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quarta-feira, junho 17, 2026

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Amado Mundo anuncia projetos audiovisuais para a Copa do Mundo

O Amado Mundo, iniciativa comandada por Guilherme Amado, anunciou a estreia de projetos audiovisuais com foco na cobertura da Copa do Mundo, analisando o futebol sob perspectivas diferentes, destacando narrativas humanas, impacto social e a paixão pelo esporte.

O primeiro projeto é o Memória de Copa, que traz depoimentos curtos e emocionantes sobre lembranças de jogos marcantes do torneio e como eles afetaram positivamente famílias, pais, mães e filhos ao longo das décadas. Em 16 episódios, em formato vertical, o projeto terá depoimentos de personalidades da cultura, política, comunicação e negócios, como Drauzio Varella, Taís Araújo e Xuxa.

Outro projeto é o Futebol e Migração: A Força Latina nos Estados Unidos, que destaca a crescente paixão pelo esporte entre as comunidades de imigrantes latinos, especialmente com a Copa deste ano. Em pequenos documentários, de até três minutos, filmados na horizontal e vertical, a iniciativa mostra a relevância cultural e social do futebol para essas comunidades.

E por fim, o Amado Mundo fará e está fazendo uma cobertura especial da Copa do Mundo, trazendo uma análise diferenciada do torneio, para além do placar, focando em temas como política, geopolítica, comportamento, bastidores, cultura, poder, economia e redes sociais. A cobertura especial inclui programas como a Live Amado Mundo na Copa, comandada por Domitila Becker, diretamente das cidades-sede, em conexão com a equipe no Brasil, que utiliza o torneio como pano de fundo para debater questões como imigração, identidade, racismo e saúde mental, especialmente relevante com o torneio nos Estados Unidos.

Outros programas são: Matinal Copa, com Guilherme Amado e Beatriz Bulla, que aborda grandes lances e momentos do torneio para discutir disputas de poder e impactos sociais; Mulheres na Copa, focado nas mulheres que sustentam o torneio, desde árbitras e dirigentes até companheiras de jogadoras, com foco em questões de gênero; e o Inside the Copa, que traz pequenos vídeos, em tempo real, sobre o cotidiano do evento, com olhar espontâneo e próximo, focado em redes sociais.

Acompanhe todas essas novidades e a cobertura completa da Copa do Mundo nas plataformas do Amado Mundo.

Confira os vencedores do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação

Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação recebe inscrições até 21 de maio
Dom Phillips e Bruno Pereira (Crédito: Cris Vector)

Foram anunciados os profissionais e veículo vencedores do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente, Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais. A cerimônia de premiação foi realizada na quinta-feira (11/6), no Palácio Itamaraty, em Brasília.

Além da entrega dos prêmios, o evento prestou uma homenagem aos legados do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, que foram assassinados em 2022 no Vale do Javari (AM). A cerimônia reuniu autoridades, representantes de organismos internacionais e lideranças da sociedade civil.

Confira a lista completa dos vencedores:

Texto

Missão YanomamiAline Diniz e Lucas Moraes (O Tempo): Série de reportagens sobre o sofrimento e a luta pela vida do povo Yanomami em meio ao garimpo e ao abandono do estado.

 

Fotojornalismo, Ilustração, Charge, Cartum, HQs ou Grafite 

Memória visual do Vale do Juruá: a Amazônia acreana em tempos extremos climáticosPaulo Henrique da Costa Silva (Artigo 19): Fotografias sobre a crise climática e situações de emergência ambiental na Amazônia.

 

Audiovisual

Dois Mundos Vinicius Sassine (Folha de S.Paulo): Podcast investigativo sobre a morte de um indígena que desapareceu e foi encontrado morto em Manaus (AM). O trabalho jornalístico revela falhas na investigação policial e o desamparo e o preconceito vivenciados pelos indígenas.

