Sob a curadoria de Eliara Santana, jornalista que é doutora em Linguística e pesquisa o discurso midiático, a ABI oferece um curso para entender a manipulação de notícias. Serão quatro módulos, com oito aulas de duas horas cada. Entre os convidados para as aulas estão Ângela Carrato, da UFMG; Anna Christina Bentes e Cláudia Wanderley, ambas da Unicamp, do Instituto de Estudos da Linguagem e do Centro de Lógica e Epistemologia, respectivamente; Daniella Lopes Dias Ignacio, da PUC Minas, e Letícia Sallorenzo, da UnB.
Na divulgação do curso, a entidade destaca que a desinformação “não se refere apenas a notícias falsas que são espalhadas pelas redes sociais. Também não se limita a boatos espalhados sobre esse ou aquele ator político. Nem às mentiras ditas em um cercadinho de Brasilia. A desinformação no Brasil precisa ser observada e compreendida como um projeto político, intencional e de grande alcance, que envolve um muito bem estruturado ecossistema”.
O curso aborda manipulação da informação; fake news e outros tipos de desinformação, principalmente sobre a pandemia; estratégias discursivas como um projeto político intencional e de grande alcance, que envolve um ecossistema estruturado; e decodificação e análise das informações encontradas na mídia em diferentes formatos. As aulas começam em 14/7, e serão sempre às quartas-feiras, às 19h30. O custo de R$ 100 será destinado à ABI. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail [email protected].
Dizem que pimenta nos olhos dos outros é refresco. Talvez isso explique porque uma agência global de relações públicas tenha levado quase uma semana para agir depois de um escândalo envolvendo seu CEO, atitude que vai de encontro aos princípios elementares da gestão de crises.
Agências gerenciam crises dos outros. Na rara situação em que o alvo do problema é ela própria, a perplexidade pode embotar o raciocínio.
Parece ser o que aconteceu com a Teneo, empresa com sede em Nova York e escritórios em vários países.
Pode não ser o fim para um consultor que já assessorou Hillary Clinton. Mas a agência chamuscada, com pelo menos uma conta perdida, a da General Motors – cuja CEO, Mary Marra, também tinha sido assessorada por Kelly.
Mas não havia como se defender das fotos mostrando um tórrido beijo com sua assessora de comunicação, Gina Coladangelo, dentro do gabinete – um furo do tabloide The Sun.
Embora a sociedade britânica tenha aura de puritana, o que indignou não foi o fato de os dois serem casados, e sim o que se tornou o ponto mais nevrálgico em vários países, incluindo o Reino Unido: os sacrifícios da população em nome do combate ao coronavírus, privando as pessoas de se divertirem, trabalharem e até velarem seus mortos.
Enquanto o povo não podia se aproximar de pessoas que não viviam na mesma casa, o homem que se tornou a face mais conhecida da pandemia e que chegou a dizer que era perigoso abraçar avós aparecia agarrado com uma pessoa de fora da sua “bolha doméstica”.
O episódio de Hancock lembra um matriosca, o brinquedo russo composto por bonecas encaixadas umas dentro das outras, que vão se revelando à medida que são abertas.
A história teve desdobramentos que comprometem a ele e ao governo, como a forma de contratação da assessora e contratos firmados com o irmão dela.
E ainda: como alguém plantou uma câmera no gabinete de um alto funcionário público sem que ele próprio soubesse. Ou porque ele usou Gmail para tratar de assuntos oficiais, deixando a comunicação inacessível para jornalistas e entidades fiscalizadoras. Uma boneca após a outra.
Liderança pelo exemplo
As histórias de Matt Hancock e Declan Kelly estão separadas por um oceano e por culturas sociais e empresariais diferentes. Mas há semelhanças.
Ambas envolvem especialistas em comunicação, justamente aqueles encarregados de aconselhar marcas e pessoas.
No caso de Gina Coladangelo, não foi um incidente fortuito. Todas as evidências são de que o romance não começou no dia do beijo capturado pela câmera instalada em um sensor de fumaça.
Só a cegueira do amor pode explicar porque ela não aconselhou seu assessorado sobre como lidar com o caso extraconjugal sem riscos de que se tornasse público da forma como acabou acontecendo. Algo previsível em um mundo tomado por câmeras de segurança e de pessoas com celulares à mão para flagrar indiscrições de famosos.
