8.3 C
Nova Iorque
terça-feira, abril 7, 2026

Buy now

" "
Início Site Página 615

Gabriela Prioli estreará novo espaço para análises na CNN Brasil

Gabriela Prioli

A CNN Brasil anunciou em seu site a permanência da comentarista e advogada Gabriela Prioli, que deixou o programa O grande debate após desavenças com o mediador Reinaldo Gottino. Segundo o comunicado, ela terá um novo espaço para fazer suas análises e comentários, sem estreia definida. Também fará participações exclusivas nas plataformas digitais.

Com base no formato da CNN americana, a emissora dará espaço em horário nobre para Gabriela fazer comentários sobre política e atualidades. Enquanto a atração não estreia, a comentarista volta à ativa na próxima semana no projeto multiplataforma da CNN Brasil.

“Meu compromisso na comunicação sempre foi e sempre será o de promover uma discussão de qualidade”, diz Gabriela na nota. “Fico feliz por, agora no horário nobre e em um formato pensado com muito carinho, poder ocupar um espaço que vai além do debate e prestigia a profundidade das discussões e o conhecimento científico no canal que me deu voz”.

Vale destacar que a comentarista é um dos principais destaques da CNN Brasil desde a estreia no País e conquistou muitos seguidores e apoiadores nas redes sociais.

RSF lança ferramenta para monitorar ataques à liberdade de imprensa por causa de notícias sobre o coronavírus

A organização internacional Repórteres Sem Fronteiras (RSF) lançou a ferramenta Tracker-19 para monitorar e avaliar o impacto que a censura de governos à imprensa e a desinformação trazem à liberdade de imprensa e de expressão. O objetivo é analisar como o jornalismo perde credibilidade e confiabilidade em meio à pandemia do novo coronavírus com o compartilhamento desenfreado de fake news, e ao ter suas notícias censuradas e desacreditadas por governos e autoridades.

Segundo Christophe Deloire, secretário-geral da RSF, o contexto pandêmico atual reforça a importância do jornalismo: “A censura não pode ser considerada um assunto interno de um país. O controle da informação em um determinado país pode ter consequências em todo o planeta e estamos sofrendo os efeitos disso hoje. O mesmo vale para desinformação e rumores. Eles fazem as pessoas tomarem más decisões, limitam o livre arbítrio e minam a inteligência”.

Os dados coletados formam um mapa-múndi interativo que mostra a situação da liberdade de imprensa ao redor do globo. Além disso, a RSF está oferecendo apoio financeiro aos profissionais de imprensa que foram infectados pelo coronavírus e que sofrem represálias ou sentem-se ameaçados por causa de seu trabalho. Para solicitar apoio, é preciso enviar o pedido para os e-mails [email protected] e [email protected].

Cartas de Jango escancaram vícios da política brasileira

A Civilização Brasileira, braço da editora Record, lança A memória e o guardião, de Juremir Machado da Silva, sobre o acervo de cartas recebidas por João Goulart no período em que ocupou a Presidência da República. Garimpando curiosidades entre quase mil itens e mais de duas mil páginas, guardados em duas malas por cinco décadas depois do golpe de 1964, escancara vícios da forma brasileira de fazer política e revela a conduta de traidores.

Juremir é escritor, tradutor, jornalista e professor universitário. Graduado em História e em Jornalismo pela PUC-RS, fez doutorado e pós-doutorado em sociologia na Université Paris V – Sorbonne, e publicou mais de 30 livros, entre ficção, ensaio e tradução. Recebeu, entre outros prêmios, o Bienal do Livro de Brasília, em 2014, por Jango, a vida e a morte no exílio; e o Associação Paulista dos Críticos de Arte, em 2018, por Raízes do conservadorismo no Brasil.

Os micuins da Vila Iracema

Por Plínio Vicente da Silva

Sempre gostei de cobrir jogos de futebol in loco. Meu começo foi em O Diário, em Ribeirão Preto, no final dos anos 1950. Como eu morava na rua Barão de Cotegipe, atrás do antigo campo do Botafogo, na Vila Tibério, sempre era escalado para assistir às partidas do Pantera da Mogiana e passar os dados por telefone para a redação.

