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Morte de Ricardo Boechat completou um ano nesta terça-feira (11/2)

Ricardo Boechat

Jornalistas e veículos de comunicação de todo o País prestam suas homenagens a Ricardo Boechat, que morreu aos 66 anos em um acidente de helicóptero em São Paulo, há exatamente um ano. O dia 11 de fevereiro ficou marcado como um dos mais tristes da história do jornalismo brasileiro. A edição desta manhã do Jornal da BandNews relembrou os melhores momentos do eterno âncora da emissora, muito querido por toda a Redação.

Em entrevista a O Estado de S.Paulo, Eduardo Barão (BandNews FM), companheiro de trabalho de Boechat, afirmou que gostaria de saber o que ele pensaria sobre diversos assuntos: “Em vários momentos eu queria saber o que ele pensaria sobre aquele assunto. Porque nem sempre ele ia como todo mundo ia. Às vezes ele via coisas onde ninguém via”.

Grande amigo de Boechat, com quem conviveu por anos na Bandeirantes, Barão disse que às vezes até sonha com ele: “E, quase sempre, nos sonhos, ele aparece vivo. Como se tivesse sido uma pegadinha. A grande notícia que eu queria que ele tivesse dado é que não aconteceu o que aconteceu”. Barão é um dos autores do livro Eu sou Ricardo Boechat, que contém 100 histórias inéditas, divertidas e algumas até “vergonhosas” sobre o falecido apresentador da Band.

Em Nova Iguaçu, município do Rio de Janeiro, foi inaugurada nesta terça-feira a escola Casa da Inovação Ricardo Boechat, em homenagem a ele.

Ricardo Eugênio Boechat nasceu em 13 de julho de 1952, em Buenos Aires, na Argentina. Iniciou sua carreira no extinto Diário de Notícias (RJ). Passou por grandes veículos da comunicação, como Estadão, Jornal do Brasil, O Globo, O Dia e IstoÉ. Em 2004, assinou com o Grupo Bandeirantes e, dois anos mais tarde, substituiu Carlos Nascimento na apresentação do Jornal da Band, onde permaneceu até o fim da vida. Ganhou três Prêmios Esso. Lembrado sempre por seu profissionalismo, ética, carisma e humor, ficará marcado para sempre na história do jornalismo brasileiro.

Miguel Paiva lança em BH autobiografia Memória do Traço

Memória do Traço

O artista gráfico e escritor Miguel Paiva lança nesta terça-feira (11/2) a autobiografia Memória do Traço (Chiado Books), em que conta sua trajetória no ramo artístico. O lançamento será em Belo Horizonte, às 19h30, no Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537), durante a edição do Sempre Um Papo, que promove debates e encontros com grandes nomes da literatura.

Miguel nasceu no Rio em 1950 e iniciou sua carreira nos anos 1960. Publicou suas obras em veículos como O Pasquim, Correio da Manhã e O Cruzeiro. Morou na Itália por seis anos, colaborando com muitas revistas de quadrinhos durante o período. De volta ao Brasil, criou a série Happy Days na IstoÉ.

Tem personagens famosos, como Radical Chic, Ed Mort (junto com Luís Fernando Veríssimo), Gatão da Meia Idade e Chiquinha, publicados em diversos veículos, como Jornal do Brasil e O Globo. Atualmente, desenha, pinta e trabalha como roteirista de cinema e TV.

Adélia Chagas começa na LLYC

Adélia Chagas e Cleber Martins

Adélia Chagas acaba de chegar à LLYC (Llorente y Cuenca), contratada como diretora sênior de Advocacy e Comunicação Estratégica no Brasil. Vem de uma passagem de quase três anos como vice-presidente da Imagem Corporativa, que se seguiu aos 12 anos em que foi também VP da Máquina Cohn & Wolfe. Ao longo da carreira, coordenou projetos em clientes como Ambev, XP, BTG Pactual, Microsoft, Zara, Xerox, SAP, ABB e C&A.

Ela se junta ao time de executivos comandado pelo sócio e diretor-geral no Brasil Cleber Martins, para quem “a chegada da Adélia ajuda a reforçar ainda mais o nosso time sênior de direção, num momento de forte crescimento da operação e também em linha com o propósito de oferecer consultoria estratégica de alto nível”. A LLYC inaugurou no mês passado a expansão de seu escritório de São Paulo, com a abertura de mais 40 posições de trabalho para comportar a expansão da agência.

Na LLYC, Adélia vai conduzir projetos nacionais e globais de reputação e advocacy, em parceria com os diretores dos 16 escritórios da companhia em 13 países. “Estou muito entusiasmada com o novo desafio de integrar uma companhia internacional focada em soluções estratégicas para ajudar os clientes em um cenário desafiador de disrupção dos negócios e da comunicação”, disse ao J&Cia.