No caso de Declan Kelly, é surpreendente que com tanta experiência não tenha previsto que o afastamento do conselho da Global Citizens acabaria vazando. E que tenha demorado tanto para deixar o cargo depois da matéria do FT.
De um lado e de outro do Atlântico, parece ter sido esquecida a lição que aprendemos com nossos pais e avós: a liderança pelo exemplo.
Para que tem imagem pública a zelar ou cuida da imagem dos outros, não dá para ensinar a fazer alguma coisa sem fazer o mesmo. Ou ditar regras sem segui-las pessoalmente. O preço é alto, como se pode ver nos dois casos.
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Foram anunciados na noite desta terça-feira, 29 de junho, em transmissão pelo Canal do Portal dos Jornalistas no Youtube, os profissionais TOP 5 e os nove veículos campeões do Prêmio Os +Admirados da Imprensa do Agronegócio. Concorreram ao “pódio” os 26 profissionais eleitos TOP 25 (houve um empate, daí serem 26) e os 27 veículos eleitos entre os TOP 3 das nove categorias existentes.
A primeira colocação, entre os profissionais, ficou com o jornalista Sidnei Maschio, do Terra Viva, aclamado campeão e mais admirado jornalista da imprensa do agronegócio no Brasil. Abaixo a classificação completa:
Sidnei Maschio, Terra Viva – 1º lugar
Aleksander Horta, Notícias Agrícolas – 2º lugar
Denise Saueressig, A Granja – 3º lugar
Luiz Patroni, Canal Rural – 4º lugar
Mauro Zafalon, Folha de S.Paulo – 5º lugar
Os veículos campeões das nove categorias da premiação foram os seguintes:
Agência de Notícias – Agência Safras & Mercados
Podcast – Agro Connection
Programa de Rádio – CBN Agronegócios
Programa de TV Canais Especializados – Jornal Terra Viva
Programa de TV Aberta – Globo Rural
Site/Blog – Notícias Agrícolas
Veículo Impresso Especializado – Revista A Granja
Veículo Impresso Geral – Jornal Valor Econômico
Canal Digital – Agro+
Todos os vencedores receberão o Troféu +Admirado, criação do designerNilson Santos, da Ponto & Letra.
O evento de premiação teve como âncoras os jornalistas Cid Barboza (ex-Rádio Capital) e Fernando Soares (Jornalistas&Cia), com direção de Vinícius Ribeiro e produção da Mega Brasil, sob supervisão de Marco Rossi.
A premiação contou com o apoio institucional da CNA / Senar; patrocínio de CNH, Case e New Holland, Cargill, Syngenta e Yara; e apoio de Adama, BRF e I’Max.
Troféu Hors Concours – Um dos mais premiados jornalistas brasileiros da história, o repórter e escritor José Hamilton Ribeiro, alçado a hors concours pelo Ranking Jornalistas&Cia dos +Premiados Jornalistas Brasileiros em 2016, foi também homenageado pelos jornalistas do agronegócio com o Troféu Hors Concours, pelos seus 67 anos de carreira e quase 50 de Globo Rural. Em depoimento emocionado, ele lembrou-se de um encontro que teve com o Prêmio Nobel de LiteraturaMario Vargas Llosa, quando dele ouviu: “Todos os prêmios recebidos são importantes, mas os prêmios concedidos pelos seus colegas de profissão, seus pares, são os que mais nos emocionam. E por isso esse prêmio do Jornalistas&Cia tem para mim um valor muito especial e nem precisaria de troféu, pois já está gravado na mente e no coração”.
A Agência de Notícias da Aids anunciou recentemente novidades em sua equipe. Talita Martins assume como a nova coordenadora editorial da redação a partir de julho. E Marina Vergueiro passará a ter uma coluna semanal de entrevistas e opinião no Instagram da agência.
Talita Martins
Pós-graduada em Assessoria de Comunicação e Mídias Sociais e Projetos Sociais e Políticas Públicas, Talita iniciou sua trajetória na agência em janeiro de 2007, como estagiária. Entre 2011 e 2013 foi editora do site Envolverde, portal de notícias sobre sustentabilidade e meio ambiente. É também consultora de comunicação do Instituto Vida Nova e responsável pelo gerenciamento e conteúdo das redes sociais do Instituto Cultural Barong, ONGs que atuam na prevenção da AIDS.