Depois, já no Jornal da Cidade, de Jundiaí, nos primeiros anos da década seguinte, fazia questão de dividir, primeiro com o cargo de editor de Esportes e depois com o de editor-chefe, a função de repórter. Cobria jogos dos campeonatos amador e varzeano da cidade e do time profissional do Paulista no Jaime Cintra, e até mesmo viajava para outras cidades em que ele jogasse pelos campeonatos da FPF.

Mais tarde, levado por Ademir Fernandes e Sidney Mazzoni para fazer frilas na histórica Edição de Esportes do falecido Jornal da Tarde, que circulava às segundas-feiras, sempre pedia aos editores Roberto Avallone, Vital Bataglia e Mário Marinho permissão para cobrir jogos menores. Como, por exemplo, os do Juventus, na rua Javari, ou da Portuguesa, no Canindé. De volta à redação e entregue a matéria, dedicava-me então a ajudar no fechamento, agora como copidesque.

Não me afastei desse hobby mesmo depois de ingressar no Estadão, em 1979. Primeiro na editoria de Política e mais tarde na Chefia de Reportagem. Já credenciado pela Aceesp como jornalista esportivo, sempre que possível pedia ao saudoso Fran Augusti – que trocara com Luiz Carlos Ramos, meu querido amigão “Barriga”, a editoria de Geral pela de Esportes – para ir aos estádios cobrir jogos menos importantes. Mesmo porque cobrir os mais importantes era tarefa para os grandes repórteres do jornal, como Faustão e Antero Grecco.

O tempo voou, a vida seguiu seu curso e eu, como quis o destino, vim parar em Boa Vista em 12 de abril de 1984, fugindo das ameaças do Comando de Caça aos Comunistas, o CCC portenho, que, para revidar a séries de reportagens que fizemos – eu, Marcos Wilson, Luiz Fernando Emediato, José Maria Mayrink e Roberto Godoy – publicada em janeiro de 1983 sob o título de Holocausto argentino, resolveu atazanar a nossa vida. Afinal, essas matérias contribuíram, de alguma forma, e creio que mesmo decisivamente, para a queda da ditadura militar no então país vizinho.

Até hoje o futebol aqui em Roraima, embora profissionalizado, continua semiamador, paupérrimo e com alguns vislumbres de esperança no futuro. Como o de agora, em que o São Raimundo, tetracampeão local, empatou recentemente (13/2) com o Cruzeiro, de Minas, pela Copa do Brasil.

Quando cheguei a Boa Vista e fui me enturmar com o pessoal do futebol local, encantei-me com o Estádio 13 de Setembro, apelidado Canarinho, nome do bairro onde foi construído pelos governos militares daquela época. Mais tarde, foi rebatizado com justiça, por força de lei estadual, ganhando o nome de Flamarion Vasconcelos, o mais importante repórter esportivo da história de Roraima, a quem tive a honra de ensinar a profissão e de quem me tornei amigo e companheiro de beira de campo.

Acumulando minhas funções de correspondente do Grupo Estado e de editor da Folha de Boa Vista, cobri muitas competições até que as sequelas da polio não mais me permitiram. Não só no Canarinho, mas nos terrões da cidade. Afinal, é neles que encontramos a verdadeira alma do futebol tupiniquim.

Um dia, ao me visitar na redação, um diretor do Náutico, uma das oito equipes do futebol local, convidou-me para viajar com a delegação ao município de Mucajaí, distante pouco mais de 50 km de Boa Vista. O jogo não seria na cidade, que abriga o Progresso E. C., mas um pouco mais adiante, na Vila Iracema, assentamento agrícola do Incra, cuja sede fica às margens da rodovia BR-174, que liga a capital roraimense a Manaus.

Várzea. Foto: Luís Neto

Era um sábado à tarde e, como decidi levar meus três filhos pequenos, viajei no meu carro. Estacionei sob uma frondosa castanheira, ao lado do meio do campo, e aproveitamos para assistir dali mesmo ao que seria a mais pândega das partidas de futebol que cobri nos meus 60 anos de jornalismo. Foram vários os fatos que mereceriam uma abordagem nesta crônica, como tropeços nos pés de juquira que se misturavam à tiririca, jogadores descalços tropicando em bosta de vaca etc. Todavia, tomariam muito espaço e então resolvi ficar com dois deles, os que mais marcaram os jogadores, eu e os meus filhos na tarde daquele 20 setembro de 1986.