Antes de trabalhar no mundo corporativo, ela passou por Gazeta Mercantil, Folha de S.Paulo, Agência Estado, Jornal da Tarde e Folha da Tarde. Tem formação em Jornalismo pela PUC-SP, especialização em Comunicação Corporativa pela Fundação Getulio Vargas e MBA em Gente e Gestão pela Escola de Negócios da PUC-Rio.

Morre Jorge de Miranda Jordão, jornalista que não caiu no erro da mídia

Jorge de Miranda Jordão

Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de J&Cia no Rio de Janeiro

Jorge de Miranda Jordão morreu na tarde de segunda-feira (10/2), aos 87 anos, no Rio de Janeiro. Ele se tratava de câncer e teve complicações cardíacas. Depois de passar mal em casa, foi internado na madrugada, num hospital na Barra da Tijuca. O enterro é nesta quarta-feira (12/2) no cemitério do Catumbi, Zona Norte do Rio. Miranda deixa quatro netos de três filhas: Tatiana e Helena, do primeiro casamento com Marlene Lima e Silva, e Patrícia, com Germana De Lamare.

Baiano de Salvador, nasceu em 14/8/1932. Chegou novo ao Rio e começou a trabalhar em 1954, na Última Hora, de Samuel Wainer, de quem era amigo. Dirigiu as sucursais do jornal em São Paulo e Porto Alegre e voltou à redação do Rio em 1963.

A convite de Octavio Frias, participou do lançamento da Folha da Tarde, em 1967. Próximo de Frei Betto, que também trabalhava na Folha da Tarde, Miranda foi preso durante a ditadura militar, em Montevidéu, no Uruguai, e levado para o Dops em Porto Alegre. Passou depois pelo DOI-Codi, no Rio, apesar de nunca se ter envolvido com qualquer organização.

Foi diretor das redações de O Dia, no Rio, e do Diário Popular, em São Paulo. O Observatório da Imprensa o definiu como “o jornalista que não caiu no erro da mídia”. Quando dirigiu o Diário Popular, em São Paulo, Miranda decidiu que o jornal não cobriria o caso da Escola Base, nem mesmo depois de esse ganhar repercussão nacional. Ele desconfiou das informações fornecidas pela polícia e não acreditou na história, que considerou uma vaidade do delegado encarregado da investigação. Sua firmeza foi um dos fatores que levaram à elucidação do caso. Era descrito por colegas e amigos como um homem sério e de poucas palavras no trabalho, mas, ao mesmo tempo, boêmio, bom companheiro de uísque. Miranda influenciou gerações de profissionais.

Em 2018, deu um depoimento para o livro Memórias da imprensa escrita, do amigo Aziz Ahmed, em que narra casos vividos em redações de São Paulo, Porto Alegre e no Rio – onde iniciou e terminou a carreira.

IBCC lança prêmio de jornalismo sobre tratamento de câncer

A IBCC Oncologia lança o Prêmio IBCC Oncologia de Jornalismo, que busca reconhecer e valorizar produções jornalísticas sobre o tratamento do câncer no País, com foco em histórias de vida relacionadas à doença. As inscrições vão até 31 de março.

Lilian Cacau, coordenadora de Comunicação da IBCC Oncologia, explica que o objetivo do prêmio é falar mais sobre o câncer, visto hoje como um tabu: “Nós sabemos que o câncer é um assunto difícil, que as pessoas evitam falar quando vivem ou convivem com o diagnóstico, mas o que queremos, como entidade que cuida e trata, é justamente falar sobre a doença, as formas de prevenção, estudos que são pouco divulgados, alternativas de tratamento e sobre experiências de quem superou para ser inspiração para quem passa pelo diagnóstico”.

Podem participar trabalhos em rádio, TV, impresso e online que tenham sido veiculados entre 2018 e 2019. Os três primeiros colocados serão anunciados durante a cerimônia de premiação, em 7/4, Dia do Jornalista, no anfiteatro da IBCC Oncologia, em São Paulo. Inscreva-se!

Galochas, trator e estúdio emprestado: o dia caótico do Jornal da Cultura

De galochas, Aldo Quiroga apresentou o Jornal da Cultura – 1ª edição

A chuva que atingiu nas madrugada e manhã desta segunda-feira (10/2) a Grande São Paulo deixou a região em um estado caótico. Ao longo do dia, muitos foram os relatos e imagens de pessoas ilhadas e carros embaixo d’água. Emissoras de tevê e rádio, além de portais de notícias, atualizavam minuto a minuto a situação. No meio de toda essa confusão, uma situação envolvendo o Jornalismo chamou a atenção.