Marina Vergueiro
Marina Vergueiro é poeta e jornalista e vive com HIV desde 2012. Teve passagens pelas redações de UOL, Terra e iG, além de ter colaborado para sites e revistas como Elle e a própria Agência Aids. É autora do livro de poesias Exposta, lançado em 2020.
A Agência de Notícias da Aids foi fundada em maio de 2003 pela jornalista Roseli Tardelli. Nela, profissionais de comunicação encontram artigos assinados por especialistas na área de saúde, textos produzidos por pessoas que vivem com HIV/Aids, dados sobre a evolução da epidemia no mundo e os resultados das pesquisas feitas em vacinas no combate à doença.
A PonteAponte e a Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto abriram inscrições, até 10/9, para o Prêmio Jornalista de Impacto 2021.
A PonteAponte e a Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto abriram inscrições, até 10/9, para o Prêmio Jornalista de Impacto 2021. Com o objetivo de fomentar o debate acerca de investimentos e negócios de impactono Brasil, a premiação reconhecerá reportagens e iniciativas de profissionais e veículos de comunicação que abordem o tema.
Estruturado em quatro novas categorias em relação às edições anteriores, o prêmio comtempla reportagens veiculadas de 1º/2/2020 a 10/9/2021 com R$ 3.500 para o vencedor de cada categoria: Texto; TV e vídeo; Rádio e podcast; e Conteúdos produzidos em contextos periféricos.
Cada vencedor e finalista também receberá um certificado de reconhecimento com o nome da reportagem e do veículo, além de tê-la divulgada na mídia e em um e-book para download gratuito.
O evento de premiação, que ainda não tem data definida, será online, em novembro.
Sikêra Jr. atacou no Alerta Nacional o público LGBTQIOA+: "Raça desgraçada"
O Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul ajuizou nessa segunda-feira (28/6) uma ação civil pública contra a RedeTV e o apresentador Sikêra Jr.. Na última sexta-feira (25/6), durante a exibição do programa Alerta Nacional, Sikêra atacou uma campanha com a temática da diversidade exibida pelo Burger King, e chamou o público LGBTQIA+ de “raça desgraçada”. Essa foi a segunda vez nos últimos meses que o apresentador usou esse termo para se referir a homossexuais e congêneres.
“Isso é tara em nossos filhos e nossos netos (…) Vocês vão pagar muito caro. Vocês fazem isso porque não procriam. Vocês precisam de tratamento. Vocês querem que a gente aceite essa raça desgraçada”, disse o apresentador.
Sikêra Jr. atacou no Alerta Nacional o público LGBTQIA+: “Raça desgraçada”
O MPF pediu R$ 10 milhões de indenização na ação, assinada pelo procurador Enrico Rodrigues de Freitas e pela advogada Alice Hertzog Resadori, da Nuances, associação que atua na defesa dos direitos humanos da população LGBTQIA+.
“Além da ameaça constante nas próprias falas, de teor discriminatório e de preconceito, de descabida associação entre a homossexualidade e a prática de crimes associados a pedofilia, estimula a violência contra este grupo, caracterizando discurso de ódio e menosprezo pelo ordenamento jurídico e pelas instituições democráticas”, resumiram os autores da peça.
Segundo o site Notícias da TV, a fala criminosa de Sikêra já resultou na perda de ao menos três anunciantes de seu programa, enquanto outras empresas estão sendo pressionadas nas redes sociais a fazerem o mesmo.
Entre as marcas que cancelaram o contrato estão a MRV, que também pertence ao empresário Rubens Menin, dono da CNN Brasil, a TIM e a HapVida. Apesar de nunca ter anunciado no programa, o Magazine Luiza comunicou que bloqueou a exibição de anúncios no YouTube nos vídeos do Alerta Nacional.
Os jornais Folha de S.Paulo e O Globo promoveram nesta segunda-feira (28/6), Dia do Orgulho LGBTQIAP+, mudanças em suas capas em prol do movimento. A publicação paulista colocou na capa de sua versão impressa e na home da online a bandeira do movimento, com as cores do arco-íris, além de destacar que chama a atenção para o “apagão de políticas para a comunidade LGBTQIAP+ ”.