O primeiro ocorreu lá pela metade do primeiro tempo. Num dos ataques do time local, a bola foi chutada acima do gol e foi cair num matagal atrás da meta defendida pelo goleiro do Náutico, Rancho – ainda vivo para não me deixar mentir −, mais de 1,90 de altura e quase 90 kg. Ele entrou carrascal adentro e de repente ouviu-se um grito desesperado. Os jogadores dos dois times correram em seu socorro e somente depois de uns dez minutos é que ele reapareceu, todo sujo. Caíra em uma das muitas covas que testemunhavam existir um velho cemitério abandonado. Depois de algumas cargas com água de balde e sabão, manteve-se firmemente destemido a defender os três paus, garantindo a vitória de seu time.

O segundo fato, este mais grave, passou a se manifestar lá pelos 30 minutos do segundo tempo. Vários jogadores começaram a se coçar. Coceira que também nos pegou – eu e meus filhos -, subindo pelas pernas e chegando às entranhas. O jogo acabou, todo mundo tratou de ir embora o mais rápido possível e eu mais depressa ainda pelo asfalto da BR.

Quando chegamos em casa, relatei o problema à minha esposa e ela fez eu e os meninos tirarmos a roupa. Diagnóstico: estávamos os quatro infestado por mucuins, segundo o Dicionário Aurélio, “Acarídeo trombidiforme (Tetranychus molestissimus), cuja mordedura provoca intensas coceiras” e que atacam principalmente a região pubiana.

Resultado: tive que ir à farmácia buscar uma pomada própria para passar depois do banho e imediatamente dona Salete queimou toda a roupa, a minha e a dos filhos. Hoje, quando passo em frente ao antigo assentamento, agora município emancipado de Mucajaí, não paro! É um trauma que ainda guardo daquele ataque dos mucuins da Vila Iracema…

Plínio Vicente da Silva

Plínio Vicente da Silva, editor de Opinião, Economia e Mundo do diário Roraima em Tempo, em Boa Vista, para onde se mudou em 1984, assíduo colaborador deste espaço, brinda-nos com mais história.

Google oferece US$ 6,5 milhões para ajudar no combate à desinformação sobre o coronavírus

O Google está oferecendo um fundo de US$ 6,5 milhões para agências de checagem de fatos e organizações sem fins lucrativos do mundo todo que lutam contra fake news e desinformação sobre a Covid-19.

Pelo projeto Google News Iniciative, a empresa está apoiando iniciativas importantes e relevantes no contexto atual, como a First Draft, que oferece recursos, treinamentos e simulações de crise a jornalistas do mundo inteiro. Especificamente na América Latina, o Google renovou o apoio ao projeto brasileiro Comprova, que está agora focado na checagem de fatos sobre o coronavírus.

A iniciativa apoia também a LatamChequea, que reúne e destaca o trabalho de análise de notícias de 21 organizações em 15 países latino-americanos e de língua espanhola: Agência Lupa, do Brasil; Bolivia Verifica, da Bolívia; La Silla Vacía e ColombiaCheck, da Colômbia; La Nación e La Voz de Guanacaste, da Costa Rica; Periodismo de Barrio e El Toque, de Cuba; Ecuador Chequea e GK, do Equador; Maldita, da Espanha; Agencia Ocote, da Guatemala; Animal Político e Verificado, do México; El Surtidor, do Paraguai; Ojo Público e Convoca, do Peru; PoletikaRD, da República Dominicana; UyCheck, do Uruguai; Efecto Cocuyo, da Venezuela; e Salud con Lupa, para toda a região.

O Google está oferecendo também conteúdo gratuito para ajudar no trabalho dos jornalistas na cobertura da pandemia. Vídeos de treinamento em dez línguas diferentes foram disponibilizados no YouTube. Além disso, destacou na página Google Trends as principais notícias e tendências sobre o coronavírus. 

