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Hora Campinas: ex-integrantes do Correio Popular lançam portal de notícias

Entra no ar nesta quinta-feira (25/3) o Hora Campinas, startup multimídia criada por jornalistas que integravam a redação do Correio Popular.
Entra no ar nesta quinta-feira (25/3) o Hora Campinas, startup multimídia criada por jornalistas que integravam a redação do Correio Popular.

Entra no ar nesta quinta-feira (25/3) o Hora Campinas, startup multimídia criada por jornalistas que integravam, até o início do ano, a redação do Correio Popular. A publicação nasce com a promessa de oferecer “conteúdo ágil, dinâmico, versátil e plural”, conforme divulgado no pré-lançamento do site.

A coordenação executiva e o relacionamento com o mercado será de Marcelo Pereira, que por duas décadas foi editor executivo do Correio Popular. Maria José Basso será a responsável pela curadoria editorial e Tote Nunes, que também acumula passagens por Agência Estado e Metro Campinas, ficará com a coordenação da pauta e do noticiário político. O projeto terá ainda Laine Turati no gerenciamento noticioso.

Integram a equipe de colunistas Carlos BrickmannKátia CamargoFábio ToledoJanete TrevisaniDaniela NucciJoão NunesThiago Pontes e Zeza Amaral.

Vale lembrar que a saída dos profissionais do tradicional jornal campineiro deu-se de forma unilateral, após mudança no comando do Grupo RAC, que edita a publicação. Com atraso nos pagamentos, em alguns casos com dívidas superiores a 20 salários, a redação estava em greve quando a nova direção decidiu montar outra redação para continuar rodando o jornal.

E mais:

Nelson Silveira é homenageado em seu 20º aniversário de GM

Em um documento assinado por Mary Barra, Chairman e CEO Global da General Motors, o diretor de Comunicação Corporativa e Marcas para América do Sul Nelson Silveira foi homenageado pelo seus 20 anos de atuação na companhia. 

“Uma história repleta de desafios e conquistas, e que caminha junto com a transformação digital que mudou completamente a Comunicação e as mídias”, destacou o executivo em seu perfil no Linkedin. “Sou grato pelo aprendizado que veio da convivência com tantos grandes líderes e talentos com quem tive o privilégio de trabalhar”.

Antes da fabricante, onde responde pela área há sete anos e meio, Nelson passou pelas redações de Folha de S.Paulo, Diário do grande ABC e Jornal do Brasil.

Centro Knight oferece curso sobre cobertura para vacinação da Covid-19

Record, SBT, Band, RedeTV e TV Cultura pretendem, assim como a Globo, demitir funcionários que se negarem a tomar a vacina contra Covid-19.
Record, SBT, Band, RedeTV e TV Cultura pretendem, assim como a Globo, demitir funcionários que se negarem a tomar a vacina contra Covid-19.

O Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Unesco e Organização Mundial da Saúde (OMS), lançou o curso online Cobertura da vacina para COVID-19: O que os jornalistas precisam de saber.

As aulas acontecerão de 29 de março a 25 de abril, e serão disponibilizadas em quatro idiomas: inglês, espanhol, português e francês. Além do conteúdo em vídeo, serão disponibilizados materiais de leitura e testes, e entrevistas com palestrantes convidados.

Com quatro semanas de duração, o curso é cofinanciado pela União Europeia e será ministrado pela jornalista e pesquisadora sênior do Centro de Estudos de Saúde Humana da Emory University, Maryn McKenna.

Ela contará com o suporte de instrutores assistentes para cada idioma, entre eles o jornalista de ciência da BBC Brasil André Biernath. Também participarão o argentino Federico Kukso e o francês Yves Sciama.

Segundo Maryn McKenna, com a chegada da COVID-19, estamos vivendo o pior desastre de saúde pública em toda a nossa vida e, “graças à rápida conquista de várias vacinas, e com mais dezenas de candidatas alinhadas atrás delas, trabalhadas em ensaios clínicos e aguardando avaliação. Isso vai desencadear uma das maiores campanhas de vacinação da história. Para ajudar a entender e cobrir essa história, eu vou ministrar um curso online aberto e massivo. Um MOOC sobre a vacinação contra Covid”.

