únicos.

A lembrança mais briosa que guardo do velho hábito de ofício é o cortejo do carrinho prateado do Jair pelos corredores das redações do Jornal do Comércio e do Jornal de Casa, em Belo Horizonte. Religiosamente, às 14h, o senhor simpático de camisa social branca e gravatinha borboleta preta passava de mesa em mesa com seu fumegante bule, servindo repórteres e editores em porcelanas timbradas. Elvira Santos festejava. Eu sempre pedia meu café sem açúcar ou adoçante. “Para mim, cowboy, por favor”, brincava.

Em outras empresas que labutei, a busca rotineira pelo outrora ouro negro do “Brazil” repetia-se noutros formatos, com espaços e utensílios próprios. Na sede paulistana do extinto Brasil Econômico, por exemplo, havia uma copa self service ajeitadinha, onde acionávamos máquinas que preparam nosso essencial café. Era um cantinho no polo oposto ao dos aquários dos chefes, bom para todos conversarem em pé. É. Aqueles em cujas veias corriam tinta de jornal e cafeína sempre valorizavam uma boa prosa.

Na antessala estreita da redação do Correio Braziliense, a maior da capital federal, que dá para um dos elevadores, havia garrafas térmicas para jornalistas e visitantes, aos quais advertíamos (com exagero) que café de redação era “o pior do mundo”, embora fosse também o mais consumido. As opções binárias – com e sem açúcar – juntavam-se a uma terceira, com apenas água quente, para quem tivesse saquinhos de chá. Tudo do bom e do melhor, sem correr o risco de heresias como a do café descafeinado.

Meu editor Adilson Borges é quem me ensinou o caminho do estimulante aroma n’A Tarde, em Salvador. Até as 17h, pegávamos o café na copa e nos sentávamos num sofá defronte a ela. A partir daí, restavam-nos garrafas térmicas colocadas sobre uma mesa bem no meio da redação, que também era usada em aniversários e despedidas. No Estado de Minas, por sua vez, o ponto de encontro era uma máquina italiana ao lado do bebedouro, na entrada dos banheiros. Café liberado, só na área externa reservada aos fumantes, que depois ganhou a companhia de uma lanchonete. Papo bom.

Muito antes da proliferação das máquinas de expresso pelas editorias, com cartuchos variados, já desfrutávamos do fator gregário do café. Seu espírito comunitário turbinava-se nos fumódromos, em parceria com cigarros. Até quem não fumava era tentado a desfrutar de encontros enfumaçados onde irrompiam ricos debates em torno da conjuntura. As tertúlias espraiavam-se por pequenas cafeterias, com ou sem livros, que surgiam no entorno dos prédios dos jornais, onde íamos atrás de… prosa.

Então, vamos tomar café?

Silvio Ribas

Sílvio Ribas é assessor do senador Lasier Martins (PSD-RS), e voltou a colaborar com este espaço.

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Tem alguma história de redação interessante para contar? Mande para [email protected] e contribua para elevar o nosso estoque de memórias

Comunicação do Governo de São Paulo publica edital para comunicação digital

A Comunicação do Governo do Estado de São Paulo abriu em 24/10 um edital para prestação de serviços relacionados a comunicação digital, como planejamento, desenvolvimento e execução de soluções de inteligência.

A primeira entrega dos envelopes ocorrerá em 12/12, às 15h30, no Palácio dos Bandeirantes (av. Morumbi, 4500). A entrega do edital e o recebimento da proposta serão, respectivamente, às 15h20 e às 15h25. O edital está disponível no mesmo endereço, das 10h às 16h, e no site www.imesp.com.br, em e-negócios públicos.  

Mais informações pelo 11-2193-8914 ou [email protected]. Confira os detalhes do edital em pdf.

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