Veículos criam estratégias para manter audiência mesmo após o coronavírus

Embora o novo coronavírus esteja afetando o dia a dia das redações, com home office, mudanças nas programações, coberturas e editorias, a audiência dos veículos de comunicação está aumentando por causa de notícias sobre a pandemia. A International News Media Association (INMA) realizou uma pesquisa com editores e publishers de 48 plataformas de notícias para saber as estratégias que utilizam para manter a audiência mesmo depois que o surto passar.

O estudo mostra que boa parte dos veículos consultados foca em mudanças no sistema de paywall. Dezesseis das 48 empresas noticiosas (33%) passaram a deixar abertas notícias que abordam o coronavírus, e aproximadamente 42%, o equivalente a 20 veículos, reduziram o preço das assinaturas digitais em comparação ao início do ano, oferecendo serviços e ofertas de teste mais baratos.

O jornal americano The New York Times, por exemplo, reduziu o preço do plano anual: antes, custava US$ 2/semana, e agora custa US$ 1. Porém, depois do primeiro ano, o preço sobe para US$ 4,75 por semana, sendo que antes o valor era de US$ 3,75. Outro exemplo é o jornal sueco Dagens Nyheter, que oferece teste gratuito por um mês.Com informações da ANJ

Paula Pacheco deixa o Caderno de Negócios dos Diários Associados

Paula Pacheco

Depois de dois anos e cinco meses integrando o Caderno de Negócios dos Diários Associados, publicado no Correio Braziliense e no Estado de Minas, Paula Pacheco desligou-se do projeto nessa terça-feira (31/3). Ela disse a este Portal dos Jornalistas que, agora, além de se dedicar à fase final da pós em Influência Digital, seguirá com os frilas editoriais e de branded content, principalmente nas áreas de economia, negócios e inovação. “E mantenho a esperança de que, no meio dessa grave crise de saúde pública e econômica, mais do que nunca o jornalismo e seus profissionais saiam fortalecidos e voltem a ter o espaço necessário para levar informação à sociedade”, observa.

Com passagens por Época e IstoÉ Dinheiro, Paula foi editora de Economia e Negócios e de Especiais de Carta Capital, editora-chefe da revista AméricaEconomia Brasil e diretora de Jornalismo, editora executiva de Economia e Notícias/Último Segundo no iG. Desde 2016 atua como freelance.

Com taxação e regulação das plataformas digitais, ano pode ser inesquecível para elas

Digital Tax. Crédito: Sky News

Por Luciana Gurgel, especial para o J&Cia

Luciana Gurgel

O ano de 2020 promete ser inesquecível para as plataformas digitais globais no Reino Unido. E não apenas por causa da Covid-19. Nesta quarta-feira (1º/4) entrou em vigor um imposto de 2% sobre as operações por elas realizadas no país, chamado Digital Services Tax. E nos próximos meses as redes sociais devem passar a ser reguladas pelo Ofcom, órgão que controla serviços de telecomunicações, televisão, rádio, video sob demanda e correios.

As novidades, que afetam as finanças e a operação desses grupos, fazem parte de um movimento crescente em vários países em reação aos impactos da atuação deles, com petardos vindos de todos lados. Gigantes digitais descentralizaram o acesso a notícias e absorveram as verbas publicitárias. Amazon e ebay são acusados de destruir o comércio de rua. É muita gente incomodada.

£ 500 milhões para os cofres públicos − A taxação de 2% foi anunciada em 11 de março, como parte do orçamento anual do Reino Unido. O Governo espera arrecadar £ 500 milhões por ano (R$ 3,4 bilhões). Estão sujeitos ao imposto as redes sociais, os serviços de busca e as empresas de e-commerce com receita global superior a £ 500 milhões, dos quais pelo menos £ 25 milhões provenientes de usuários britânicos.

É um dinheiro que vem em boa hora para o país, que está abrindo a bolsa para ajudar trabalhadores a superar a perda de renda por causa do novo coronavírus. Mas pode haver um preço. Os Estados Unidos se revoltaram contra a taxa, que afeta principalmente corporações americanas, ameaçando retaliações capazes de prejudicar um acordo de comércio bilateral, tão importante no contexto do Brexit.