As inscrições estão abertas.

E mais:

Diretrizes do Facebook permitem ataques a jornalistas, diz The Guardian

Facebook

O jornal britânico The Guardian revelou em 23/3 o conteúdo de um documento sobre as diretrizes de moderação de conteúdo do Facebook. Segundo a publicação, a rede permite a publicação de ataques e até ameaças de morte a figuras públicas, incluindo jornalistas.

Foto: Crawford Jolly/Unsplash

Vale lembrar que o Brasil é um dos países em que casos de assédio a profissionais de imprensa têm se tornado cada vez mais frequentes. Em um relatório sobre violência contra mulheres jornalistas, a organização Repórteres Sem Fronteiras apontou que 73% das agressões acontecem justamente online.

Conheça melhor a política de moderação da rede, que vale também para o Brasil, em MediaTalks by J&Cia.

Queixa por “práticas comerciais enganosas”

Foto: Repórteres Sem Fronteiras

Ainda sobre o Facebook, a Repórteres Sem Fronteiras apresentou uma queixa contra a rede por “práticas comerciais enganosas”. Segundo a entidade, a gigante digital fala sobre diversas campanhas de combate a desinformação, mas adota poucas medidas que de fato barram a circulação de fake news em suas plataformas.

A RSF usou como argumento muitas pesquisas que apontam o Facebook como a principal fonte de desinformação sobre diversos assuntos. Leia mais em MediaTalks.

Governo investirá em reforma gráfica e novos programas na TV Brasil

Governo investirá em mudanças e novos telejornais na TV Brasil
Governo investirá em mudanças e novos telejornais na TV Brasil

O Governo Federal pretende investir cerca de R$ 10 milhões em reformas na TV Brasil. As mudanças incluem reformulação gráfica e visual, troca total de cenários, e criação de programas e de telejornais regionais. A informação é de Ricardo Feltrin, colunista do UOL.

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC), responsável pelo canal, pretende criar telejornais regionais no Distrito Federal, em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de novas atrações em rede. Procurada pela coluna, a EBC confirmou a nova programação, mas não citou valores envolvidos.

Vale lembrar que trabalhadores da empresa, que abrange, além da TV Brasil, Agência Brasil e Rádio Nacional, denunciaram casos de censura e interferência nas pautas dos programas por parte do Governo Bolsonaro. Em carta aberta, os funcionários citaram diversos casos e reafirmaram o caráter público da empresa.

Valor Econômico sob nova direção

Valor Econômico
Valor Econômico

Encerrou-se nesta quarta-feira (24/3) o processo de transição no comando do Valor Econômico. Conforme adiantado no final do ano passado por este Portal dos Jornalistas e por Jornalistas&Cia, Vera Brandimarte, diretora de Redação desde 2003, passou o bastão para Maria Fernanda Delmas, que desde 2017 atuava como editora executiva da Redação Integrada da InfoGlobo.

A mudança já foi publicada no expediente, que confirmou também outras movimentações já ventiladas, como a promoção do editor executivo Cristiano Romero ao posto de diretor adjunto de Redação, e a reformulação na equipe de editores-executivos.

Zínia Baeta, que vinha atuando como editora de Legislação, assume a posição de Cristiano. Ela atuará ao lado de Sérgio Lamucci (ex-editor de Brasil), Robinson Borges (ex-editor do EU& Fim de Semana) e de Catherine Vieira, que já ocupava o cargo desde o começo de 2020.

Maria Fernanda Delmas
Maria Fernanda Delmas assumiu nesta quarta-feira como diretora de Redação do Valor Econômico

Formada em Jornalismo pela UFRJ, Maria Fernanda iniciou a carreira na Gazeta Mercantil, em São Paulo. Foi repórter de Economia na revista IstoÉ e na sucursal do Estadão no Rio de Janeiro. Ingressou em O Globo em 2000 como repórter e foi editora de Economia. Por dois anos, atuou no mercado em outras atividades na área de comunicação e retornou para a Redação como editora executiva da Mesa Central.