 

Iniciativa de Comunicação de Autoria Indígena 

Os “índios” que não tinham nomePaulo Jeremias Aires (Sumaúma): reportagem sobre a luta do povo indígena Akroá Gamella e como eles retomam seu território ancestral na Amazônia maranhense e reafirmam a continuidade da vida.

 

Iniciativa de Comunicação de Autoria de Comunidade Tradicional 

Podcast Viver MumbucarNúbia Matos da Silva (Griô Podcasts): Podcast narrativo sobre a vida, cotidiano e histórias do Quilombo Mumbuca que fica no Jalapão, Tocantins.

Iniciativa de Educação Midiática

Do Orum ao Ayê – Publicação educativa para combate à desinformação sobre religiões de matriz africana – Volume 1 Ravik Oliveira


Brasil tem 16 trabalhos entre os 50 indicados do 14º Prêmio Gabo

A Fundação Gabo anunciou os 50 trabalhos indicados da 14ª edição do Prêmio Gabo, que reconhece o jornalismo de excelência em espanhol e português. O Brasil teve o maior número de trabalhos entre os 50 selecionados, com 16 projetos indicados.

São ao todo dez indicados em ada uma das cinco categorias: Áudio, Cobertura, Fotografia, Imagem e Texto. Os finalistas da premiação, três em cada categoria, serão anunciados em 25 de junho, e a cerimônia de premiação está marcada para 24 de julho, no primeiro dia do Festival Gabo 2026, em Bogotá, na Colômbia. Os vencedores das categorias receberão 35 milhões de pesos colombianos, um diploma e a escultura Gabriel, criada pelo artista colombiano Antonio Caro.

Confira a seguir a lista dos trabalhos e veículos brasileiros finalistas em cada categoria:

Áudio

Dos caras: Juan de Dios (Adonde Media, Exactly Right Media) – Martina Castro, Mariano Pagella, Giovana Romano Sanchez, Heloísa Traiano, Mauricio Mendoza, Daniel Murcia e Martín Cruz: Série documental de jornalistas de  Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Estados Unidos sobre a dupla vida do médium brasileiro João de Deus.

Folha nas Escolas (Folha de S.Paulo) –  Laura Mattos, Eliane Leme e Magê Flores: Podcast sobre como a tecnologia está transformando a educação e a vida de crianças e adolescentes.

Império Malafaia (ICL Notícias) Igor Mello, Juliana Dal Piva, Cristiano Botafogo, Gabriela Varella, Camila Mercatelli, Paula Villar, Elenilce Bottari, Stela Nesrine, Amon Medrado, Eder Ribeiro e Fred Lopes: Projeto que mostra a trajetória de enriquecimento e ascensão política de Silas Malafaia, um dos pastores mais influentes do Brasil.

O Pulo de Miguel (DW Brasil) – Fábio Correa: Podcast sobre a história de Miguel Carmo, brasileiro exilado da ditadura militar que atravessou o Muro de Berlim e foi perseguido pela Stasi.

Sala de Espera (Rádio Novelo) – Carolina Moraes, Bia Guimarães, Natália Silva, Branca Vianna, Paula Scarpin, Flora Thomson-DeVeaux, Marcela Casaca, Juliana Jaeger, Vitor Hugo Brandalise, Évelin Argenta, Sarah Azoubel, Vinicius Luiz, Bárbara Rubira, Ashiley Calvo, Júlia Matos, Bia Ribeiro, Luiza Sahd, Thainá Nogueira, Gustavo Nascimento, Isabel de Santana, Flora Vieira e Marcella Ramos: Série sobre ataques ao aborto legal no Brasil e uma articulação de políticos e médicos para restringir esse direito.

 

Cobertura

A política da bala (Metrópoles) – Renan Porto, Artur Rodrigues, Fábio Leite, Rodrigo Freitas, Lilian Tahan, Otto Valle, Márcia Delgado, Olívia Meireles, Érica Montenegro, Juliana Garcês, Gui Prímola, Lygia Lyra, Gabriel Lucas, Michael Melo, Italo Ridney, Caio Sales e Saulo Marques: Investigação sobre como governo de São Paulo teria estimulado a violência policial e causou um aumento da letalidade, com casos de pessoas desarmadas mortas.