Mídias sociais sob controle − Do ponto de vista da indústria de mídia, o fim da liberdade plena hoje desfrutada pelas redes sociais e mecanismos de busca, alvo de protestos das organizações jornalísticas tradicionais, pode trazer mais consequências práticas do que o imposto. Ele tem o potencial de reduzir um pouco os lucros nada baixos dessas empresas, mas não muda substancialmente a forma como operam. Já o controle pode mudar muita coisa.

E o coronavírus não está ajudando a limpar a barra delas para demonstrar que não precisam desse controle. A despeito de promessas de remover conteúdo falso, proliferam as evidências de que os esforços não têm funcionado.

Ainda que no Brasil a repercussão da retirada do ar dos posts do presidente Bolsonaro tenha sido positiva, no Reino Unido as mídias sociais vêm sendo criticadas por jornais e entidades por deixarem circular aberrações a respeito da Covid-19. Elas até que têm sido ágeis em eliminar fake news tão logo apontadas, mas não conseguem justificar por que não identificam elas próprias as inverdades postadas.

No entanto, os principais motivos que impulsionaram iniciativas de controle sobre a internet no Reino Unido foram o conteúdo ofensivo para menores e o terrorismo. O Governo realizou uma consulta pública em 2019, e fez um documento com iniciativas a serem adotadas para responsabilizar as plataformas digitais.

Há indefinições sobre como isso será executado. E questionamentos a respeito da liberdade de expressão. Algumas redes sociais ponderam que não seria adequado remover um conteúdo imediatamente sem uma investigação, pois poderia representar censura. E se a postagem incentivar automutilação ou promover o nazismo? É uma bola dividida sem respostas simples.

Sites ou canais menores alegam não contar com os recursos financeiros das grandes plataformas para fiscalizar tudo que é postado, inclusive comentários. Outra dificuldade é como comprovar a idade dos visitantes. Também não estão definidas as penas para os infratores.

Especialistas acreditam que as mudanças podem levar um bom tempo para se tornarem efetivas. Mas o movimento começou. E 2020 pode ser o ano em que, além de passarmos a lavar as mãos com mais frequência e aprendermos a trabalhar de casa, as mídias sociais sejam compelidas a aumentar o grau de responsabilidade sobre o que veiculam ou permitem que seja veiculado.

Lauro Freitas Filho morre com suspeita de Covid-19

A pandemia pode ter feito a primeira vítima que se conhece no jornalismo brasileiro. Lauro Freitas Filho, editor-chefe do jornal Monitor Mercantil, do Rio de Janeiro, morreu no sábado (28/3), aos 61 anos. Ele trabalhava de casa até o dia anterior, no sábado teve severa falta de ar e foi levado de ambulância ao hospital Casa de Portugal, onde se verificou insuficiência de oxigênio no sangue. A causa da morte não foi decretada, e a suspeita, ainda sem confirmação, é de que seja a Covid-19. O enterro, no domingo, em cerimônia fechada, foi no cemitério São Francisco de Paula.

Formado e pós-graduado pela Estácio, Freitas começou no Monitor em 1988. Editou publicações empresariais e de entidades de classe, como Gillette, Associação dos Delegados de Polícia do Estado e Conselho Regional de Contabilidade. Torcedor do Fluminense, criou o jornal semanal Agito da Galera, distribuído no Maracanã.

Editora Globo suspende impressos

A Editora Globo informou nessa terça-feira (31/3) em comunicado interno que a circulação das suas revistas será “adequada temporariamente”, devido à diminuição do fluxo de funcionários nas gráficas que a atendem e à restrição de veículos que fazem a distribuição das publicações, que exigem ajustes nas linhas de produção e nas entregas.

Assim, de maio a julho, Autoesporte, Casa e Jardim, Crescer, Época Negócios, Globo Rural e PEGN estarão disponíveis apenas digitalmente aos assinantes no Globo Mais e nos sites das marcas. Marie Claire continuará com edições impressas nesse período, porém juntando as edições dos meses de maio/junho e julho/agosto, além de também estar disponível em versão digital. Glamour e GQ juntam as edições de maio/junho, mas a editora ainda analisa se as edições de julho e agosto serão mensais ou bimestrais. Época, Monet, Casa Vogue e Vogue mantêm a periodicidade normal das revistas impressas, sem alteração.

Últimas notícias

pt_BRPortuguese