Com a decisão, ela mudou-se novamente para São Paulo, de onde comandará o Valor. Letícia Sander, que respondia pela Redação Integrada na sucursal de São Paulo, assumiu as funções de Maria Fernanda, no Rio de Janeiro, e foi substituída por Renato Andrade, em São Paulo.

 

Meio ambiente, millenials, fake news, teorias da conspiração e a “mão invisível”

Fake news sobre mudanças climáticas atrapalham a aplicação de soluções, analisam pesquisadores
Fake news sobre mudanças climáticas atrapalham a aplicação de soluções, analisam pesquisadores

Por Luciana Gurgel

Há muitos anos, a saudosa revista Domingo do saudoso Jornal do Brasil publicou matéria sobre os então chamados “ecochatos”. Trazia na capa a foto de uma amiga de infância, bióloga, que viria a fazer uma brilhante carreira na área de política ambiental.

O que era excentricidade passou a ditar os rumos da economia. Empresas globais e o supermercado da esquina veem-se desafiados a adequar práticas e produtos a demandas da sociedade e da ciência.

E para quem está desconfortável com a geração de consumidores preocupados com o que compram, comem e se movem, um aviso: pode ficar ainda pior. A consciência social e ambiental tende a passar determinar cada vez mais onde aplicar o dinheiro.

A consultoria de investimentos americana ImpactAssets publicou um relatório mostrando como a visão de mundo influencia as estratégias financeiras dos millenials. O trabalho consolidou pesquisas para chegar a uma conclusão: a mentalidade dos investidores jovens mudou de dólares e centavos para dólares e bom senso, o chamado investimento de impacto.

Michael Sidgmore, um dos autores, salienta que a informação é um elemento central nesse processo. Diante da combinação de fundamentar escolhas financeiras em valores sociais e o acesso a tecnologias que proporcionam transparência em relação a dados e a opiniões sobre onde aplicar, a importância da reputação torna-se vital para quem depende de investidores.

Sidgmore acha até que há quem esteja aberto a aceitar retornos sociais mais elevados mesmo a custa de ganhos mais modestos. Ele crê que o futuro das finanças será moldado por investidores jovens e pelos mais maduros que reconhecem essa nova mentalidade. E que vão pensar muitas vezes antes de despejar suas economias em negócios poluentes ou não éticos.

Cientistas preocupados com as fake news

Fake news afetam debate sobre mudanças climáticas
Foto: Mika Baumeister-Unsplash

Enquanto isso, a ciência corre para estancar a emergência climática. E encontrou mais um obstáculo: as fake news. O alerta veio da Suécia esta semana.

Durante a apresentação de um relatório sobre aquecimento global na Academia Real de Ciências da Suécia, um grupo de cientistas apontou a desinformação como ameaça para a gestão da crise ambiental. Um dos autores acha que a desinformação é capaz até de afetar a cooperação internacional necessária para travar o aquecimento do planeta.

O trabalho aborda o paradoxo das mídias sociais para o problema do clima. De um lado, reconhece o valor das plataformas no impulso a mudanças comportamentais e no engajamento de cidadãos em protestos em favor da preservação. Mas aponta preocupações usuais com a falta de controle e com a dificuldade de separar fato e ficção.

As plataformas e os algoritmos são chamados de “a mão invisível”. E os autores indagam: será ela capaz de mover o mundo por caminhos mais sustentáveis?

Sabmyk, a nova teoria da conspiração a bordo do Telegram

Foto: Hope not Hate

As primeiras redes que vêm à mente no debate sobre desinformação são as gigantes digitais − Facebook, Twitter, Instagram. Mas estudiosos têm voltado as baterias para as redes menores e não moderadas. E para os serviços de mensagem.

A ONG britânica Hope Not Hate fez uma investigação sobre a mais nova teoria da conspiração da praça, a Sabmyk. Que tem mais de 100 grupos no Telegram e ganha 40 mil seguidores por dia.