Já O Globo publicou uma edição especial, em campanha realizada em parceria com a BETC HAVAS. O jornal mudou sua logomarca pela primeira vez em 95 anos de história em alusão ao movimento: em vez do tradicional “O Globo”, a publicação traz o logo “O GLBTQIAP+”.
A edição também tem a participação de colunistas e influenciadores LGBTQIAP+, com o economista ex-BBB Gil do Vigor como destaque do caderno especial. Com patrocínio da SulAmerica, o jornal fará também, até quarta-feira (30/6), lives especiais para debater temas relacionados ao movimento, como mercado de trabalho e saúde mental. As lives serão transmitidas no YouTube e no Facebook de O Globo.
Entidades defensoras da liberdade de imprensa prestaram solidariedade ao repórter Leandro Marques, correspondente da Rede Amazônica, afiliada da TV Globo, que foi ameaçado e agredido por um funcionário da Prefeitura de Itacoatiara, cidade localizada a 270 quilômetros de Manaus.
Acompanhado do cinegrafista Dorian Verçosa, Marques estava cobrindo a distribuição do auxílio-enchente para a comunidade local atingida pela cheia histórica do Amazonas. Ele já havia feito outras reportagens sobre confusões e aglomerações geradas durante a entrega dos cartões. Mas, na ocasião em questão, Marques foi abordado por três supostos assessores do prefeito Mário Abrahim. O repórter recebeu ameaças, levou um soco no estômago e teve o equipamento jogado no chão.
Os agressores fizeram ameaças como “se sair uma vírgula falando mal do prefeito, vou pegar-lhe uma surra” e “sair alguma foto minha, você está morto”. A Prefeitura de Itacoatiara determinou a exoneração do servidor Adevaldo Tavares Alves e a abertura de uma sindicância para apurar o ocorrido.
Em nota, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo repudiou as agressões, e declarou que “a função do jornalista é questionar, apurar e mostrar à população ações que possam colocar vidas em risco. Ameaças de morte e agressões físicas contra jornalistas, condutas criminalizadas pela legislação penal brasileira, constituem graves violações à livre manifestação do pensamento e ao exercício da atividade de comunicação”.
Em nota conjunta, o Sindicato dos Jornalistas do Amazonas e a Federação Nacional dos Jornalistas destacaram “a importância do respeito que as autoridades públicas devem ter ao livre exercício profissional, bem como à liberdade do trabalho da imprensa para que a sociedade possa ser bem informada”.
A Agência Pública lançou em 25/6 o primeiro episódio do podcastAmazônia Sem Lei, série narrativa acerca das investigações feitas pelos repórteres da Pública sobre o que está em jogo na Amazônia.
Dividido em dez episódios, um a cada mês, o podcast tem como narradores Clarissa Levy e o produtor de podcastsRicardo Terto. O primeiro programa entrevistou os profissionais que fizeram as investigações da reportagem que revelou que o gado usado pelo narcotraficante João Soares Rocha para lavar dinheiro do tráfico foi vendido para grandes frigoríficos, como JBS e Frigol.
Os episódios de Amazônia Sem Lei vão sempre acompanhar as reportagens da série especial de nome que investiga a violência relacionada a regularização fundiária, demarcação de terras e reforma agrária na Amazônia Legal e no Cerrado.
Morreu nesse domingo (27/6), aos 69 anos, o jornalista, escritor e dramaturgo Artur Xexéo. Colunista do jornal O Globo e comentarista da GloboNews, ele estava internado na Clínica São Vicente, na Zona Sul do Rio de Janeiro, por causa de um linfoma.
A doença foi diagnosticada há apenas duas semanas e Xexéo havia iniciado o tratamento na última quinta-feira (24/6). Após realizar sua primeira sessão de quimioterapia, passou mal e chegou a sofrer uma parada cardiorrespiratória na sexta-feira, logo revertida. Mas, em função dela, não resistiu e morreu na noite do domingo. Deixa o companheiro, Paulo Severo, com quem foi casado por 30 anos.