Autopistas de depredación (CasaMacondo, OjoPúblico, Revista Nómadas, Revista Vistazo, Código Vidrio, Amazônia Latitude) – Santiago Wills, Bianca Padró Ocasio, Aramís Castro, Gianfranco Huamán, Iván Paredes, María Belén Arroyo, Arturo Torres, João Felipe Serrão Ferreira, Nayra Wladimila, Marcos Colón e Raúl Zea: Série de reportagens feita por profissionais de Colômbia, Peru, Bolívia, Equador e Brasil sobre o tráfico de espécies na Amazônia.

Radiografia do mercado de carbono (Centro Latinoamericano de Investigación Periodística (CLIP), InfoAmazonia e OjoPúblico) – Andrés Bermúdez Liévano, Marina Gama Cubas, Fábio Bispo, Carolina Passos, Juliana Mori, Diego Arce, Daniel Chinchilla Lizano, Alejandra Saavedra López, Schirlei Alves, Aramís Castro, Gianfranco Huamán, Mayra Báez e Luisa Fernanda López: Investigação de jornalistas de Colômbia, Brasil e Peru sobre como o mercado de créditos de carbono na Amazônia beneficia corporações e gera riscos ao meio ambiente e territórios indígenas.

Tubarão ameaçado no prato (Mongabay Brasil) – Karla Mendes, Fernanda Wenzel, Philip Jacobson e Kuang Keng Kuek Ser: Investigação sobre instituições públicas no Brasil que serviram carne de tubarão, apesar dos alertas de saúde e ambientais associados ao seu consumo.

 

Fotografia

Como sobrevivem as democracias (Folha de S.Paulo) – Gabriela Biló: Série de fotografias sobre a tentativa de golpe de estado no Brasil por parte do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores.

No limbo – o impacto de um ferrovia na vida do povo Awa Guajá (Folha de S.Paulo) – Lalo de Almeida: Registros sobre o impacto da Ferrovia Carajás na vida do povo indígena Awá Guajá.

Retratos da Guerra (Folha de S.Paulo) – Yan Boechat: trabalho fotográfico sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia e seus impactos nos últimos anos.

 

Imagem

Crise climática: o renascimento dos biomas brasileiros (TV Globo) – Marcus Vincax, Pedro Bassan, Lucas Cerejo, Mariana Fontanelli, Michel Farias e Ricardo Queiroz: Série de reportagens sobre efeitos climáticos extremos em diferentes regiões do Brasil e as respostas desenvolvidas por instituições públicas.

Máquinas chinesas, terras camponesas: tecnologia para alimentar o Brasil (Brasil de Fato) – Afonso Bezerra, Mariana Castro, Mauro Ramos Pintos e Vitor Shimomura: Documentário sobre a cooperação entre o Brasil e a China para impulsionar a tecnologia agrícola e a produção de alimentos na zona rural.

Terceirão – um ano, quatro vidas (TV Globo) – Caio Cavechini, Eliane Scardovelli, Claudio Guterres, Mayara Teixeira, Clarissa Cavalcanti, Fátima Baptista, Fernando Ianni, Rodrigo Funai, Marion Marion Lemonnier, Caue Angeli, Netim Andrade, Marcos Gomes e Andrey Frasso: Especial sobre a passagem para a vida adulta de quatro jovens brasileiros, observada ao longo de um ano em conversas e cotidiano.

 

Texto

Uma arara chamada Lear (Revista piauí) – Fernanda Ezabella: Reportagem especial sobre como uma arara-azul uniu cientistas e habitantes do sertão para salvar sua própria pele no nordeste brasileiro.


Comunidades sem imprensa local ficam mais vulneráveis à desinformação, aponta estudo britânico

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

O fechamento de um jornal, site ou rádio local costuma ser visto como sinal do surgimento de um “deserto de notícias”.