Com sua sede instalada próxima à Marginal Tietê, em uma das regiões mais atingidas pelos alagamentos na capital paulista, a TV Cultura também teve parte de suas instalações tomada pela água. O resultado: muitos profissionais não conseguiram chegar ao trabalho e alguns estúdios foram atingidos, entre eles o do Jornal da Cultura.

A solução encontrada pela emissora foi pegar emprestado o estúdio onde é gravado o Metrópoles. Porém, esse não foi o único entrave a ser superado.
Aldo Quiroga, apresentador do Jornal da Cultura – 1ª edição, só conseguiu chegar à emissora com a ajuda de um trator. Além disso, teve que comandar a atração com as galochas que estava usando para passar pelas áreas alagadas.

Segundo relatos de profissionais da emissora, como poucas pessoas conseguiram chegar ao trabalho, cada uma teve que abraçar funções com as quais não tinha muita intimidade, em um esforço de levar o jornal ao ar.

Rodrigo Petry assume o portal EuQueroInvestir.com

Rodrigo Petry

Rodrigo Petry ([email protected] e 11-991-233-246) é o novo editor-chefe o portal EuQueroInvestir.com, que aborda o tema de investimentos e finanças. Com experiência em jornalismo econômico e de negócios, Petry será responsável por todo o conteúdo e pautas do site, vinculado à EQI Investimentos.

O EuQueroInvestir.com é uma plataforma colaborativa, cujo conteúdo é formado com a ajuda de textos de colaboradores externos, além dos produzidos pela equipe do portal. O site é gerido em parceria com a empresa Navve, que controla também o site Torcedores.com. Sugestões pelo [email protected].

SIP oferece curso online gratuito sobre segurança para jornalistas

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, em espanhol) realiza um curso online gratuito sobre segurança para jornalistas, para ajudar profissionais a identificarem situações de risco e possíveis ameaças e a elaborarem planos de segurança.

O curso, que tem início em 19/2, terá 30 horas de duração e quatro módulos: Avaliação de risco, Segurança física, Segurança digital e Segurança psicológica. As aulas serão ministradas por Javier Garza, especialista em protocolos de segurança para jornalistas, que cobriu disputas entre organizações de narcotráfico no México entre 2006 e 2013, período em que era diretor executivo do jornal El Siglo de Torréon.

As vagas são limitadas até os primeiros 30 inscritos. Inscreva-se pelo formulário (em espanhol).

Luiz Carlos Ramos deixa a direção de Jornalismo da Rádio Capital

Luiz Carlos Ramos

Depois de 14 anos, Luiz Carlos Ramos deixou em 4/2 o cargo de diretor de Jornalismo da Rádio Capital, de São Paulo. Ele diz que agora vai se dedicar à elaboração de jornais empresariais.

A equipe de jornalismo da rádio, que já contou com renomados nomes como Alexandre Kadunc, João Leite Neto, Marco Antonio Piva, Rodolpho Gamberini e Luiza Borges, vem se desfazendo, com as saídas de Ramos e anteriormente a do repórter Cid Barboza, em 15 de janeiro. Permanece Carla Mota, que está na emissora há 13 anos. Vale ressaltar que a Capital é uma rádio de entretenimento, e não jornalística.

Com mais de 56 anos de atuação em Jornalismo, Ramos trabalhou em 11 empresas, incluindo Jornal da Tarde, Mundo Esportivo, Última Hora e Estadão, onde permaneceu por 37 anos. Também foi professor da PUC-SP por 27 anos e escreveu sete livros, como a biografia de Vicente Matheus, que foi presidente do Corinthians, Quem sai na Chuva é pra se Queimar (2001), e Glória, Queda, Futuro, a história da Odebrecht (2017).

Open Democracy oferece bolsa de jornalismo para mulheres e pessoas LGBTQI

A plataforma de mídia global independente Open Democracy criou o projeto Tracking the Backlash, que oferece uma bolsa para financiar produções de jornalismo de dados criadas especificamente por mulheres e pessoas LGBTQI.  As inscrições vão até 16 de fevereiro.

A bolsa será para seis meses, com início em março, para aplicar jornalismo de dados e técnicas de reportagem investigativa em projetos especiais que visem a questionar e acabar com a oposição aos direitos das mulheres e à comunidade LGBTQI.

A remuneração será de 2.100 dólares por mês e o bolsista deverá dedicar 40 horas por semana a pesquisas, relatórios, entrada e análise de dados e outras tarefas, sendo orientado e supervisionado pela equipe da Open Democracy, com direito de participar de oficinas de treinamento especiais.

Para se inscrever é preciso incluir uma cópia do currículo e até três exemplos de trabalhos anteriores. Podem participar pessoas de qualquer parte do mundo. Inscrições no site do projeto (em inglês).

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