Xexéo começou a carreira no Jornal do Brasil, em 1978. A convite de Zuenir Ventura, em 1982 foi trabalhar na revista IstoÉ. Em 1985, de volta ao JB, virou subeditor da Revista de Domingo, suplemento cultural da publicação. Também foi editor do Caderno B, do caderno Cidade, subsecretário de Redação e colunista do jornal. Em 2000, foi contratado como colunista de O Globo, onde também foi editor do suplemento Rio Show e do Segundo Caderno.
No campo da literatura escreveu, entre outros, os livros Janete Clair: a usineira de sonhos, O torcedor acidental (crônicas) e Hebe, a biografia. Escreveu ainda, junto com Carlos Heitor Cony e Heródoto Barbeiro, Liberdade de Expressão.
Também é autor do musical A Garota do Biquíni Vermelho e da peça Nós sempre teremos Paris, traduziu os espetáculos musicais Xanadu, dirigido por Miguel Falabella, e Love Story, o musical, dirigido por Tadeu Aguiar. Foi responsável ainda pelos musicais Cartola – O Mundo É um Moinho e Minha Vida Daria um Bolero. Em 2019, fez a adaptação do musical A cor púrpura.
A notícia de sua morte logo ganhou destaque nas redes sociais, chegando a ser um dos assuntos mais comentadas na noite desse domingo. Diversos jornalistas, colegas de redação, artistas e músicos expressaram tristeza e consternação pela morte de Artur Xexéo.
Confira alguns depoimentos:
Vai deixar uma saudade profunda neste colunista, que teve o privilégio de trabalhar com Xexéo, além de contar com a sua generosa amizade. É pena!https://t.co/Wp5qxNzoCW
Que domingo terrível! Uma perda inestimável. Para o jornalismo. Para o Rio de Janeiro. Para o teatro, para a cultura brasileira. Xexéo gigante! https://t.co/M9FM2VNKwB
Esta foto é de 2 de novembro de 2018. Artur Xexéo, meu ex-editor no Caderno B, me dando boas-vindas ao @estudioi. Hoje, 27 de junho de 2021, tenho me despedir dele, inconformado. Vazio imenso. pic.twitter.com/i6kPjdw49E
Estou em choque, numa tristeza imensa. Trabalhei com Arthur Xexéo desde meados dos anos 80. No JB, no Globo, na Globonews. Elegante, inteligente, culto, divertido, amigo. Que perda!
Muito triste por essa perda… Meu carinho a todos os familiares e amigos do nosso tão querido Xexéo. – Morre, aos 69 anos, o escritor e jornalista Artur Xexéo | Ancelmo – O Globo https://t.co/5FLJYmuRJM
Artur Xexéo foi grande por suas obsessões. Marlene e Emilinha, Janete Clair, coberturas do Oscar, cinema da era de ouro. Era uma coluna fundamental para o adolescente que cresceu com jornais nos anos 1990. Lamento sua morte, 69 anos é cedo, muito cedo.
Melhor crônica do Xexéo foi quando ele foi aos EUA com grupo de jornalistas pra entrevistar Cindy Crawford. Mas ele não conseguiu fazer pergunta alguma porque os "colegas" brasileiros sempre o interrompiam. A crônica é antológica e chama "Pode Falar, Cindy" 🥰 #xexeo#OGlobo
Recebo com devastadora tristeza a notícia do falecimento do grande jornalista, escritor e dramaturgo Artur Xexéo, a quem aprendi a admirar naqueles anos dourados do Jornal do Brasil. Mais uma perda irreparável para a combalida cultura brasileira. Descansa em paz, querido Xexéo. pic.twitter.com/AijRGo50Ne
Nos meus mais recônditos desejos de aceitação, enquanto escrevia minha abreugrafia, o fazia pensando muitas vezes em “o que o Xexeo vai dizer”… Não deu tempo dele ler. Vai em paz, grande Xexeo.
Poxa! Artur Xexéo se foi! Inteligente, irônico, sagaz, culto . Sempre gostei de vê-lo e lê-lo . Seu talento fará muita falta. Força pra família, amigos e fãs.
O Fluminense Football Club lamenta profundamente o falecimento do jornalista Artur Xexéo, Tricolor de coração. Desejamos muita força aos familiares e amigos.