Mas um estudo da ONG britânica Social Market Foundation (SMF) indica que o problema é pior: as notícias continuam circulando, só que muitas vezes chegam falsas, distorcidas ou manipuladas por interesses políticos.

A pesquisa analisou mais de 125 mil publicações em grupos locais do Facebook, resultados de busca na rede social X, antigo Twittter, e comunidades da plataforma Nextdoor em 95 localidades do Reino Unido.

O relatório encontrou quase três vezes mais desinformação em áreas com pouca ou nenhuma cobertura de veículos locais reconhecidos como representantes legítimos da imprensa.

O dado muda o debate sobre a crise da imprensa regional. Quando jornais, rádios e sites comunitários desaparecem, moradores não deixam necessariamente de receber notícias. O que muda é quem informa, com quais critérios e com que grau de responsabilidade pública e legal.

Em muitas comunidades britânicas – e isso certamente acontece no mundo todo – grupos de Facebook, canais de mensagens e páginas administradas por moradores passaram a cumprir parte da função antes exercida pela imprensa.

Esses espaços podem divulgar muito bem alertas, serviços, eventos e reclamações cotidianas. Mas raramente operam com os mesmos processos de apuração, checagem e transparência de uma redação profissional.

Leia a matéria completa em MediaTalks.

Imagem Deserto (Crédito: APJor)

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Esta semana em MediaTalks

Na abertura da London Tech Week, premiê britânico dá 3 meses para big techs bloquearem nudez e sexo em celulares de crianças. Leia mais

Foto Premiê

Jornalista sob proteção policial após ameaças do crime organizado é morto diante da família na Colômbia. Leia mais

Foto Colômbia

Chat, imagem e vídeo: novo relatório da ONU mede a pegada ambiental do nosso uso da IA. Leia mais

Foto Pegada

Pivot, fundada por Paula Nadal, é anunciada oficialmente ao mercado

Gestada e fomentada nas últimas semanas, a Pivot chega ao mercado agora de forma oficial, tendo em seu comando Paula Nadal, profissional com 20 anos de experiência e trajetória marcada pela liderança estratégica em grandes grupos globais. Antes de fundar a agência, consolidou sua carreira na Ideal Axicom (WPP), em que esteve por 8 anos, chegando ao cargo de Chief Strategy Officer Global, além de passagens de destaque por Edelman e Editora Abril.

Ela reuniu, em seu time, outros nomes experientes e reconhecidos como Vera Brandimarte (ex-diretora de Redação do Valor Econômico), como VP; Tales Ponce (ex-Ideal Axicom e FSB) diretor de atendimento); Thiago Campos (ex-Ideal Axicom e Salve), diretor de Estratégia; e Marcelo Dominguez (cientista de dados e com passagens por Edelman e Grupo Burson), head de Inteligência.

A nova agência contará ainda com um conselho que já tem confirmadas as participações de Vinícius Dônola, em projetos especiais e treinamentos, e Viviane Mansi, nas frentes de comunicação voltadas à agenda ESG e Sustentabilidade.

“A reputação vai continuar sendo uma construção humana. O que mudou é que agora ela também precisa ser compreendida pelas máquinas”, assinala Paula. “Durante décadas, as marcas buscaram conquistar a confiança de jornalistas, investidores, consumidores e formadores de opinião. Agora, elas também precisam ser corretamente interpretadas pelos sistemas de IA que passam a mediar parte crescente das decisões de compra, investimento e relacionamento. E precisam entrar de forma mais apropriada nas conversas em ‘mar aberto’ que acontecem no ambiente digital e nos novos ecossistemas de influência. A Pivot nasce justamente para conectar esses mundos. Não precisamos reaprender a maneira de trabalhar; nós já nascemos nesse novo ecossistema. Onde o mercado vê um desafio de transição, nós entregamos infraestrutura natural”.