Foi apontada como a sucessora do QAnon, depois que os adeptos do movimento associado a Donald Trump frustraram-se ao verem a saída dele do cargo sem que as profecias do “grande despertar” tivessem se confirmado.

O ideário é de um nonsense de espantar. Mistura princesas, espadas ancestrais e George Soros em uma salada digna de um quadro de Salvador Dali.

Mas é coisa séria. Os grupos arrebanharam mais de 1 milhão de pessoas desde janeiro. E a Hope Not Hate acredita que o modelo de manipulação online anônima é uma das maiores ameaças sociais que temos pela frente. Deve ser a tal mão invisível a que os suecos se referiram.

Em MediaTalks by J&Cia, leia mais sobre a Sabymik, sobre o alerta dos cientistas suecos para a ameaça das fake news ao controle do aquecimento global e também sobre outros assuntos internacionais que se destacaram na última semana.


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A Cidade, de Santa Maria (RS), encerra versão impressa

A Cidade
A Cidade

O jornal A Cidade, de Santa Maria (RS), encerrou em 17/3 sua versão impressa, com uma edição comemorativa do 23º aniversário da publicação. Desde 17 de março de 1998, o noticiário traz as principais notícias sobre empreendedorismo e novidades do Rio Grande do Sul. O jornal segue em formato online, no seu portal de notícias e na sua página do Facebook.

A decisão do encerramento ocorreu devido à queda no número de leitores do impresso. Em contrapartida, as redes sociais da publicação aumentaram. Em sua última edição, o jornal fez um resumo dos assuntos que sempre estiveram pautados no noticiário e destacou os parceiros presentes nos 23 anos de história do veículo.

Valdemar Roveda, editor de A Cidade, declarou que está grato “por ter citado dezenas de empreendedores que ao longo desse percurso estiveram com a gente no jornal impresso. Mas eu estou na batalha, continuarei retribuindo à cidade que me acolhe há 51 anos pelo quanto as portas se abriram para a família Roveda, a gente fez muito, mas nunca tanto quanto recebemos”. Roveda destaque que o jornal foi provedor de diversos eventos que movimentaram a região, como o Dia do Amigo, em julho, a Festa do Churrasco, em Estância do Minuano, concursos da Mais Bela Santa-mariense, entre outros.

Novo movimento conspiratório já acumula um milhão de seguidores

Sabmyk
Sabmyk

Está ganhando cada vez mais força nas redes o novo movimento Sabmyk, que recicla as ideias do QAnon, agora enfraquecido após a derrota de Trump nas eleições americanas. Só que, em vez do ex-presidente, a figura endeusada é Sabmyk, o “governante predestinado da Terra”, que vai derrotar sozinho uma conspiração de celebridades, banqueiros, cientistas e donos de empresas que estariam manipulando o público em geral.

O movimento já tem mais de um milhão de seguidores no Telegram e vem conquistando mais de 40 mil novos adeptos por dia. Entre suas teorias, está a mítica espada de Shawunuwaz. Saiba mais sobre Sabmyk em MediaTalks by J&Cia.

Estudo aponta aumento de ataques a jornalistas pela extrema direita

Estudo sobre estratégias da extrema direita mostra aumento de ataques a jornalistas
Estudo sobre estratégias da extrema direita mostra aumento de ataques a jornalistas

A ONG Hope Not Hate divulgou nesta segunda-feira (22/3) o relatório State of Hate 2021, que analisou como a extrema-direita vem atuando após a pandemia para disseminar teorias conspiratórias e fomentar o terrorismo. O estudo foi feito no Reino Unido, mas as estratégias são semelhantes em outros países.

O trabalho aponta o uso cada vez maior de ativistas passando-se por jornalistas cidadãos, o engajamento de adolescentes em atividades terroristas e a intensificação de ataques contra jornalistas profissionais, sobretudo mulheres. A entidade defende medidas para controlar discurso de ódio nas plataformas digitais, mas alerta para o risco de uma abordagem excessivamente legalista intensificar a cultura do cancelamento.

Leia mais sobre o estudo em MediaTalks by J&Cia.

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