A estrutura e os conceitos propugnados pela nova agência idealizam o que o grupo que a lidera chama de “uma nova geração de Relações Públicas, mais orientada à inteligência estratégica. Uma prática capaz de combinar a construção de confiança – fundamento histórico da reputação corporativa – com a construção de relevância algorítmica, exigência crescente de um mundo mediado por IA. Porque, para a agência, as marcas mais fortes do futuro serão aquelas capazes de conquistar simultaneamente a confiança das pessoas e a recomendação das máquinas”.

A agência, que iniciou sua trajetória no mês de março, já conta em seu portfólio com as marcas Ânima Educação, BAT Brasil, Auren Energia, NG.CASH, Vórtx e Elo, entre outras.

Soraia Alves assume a cobertura de marketing da Exame no lugar de Juliana Pio

Soraia Alves

A Exame anunciou Soraia Alves, até então editora assistente de Projetos Especiais e Branded Content, como nova responsável pela cobertura de Marketing da publicação. Em seu novo posto, responderá ao editor Ivan Padilla. Desde 2024 na Exame, Soraia passou anteriormente por Época Negócios, B9 e The Huffington Post.

“O marketing é um ótimo termômetro das mudanças nos negócios, e a ideia é olhar não só para o que as marcas estão comunicando, mas entender o porquê desses movimentos e o que eles revelam sobre para onde o mercado está indo”, afirmou Soraia, que entra na vaga que vinha sendo ocupada há quase três anos por Juliana Pio, que deixou a publicação para assumir o posto de editora de Jornalismo na REC Multishow.

Setor Segurador e Valor Econômico lançam curso gratuito de Jornalismo em Seguros

Pela primeira vez, o setor segurador, liderado pela CNseg, lança uma jornada exclusiva em parceria com o Valor Econômico para estimular a formação de jovens jornalistas e produtores de conteúdo. O curso é gratuito e as inscrições já estão abertas e vão até 17 de julho.

A iniciativa é uma parceria entre a Editora Globo e a CNseg, com o patrocínio das seguradoras Tokio Marine, Bradesco Seguros, MetLife, Seguros Unimed e Zurich.

Serão selecionados 25 participantes de diferentes regiões do País para uma imersão presencial de 31 de agosto a 4 de setembro, na sede da Editora Globo, em São Paulo.

Os participantes terão aulas com especialistas, executivos, reguladores e jornalistas para compreender o potencial do mercado de seguros como alavanca para o desenvolvimento econômico e social do País. O objetivo é ampliar o repertório dos participantes e contribuir para uma cobertura mais qualificada de temas que afetam empresas, governos e consumidores.

“Esse projeto foi idealizado a partir de um bate-papo com o Valor Econômico. Pedimos então que eles o customizassem com temas relevantes para o setor segurador”, disse a este J&Cia Carla Simões, superintendente executiva de Comunicação e Marketing da CNseg. “Daí foi apresentá-lo às seguradoras, que rapidamente se interessaram em patrocinar. É um golaço, algo inédito para o nosso setor. Queremos levar o tema seguro cada vez mais longe”.

Segundo ela, a programação começa com uma visão geral do mercado, sua estrutura, regulação e funcionamento. Em seguida avança para temas ligados a análise de dados, indicadores, balanços e cobertura especializada. O terceiro dia é dedicado aos grandes riscos que desafiam o setor, incluindo mudanças climáticas, eventos extremos, geopolítica e os impactos do chamado Custo Brasil.

Além das aulas, a jornada inclui encontros com executivos e especialistas dos patrocinadores, estudos de caso, oficinas práticas e atividades de networking.

A seleção dará prioridade à diversidade regional e à pluralidade de trajetórias profissionais. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas aqui.

GE TV vence prêmio esportivo internacional

GE TV, canal digital de esportes da Globo, venceu a oitava edição do Hashtag Sports Awards, premiação internacional dedicada ao marketing esportivo, conteúdo e inovação digital. O projeto foi vencedor na categoria Melhor Estratégia de Comunicação.

Gratuita e 100% digital, a GE TV foi lançada em setembro passado, com equipe própria e uma programação que combina a tradição das coberturas esportivas da Globo a uma linguagem mais conectada ao universo digital e ao público jovem.

Eduardo Gabbay, diretor de Canais Esportivos da Globo, afirma: “Receber este prêmio com tão pouco tempo de operação é (…) resultado da integração de todo o nosso ecossistema, que reúne conteúdo de qualidade, inovação e tecnologia para acompanhar o público onde ele estiver e da forma como ele prefere consumir esporte”.

Levantamento mostra que apenas 15,8% do jornalismo local tem liberdade de imprensa plena no Brasil

Crédito: The Climate Reality Project/Unsplash

Gabi Coelho e Igor Soares publicaram no final de maio a pesquisa Jornalismo Local sob pressão do poder paralelo, que mostrou como políticos corruptos, empresários, forças de segurança, facções criminosas, garimpeiros e latifundiários impactam o trabalho e a segurança de veículos de jornalismo local. O levantamento, publicado no Projeto #Colabora, com o apoio da Repórteres Sem Fronteiras (RSF), entrevistou 38 jornalistas de veículos das cinco regiões do País, de fevereiro a maio deste ano.

“Veículos de jornalismo local atuam em territórios marcados por desigualdades históricas, violência armada e diferentes formas de poder paralelo. Em muitos desses lugares, são a única fonte de informação acessível à população. Mas a pressão sobre esses veículos raramente aparece nas estatísticas”, diz o texto de introdução da iniciativa. “Esta pesquisa mapeou, pela primeira vez em escala nacional, como essa pressão funciona e quais são seus efeitos concretos sobre o jornalismo e sobre as comunidades que ele serve”.

Um dos principais dados obtidos mostra que 15,8% do total dos entrevistados considerada que a região onde atua tem liberdade de imprensa plena. 42,1% avaliam que ela é parcial e os outros 42,1% consideram que ela é inexistente em seu local de trabalho. Outros dados relevantes são: 89% já sofreram algum tipo de hostilidade no exercício do trabalho; 60,5% já deixaram de publicar pautas por medos de represálias; e 78,9% afirmam não ter apoio suficiente para continuar operando em situações de risco.

Os autores da pesquisa destacam alguns casos que exemplificam de forma clara a intervenção do chamado poder paralelo no jornalismo, como o fundador de um portal comunitário da Bahia que, com apenas uma câmera em mãos, foi detido por policiais durante uma operação no bairro onde trabalha; jornalistas da Rondônia que deixaram de cobrir determinados temas porque os próprios parlamentares estaduais são os maiores anunciantes dos veículos onde trabalham; e um site de Maceió (AL), que ficou fora do ar por mais de seis meses depois de publicar uma reportagem que contrariava a narrativa da prefeitura sobre enchentes.

Confira o levantamento na íntegra aqui.

Rodrigo Bocardi assina com o SBT

Rodrigo Bocardi assina com o SBT
Rodrigo Bocardi (Crédito: Rogerio Pallatta/SBT)

O SBT anunciou a contratação do apresentador Rodrigo Bocardi, que comandará um novo telejornal multiplataforma, ainda sem nome definido, em parceria com o BocaTV, com exibição em TV aberta, digital e canais FAST, das 18h15 às 19h45.

A ideia é estrear o telejornal após a Copa do Mundo. O Boca TV, projeto de Bocardi nas redes sociais, inaugurará seu estúdio em agosto e terá programação ao vivo com foco em jornalismo e prestação de serviços, com integração entre diferentes plataformas e comunicação dinâmica.

Bocardi negociava com o SBT desde maio. Ele já havia feito participações em programas do da emissora antes: Em 2025, esteve no Show do Milhão Celebridades, e foi entrevistado por projetos do canal. Anteriormente na carreira, trabalhou no Grupo Globo por 25 anos, mas deixou a emissora no começo de 2025, por descumprimento de normas éticas.

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